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Foram encontradas 91 questões.

492062 Ano: 2006
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Natal-RN
Qual o valor de X para que o determinante enunciado 492062-1 seja nulo?

 

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492061 Ano: 2006
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Natal-RN
Na figura abaixo, estão representadas as posições das cidades A, B e C em um mapa. Qual a distância X entre as cidades B e C?
enunciado 492061-1

 

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492060 Ano: 2006
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Natal-RN
Qual o valor de a na função de f(x) = x² + ax + 12, sabendo-se que seu gráfico passa pelo ponto (5, – 3)?

 

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492059 Ano: 2006
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Natal-RN
A aresta da base de um prisma hexagonal regular mede 2 m. Qual a medida da altura desse prisma, sabendo-se que a área lateral mede 36 m² ?

 

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492058 Ano: 2006
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Natal-RN
Um terreno de forma retangular tem 32 m² de área. Se o comprimento e a largura do terreno fossem aumentados de 2 m, a área do terreno passaria a ser 60 m² . Qual o perímetro do terreno original?

 

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492057 Ano: 2006
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Natal-RN
Qual a taxa mensal de juros simples deve ser aplicado o capital de R$ 2.500,00 para que, após um período de 3 anos e 4 meses, triplique o seu valor?

 

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492056 Ano: 2006
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Natal-RN
Uma pizza, em forma de círculo, com diâmetro de 25 cm, custa R$ 18,00. Qual deve ser o valor cobrado por uma pizza de mesmo sabor, porém com 30 cm de diâmetro, se o preço é diretamente proporcional ao seu tamanho?

 

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492055 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Natal-RN

O AMOR COMO MEIO, NÃO COMO FIM

Há algo errado na forma como temos vivido nossas relações amorosas. Isso é fácil de ser constatado, pois temos sofrido muito por amor. Se o que anda bem tem que nos fazer felizes, o sofrimento só pode significar que estamos numa rota equivocada.

Vamos nos deter em apenas uma das idéias que governam nossa visão do amor. Imaginamos sempre que um bom vínculo afetivo significa o fim de todos os nossos problemas. Nosso ideal romântico é assim: duas pessoas se encontram uma com a outra, compõem um forte elo, de grande dependência, sentem-se preenchidas e completas e sonham em largar tudo o que fazem para se refugiar em algum oásis e viver inteiramente uma para a outra, usufruindo o aconchego de ter achado sua “metade da laranja”. Nada parece lhes faltar. Tudo o que antes valorizavam – dinheiro, aparência física, trabalho, posição social, etc. – parece não ter a menor importância. Tudo o que não diz respeito ao amor se transforma em banalidade, algo supérfluo que agora pode ser descartado sem o menor problema.

Sabemos que quem quis levar essas fantasias para a vida prática se deu mal. Com o passar do tempo, percebe-se que uma vida reclusa, sem novos estímulos, somente voltada para a relação amorosa, muito depressa se torna tediosa e desinteressante. Podemos sonhar com o paraíso perdido ou com a volta ao útero, mas não podemos fugir ao fato de que estamos habituados a viver com certos riscos, certos desafios. Sabemos que eles nos deixam alertas e intrigados; que nos fazem muito bem.

Os doentes acham que a saúde é tudo. Os pobres imaginam que o dinheiro lhes traria toda a felicidade sonhada. Os carentes – isto é, todos nós – acham que o amor é a mágica que dá significado à vida. O que nos falta aparece sempre idealizado, como o elixir da longa vida e da eterna felicidade.

Se é verdade, então, que o amor nos enche de alegria e coragem – e isso ninguém contesta – por que não direcionar essa nova energia para ativar ainda mais os projetos nos quais estamos empenhados? Quando amamos e nos sentimos amados por alguém que admiramos e valorizamos, nossa auto-estima cresce, nos sentimos dignos e fortes. Tornamo-nos ousados e capazes de tentar coisas novas, tanto em relação ao mundo exterior como na compreensão da nossa subjetividade. Em vez de ser um fim em si mesmo, o amor deveria funcionar como um meio para o aprimoramento individual, nos curando das frustrações do passado e nos impulsionando para o futuro. Casais que conseguem vivê-lo dessa maneira crescem e evoluem, e sob essa condição seu amor se renova e se revitaliza.

(GIKOVATE, Flávio. Cláudia. São Paulo: Abril, agosto 1989. Condensado)

O autor considera todos nós carentes porque:
 

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492054 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Natal-RN
enunciado 492054-1
Metáfora é uma figura de linguagem que consiste em uma comparação implícita (mental) de um elemento comum entre os dois termos comparados. Assinale em qual das opções abaixo ocorre metáfora:

 

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492053 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Natal-RN
enunciado 492053-1
Após uma leitura atenta e crítica do texto de Rubem Alves considere as assertivas abaixo:
I. O assunto do texto possui um teor atual ainda que cite personalidades do passado.
II. Correlacionado o título do texto ao seu conteúdo semântico verifica-se que política tem um sentido denotativo e jardinagem, um sentindo conotativo.
III. Pode-se concluir que o autor é totalmente contra política.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) assertiva(s):

 

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