Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

1812556 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
Um médico cobra R$ 200,00 por uma consulta, sendo que para idosos ele dá um desconto de 20% para pagamento à vista e, se o pagamento for no cartão, ele cobra 5% a mais. Sabendo que dois idosos se consultaram com o médico, e que um pagou à vista e o outro no cartão, dessa forma, podemos AFIRMAR que as quantias pagas pelos idosos à vista e no cartão foram respectivamente de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1707509 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
Leia com atenção o texto abaixo para responder a questão:
O Café do Próximo
(MEDEIROS, Martha. Doidas e Santas. Porto Alegre, RS: L&PM, 2008.)
Foi em Praga, na República Tcheca, que surgiu o hábito do “café pendente”. Tudo começou com o personagem de um livro. Ele entra num bar, toma um café e, quando vem a conta, ele paga dois, explicando pra garçonete: “Pago o meu e deixo um pendente”. Inaugurou-se assim o costume de se deixar pago dois, para o caso de surgir alguém sem trocado para um cafezinho.
A Livraria Argumento, do Rio, que tem em suas dependências o charmoso Café Severino, adotou esse esquema, rebatizando-o de “café do próximo”. Colocou um quadro-negro na entrada e ali vai anotando todos os cafés pendentes do dia, aqueles que já foram pagos. Às vezes tem dois, às vezes três, às vezes nenhum. Quem chega sem grana e vê ali no quadro que há um café pendente, pode pedi-lo sem constrangimento. Quando voltar outro dia, com dinheiro, poderá, se quiser, pagar dois e retribuir a gentileza para o próximo desprevenido. E assim mantém-se a corrente, e ninguém fica sem café.
Num país como o nosso, com tanta gente passando dificuldades e com governantes tão desinteressados no bem estar social, essa história me pareceu quase uma parábola. Num cantinho do Rio de Janeiro, uns pagam os cafés dos outros, colocando em prática o tal “fazer o bem sem olhar a quem”. Claro que é apenas um charme que a livraria oferece, sem pretensão de mudar o mundo, mas eu fico pensando que esse tipo de mentalidade poderia ser mais propagado entre nós. Imagine se a moda pega em açougues, mercados, cinemas. Você compra seis salsichões e paga sete, deixando um pendente. Você faz as compras no mercado e deixa dois quilos de arroz pendentes. Vai ao cinema e, em vez de comprar uma entrada, compra duas.
Em todos os estabelecimentos comerciais do país, haveria um quadro-negro avisando as pendências destinadas ao próximo. Não soluciona nada, mas é simpático. Tá bom, eu sei, posso até ver a confusão. Uns não iriam topar deixar pago nem um copo d'água para estes “vagabundos que não trabalham”. Alguns comerciantes rejeitariam a proposta sob o argumento de que seu estabelecimento vai ficar cheio de “mendigos". Realmente, talvez não seja uma boa ideia para ganhar as ruas, ao menos não num país onde a carência é tanta, a falta de segurança é tanta, a desordem é tanta e a malandragem, nem se fala.
Melhor deixar o “café do próximo” como um charme a mais dentro de uma livraria carioca. Mas de uma coisa não tenho dúvida: esse exemplo pequeníssimo de boa vontade terá que um dia ser ampliado por todos nós. Vai ter uma hora em que a gente vai ter que parar de blábláblá e fazer alguma coisa de fato. Ou a gente estende a mão pro tal do próximo, ou o próximo vai continuar exigindo o dele com uma faca apontada pra nossa garganta. Esperar alguma atitude vinda de Brasília? Aqueles não são os próximos, aqueles são os cada vez mais distantes. Deles não esperemos nada. Ou a sociedade se mexe e estabelece novas formas de convívio social, com ideias simples, mas operacionais, ou o café do próximo vai nos custar cada vez mais caro.
Feita a leitura das sentenças abaixo, analise as afirmações em torno da sua organização sintática.
Excerto 01
“Ou a gente estende a mão pro tal do próximo, ou o próximo vai continuar exigindo o dele com uma faca apontada pra nossa garganta.”
Excerto 02
“Ou a sociedade se mexe e estabelece novas formas de convívio social, com ideias simples, mas operacionais, ou o café do próximo vai nos custar cada vez mais caro.”
Excerto 03
Esperar alguma atitude vinda de Brasília?
I- O uso do verbo “estende” no singular está em harmonia com o sujeito “a gente”.
II- O verbo “vai”, nas duas ocorrências, apresenta o mesmo sujeito.
III- O sujeito do verbo “mexe” tanto quanto do verbo “esperar” é indeterminado conforme a tradição gramatical.
IV- Todos os sujeitos que aparecem nas sentenças acima são compostos.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1705081 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
Leia a tirinha e, em seguida, responda ao que se pede.
Enunciado 1705081-1
(<https://www.google.com/search?rlz=1C1PRFI_enBR830BR830&biw=1242&bih=568&tbm=isch&sa=
1&ei=px3LXKDwAqjH5OUPnuiYqAs&q=figuras+de+linguagem+%22> Data de consulta 13/01/19).
O humor do texto é construído por meio do jogo da linguagem. O principal recurso de sentido usado, portanto, foi:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1683214 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
Leia com atenção o texto abaixo para responder a questão:
O Café do Próximo
(MEDEIROS, Martha. Doidas e Santas. Porto Alegre, RS: L&PM, 2008.)
Foi em Praga, na República Tcheca, que surgiu o hábito do “café pendente”. Tudo começou com o personagem de um livro. Ele entra num bar, toma um café e, quando vem a conta, ele paga dois, explicando pra garçonete: “Pago o meu e deixo um pendente”. Inaugurou-se assim o costume de se deixar pago dois, para o caso de surgir alguém sem trocado para um cafezinho.
A Livraria Argumento, do Rio, que tem em suas dependências o charmoso Café Severino, adotou esse esquema, rebatizando-o de “café do próximo”. Colocou um quadro-negro na entrada e ali vai anotando todos os cafés pendentes do dia, aqueles que já foram pagos. Às vezes tem dois, às vezes três, às vezes nenhum. Quem chega sem grana e vê ali no quadro que há um café pendente, pode pedi-lo sem constrangimento. Quando voltar outro dia, com dinheiro, poderá, se quiser, pagar dois e retribuir a gentileza para o próximo desprevenido. E assim mantém-se a corrente, e ninguém fica sem café.
Num país como o nosso, com tanta gente passando dificuldades e com governantes tão desinteressados no bem estar social, essa história me pareceu quase uma parábola. Num cantinho do Rio de Janeiro, uns pagam os cafés dos outros, colocando em prática o tal “fazer o bem sem olhar a quem”. B) Claro que é apenas um charme que a livraria oferece, sem pretensão de mudar o mundo, mas eu fico pensando que esse tipo de mentalidade poderia ser mais propagado entre nós. Imagine se a moda pega em açougues, mercados, cinemas. Você compra seis salsichões e paga sete, deixando um pendente. Você faz as compras no mercado e deixa dois quilos de arroz pendentes. C) Vai ao cinema e, em vez de comprar uma entrada, compra duas.
Em todos os estabelecimentos comerciais do país, haveria um quadro-negro avisando as pendências destinadas ao próximo. Não soluciona nada, mas é simpático. Tá bom, eu sei, posso até ver a confusão. Uns não iriam topar deixar pago nem um copo d'água para estes “vagabundos que não trabalham”. E) Alguns comerciantes rejeitariam a proposta sob o argumento de que seu estabelecimento vai ficar cheio de “mendigos". Realmente, talvez não seja uma boa ideia para ganhar as ruas, ao menos não num país onde a carência é tanta, a falta de segurança é tanta, a desordem é tanta e a malandragem, nem se fala.
Melhor deixar o “café do próximo” como um charme a mais dentro de uma livraria carioca. Mas de uma coisa não tenho dúvida: esse exemplo pequeníssimo de boa vontade terá que um dia ser ampliado por todos nós. A) Vai ter uma hora em que a gente vai ter que parar de blábláblá e fazer alguma coisa de fato. Ou a gente estende a mão pro tal do próximo, ou o próximo vai continuar exigindo o dele com uma faca apontada pra nossa garganta. Esperar alguma atitude vinda de Brasília? Aqueles não são os próximos, aqueles são os cada vez mais distantes. Deles não esperemos nada. D) Ou a sociedade se mexe e estabelece novas formas de convívio social, com ideias simples, mas operacionais, ou o café do próximo vai nos custar cada vez mais caro.
Ao mesmo tempo em que demonstra aceitação ao esquema adotado no estabelecimento, a autora da crônica antecipa um possível argumento contrário ao seu ponto de vista. Indique-o:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1681457 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
Em uma padaria o preço do pão é representado pela função f (x) = 0,2x, onde x representa a quantidade de pães e f (x) o valor a ser pago em reais. Se uma pessoa comprou cinquenta pães, quanto irá pagar?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1659978 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
Leia a charge e em seguida responda ao que se pede:
Enunciado 1659978-1
(Disponível em <(Disponível em <https://br.images.search.yahoo.com/search/images?p=charge+isaura&fr=mcafee&imgurl=http%3A%2 %2Fwww.juniao.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2014%2F08%2FTira_Dona_Isaura_00118_juniao_17_agosto_2014_72.jpg#id=45&iurl=http%3A%2 %2Fwww.juniao.com.br%2Fwp-
content%2Fuploads%2F2013%2F01%2FDP_charge_19_08_2009a72.jpg&action=click> Data da consulta 29/04/19)> Data da consulta 29/04/19)
Estabeleça a relação entre as palavras da primeira coluna e a categoria gramatical correspondente na segunda coluna.
1. Muito. ( ) Adjetivo.
2. Metido. ( ) Substantivo.
3. Esse. ( ) Pronome.
4. Bolt. ( ) Advérbio.
A sequência de preenchimento CORRETO dos parênteses é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1594534 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
Dê sentido ao texto, empregando a palavra adequada.
Folha por favor dedique uma edição à universidade pública com dados entrevistas exemplos reais e podcasts para mostrar ao governo o potencial de nossa educação pública na construção do país .
(Disponível em <https://www1.folha.uol.com.br/paineldoleitor/2019/05/nunca-vi-tanto-
desrespeito-com-a-educacao-e-a-ciencia-diz-leitor.shtml> Data da consulta 02/05/19)
Em sequência, a pontuação que completa CORRETAMENTE essas lacunas são:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1576004 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
Leia com atenção o texto abaixo para responder a questão:
O Café do Próximo
(MEDEIROS, Martha. Doidas e Santas. Porto Alegre, RS: L&PM, 2008.)
Foi em Praga, na República Tcheca, que surgiu o hábito do “café pendente”. Tudo começou com o personagem de um livro. Ele entra num bar, toma um café e, quando vem a conta, ele paga dois, explicando pra garçonete: “Pago o meu e deixo um pendente”. Inaugurou-se assim o costume de se deixar pago dois, para o caso de surgir alguém sem trocado para um cafezinho.
A Livraria Argumento, do Rio, que tem em suas dependências o charmoso Café Severino, adotou esse esquema, rebatizando-o de “café do próximo”. Colocou um quadro-negro na entrada e ali vai anotando todos os cafés pendentes do dia, aqueles que já foram pagos. Às vezes tem dois, às vezes três, às vezes nenhum. Quem chega sem grana e vê ali no quadro que há um café pendente, pode pedi-lo sem constrangimento. Quando voltar outro dia, com dinheiro, poderá, se quiser, pagar dois e retribuir a gentileza para o próximo desprevenido. E assim mantém-se a corrente, e ninguém fica sem café.
Num país como o nosso, com tanta gente passando dificuldades e com governantes tão desinteressados no bem estar social, essa história me pareceu quase uma parábola. Num cantinho do Rio de Janeiro, uns pagam os cafés dos outros, colocando em prática o tal “fazer o bem sem olhar a quem”. Claro que é apenas um charme que a livraria oferece, sem pretensão de mudar o mundo, mas eu fico pensando que esse tipo de mentalidade poderia ser mais propagado entre nós. Imagine se a moda pega em açougues, mercados, cinemas. Você compra seis salsichões e paga sete, deixando um pendente. Você faz as compras no mercado e deixa dois quilos de arroz pendentes. Vai ao cinema e, em vez de comprar uma entrada, compra duas.
Em todos os estabelecimentos comerciais do país, haveria um quadro-negro avisando as pendências destinadas ao próximo. Não soluciona nada, mas é simpático. Tá bom, eu sei, posso até ver a confusão. Uns não iriam topar deixar pago nem um copo d'água para estes “vagabundos que não trabalham”. Alguns comerciantes rejeitariam a proposta sob o argumento de que seu estabelecimento vai ficar cheio de “mendigos". Realmente, talvez não seja uma boa ideia para ganhar as ruas, ao menos não num país onde a carência é tanta, a falta de segurança é tanta, a desordem é tanta e a malandragem, nem se fala.
Melhor deixar o “café do próximo” como um charme a mais dentro de uma livraria carioca. Mas de uma coisa não tenho dúvida: esse exemplo pequeníssimo de boa vontade terá que um dia ser ampliado por todos nós. Vai ter uma hora em que a gente vai ter que parar de blábláblá e fazer alguma coisa de fato. Ou a gente estende a mão pro tal do próximo, ou o próximo vai continuar exigindo o dele com uma faca apontada pra nossa garganta. Esperar alguma atitude vinda de Brasília? Aqueles não são os próximos, aqueles são os cada vez mais distantes. Deles não esperemos nada. Ou a sociedade se mexe e estabelece novas formas de convívio social, com ideias simples, mas operacionais, ou o café do próximo vai nos custar cada vez mais caro.
A autora inicia a crônica nos contando que foi em Praga que surgiu o hábito do café “pendente”, que consiste em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1543799 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
Leia com atenção o texto que segue para responder à questão.
Enunciado 1543799-1
(<https://br.images.search.yahoo.com/search/images;_ylt=AwrJ7JnExcVcWZ8ApwPz6Qt.;_ylu=X3oDMTByMjB0aG5zBGNvbG8
?p=charge+dona+isauraTira_Dona_Isaura_00124_juniao_27_agosto_2014_72.jpg&action=click> Data da consulta 23/01/19)
Comprar bonde
1 Bras. Gír. Ser enganado em negócio; cair no conto do vigário.
Pegar o bonde andando
1 Bras. Pop. Entrar em conversa sem saber o que se falou antes, chegar em algum evento depois de este ter começado.
Tocar o bonde
1 Bras. Pop. Seguir com o trabalho, programa, projeto, atividade etc.
Tomar o bonde errado
1 Bras. Gír. Enganar-se (por ter mal avaliado) ao entrar em negócio, atividade etc., e com isso ter mau resultado.
(Disponível em <http://www.aulete.com.br/bonde> Data da consulta 21/01/19)
I- as expressões “comprar bonde”, “pegar o bonde andando”, “tocar o bonde” e “tomar o bonde errado” são expressões resultantes de variação linguística, empregadas pelos falantes em situações do dia a dia, marcadas por uma época e pelo grupo social de que fazem parte.
II- as expressões em destaque são gírias que devem ser evitadas em qualquer situação comunicativa.
III- as expressões em destaque marcam a língua coloquial, ou seja, trata-se de uma variante formal, utilizada nas relações cotidianas entre os falantes.
IV- o emprego de gírias só é aceitável entre falantes sem escolarização.
A proposição que completa o enunciado está indicada na alternativa:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1540377 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
Leia com atenção o texto abaixo para responder a questão:
O Café do Próximo
(MEDEIROS, Martha. Doidas e Santas. Porto Alegre, RS: L&PM, 2008.)
Foi em Praga, na República Tcheca, que surgiu o hábito do “café pendente”. Tudo começou com o personagem de um livro. Ele entra num bar, toma um café e, quando vem a conta, ele paga dois, explicando pra garçonete: “Pago o meu e deixo um pendente”. Inaugurou-se assim o costume de se deixar pago dois, para o caso de surgir alguém sem trocado para um cafezinho.
A Livraria Argumento, do Rio, que tem em suas dependências o charmoso Café Severino, adotou esse esquema, rebatizando-o de “café do próximo”. Colocou um quadro-negro na entrada e ali vai anotando todos os cafés pendentes do dia, aqueles que já foram pagos. Às vezes tem dois, às vezes três, às vezes nenhum. Quem chega sem grana e vê ali no quadro que há um café pendente, pode pedi-lo sem constrangimento. Quando voltar outro dia, com dinheiro, poderá, se quiser, pagar dois e retribuir a gentileza para o próximo desprevenido. E assim mantém-se a corrente, e ninguém fica sem café.
Num país como o nosso, com tanta gente passando dificuldades e com governantes tão desinteressados no bem estar social, essa história me pareceu quase uma parábola. Num cantinho do Rio de Janeiro, uns pagam os cafés dos outros, colocando em prática o tal “fazer o bem sem olhar a quem”. Claro que é apenas um charme que a livraria oferece, sem pretensão de mudar o mundo, mas eu fico pensando que esse tipo de mentalidade poderia ser mais propagado entre nós. Imagine se a moda pega em açougues, mercados, cinemas. Você compra seis salsichões e paga sete, deixando um pendente. Você faz as compras no mercado e deixa dois quilos de arroz pendentes. Vai ao cinema e, em vez de comprar uma entrada, compra duas.
Em todos os estabelecimentos comerciais do país, haveria um quadro-negro avisando as pendências destinadas ao próximo. Não soluciona nada, mas é simpático. Tá bom, eu sei, posso até ver a confusão. Uns não iriam topar deixar pago nem um copo d'água para estes “vagabundos que não trabalham”. Alguns comerciantes rejeitariam a proposta sob o argumento de que seu estabelecimento vai ficar cheio de “mendigos". Realmente, talvez não seja uma boa ideia para ganhar as ruas, ao menos não num país onde a carência é tanta, a falta de segurança é tanta, a desordem é tanta e a malandragem, nem se fala.
Melhor deixar o “café do próximo” como um charme a mais dentro de uma livraria carioca. Mas de uma coisa não tenho dúvida: esse exemplo pequeníssimo de boa vontade terá que um dia ser ampliado por todos nós. Vai ter uma hora em que a gente vai ter que parar de blábláblá e fazer alguma coisa de fato. Ou a gente estende a mão pro tal do próximo, ou o próximo vai continuar exigindo o dele com uma faca apontada pra nossa garganta. Esperar alguma atitude vinda de Brasília? Aqueles não são os próximos, aqueles são os cada vez mais distantes. Deles não esperemos nada. Ou a sociedade se mexe e estabelece novas formas de convívio social, com ideias simples, mas operacionais, ou o café do próximo vai nos custar cada vez mais caro.
Nessa crônica, a autora, com base em uma experiência, expõe ao leitor:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas