Foram encontradas 20 questões.
Seja um sistema formado por uma torneira, a qual despeja
água dentro de um reservatório pequeno que, por sua vez,
despeja água em um reservatório grande. A torneira, quando
acionada, libera 12 litros a cada minuto. O reservatório
pequeno tem capacidade para 80 litros, e quanto atinge 90%
de sua capacidade, aciona um sensor para deligar a torneira, e
se inclina para despejar seu conteúdo no reservatório maior,
que possui capacidade para 2.880 litros. Se no momento que o
reservatório menor se inclina para encher o reservatório maior,
60% da água é despejada fora do reservatório maior, quanto
tempo a torneira precisa ficar aberta para que o reservatório
maior tenha seu volume completamente preenchido por água?
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Uma função é uma relação entre dois conjuntos que associa
a cada elemento do primeiro conjunto, o domínio, um único
elemento do segundo conjunto, contradomínio. Assim,
considere a função f(x) = 2x + 2 + x - 1 e analise o que está sendo
afirmado nas alternativas, assinalando a que apresenta
informação CORRETA.
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A tabela a seguir apresenta vinte e cinco células, sendo que vinte delas trazem números, e cinco delas trazem números desconhecidos.

Se a média aritmética dos números da primeira coluna é igual a 20, a média aritmética dos números da segunda coluna é 10, a média aritmética dos números da terceira coluna é 24, a média aritmética dos números da quarta coluna é 8, e a média aritmética dos números da quinta coluna é 16, qual alternativa traz a maior soma possível entre três dos números desconhecidos da tabela acima?
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A imagem a seguir apresenta quatro círculos que estão
sobrepostos, e as origens de todos eles coincidem:
Caso os diâmetros dos círculos sejam iguais a 6 cm, 10 cm, 14 cm e 18 cm, qual das alternativas apresenta a soma das áreas em cinza? (Considere π = 3).
Caso os diâmetros dos círculos sejam iguais a 6 cm, 10 cm, 14 cm e 18 cm, qual das alternativas apresenta a soma das áreas em cinza? (Considere π = 3).
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3969212
Ano: 2025
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Nova Itaberaba-SC
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Nova Itaberaba-SC
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Uma aplicação financeira segue um sistema de juros
simples. Considerando que essa aplicação segue determinada
taxa mensal, um capital de R$ 14.500,00 se torna R$ 16.588,00
ao longo de um ano. Caso a aplicação seguisse sistema de juros
compostos, os juros obtidos em três meses com o mesmo
capital seria aproximadamente R$ 15.028,29. A partir dessas
informações, assinale a alternativa que apresenta a taxa que é
utilizada nessa aplicação financeira.
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Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio
Um passo depois do outro, um dia após o outro e os anos
vão sendo somados. Passamos a maior parte do nosso tempo
achando que somos capazes de tudo, ao ponto de desconhecer
possíveis limites. Lá adiante a vida começa a dar sinais e, então,
passamos a observar que nem tudo pode ser abraçado.
Respeitar-se é reconhecer que cada pessoa possui um
compasso único.
O tempo interior não acompanha calendários externos, e
a pressa não produz maturidade. Crescer exige pausas, exige
escuta, exige cuidado. Há ciclos que pedem recolhimento,
outros que pedem coragem, e nenhum deles pode ser forçado.
Quando aceitamos o próprio tempo, deixamos de nos
comparar e começamos a caminhar com mais leveza. A intuição
também merece respeito.
Ela é essa voz suave que fala antes que a mente organize
o pensamento. Muitas vezes ignorada, é justamente ela que
indica caminhos mais alinhados com a verdade interior. Confiar
nesse sussurro é um ato de sabedoria, pois a alma reconhece o
que lhe faz bem antes que os olhos percebam. A trajetória, com
suas curvas, erros e acertos, é sagrada.
Cada passo dado, mesmo os que não deram certo, fez
parte da tessitura que nos trouxe até aqui. Respeitar a própria
história é não apagar capítulos difíceis, mas compreendê-los
como mestres silenciosos. Os valores são a raiz que sustenta o
crescimento. Quando nossa vida acontece para além dos
limites, isto é, achamos que podemos esquecidos, nos
tornamos reféns de expectativas externas; quando honrados,
somos capazes de agir com integridade mesmo diante das
provações.
Eles moldam escolhas, direcionam afetos e iluminam
caminhos. E os limites, tão necessários, são fronteiras de
proteção. Dizem onde termina o que dói e começa o que cura.
Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio. É reconhecer
que a alma também se cansa, que o corpo precisa de descanso,
que a mente pede silêncio.
Ao acolher tempo, intuição, trajetória, valores e limites,
encontramos o ponto de equilíbrio que permite viver com mais
verdade. E então, o coração descobre que se respeitar não é
egoísmo; é condição para seguir inteiro.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
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Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio
Um passo depois do outro, um dia após o outro e os anos
vão sendo somados. Passamos a maior parte do nosso tempo
achando que somos capazes de tudo, ao ponto de desconhecer
possíveis limites. Lá adiante a vida começa a dar sinais e, então,
passamos a observar que nem tudo pode ser abraçado.
Respeitar-se é reconhecer que cada pessoa possui um
compasso único.
O tempo interior não acompanha calendários externos, e
a pressa não produz maturidade. Crescer exige pausas, exige
escuta, exige cuidado. Há ciclos que pedem recolhimento,
outros que pedem coragem, e nenhum deles pode ser forçado.
Quando aceitamos o próprio tempo, deixamos de nos
comparar e começamos a caminhar com mais leveza. A intuição
também merece respeito.
Ela é essa voz suave que fala antes que a mente organize
o pensamento. Muitas vezes ignorada, é justamente ela que
indica caminhos mais alinhados com a verdade interior. Confiar
nesse sussurro é um ato de sabedoria, pois a alma reconhece o
que lhe faz bem antes que os olhos percebam. A trajetória, com
suas curvas, erros e acertos, é sagrada.
Cada passo dado, mesmo os que não deram certo, fez
parte da tessitura que nos trouxe até aqui. Respeitar a própria
história é não apagar capítulos difíceis, mas compreendê-los
como mestres silenciosos. Os valores são a raiz que sustenta o
crescimento. Quando nossa vida acontece para além dos
limites, isto é, achamos que podemos esquecidos, nos
tornamos reféns de expectativas externas; quando honrados,
somos capazes de agir com integridade mesmo diante das
provações.
Eles moldam escolhas, direcionam afetos e iluminam
caminhos. E os limites, tão necessários, são fronteiras de
proteção. Dizem onde termina o que dói e começa o que cura.
Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio. É reconhecer
que a alma também se cansa, que o corpo precisa de descanso,
que a mente pede silêncio.
Ao acolher tempo, intuição, trajetória, valores e limites,
encontramos o ponto de equilíbrio que permite viver com mais
verdade. E então, o coração descobre que se respeitar não é
egoísmo; é condição para seguir inteiro.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
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Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio
Um passo depois do outro, um dia após o outro e os anos
vão sendo somados. Passamos a maior parte do nosso tempo
achando que somos capazes de tudo, ao ponto de desconhecer
possíveis limites. Lá adiante a vida começa a dar sinais e, então,
passamos a observar que nem tudo pode ser abraçado.
Respeitar-se é reconhecer que cada pessoa possui um
compasso único.
O tempo interior não acompanha calendários externos, e
a pressa não produz maturidade. Crescer exige pausas, exige
escuta, exige cuidado. Há ciclos que pedem recolhimento,
outros que pedem coragem, e nenhum deles pode ser forçado.
Quando aceitamos o próprio tempo, deixamos de nos
comparar e começamos a caminhar com mais leveza. A intuição
também merece respeito.
Ela é essa voz suave que fala antes que a mente organize
o pensamento. Muitas vezes ignorada, é justamente ela que
indica caminhos mais alinhados com a verdade interior. Confiar
nesse sussurro é um ato de sabedoria, pois a alma reconhece o
que lhe faz bem antes que os olhos percebam. A trajetória, com
suas curvas, erros e acertos, é sagrada.
Cada passo dado, mesmo os que não deram certo, fez
parte da tessitura que nos trouxe até aqui. Respeitar a própria
história é não apagar capítulos difíceis, mas compreendê-los
como mestres silenciosos. Os valores são a raiz que sustenta o
crescimento. Quando nossa vida acontece para além dos
limites, isto é, achamos que podemos esquecidos, nos
tornamos reféns de expectativas externas; quando honrados,
somos capazes de agir com integridade mesmo diante das
provações.
Eles moldam escolhas, direcionam afetos e iluminam
caminhos. E os limites, tão necessários, são fronteiras de
proteção. Dizem onde termina o que dói e começa o que cura.
Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio. É reconhecer
que a alma também se cansa, que o corpo precisa de descanso,
que a mente pede silêncio.
Ao acolher tempo, intuição, trajetória, valores e limites,
encontramos o ponto de equilíbrio que permite viver com mais
verdade. E então, o coração descobre que se respeitar não é
egoísmo; é condição para seguir inteiro.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
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Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio
Um passo depois do outro, um dia após o outro e os anos
vão sendo somados. Passamos a maior parte do nosso tempo
achando que somos capazes de tudo, ao ponto de desconhecer
possíveis limites. Lá adiante a vida começa a dar sinais e, então,
passamos a observar que nem tudo pode ser abraçado.
Respeitar-se é reconhecer que cada pessoa possui um
compasso único.
O tempo interior não acompanha calendários externos, e
a pressa não produz maturidade. Crescer exige pausas, exige
escuta, exige cuidado. Há ciclos que pedem recolhimento,
outros que pedem coragem, e nenhum deles pode ser forçado.
Quando aceitamos o próprio tempo, deixamos de nos
comparar e começamos a caminhar com mais leveza. A intuição
também merece respeito.
Ela é essa voz suave que fala antes que a mente organize
o pensamento. Muitas vezes ignorada, é justamente ela que
indica caminhos mais alinhados com a verdade interior. Confiar
nesse sussurro é um ato de sabedoria, pois a alma reconhece o
que lhe faz bem antes que os olhos percebam. A trajetória, com
suas curvas, erros e acertos, é sagrada.
Cada passo dado, mesmo os que não deram certo, fez
parte da tessitura que nos trouxe até aqui. Respeitar a própria
história é não apagar capítulos difíceis, mas compreendê-los
como mestres silenciosos. Os valores são a raiz que sustenta o
crescimento. Quando nossa vida acontece para além dos
limites, isto é, achamos que podemos esquecidos, nos
tornamos reféns de expectativas externas; quando honrados,
somos capazes de agir com integridade mesmo diante das
provações.
Eles moldam escolhas, direcionam afetos e iluminam
caminhos. E os limites, tão necessários, são fronteiras de
proteção. Dizem onde termina o que dói e começa o que cura.
Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio. É reconhecer
que a alma também se cansa, que o corpo precisa de descanso,
que a mente pede silêncio.
Ao acolher tempo, intuição, trajetória, valores e limites,
encontramos o ponto de equilíbrio que permite viver com mais
verdade. E então, o coração descobre que se respeitar não é
egoísmo; é condição para seguir inteiro.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
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Questão presente nas seguintes provas
Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio
Um passo depois do outro, um dia após o outro e os anos
vão sendo somados. Passamos a maior parte do nosso tempo
achando que somos capazes de tudo, ao ponto de desconhecer
possíveis limites. Lá adiante a vida começa a dar sinais e, então,
passamos a observar que nem tudo pode ser abraçado.
Respeitar-se é reconhecer que cada pessoa possui um
compasso único.
O tempo interior não acompanha calendários externos, e
a pressa não produz maturidade. Crescer exige pausas, exige
escuta, exige cuidado. Há ciclos que pedem recolhimento,
outros que pedem coragem, e nenhum deles pode ser forçado.
Quando aceitamos o próprio tempo, deixamos de nos
comparar e começamos a caminhar com mais leveza. A intuição
também merece respeito.
Ela é essa voz suave que fala antes que a mente organize
o pensamento. Muitas vezes ignorada, é justamente ela que
indica caminhos mais alinhados com a verdade interior. Confiar
nesse sussurro é um ato de sabedoria, pois a alma reconhece o
que lhe faz bem antes que os olhos percebam. A trajetória, com
suas curvas, erros e acertos, é sagrada.
Cada passo dado, mesmo os que não deram certo, fez
parte da tessitura que nos trouxe até aqui. Respeitar a própria
história é não apagar capítulos difíceis, mas compreendê-los
como mestres silenciosos. Os valores são a raiz que sustenta o
crescimento. Quando nossa vida acontece para além dos
limites, isto é, achamos que podemos esquecidos, nos
tornamos reféns de expectativas externas; quando honrados,
somos capazes de agir com integridade mesmo diante das
provações.
Eles moldam escolhas, direcionam afetos e iluminam
caminhos. E os limites, tão necessários, são fronteiras de
proteção. Dizem onde termina o que dói e começa o que cura.
Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio. É reconhecer
que a alma também se cansa, que o corpo precisa de descanso,
que a mente pede silêncio.
Ao acolher tempo, intuição, trajetória, valores e limites,
encontramos o ponto de equilíbrio que permite viver com mais
verdade. E então, o coração descobre que se respeitar não é
egoísmo; é condição para seguir inteiro.
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