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Foram encontradas 20 questões.

3839886 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Nova Mutum-MT
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Leia o poema a seguir, de Cruz e Souza:
Escárnio Perfumado
Quando no enleio
De receber umas notícias tuas,
Vou-me ao correio,
Que é lá no fi m da mais cruel das ruas,
Vendo tão fartas,
D’uma fartura que ninguém colige,
As mãos dos outros, de jornais e cartas
E as minhas, nuas – isso dói, me afl ige…
E em tom de mofa,
Julgo que tudo me escarnece, apoda,
Ri, me apostrofa,
Pois fi co só e cabisbaixo, inerme,
A noite andar-me na cabeça, em roda,
Mais humilhado que um mendigo, um verme…
Disponível em https://poemassemerros.wordpress.com/cruz-e-sousa-poemas/. Acesso em 28/08/2025
“Engajar-se e contribuir com a busca de conclusões comuns relativas a problemas, temas ou questões polêmicas de interesse da turma e/ou de relevância social”. Segundo a Base Nacional Comum Curricular, essa é uma:
 

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3839885 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Nova Mutum-MT
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Leia o poema a seguir, de Cruz e Souza:
Escárnio Perfumado
Quando no enleio
De receber umas notícias tuas,
Vou-me ao correio,
Que é lá no fi m da mais cruel das ruas,
Vendo tão fartas,
D’uma fartura que ninguém colige,
As mãos dos outros, de jornais e cartas
E as minhas, nuas – isso dói, me afl ige…
E em tom de mofa,
Julgo que tudo me escarnece, apoda,
Ri, me apostrofa,
Pois fi co só e cabisbaixo, inerme,
A noite andar-me na cabeça, em roda,
Mais humilhado que um mendigo, um verme…
Disponível em https://poemassemerros.wordpress.com/cruz-e-sousa-poemas/. Acesso em 28/08/2025
Na palavra VERME, o elemento mórfi co em destaque classifica-se como:
 

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3839884 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Nova Mutum-MT
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Leia o poema a seguir, de Cruz e Souza:
Escárnio Perfumado
Quando no enleio
De receber umas notícias tuas,
Vou-me ao correio,
Que é lá no fi m da mais cruel das ruas,
Vendo tão fartas,
D’uma fartura que ninguém colige,
As mãos dos outros, de jornais e cartas
E as minhas, nuas – isso dói, me afl ige…
E em tom de mofa,
Julgo que tudo me escarnece, apoda,
Ri, me apostrofa,
Pois fi co só e cabisbaixo, inerme,
A noite andar-me na cabeça, em roda,
Mais humilhado que um mendigo, um verme…
Disponível em https://poemassemerros.wordpress.com/cruz-e-sousa-poemas/. Acesso em 28/08/2025
No trecho “Julgo que tudo me escarnece, apoda” (verso 10), o elemento em destaque é:
 

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3839883 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Nova Mutum-MT
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Leia o poema a seguir, de Cruz e Souza:
Escárnio Perfumado
Quando no enleio
De receber umas notícias tuas,
Vou-me ao correio,
Que é lá no fi m da mais cruel das ruas,
Vendo tão fartas,
D’uma fartura que ninguém colige,
As mãos dos outros, de jornais e cartas
E as minhas, nuas – isso dói, me afl ige…
E em tom de mofa,
Julgo que tudo me escarnece, apoda,
Ri, me apostrofa,
Pois fi co só e cabisbaixo, inerme,
A noite andar-me na cabeça, em roda,
Mais humilhado que um mendigo, um verme…
Disponível em https://poemassemerros.wordpress.com/cruz-e-sousa-poemas/. Acesso em 28/08/2025
No poema, os termos “enleio” (verso 1) e “inerme” (verso 12) significam, respectivamente:
 

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3839882 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Nova Mutum-MT
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Leia o poema a seguir, de Cruz e Souza:
Escárnio Perfumado
Quando no enleio
De receber umas notícias tuas,
Vou-me ao correio,
Que é lá no fi m da mais cruel das ruas,
Vendo tão fartas,
D’uma fartura que ninguém colige,
As mãos dos outros, de jornais e cartas
E as minhas, nuas – isso dói, me afl ige…
E em tom de mofa,
Julgo que tudo me escarnece, apoda,
Ri, me apostrofa,
Pois fi co só e cabisbaixo, inerme,
A noite andar-me na cabeça, em roda,
Mais humilhado que um mendigo, um verme…
Disponível em https://poemassemerros.wordpress.com/cruz-e-sousa-poemas/. Acesso em 28/08/2025
Em “Mais humilhado que um mendigo, um verme...” (verso 14), atesta-se o uso de uma determinada figura de linguagem, uma vez que a dor do eu lírico é intensificada, de modo exagerado. Essa figura de linguagem associada ao exagero é a:
 

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3839881 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Nova Mutum-MT
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Leia o poema a seguir, de Cruz e Souza:
Escárnio Perfumado
Quando no enleio
De receber umas notícias tuas,
Vou-me ao correio,
Que é lá no fi m da mais cruel das ruas,
Vendo tão fartas,
D’uma fartura que ninguém colige,
As mãos dos outros, de jornais e cartas
E as minhas, nuas – isso dói, me afl ige…
E em tom de mofa,
Julgo que tudo me escarnece, apoda,
Ri, me apostrofa,
Pois fi co só e cabisbaixo, inerme,
A noite andar-me na cabeça, em roda,
Mais humilhado que um mendigo, um verme…
Disponível em https://poemassemerros.wordpress.com/cruz-e-sousa-poemas/. Acesso em 28/08/2025
No poema, a função da linguagem predominante é a:
 

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3839880 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Nova Mutum-MT
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Leia o poema a seguir, de Cruz e Souza:
Escárnio Perfumado
Quando no enleio
De receber umas notícias tuas,
Vou-me ao correio,
Que é lá no fi m da mais cruel das ruas,
Vendo tão fartas,
D’uma fartura que ninguém colige,
As mãos dos outros, de jornais e cartas
E as minhas, nuas – isso dói, me afl ige…
E em tom de mofa,
Julgo que tudo me escarnece, apoda,
Ri, me apostrofa,
Pois fi co só e cabisbaixo, inerme,
A noite andar-me na cabeça, em roda,
Mais humilhado que um mendigo, um verme…
Disponível em https://poemassemerros.wordpress.com/cruz-e-sousa-poemas/. Acesso em 28/08/2025
O título “Escárnio Perfumado” sugere:
 

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3839879 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Nova Mutum-MT
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Leia o poema a seguir, de Cruz e Souza:
Escárnio Perfumado
Quando no enleio
De receber umas notícias tuas,
Vou-me ao correio,
Que é lá no fi m da mais cruel das ruas,
Vendo tão fartas,
D’uma fartura que ninguém colige,
As mãos dos outros, de jornais e cartas
E as minhas, nuas – isso dói, me afl ige…
E em tom de mofa,
Julgo que tudo me escarnece, apoda,
Ri, me apostrofa,
Pois fi co só e cabisbaixo, inerme,
A noite andar-me na cabeça, em roda,
Mais humilhado que um mendigo, um verme…
Disponível em https://poemassemerros.wordpress.com/cruz-e-sousa-poemas/. Acesso em 28/08/2025
Cruz e Souza, autor do poema, recorre à musicalidade, à subjetividade e ao tom sugestivo. Essas são características mais marcantes do período literário denominado:
 

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3839878 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Nova Mutum-MT
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Leia o poema a seguir, de Cruz e Souza:
Escárnio Perfumado
Quando no enleio
De receber umas notícias tuas,
Vou-me ao correio,
Que é lá no fi m da mais cruel das ruas,
Vendo tão fartas,
D’uma fartura que ninguém colige,
As mãos dos outros, de jornais e cartas
E as minhas, nuas – isso dói, me afl ige…
E em tom de mofa,
Julgo que tudo me escarnece, apoda,
Ri, me apostrofa,
Pois fi co só e cabisbaixo, inerme,
A noite andar-me na cabeça, em roda,
Mais humilhado que um mendigo, um verme…
Disponível em https://poemassemerros.wordpress.com/cruz-e-sousa-poemas/. Acesso em 28/08/2025
Em “E as minhas, nuas – isso dói, me aflige…” (verso 8), a imagem criada sugere:
 

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3839877 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Nova Mutum-MT
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Leia o poema a seguir, de Cruz e Souza:
Escárnio Perfumado
Quando no enleio
De receber umas notícias tuas,
Vou-me ao correio,
Que é lá no fi m da mais cruel das ruas,
Vendo tão fartas,
D’uma fartura que ninguém colige,
As mãos dos outros, de jornais e cartas
E as minhas, nuas – isso dói, me afl ige…
E em tom de mofa,
Julgo que tudo me escarnece, apoda,
Ri, me apostrofa,
Pois fi co só e cabisbaixo, inerme,
A noite andar-me na cabeça, em roda,
Mais humilhado que um mendigo, um verme…
Disponível em https://poemassemerros.wordpress.com/cruz-e-sousa-poemas/. Acesso em 28/08/2025
No poema, o eu lírico expressa principalmente:
 

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