Foram encontradas 40 questões.
1540344
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
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A Paraíba é uma das 27 Unidades Federativas do Brasil, considerada uma das mais pobres e composta por 223 munícipios. O município mais populoso do Estado que tem no turismo uma das suas principais fontes de renda é:
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1538921
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Nova Floresta-PB
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A República Federativa do Brasil é um país que abriga três poderes que atuam de forma independente.
Associe as duas colunas, relacionando os poderes instituídos a algumas de suas respectivas funções.
| 1 - Poder Executivo | ( ) Criar e aprovar leis em benefício da população e fiscalizar as medidas e ações do Poder Executivo. |
| 2 - Poder Legislativo | ( ) Administrar o governo e sancionar leis aprovadas pelo Congresso Nacional. |
| 3 - Poder Judiciário | ( ) Garantir o cumprimento das leis no país e o respeito à Constituição. |
Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
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Leia com atenção o texto abaixo para responder a questão:
O Café do Próximo
(MEDEIROS, Martha. Doidas e Santas. Porto Alegre, RS: L&PM, 2008.)
Foi em Praga, na República Tcheca, que surgiu o hábito do “café pendente”. Tudo começou com o personagem de um livro. Ele entra num bar, toma um café e, quando vem a conta, ele paga dois, explicando pra garçonete: “Pago o meu e deixo um pendente”. Inaugurou-se assim o costume de se deixar pago dois, para o caso de surgir alguém sem trocado para um cafezinho.
A Livraria Argumento, do Rio, que tem em suas dependências o charmoso Café Severino, adotou esse esquema, rebatizando-o de “café do próximo”. Colocou um quadro-negro na entrada e ali vai anotando todos os cafés pendentes do dia, aqueles que já foram pagos. Às vezes tem dois, às vezes três, às vezes nenhum. Quem chega sem grana e vê ali no quadro que há um café pendente, pode pedi-lo sem constrangimento. Quando voltar outro dia, com dinheiro, poderá, se quiser, pagar dois e retribuir a gentileza para o próximo desprevenido. E assim mantém-se a corrente, e ninguém fica sem café.
Num país como o nosso, com tanta gente passando dificuldades e com governantes tão desinteressados no bem estar social, essa história me pareceu quase uma parábola. Num cantinho do Rio de Janeiro, uns pagam os cafés dos outros, colocando em prática o tal “fazer o bem sem olhar a quem”. Claro que é apenas um charme que a livraria oferece, sem pretensão de mudar o mundo, mas eu fico pensando que esse tipo de mentalidade poderia ser mais propagado entre nós. Imagine se a moda pega em açougues, mercados, cinemas. Você compra seis salsichões e paga sete, deixando um pendente. Você faz as compras no mercado e deixa dois quilos de arroz pendentes. Vai ao cinema e, em vez de comprar uma entrada, compra duas.
Em todos os estabelecimentos comerciais do país, haveria um quadro-negro avisando as pendências destinadas ao próximo. Não soluciona nada, mas é simpático. Tá bom, eu sei, posso até ver a confusão. Uns não iriam topar deixar pago nem um copo d'água para estes “vagabundos que não trabalham”. Alguns comerciantes rejeitariam a proposta sob o argumento de que seu estabelecimento vai ficar cheio de “mendigos". Realmente, talvez não seja uma boa ideia para ganhar as ruas, ao menos não num país onde a carência é tanta, a falta de segurança é tanta, a desordem é tanta e a malandragem, nem se fala.
Melhor deixar o “café do próximo” como um charme a mais dentro de uma livraria carioca. Mas de uma coisa não tenho dúvida: esse exemplo pequeníssimo de boa vontade terá que um dia ser ampliado por todos nós. Vai ter uma hora em que a gente vai ter que parar de blábláblá e fazer alguma coisa de fato. Ou a gente estende a mão pro tal do próximo, ou o próximo vai continuar exigindo o dele com uma faca apontada pra nossa garganta. Esperar alguma atitude vinda de Brasília? Aqueles não são os próximos, aqueles são os cada vez mais distantes. Deles não esperemos nada. Ou a sociedade se mexe e estabelece novas formas de convívio social, com ideias simples, mas operacionais, ou o café do próximo vai nos custar cada vez mais caro.
No trecho “A Livraria Argumento, do Rio, que tem em suas dependências o charmoso Café Severino, adotou esse esquema, rebatizando-o de café do próximo”, o sujeito do verbo adotar é:
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Leia com atenção os textos abaixo, em seguida, responda ao que se pede.
Texto 01
Se você é daqueles que não desgruda das redes sociais, cuidado: pode estar viciado. De acordo com uma pesquisa feita na Universidade
de Chicago sobre autocontrole e desejo, é mais difícil resistir ao Twitter e Facebook do que ao cigarro e álcool [...].
de Chicago sobre autocontrole e desejo, é mais difícil resistir ao Twitter e Facebook do que ao cigarro e álcool [...].
( D i s p o n í v e l e m < h t t p : / / r e v i s t a g a l i l e u . g l o b o . c o m / R e v i s t a / C o m m o n / 0 , , E M I 2 9 3 7 4 7 - 1 7 7 7 0 , 0 0 - TWITTER+E+FACEBOOK+VICIAM+MAIS+DO+QUE+ALCOOL+E+CIGARRO+DIZ+ESTUDO.html> Data da consulta 03/03/19).
Texto 02

(Disponível em <https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10219390397620751&set=a.4820065589629&type=3&theater> Data da consulta 02/03/19)
Avalie como verdadeiro (V) ou falso (F) as proposições acerca dos dois textos.
( ) O texto 01 apresenta a tese de que as redes sociais (Twitter e Facebook) viciam mais que cigarro e álcool.
( ) O texto 02 condena as pessoas que se dedicam às redes sociais e esquecem a leitura de um livro.
( ) Os textos 01 e 02 concordam que as redes sociais são prejudiciais à saúde. É preferível o cigarro e o álcool.
( ) O texto 02 apresenta a tese de que as redes sociais têm primazia sobre as outras atividades das pessoas.
( ) O texto 01 tem sua tese ancorada numa pesquisa científica, o que invalida os seus argumentos.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é:
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Leia com atenção o texto que segue para responder à questão.

(<https://br.images.search.yahoo.com/search/images;_ylt=AwrJ7JnExcVcWZ8ApwPz6Qt.;_ylu=X3oDMTByMjB0aG5zBGNvbG8
?p=charge+dona+isauraTira_Dona_Isaura_00124_juniao_27_agosto_2014_72.jpg&action=click> Data da consulta 23/01/19)
?p=charge+dona+isauraTira_Dona_Isaura_00124_juniao_27_agosto_2014_72.jpg&action=click> Data da consulta 23/01/19)
As duas ocorrências do vocabulário “bonde” têm orientações distintas em cada quadrinho. Ou seja, no primeiro remete à(a) , e no segundo a(ao) .
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Leia com atenção o texto abaixo para responder a questão:
O Café do Próximo
(MEDEIROS, Martha. Doidas e Santas. Porto Alegre, RS: L&PM, 2008.)
Foi em Praga, na República Tcheca, que surgiu o hábito do “café pendente”. Tudo começou com o personagem de um livro. Ele entra num bar, toma um café e, quando vem a conta, ele paga dois, explicando pra garçonete: “Pago o meu e deixo um pendente”. Inaugurou-se assim o costume de se deixar pago dois, para o caso de surgir alguém sem trocado para um cafezinho.
A Livraria Argumento, do Rio, que tem em suas dependências o charmoso Café Severino, adotou esse esquema, rebatizando-o de “café do próximo”. Colocou um quadro-negro na entrada e ali vai anotando todos os cafés pendentes do dia, aqueles que já foram pagos. Às vezes tem dois, às vezes três, às vezes nenhum. Quem chega sem grana e vê ali no quadro que há um café pendente, pode pedi-lo sem constrangimento. Quando voltar outro dia, com dinheiro, poderá, se quiser, pagar dois e retribuir a gentileza para o próximo desprevenido. E assim mantém-se a corrente, e ninguém fica sem café.
Num país como o nosso, com tanta gente passando dificuldades e com governantes tão desinteressados no bem estar social, essa história me pareceu quase uma parábola. Num cantinho do Rio de Janeiro, uns pagam os cafés dos outros, colocando em prática o tal “fazer o bem sem olhar a quem”. Claro que é apenas um charme que a livraria oferece, sem pretensão de mudar o mundo, mas eu fico pensando que esse tipo de mentalidade poderia ser mais propagado entre nós. Imagine se a moda pega em açougues, mercados, cinemas. Você compra seis salsichões e paga sete, deixando um pendente. Você faz as compras no mercado e deixa dois quilos de arroz pendentes. Vai ao cinema e, em vez de comprar uma entrada, compra duas.
Em todos os estabelecimentos comerciais do país, haveria um quadro-negro avisando as pendências destinadas ao próximo. Não soluciona nada, mas é simpático. Tá bom, eu sei, posso até ver a confusão. Uns não iriam topar deixar pago nem um copo d'água para estes “vagabundos que não trabalham”. Alguns comerciantes rejeitariam a proposta sob o argumento de que seu estabelecimento vai ficar cheio de “mendigos". Realmente, talvez não seja uma boa ideia para ganhar as ruas, ao menos não num país onde a carência é tanta, a falta de segurança é tanta, a desordem é tanta e a malandragem, nem se fala.
Melhor deixar o “café do próximo” como um charme a mais dentro de uma livraria carioca. Mas de uma coisa não tenho dúvida: esse exemplo pequeníssimo de boa vontade terá que um dia ser ampliado por todos nós. Vai ter uma hora em que a gente vai ter que parar de blábláblá e fazer alguma coisa de fato. Ou a gente estende a mão pro tal do próximo, ou o próximo vai continuar exigindo o dele com uma faca apontada pra nossa garganta. Esperar alguma atitude vinda de Brasília? Aqueles não são os próximos, aqueles são os cada vez mais distantes. Deles não esperemos nada. Ou a sociedade se mexe e estabelece novas formas de convívio social, com ideias simples, mas operacionais, ou o café do próximo vai nos custar cada vez mais caro.
Com relação ao vocabulário do texto, é CORRETO afirmar que a expressão café do próximo passa a ser vista, no texto de Martha, como
I- um ato específico do dono da livraria.
II- qualquer ação altruísta.
III- um exemplo de bondade para com os mendigos.
IV- um ato de gentileza e altruísmo para com as pessoas.
V- uma ideia genial que vai mudar o comportamento de todos os brasileiros.
A alternativa que apresenta a informação complementar é:
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Leia com atenção o texto abaixo para responder a questão:
O Café do Próximo
(MEDEIROS, Martha. Doidas e Santas. Porto Alegre, RS: L&PM, 2008.)
Foi em Praga, na República Tcheca, que surgiu o hábito do “café pendente”. Tudo começou com o personagem de um livro. Ele entra num bar, toma um café e, quando vem a conta, ele paga dois, explicando pra garçonete: “Pago o meu e deixo um pendente”. Inaugurou-se assim o costume de se deixar pago dois, para o caso de surgir alguém sem trocado para um cafezinho.
A Livraria Argumento, do Rio, que tem em suas dependências o charmoso Café Severino, adotou esse esquema, rebatizando-o de “café do próximo”. Colocou um quadro-negro na entrada e ali vai anotando todos os cafés pendentes do dia, aqueles que já foram pagos. Às vezes tem dois, às vezes três, às vezes nenhum. Quem chega sem grana e vê ali no quadro que há um café pendente, pode pedi-lo sem constrangimento. Quando voltar outro dia, com dinheiro, poderá, se quiser, pagar dois e retribuir a gentileza para o próximo desprevenido. E assim mantém-se a corrente, e ninguém fica sem café.
Num país como o nosso, com tanta gente passando dificuldades e com governantes tão desinteressados no bem estar social, essa história me pareceu quase uma parábola. Num cantinho do Rio de Janeiro, uns pagam os cafés dos outros, colocando em prática o tal “fazer o bem sem olhar a quem”. Claro que é apenas um charme que a livraria oferece, sem pretensão de mudar o mundo, mas eu fico pensando que esse tipo de mentalidade poderia ser mais propagado entre nós. Imagine se a moda pega em açougues, mercados, cinemas. Você compra seis salsichões e paga sete, deixando um pendente. Você faz as compras no mercado e deixa dois quilos de arroz pendentes. Vai ao cinema e, em vez de comprar uma entrada, compra duas.
Em todos os estabelecimentos comerciais do país, haveria um quadro-negro avisando as pendências destinadas ao próximo. Não soluciona nada, mas é simpático. Tá bom, eu sei, posso até ver a confusão. Uns não iriam topar deixar pago nem um copo d'água para estes “vagabundos que não trabalham”. Alguns comerciantes rejeitariam a proposta sob o argumento de que seu estabelecimento vai ficar cheio de “mendigos". Realmente, talvez não seja uma boa ideia para ganhar as ruas, ao menos não num país onde a carência é tanta, a falta de segurança é tanta, a desordem é tanta e a malandragem, nem se fala.
Melhor deixar o “café do próximo” como um charme a mais dentro de uma livraria carioca. Mas de uma coisa não tenho dúvida: esse exemplo pequeníssimo de boa vontade terá que um dia ser ampliado por todos nós. Vai ter uma hora em que a gente vai ter que parar de blábláblá e fazer alguma coisa de fato. Ou a gente estende a mão pro tal do próximo, ou o próximo vai continuar exigindo o dele com uma faca apontada pra nossa garganta. Esperar alguma atitude vinda de Brasília? Aqueles não são os próximos, aqueles são os cada vez mais distantes. Deles não esperemos nada. Ou a sociedade se mexe e estabelece novas formas de convívio social, com ideias simples, mas operacionais, ou o café do próximo vai nos custar cada vez mais caro.
No trecho “ Realmente, talvez não seja uma boa ideia para ganhar as ruas, ao menos não num país onde a carência é tanta, a falta de segurança é tanta, a desordem é tanta e a malandragem, nem se fala”, identifique o nome das classes das palavras destacadas, nestes contextos, e em seguida responda ao que se pede.
A sequência CORRETA de classificação gramatical das palavras sublinhadas no texto é:
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Um gerente de uma construtora nota que seis pedreiros constroem um muro em 18 dias, trabalhando oito horas por dia. Sabendo que uma diária de um pedreiro é de R$ 150,00, quanto a construtora gastará se construir o mesmo muro com nove pedreiros, trabalhando oito horas por dia?
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Deseja-se colocar grama sintética em um jardim representado pela figura abaixo,

sendo a figura composta pelas áreas determinadas por um triângulo equilátero de lado medindo quatro metros e três semicírculos. Se um metro quadrado de grama sintética custa R$ 30,00, quanto irá gastar aproximadamente uma pessoa para colocar grama nessa parte do jardim, representada pela figura, adotando os valores de !$ \sqrt{3}\cong1,73 !$ e !$ \pi\cong3,14 !$. (Aqui o símbolo !$ \cong !$ significa valor aproximado)
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Uma empresa de materiais didáticos constrói um dominó de modo que as peças possam ser de uma ou duas cores. O objetivo deste dominó é motivar os estudantes a praticarem expressões numéricas, de modo que, a empresa estabelece as seguintes regras:
(i) Quando a peça for de uma só cor, soma os valores das partes do dominó e depois multiplica o resultado por dois.
(ii) Quando as partes das peças são de cores diferente, subtrai o valor da parte maior do da parte menor e multiplica o resultado por três.
Se um estudante a partir das três peças abaixo, aplicar as regras (i) e (ii) a cada peça do dominó e montar uma expressão numérica, somando os resultados obtidos à partir de cada peça, encontrará qual resultado?

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