Foram encontradas 120 questões.
A frase escrita corretamente, segundo o padrão de norma culta da língua portuguesa, é:
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Assinale a alternativa em que a oração subordinada é da mesma classificação que a existente em “Todos esperavam que o diretor anunciasse o nome do novo gerente”.
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A única alternativa que não apresenta desvio em relação à regência verbal recomendada pela norma culta é:
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Indique a alternativa cuja partícula “que” exerce a mesma função que a partícula presente na frase: “Ela comprou o livro que a professora indicou?”:
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- MorfologiaEstrutura das PalavrasDerivaçãoDerivação prefixal
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros TextuaisQuadrinhos
Leia atentamente a tirinha a seguir para responder às questões 4 e 5:

No primeiro quadrinho, Susanita usa a palavra “negrinho”, cuja formação lexical é:
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- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros TextuaisQuadrinhos
Leia atentamente a tirinha a seguir para responder às questões 4 e 5:

Leia as afirmações a seguir:
I – Mafalda e Susanita demonstram o mesmo contentamento com o boneco negro que a primeira garotinha ganhou da mãe.
II – A tirinha é construída em cima de uma crítica à discriminação social.
III – A tirinha procura demonstrar que o preconceito, ainda que seja negado pela fala, pode ser confirmado pelas atitudes.
São corretas as afirmativas:
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Leia atentamente a canção a seguir, escrita por Raul Seixas, músico e compositor brasileiro, para responder às questões de 1 a 3.
Ouro de Tolo
Eu devia estar contente
Porque eu tenho um emprego
Sou um dito cidadão respeitável
E ganho quatro mil cruzeiros
5 Por mês
Eu devia agradecer ao Senhor
Por ter tido sucesso
Na vida como artista
Eu devia estar feliz
10 Porque consegui comprar
Um Corcel 73
Eu devia estar alegre
E satisfeito
Por morar em Ipanema
15 Depois de ter passado fome
Por dois anos
Aqui na Cidade Maravilhosa
Ah!
Eu devia estar sorrindo
20 E orgulhoso
Por ter finalmente vencido na vida
Mas eu acho isso uma grande piada
E um tanto quanto perigosa
Eu devia estar contente
25 Por ter conseguido
Tudo o que eu quis
Mas confesso abestalhado
Que eu estou decepcionado
Porque foi tão fácil conseguir
30 E agora eu me pergunto “E daí?”
Eu tenho uma porção
De coisas grandes pra conquistar
E eu não posso ficar aí parado
Eu devia estar feliz pelo Senhor
35 Ter me concedido o domingo
Pra ir com a família
No Jardim Zoológico
Dar pipoca aos macacos
Ah!
40 Mas que sujeito chato sou eu
Que não acha nada engraçado
Macaco, praia, carro
Jornal, tobogã
Eu acho tudo isso um saco
45 É você olhar no espelho
Se sentir
Um grandessíssimo idiota
Saber que é humano
Ridículo, limitado
50 Que só usa dez por cento
De sua cabeça animal
E você ainda acredita
Que é um doutor
Padre ou policial
55 Que está contribuindo
Com sua parte
Para o nosso belo
Quadro social
Eu é que não me sento
60 No trono de um apartamento
Com a boca escancarada
Cheia de dentes
Esperando a morte chegar
Porque longe das cercas
65 Embandeiradas
Que separam quintais
No cume calmo
Do meu olho que vê
Assenta a sombra sonora
70 De um disco voador
Leia atentamente as afirmações a seguir:
I – Nos versos 45 a 51, apesar do emprego da palavra “grandessíssimo”, o autor enfatiza a pequenez do ser humano.
II – Nos versos 52 a 58, o autor enfatiza a contribuição social positiva de profissões tidas como engrandecedoras.
III – Em “Porque consegui comprar /Um Corcel 73”, ocorre metonímia.
São corretas as afirmativas:
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Leia atentamente a canção a seguir, escrita por Raul Seixas, músico e compositor brasileiro, para responder às questões de 1 a 3.
Ouro de Tolo
Eu devia estar contente
Porque eu tenho um emprego
Sou um dito cidadão respeitável
E ganho quatro mil cruzeiros
5 Por mês
Eu devia agradecer ao Senhor
Por ter tido sucesso
Na vida como artista
Eu devia estar feliz
10 Porque consegui comprar
Um Corcel 73
Eu devia estar alegre
E satisfeito
Por morar em Ipanema
15 Depois de ter passado fome
Por dois anos
Aqui na Cidade Maravilhosa
Ah!
Eu devia estar sorrindo
20 E orgulhoso
Por ter finalmente vencido na vida
Mas eu acho isso uma grande piada
E um tanto quanto perigosa
Eu devia estar contente
25 Por ter conseguido
Tudo o que eu quis
Mas confesso abestalhado
Que eu estou decepcionado
Porque foi tão fácil conseguir
30 E agora eu me pergunto “E daí?”
Eu tenho uma porção
De coisas grandes pra conquistar
E eu não posso ficar aí parado
Eu devia estar feliz pelo Senhor
35 Ter me concedido o domingo
Pra ir com a família
No Jardim Zoológico
Dar pipoca aos macacos
Ah!
40 Mas que sujeito chato sou eu
Que não acha nada engraçado
Macaco, praia, carro
Jornal, tobogã
Eu acho tudo isso um saco
45 É você olhar no espelho
Se sentir
Um grandessíssimo idiota
Saber que é humano
Ridículo, limitado
50 Que só usa dez por cento
De sua cabeça animal
E você ainda acredita
Que é um doutor
Padre ou policial
55 Que está contribuindo
Com sua parte
Para o nosso belo
Quadro social
Eu é que não me sento
60 No trono de um apartamento
Com a boca escancarada
Cheia de dentes
Esperando a morte chegar
Porque longe das cercas
65 Embandeiradas
Que separam quintais
No cume calmo
Do meu olho que vê
Assenta a sombra sonora
70 De um disco voador
No verso 17 – “Aqui na Cidade Maravilhosa” –, há uma figura de linguagem.
Qual seria ela?
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Leia atentamente a canção a seguir, escrita por Raul Seixas, músico e compositor brasileiro, para responder às questões de 1 a 3.
Ouro de Tolo
Eu devia estar contente
Porque eu tenho um emprego
Sou um dito cidadão respeitável
E ganho quatro mil cruzeiros
5 Por mês
Eu devia agradecer ao Senhor
Por ter tido sucesso
Na vida como artista
Eu devia estar feliz
10 Porque consegui comprar
Um Corcel 73
Eu devia estar alegre
E satisfeito
Por morar em Ipanema
15 Depois de ter passado fome
Por dois anos
Aqui na Cidade Maravilhosa
Ah!
Eu devia estar sorrindo
20 E orgulhoso
Por ter finalmente vencido na vida
Mas eu acho isso uma grande piada
E um tanto quanto perigosa
Eu devia estar contente
25 Por ter conseguido
Tudo o que eu quis
Mas confesso abestalhado
Que eu estou decepcionado
Porque foi tão fácil conseguir
30 E agora eu me pergunto “E daí?”
Eu tenho uma porção
De coisas grandes pra conquistar
E eu não posso ficar aí parado
Eu devia estar feliz pelo Senhor
35 Ter me concedido o domingo
Pra ir com a família
No Jardim Zoológico
Dar pipoca aos macacos
Ah!
40 Mas que sujeito chato sou eu
Que não acha nada engraçado
Macaco, praia, carro
Jornal, tobogã
Eu acho tudo isso um saco
45 É você olhar no espelho
Se sentir
Um grandessíssimo idiota
Saber que é humano
Ridículo, limitado
50 Que só usa dez por cento
De sua cabeça animal
E você ainda acredita
Que é um doutor
Padre ou policial
55 Que está contribuindo
Com sua parte
Para o nosso belo
Quadro social
Eu é que não me sento
60 No trono de um apartamento
Com a boca escancarada
Cheia de dentes
Esperando a morte chegar
Porque longe das cercas
65 Embandeiradas
Que separam quintais
No cume calmo
Do meu olho que vê
Assenta a sombra sonora
70 De um disco voador
Leia atentamente as afirmações a seguir:
I – Na canção, o ideal de felicidade da sociedade está atrelado ao labor e ao poder de compra, como aquisição de carro e de moradia.
II – O autor utiliza-se de uma linguagem coloquial para realizar um desabafo sobre a insatisfação com suas conquistas.
III – O título da canção não é coerente com o restante da letra, pois o autor é rico.
São corretas as afirmativas:
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O esquema da vacina HPV (Human Papiloma Vírus) adotado no Brasil pelo Ministério da Saúde é de:
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