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Sobre a composição dos níveis escolares, de acordo com Art. 21 da Lei Federal nº 9.394 de 20/12/1996 - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a educação escolar básica compõe-se de:
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O aluno Juquinha, regularmente matriculado em instituição de ensino publica, ausentou-se no dia da prova de Matemática, prevista no calendário de provas da escola, pois segundo os preceitos de sua religião, o aluno não poderia realizar a avaliação nesse dia. Em consonância com a Lei Federal nº 9.394 de 20/12/1996 - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a instituição de ensino tem o dever de aplicar outro (a):
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De acordo com a Lei Federal nº 9.394 de 20/12/1996 - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, analise os itens a seguir acerca do dever do Estado com educação escolar pública e as garantias necessárias para efetivação desse dever.
I. Acesso público e gratuito aos ensinos fundamental, médio e superior para todos os que não os concluíram na idade própria.
II. Acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um.
III. Oferta de ensino noturno regular, adequado às condições do educando e do docente.
IV. Padrões mínimos de qualidade de ensino, definidos como a variedade e quantidade mínimas, por aluno, de insumos indispensáveis ao desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem.
É CORRETO o que se afirma em:
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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de ModoSubjuntivo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
Leia atentamente o texto a seguir para responder às questões de 01 a 10.
“DESTRALHE-SE”
- Bom dia, como tá a alegria? Diz dona Francisca, minha faxineira rezadeira, que acaba de chegar. Antes de dar uma benzida na casa, deixa eu te dar um abraço que preste! E ela me apertou.
Na matemática de dona Francisca, quatro abraços por dia dão para sobreviver; oito ajudam a nos manter vivos; doze fazem a vida prosperar. Falando nisso, vida nenhuma prospera se estiver pesada e intoxicada.
Já ouviu falar em toxinas da casa? Pois são: objetos que você não usa; roupas que você não gosta ou não usa há um ano; coisas feias; coisas quebradas, lascadas ou rachadas; velhas cartas, bilhetes; plantas mortas ou doentes; recibos/jornais/revistas antigos; remédios vencidos; meias velhas, furadas; sapatos estragados... Ufa, que peso! O que está fora está dentro e isso afeta a saúde, aprendi com dona Francisca. Saúde é o que interessa. O resto não tem pressa! Ela diz, enquanto me ajuda a destralhar, ou liberar as tralhas da casa...
(...)
Acumular nos dá a sensação de permanência, apesar de a vida ser impermanente, diz a sabedoria oriental. O Ocidente resiste à ideia e, assim, perde contato com o sagrado instante presente.
Dona Francisca me conta que as frutas nascem azedas e no pé, vão ficando docinhas com o tempo. A gente deveria de ser assim, ela diz: destralhar ajuda a adocicar. Se os sábios concordam, quem sou eu para discordar...
(Carlos Solano – texto adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta o verbo destacado no trecho "A gente deveria de ser assim..." na 1ª pessoa do plural do pretérito imperfeito do subjuntivo:
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- SemânticaPolissemia
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemVícios de LinguagemAmbiguidade
- Interpretação de TextosFunções da LinguagemConotativa, Apelativa, Metafórica ou Figurada
- Interpretação de TextosFunções da LinguagemDenotativa, Própria, Referencial, Literal ou Informativa
Leia atentamente o texto a seguir para responder às questões de 01 a 10.
“DESTRALHE-SE”
- Bom dia, como tá a alegria? Diz dona Francisca, minha faxineira rezadeira, que acaba de chegar. Antes de dar uma benzida na casa, deixa eu te dar um abraço que preste! E ela me apertou.
Na matemática de dona Francisca, quatro abraços por dia dão para sobreviver; oito ajudam a nos manter vivos; doze fazem a vida prosperar. Falando nisso, vida nenhuma prospera se estiver pesada e intoxicada.
Já ouviu falar em toxinas da casa? Pois são: objetos que você não usa; roupas que você não gosta ou não usa há um ano; coisas feias; coisas quebradas, lascadas ou rachadas; velhas cartas, bilhetes; plantas mortas ou doentes; recibos/jornais/revistas antigos; remédios vencidos; meias velhas, furadas; sapatos estragados... Ufa, que peso! O que está fora está dentro e isso afeta a saúde, aprendi com dona Francisca. Saúde é o que interessa. O resto não tem pressa! Ela diz, enquanto me ajuda a destralhar, ou liberar as tralhas da casa...
(...)
Acumular nos dá a sensação de permanência, apesar de a vida ser impermanente, diz a sabedoria oriental. O Ocidente resiste à ideia e, assim, perde contato com o sagrado instante presente.
Dona Francisca me conta que as frutas nascem azedas e no pé, vão ficando docinhas com o tempo. A gente deveria de ser assim, ela diz: destralhar ajuda a adocicar. Se os sábios concordam, quem sou eu para discordar...
(Carlos Solano – texto adaptado)
Em "Antes de dar uma benzida na casa, deixa eu te dar um abraço que preste! E ela me apertou", é possível afirmar que o sentido da palavra sublinhada é:
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Leia atentamente o texto a seguir para responder às questões de 01 a 10.
“DESTRALHE-SE”
- Bom dia, como tá a alegria? Diz dona Francisca, minha faxineira rezadeira, que acaba de chegar. Antes de dar uma benzida na casa, deixa eu te dar um abraço que preste! E ela me apertou.
Na matemática de dona Francisca, quatro abraços por dia dão para sobreviver; oito ajudam a nos manter vivos; doze fazem a vida prosperar. Falando nisso, vida nenhuma prospera se estiver pesada e intoxicada.
Já ouviu falar em toxinas da casa? Pois são: objetos que você não usa; roupas que você não gosta ou não usa há um ano; coisas feias; coisas quebradas, lascadas ou rachadas; velhas cartas, bilhetes; plantas mortas ou doentes; recibos/jornais/revistas antigos; remédios vencidos; meias velhas, furadas; sapatos estragados... Ufa, que peso! O que está fora está dentro e isso afeta a saúde, aprendi com dona Francisca. Saúde é o que interessa. O resto não tem pressa! Ela diz, enquanto me ajuda a destralhar, ou liberar as tralhas da casa...
(...)
Acumular nos dá a sensação de permanência, apesar de a vida ser impermanente, diz a sabedoria oriental. O Ocidente resiste à ideia e, assim, perde contato com o sagrado instante presente.
Dona Francisca me conta que as frutas nascem azedas e no pé, vão ficando docinhas com o tempo. A gente deveria de ser assim, ela diz: destralhar ajuda a adocicar. Se os sábios concordam, quem sou eu para discordar...
(Carlos Solano – texto adaptado)
O sujeito da oração "Já ouviu falar em toxinas da casa?" classifica-se como:
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Leia atentamente o texto a seguir para responder às questões de 01 a 10.
“DESTRALHE-SE”
- Bom dia, como tá a alegria? Diz dona Francisca, minha faxineira rezadeira, que acaba de chegar. Antes de dar uma benzida na casa, deixa eu te dar um abraço que preste! E ela me apertou.
Na matemática de dona Francisca, quatro abraços por dia dão para sobreviver; oito ajudam a nos manter vivos; doze fazem a vida prosperar. Falando nisso, vida nenhuma prospera se estiver pesada e intoxicada.
Já ouviu falar em toxinas da casa? Pois são: objetos que você não usa; roupas que você não gosta ou não usa há um ano; coisas feias; coisas quebradas, lascadas ou rachadas; velhas cartas, bilhetes; plantas mortas ou doentes; recibos/jornais/revistas antigos; remédios vencidos; meias velhas, furadas; sapatos estragados... Ufa, que peso! O que está fora está dentro e isso afeta a saúde, aprendi com dona Francisca. Saúde é o que interessa. O resto não tem pressa! Ela diz, enquanto me ajuda a destralhar, ou liberar as tralhas da casa...
(...)
Acumular nos dá a sensação de permanência, apesar de a vida ser impermanente, diz a sabedoria oriental. O Ocidente resiste à ideia e, assim, perde contato com o sagrado instante presente.
Dona Francisca me conta que as frutas nascem azedas e no pé, vão ficando docinhas com o tempo. A gente deveria de ser assim, ela diz: destralhar ajuda a adocicar. Se os sábios concordam, quem sou eu para discordar...
(Carlos Solano – texto adaptado)
No trecho "Diz dona Francisca, minha faxineira rezadeira, que acaba de chegar", a palavra sublinhada, no contexto em que foi empregada, é:
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- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicadoTransitividadeVerbos Intransitivos
- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicadoTransitividadeVerbos Transitivos
Leia atentamente o texto a seguir para responder às questões de 01 a 10.
“DESTRALHE-SE”
- Bom dia, como tá a alegria? Diz dona Francisca, minha faxineira rezadeira, que acaba de chegar. Antes de dar uma benzida na casa, deixa eu te dar um abraço que preste! E ela me apertou.
Na matemática de dona Francisca, quatro abraços por dia dão para sobreviver; oito ajudam a nos manter vivos; doze fazem a vida prosperar. Falando nisso, vida nenhuma prospera se estiver pesada e intoxicada.
Já ouviu falar em toxinas da casa? Pois são: objetos que você não usa; roupas que você não gosta ou não usa há um ano; coisas feias; coisas quebradas, lascadas ou rachadas; velhas cartas, bilhetes; plantas mortas ou doentes; recibos/jornais/revistas antigos; remédios vencidos; meias velhas, furadas; sapatos estragados... Ufa, que peso! O que está fora está dentro e isso afeta a saúde, aprendi com dona Francisca. Saúde é o que interessa. O resto não tem pressa! Ela diz, enquanto me ajuda a destralhar, ou liberar as tralhas da casa...
(...)
Acumular nos dá a sensação de permanência, apesar de a vida ser impermanente, diz a sabedoria oriental. O Ocidente resiste à ideia e, assim, perde contato com o sagrado instante presente.
Dona Francisca me conta que as frutas nascem azedas e no pé, vão ficando docinhas com o tempo. A gente deveria de ser assim, ela diz: destralhar ajuda a adocicar. Se os sábios concordam, quem sou eu para discordar...
(Carlos Solano – texto adaptado)
Em "E ela me apertou", a forma verbal destacada é classificada, no contexto em que foi empregada, quanto à sua transitividade, como:
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“DESTRALHE-SE”
- Bom dia, como tá a alegria? Diz dona Francisca, minha faxineira rezadeira, que acaba de chegar. Antes de dar uma benzida na casa, deixa eu te dar um abraço que preste! E ela me apertou.
Na matemática de dona Francisca, quatro abraços por dia dão para sobreviver; oito ajudam a nos manter vivos; doze fazem a vida prosperar. Falando nisso, vida nenhuma prospera se estiver pesada e intoxicada.
Já ouviu falar em toxinas da casa? Pois são: objetos que você não usa; roupas que você não gosta ou não usa há um ano; coisas feias; coisas quebradas, lascadas ou rachadas; velhas cartas, bilhetes; plantas mortas ou doentes; recibos/jornais/revistas antigos; remédios vencidos; meias velhas, furadas; sapatos estragados... Ufa, que peso! O que está fora está dentro e isso afeta a saúde, aprendi com dona Francisca. Saúde é o que interessa. O resto não tem pressa! Ela diz, enquanto me ajuda a destralhar, ou liberar as tralhas da casa...
(...)
Acumular nos dá a sensação de permanência, apesar de a vida ser impermanente, diz a sabedoria oriental. O Ocidente resiste à ideia e, assim, perde contato com o sagrado instante presente.
Dona Francisca me conta que as frutas nascem azedas e no pé, vão ficando docinhas com o tempo. A gente deveria de ser assim, ela diz: destralhar ajuda a adocicar. Se os sábios concordam, quem sou eu para discordar...
(Carlos Solano – texto adaptado)
No fragmento "Antes de dar uma benzida na casa, deixa eu te dar um abraço que preste!" as orações relacionam-se sintaticamente através do processo de:
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“DESTRALHE-SE”
- Bom dia, como tá a alegria? Diz dona Francisca, minha faxineira rezadeira, que acaba de chegar. Antes de dar uma benzida na casa, deixa eu te dar um abraço que preste! E ela me apertou.
Na matemática de dona Francisca, quatro abraços por dia dão para sobreviver; oito ajudam a nos manter vivos; doze fazem a vida prosperar. Falando nisso, vida nenhuma prospera se estiver pesada e intoxicada.
Já ouviu falar em toxinas da casa? Pois são: objetos que você não usa; roupas que você não gosta ou não usa há um ano; coisas feias; coisas quebradas, lascadas ou rachadas; velhas cartas, bilhetes; plantas mortas ou doentes; recibos/jornais/revistas antigos; remédios vencidos; meias velhas, furadas; sapatos estragados... Ufa, que peso! O que está fora está dentro e isso afeta a saúde, aprendi com dona Francisca. Saúde é o que interessa. O resto não tem pressa! Ela diz, enquanto me ajuda a destralhar, ou liberar as tralhas da casa...
(...)
Acumular nos dá a sensação de permanência, apesar de a vida ser impermanente, diz a sabedoria oriental. O Ocidente resiste à ideia e, assim, perde contato com o sagrado instante presente.
Dona Francisca me conta que as frutas nascem azedas e no pé, vão ficando docinhas com o tempo. A gente deveria de ser assim, ela diz: destralhar ajuda a adocicar. Se os sábios concordam, quem sou eu para discordar...
(Carlos Solano – texto adaptado)
Aponte a opção que justifica corretamente o emprego das vírgulas na seguinte frase: "Na matemática de dona Francisca, quatro abraços por dia dão para sobreviver."
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