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2564723 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: URI
Orgão: Pref. Nova Candelária-RS
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Piaget define a aprendizagem humana como a construção de estruturas de assimilação, ou seja, aprender é construir estruturas de assimilação. Em outras palavras, aprende-se porque se age para conseguir algo e, em um segundo momento, para se apropriar dos mecanismos dessa ação primeira. Aprende-se porque se age e não porque se ensina. Isso significa que:

I. O ensino não pode ser visto como a fonte da aprendizagem.
II. A fonte da aprendizagem é a ação do sujeito para conseguir aprender.

De acordo com a proposição acima:

 

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2564722 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: URI
Orgão: Pref. Nova Candelária-RS
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Ensinar exige, pois, que revelemos as nossas razões, que apresentemos nossos argumentos, que sustentemos nossas opiniões e justifiquemos nossas escolhas perante nossos alunos, o que não é verdadeiro para ações como doutrinar ou treinar.

( ) Substituindo a primeira pessoa do plural pela primeira do singular, nove palavras ao todo (verbos e pronomes) deverão ser alteradas a fim de atender à sintaxe de concordância.

( ) Os verbos revelar, apresentar, sustentar e justificar estão empregados no modo subjuntivo.

( ) O que nas orações “que revelemos ...”, “que apresentemos...” e “que sustentemos...” é, nas três orações, pronome relativo.

( ) A única palavra acentuada recebe acento por ser oxítona.

( ) A conjunção ou expressa ideia de exclusão.

 

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2564721 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: URI
Orgão: Pref. Nova Candelária-RS
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O conceito de ensino

Gostaria de propor uma breve reflexão sobre um tema que, paradoxalmente, parece fora de moda na educação: o ensino. Já .....há.......... algumas décadas que os discursos educacionais ................se.voltam.............. prioritariamente para a aprendizagem, o desenvolvimento psíquico, o protagonismo de jovens e crianças, deixando de lado o ensino e seu agente profissional: o professor (que sintomaticamente passou a ser chamado de facilitador da aprendizagem, de mediador do conhecimento...).

Numa definição ao mesmo tempo sumária e fecunda, o filósofo norte-americano Israel Scheffler caracteriza o ensino como uma atividade cujo propósito é a realização da aprendizagem, sendo praticado de maneira ........a......... respeitar a integridade intelectual do aluno e sua capacidade de fazer juízos independentes. Aparentemente estamos em face do óbvio, mas há aqui elementos que merecem consideração.

O primeiro deles é o fato intrigante de que a classificação de um ato como ‘ensino’ não é possível .........a.partir.................. da simples descrição de um conjunto de procedimentos diretamente observáveis. Uma pessoa a declamar uma poesia está ensinando algo a alguém? A resposta sempre dependerá de um contexto e de um propósito. Esse mesmo ato pode ser parte de uma encenação teatral, uma declaração de amor, um ato político ou uma aula de literatura. O que faz de um gesto, de uma palavra ou observação crítica um ato de ‘ensino’ é seu propósito de produzir a aprendizagem e o contexto que o justifica, nunca uma técnica ou prática isolada.

E se assim o é, podemos pensar que a formação de professores implica mais fortemente uma preparação intelectual que vise compreender os propósitos educacionais e os contextos institucionais nos quais se inserem nossos atos de ensino do que um treinamento em técnicas, práticas ou competências individuais.

A observação de Scheffer nos sugere ainda que há uma importante diferença formal entre ‘ensinar’ e, por exemplo, ‘doutrinar’ alguém. Em ambos os casos, o resultado pode ser funcionalmente análogo: alguém passou, por exemplo, a crer na verdade de uma afirmação ou teoria que até então desconhecia ou em que não acreditava. Mas o conceito de ensino não se define só pelo seu resultado final. Ele faz apelo a um tipo de procedimento específico: o respeito à integridade intelectual e ao juízo independente do aluno a quem se ensinou. Assim, ‘ensinar’ implica que, ao tentar fazer com que o aluno acredite que as coisas são deste ou daquele modo, tentemos fazer com que ele o creia por razões que, dentro dos limites de sua capacidade de compreensão, são nossas razões. Ensinar exige, pois, que revelemos as nossas razões, que apresentemos nossos argumentos, que sustentemos nossas opiniões e justifiquemos nossas escolhas perante nossos alunos, o que não é verdadeiro para ações como doutrinar ou treinar.

Nessa perspectiva, ‘qualidade de ensino’ não se mede somente a partir dos resultados aos quais se chegou, mas faz necessária referência ao modo pelo qual lá se chegou.

Jose Sérgio Fonseca de Carvalho Doutor em Filosofia de Educação pela Feusp.
Revista Educação, dezembro, 2008. pag. 52.

Atribua 100 pontos para cada afirmativa correta sobre o texto e 50 pontos para cada afirmativa incorreta. Após, assinale a alternativa que apresenta a soma de todos os pontos.

( ) De acordo com o sentido no texto, as palavras sumária e fecunda referem-se à definição e estabelecem entre si uma relação de sinonímia.

( ) Os dois pontos no primeiro parágrafo foram empregados de acordo com a mesma regra para o uso dos dois pontos no quinto parágrafo.

( ) No período: “mas há aqui elementos que merecem consideração", se substituirmos o verbo haver pelo verbo existir, o verbo existir deverá ser flexionado no mesmo tempo e modo verbal, mas na terceira pessoa do plural.

( ) O pronome oblíquo, empregado no final do terceiro parágrafo, retoma o substantivo gesto (linha 17).

( ) As conjunções Mas, pois e a conjunção e expressam, respectivamente, sentido de adversidade, conclusão e adição de ideias.

( ) A expressão “fora de moda” caracteriza a linguagem do texto como coloquial e comprova a predominância do sentido conotativo no texto.

 

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2564720 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: URI
Orgão: Pref. Nova Candelária-RS
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O conceito de ensino

Gostaria de propor uma breve reflexão sobre um tema que, paradoxalmente, parece fora de moda na educação: o ensino. Já .....há.......... algumas décadas que os discursos educacionais ................se.voltam.............. prioritariamente para a aprendizagem, o desenvolvimento psíquico, o protagonismo de jovens e crianças, deixando de lado o ensino e seu agente profissional: o professor (que sintomaticamente passou a ser chamado de facilitador da aprendizagem, de mediador do conhecimento...).

Numa definição ao mesmo tempo sumária e fecunda, o filósofo norte-americano Israel Scheffler caracteriza o ensino como uma atividade cujo propósito é a realização da aprendizagem, sendo praticado de maneira ........a......... respeitar a integridade intelectual do aluno e sua capacidade de fazer juízos independentes. Aparentemente estamos em face do óbvio, mas há aqui elementos que merecem consideração.

O primeiro deles é o fato intrigante de que a classificação de um ato como ‘ensino’ não é possível .........a.partir.................. da simples descrição de um conjunto de procedimentos diretamente observáveis. Uma pessoa a declamar uma poesia está ensinando algo a alguém? A resposta sempre dependerá de um contexto e de um propósito. Esse mesmo ato pode ser parte de uma encenação teatral, uma declaração de amor, um ato político ou uma aula de literatura. O que faz de um gesto, de uma palavra ou observação crítica um ato de ‘ensino’ é seu propósito de produzir a aprendizagem e o contexto que o justifica, nunca uma técnica ou prática isolada.

E se assim o é, podemos pensar que a formação de professores implica mais fortemente uma preparação intelectual que vise compreender os propósitos educacionais e os contextos institucionais nos quais se inserem nossos atos de ensino do que um treinamento em técnicas, práticas ou competências individuais.

A observação de Scheffer nos sugere ainda que há uma importante diferença formal entre ‘ensinar’ e, por exemplo, ‘doutrinar’ alguém. Em ambos os casos, o resultado pode ser funcionalmente análogo: alguém passou, por exemplo, a crer na verdade de uma afirmação ou teoria que até então desconhecia ou em que não acreditava. Mas o conceito de ensino não se define só pelo seu resultado final. Ele faz apelo a um tipo de procedimento específico: o respeito à integridade intelectual e ao juízo independente do aluno a quem se ensinou. Assim, ‘ensinar’ implica que, ao tentar fazer com que o aluno acredite que as coisas são deste ou daquele modo, tentemos fazer com que ele o creia por razões que, dentro dos limites de sua capacidade de compreensão, são nossas razões. Ensinar exige, pois, que revelemos as nossas razões, que apresentemos nossos argumentos, que sustentemos nossas opiniões e justifiquemos nossas escolhas perante nossos alunos, o que não é verdadeiro para ações como doutrinar ou treinar.

Nessa perspectiva, ‘qualidade de ensino’ não se mede somente a partir dos resultados aos quais se chegou, mas faz necessária referência ao modo pelo qual lá se chegou.

Jose Sérgio Fonseca de Carvalho Doutor em Filosofia de Educação pela Feusp.
Revista Educação, dezembro, 2008. pag. 52.

Use as letras C e E para indicar se as acepções a respeito do texto estão certas ou erradas. Após, marque a alternativa que contém a sequência das letras, de cima para baixo.

( ) O texto, por discorrer sobre o conceito de ensino, abordando a diferença entre “ensinar” e “doutrinar”, pertence à tipologia descritiva.

( ) “Desenvolvimento Psíquico” e “protagonismo de jovens e crianças” estão para a aprendizagem do aluno, assim como “facilitador da aprendizagem” e “mediador do conhecimento’ estão para o professor.

( ) As ideias defendidas no quarto parágrafo correspondem ao conceito de ensinar descrito no último período do quinto parágrafo.

( ) Fazer com que um gesto, uma palavra, uma observação crítica se traduzam como um ato de ensino está associado ao propósito de produzir a aprendizagem e ao contexto em que ocorre.

( ) O uso do termo parodoxalmente denota a contradição entre ensinar, doutrinar ou treinar.

 

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2564719 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: URI
Orgão: Pref. Nova Candelária-RS
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O conceito de ensino

Gostaria de propor uma breve reflexão sobre um tema que, paradoxalmente, parece fora de moda na educação: o ensino. Já .....há.......... algumas décadas que os discursos educacionais ................se.voltam.............. prioritariamente para a aprendizagem, o desenvolvimento psíquico, o protagonismo de jovens e crianças, deixando de lado o ensino e seu agente profissional: o professor (que sintomaticamente passou a ser chamado de facilitador da aprendizagem, de mediador do conhecimento...).

Numa definição ao mesmo tempo sumária e fecunda, o filósofo norte-americano Israel Scheffler caracteriza o ensino como uma atividade cujo propósito é a realização da aprendizagem, sendo praticado de maneira ........a......... respeitar a integridade intelectual do aluno e sua capacidade de fazer juízos independentes. Aparentemente estamos em face do óbvio, mas há aqui elementos que merecem consideração.

O primeiro deles é o fato intrigante de que a classificação de um ato como ‘ensino’ não é possível .........a.partir.................. da simples descrição de um conjunto de procedimentos diretamente observáveis. Uma pessoa a declamar uma poesia está ensinando algo a alguém? A resposta sempre dependerá de um contexto e de um propósito. Esse mesmo ato pode ser parte de uma encenação teatral, uma declaração de amor, um ato político ou uma aula de literatura. O que faz de um gesto, de uma palavra ou observação crítica um ato de ‘ensino’ é seu propósito de produzir a aprendizagem e o contexto que o justifica, nunca uma técnica ou prática isolada.

E se assim o é, podemos pensar que a formação de professores implica mais fortemente uma preparação intelectual que vise compreender os propósitos educacionais e os contextos institucionais nos quais se inserem nossos atos de ensino do que um treinamento em técnicas, práticas ou competências individuais.

A observação de Scheffer nos sugere ainda que há uma importante diferença formal entre ‘ensinar’ e, por exemplo, ‘doutrinar’ alguém. Em ambos os casos, o resultado pode ser funcionalmente análogo: alguém passou, por exemplo, a crer na verdade de uma afirmação ou teoria que até então desconhecia ou em que não acreditava. Mas o conceito de ensino não se define só pelo seu resultado final. Ele faz apelo a um tipo de procedimento específico: o respeito à integridade intelectual e ao juízo independente do aluno a quem se ensinouIII. Assim, ‘ensinar’ implica que, ao tentar fazer com que o aluno acredite que as coisas são deste ou daquele modo, tentemos fazer com que ele o creia por razões que, dentro dos limites de sua capacidade de compreensão, são nossas razões. Ensinar exige, pois, que revelemos as nossas razões, que apresentemos nossos argumentos, que sustentemos nossas opiniões e justifiquemos nossas escolhas perante nossos alunos, o que não é verdadeiro para ações como doutrinar ou treinar.

Nessa perspectiva, ‘qualidade de ensino’ não se mede somente a partir dos resultados aos quais se chegou, mas faz necessária referência ao modo pelo qual lá se chegou.

Jose Sérgio Fonseca de Carvalho Doutor em Filosofia de Educação pela Feusp.
Revista Educação, dezembro, 2008. pag. 52.

Leia as afirmações sobre o texto:

I. A reflexão proposta pelo autor contempla repensar o ensino, de modo que se reconsiderem o propósito de ensinar e o professor como agente profissional desse processo.

II. Para justificar que a classificação de um ato como “ensino” não é possível com base em uma simples descrição de um conjunto de procedimentos, o autor exemplifica que “declamar uma poesia” não ensina nada a alguém e que é uma atividade que corresponde mais ao “doutrinar” do que ao “ensinar”.

III. O conceito de ensino implica “o respeito à integridade intelectual e ao juízo independente do aluno a quem se ensinou”.

De acordo com as ideias do texto:

 

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2564718 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: URI
Orgão: Pref. Nova Candelária-RS
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O conceito de ensino

Gostaria de propor uma breve reflexão sobre um tema que, paradoxalmente, parece fora de moda na educação: o ensino. Já ............... algumas décadas que os discursos educacionais ............................... prioritariamente para a aprendizagem, o desenvolvimento psíquico, o protagonismo de jovens e crianças, deixando de lado o ensino e seu agente profissional: o professor (que sintomaticamente passou a ser chamado de facilitador da aprendizagem, de mediador do conhecimento...).

Numa definição ao mesmo tempo sumária e fecunda, o filósofo norte-americano Israel Scheffler caracteriza o ensino como uma atividade cujo propósito é a realização da aprendizagem, sendo praticado de maneira ................. respeitar a integridade intelectual do aluno e sua capacidade de fazer juízos independentes. Aparentemente estamos em face do óbvio, mas há aqui elementos que merecem consideração.

O primeiro deles é o fato intrigante de que a classificação de um ato como ‘ensino’ não é possível ............................ da simples descrição de um conjunto de procedimentos diretamente observáveis. Uma pessoa a declamar uma poesia está ensinando algo a alguém? A resposta sempre dependerá de um contexto e de um propósito. Esse mesmo ato pode ser parte de uma encenação teatral, uma declaração de amor, um ato político ou uma aula de literatura. O que faz de um gesto, de uma palavra ou observação crítica um ato de ‘ensino’ é seu propósito de produzir a aprendizagem e o contexto que o justifica, nunca uma técnica ou prática isolada.

E se assim o é, podemos pensar que a formação de professores implica mais fortemente uma preparação intelectual que vise compreender os propósitos educacionais e os contextos institucionais nos quais se inserem nossos atos de ensino do que um treinamento em técnicas, práticas ou competências individuais.

A observação de Scheffer nos sugere ainda que há uma importante diferença formal entre ‘ensinar’ e, por exemplo, ‘doutrinar’ alguém. Em ambos os casos, o resultado pode ser funcionalmente análogo: alguém passou, por exemplo, a crer na verdade de uma afirmação ou teoria que até então desconhecia ou em que não acreditava. Mas o conceito de ensino não se define só pelo seu resultado final. Ele faz apelo a um tipo de procedimento específico: o respeito à integridade intelectual e ao juízo independente do aluno a quem se ensinou. Assim, ‘ensinar’ implica que, ao tentar fazer com que o aluno acredite que as coisas são deste ou daquele modo, tentemos fazer com que ele o creia por razões que, dentro dos limites de sua capacidade de compreensão, são nossas razões. Ensinar exige, pois, que revelemos as nossas razões, que apresentemos nossos argumentos, que sustentemos nossas opiniões e justifiquemos nossas escolhas perante nossos alunos, o que não é verdadeiro para ações como doutrinar ou treinar.

Nessa perspectiva, ‘qualidade de ensino’ não se mede somente a partir dos resultados aos quais se chegou, mas faz necessária referência ao modo pelo qual lá se chegou.

Jose Sérgio Fonseca de Carvalho Doutor em Filosofia de Educação pela Feusp.
Revista Educação, dezembro, 2008. pag. 52.

Completa corretamente os espaços pontilhados do texto a sequência de palavras da alternativa:

 

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2564717 Ano: 2018
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: URI
Orgão: Pref. Nova Candelária-RS
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Analise as afirmativas a seguir em torno da proposição dada, indicando-as como verdadeiras (V), ou falsas (F).

No Ensino Fundamental de 9 (anos) a organização do trabalho pedagógico deve levar em conta:

( ) A mobilidade e a flexibilização dos tempos e espaços escolares.

( ) As articulações no interior do Ensino Fundamental, e deste com as etapas que o antecedem e o sucedem na Educação Básica, pois são elementos fundamentais para o bom desempenho dos estudantes e a continuidade dos seus estudos.

( ) A diversidade nos agrupamentos de alunos, as diversas linguagens artísticas, a diversidade de materiais, os variados suportes literários, as atividades que mobilizem o raciocínio, as atitudes investigativas.

( ) A articulação entre a escola e a comunidade e o acesso aos espaços de expressão cultural.

A sequência correta das letras, de cima para baixo, é a da alternativa:

 

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2564716 Ano: 2018
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: URI
Orgão: Pref. Nova Candelária-RS
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“A família constitui o primeiro contexto de educação e cuidado do bebê. [...] Quando a criança passa a frequentar a Educação Infantil, é preciso refletir sobre a especificidade de cada contexto no desenvolvimento da criança e a forma de integrar as ações e projetos educacionais das famílias e das instituições” (Parecer CEB/CNE nº 20/2009). A respeito da necessária e fundamental parceria com as famílias na Educação Infantil, assinale a opção correta.

 

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2564715 Ano: 2018
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: URI
Orgão: Pref. Nova Candelária-RS
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A Resolução nº 7, de 14 de dezembro de 2010, fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos. Conforme o estabelecido nessa Resolução, os sistemas de ensino e escolas devem adotar, como princípios das políticas educativas e das ações pedagógicas, o disposto corretamente na alternativa:

 

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2564714 Ano: 2018
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: URI
Orgão: Pref. Nova Candelária-RS
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No Brasil, apesar de existirem várias experiências de escolas em período integral, na intenção de dirimir as desigualdades de acesso à educação, ao conhecimento e à cultura e melhorar o convívio social, as escolas brasileiras ainda são as que possuem o menor número de horas diárias de efetivo trabalho escolar, em comparação a escolas de outros países que oferecem tempo integral. Diante desse quadro, podem ser feitas as seguintes considerações:

I. A proposta educativa de escola de tempo integral poderá contribuir significativamente para a melhoria da qualidade da educação e do rendimento escolar, à medida que incita os sistemas de ensino a ampliarem a sua oferta.

II. O currículo da escola de tempo integral, concebido como um projeto educativo integrado, deve prever uma jornada escolar de no mínimo 7 (sete) horas diárias.

III. Esse tipo de escola, quando voltada prioritariamente ao atendimento de populações com alto índice de vulnerabilidade social e que se concentram, não por acaso, em instituições com baixo rendimento dos alunos, poderá resolver as questões de desigualdades de acesso à educação, ao conhecimento e à cultura e melhorar o convívio social.

IV. A ampliação da jornada poderá ser organizada mediante o desenvolvimento de atividades de acompanhamento pedagógico, reforço e aprofundamento da aprendizagem, afirmação da cultura dos direitos humanos, quilombolas e afrodescendentes.

Em relação às afirmativas acima, estão corretas:

 

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