Foram encontradas 40 questões.
Considere as seguintes proposições:
I. Todos os pássaros são azuis.
II. A águia é um pássaro.
Com base nas proposições anteriores, assinale a alternativa CORRETA:
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A sociedade de uma empresa é composta por André, Bia e Cláudia. Sabendo que o valor total de ações da empresa é igual a R$882.600,00, que Bia possui o dobro das ações da empresa do que André e que Cláudia possui 3,5 vezes mais ações do que Bia, pode-se afirmar que valor de ações de André é igual a:
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Um teste tem um total de 4 questões com 4 alternativas para cada questão. Logo, se um aluno marcar aleatoriamente uma alternativa por questão, qual a probabilidade aproximada de o aluno acertar 100% da prova?
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Considere a seguinte função:
f(x) = 17x + 32
Sobre a função anterior é correto afirmar que:
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Se tivessem conhecido o idioma da cidade, poderiam ter perguntado quem fez o homem branco, de onde saiu a força dos automóveis, quem segura os aviões lá no céu, por que os deuses nos negaram o aço.
Mas não conheciam o idioma da cidade. Falavam a velha língua dos antepassados, que não tinham sido pastores nem vivido nas alturas da serra nevada de Santa Marta. Porque antes dos quatro séculos de perseguição e espoliação, os avós dos avós dos avós tinham trabalhado as terras férteis que os netos dos netos dos netos dos netos não puderam conhecer nem de vista nem de ouvir falar.
De modo que agora eles não podiam fazer outro comentário que aquele que nascia, em chispas bem-humoradas, dos olhos: olhavam essas mãos pequeninas dos homens brancos, mãos de lagartixa, e pensavam: essas mãos mãos não sabem caçar, e pensavam: só podem dar presentes feitos pelos outros.
Estavam parados numa esquina da capital, o chefe e três de seus homens, sem medo. Não os sobressaltava a vertigem do trânsito, das máquinas e das pessoas, nem temiam que os edifícios gigantes pudessem cair das nuvens e despencar em cima deles. Acariciavam com a ponta dos dedos seus colares de várias voltas de dentes e sementes, e não se deixavam impressionar pelo barulho das avenidas. Seus corações sentiam pena dos milhões de cidadãos que passavam por cima e por baixo, de costas e de frente e de lado, sobre pernas e sobre rodas, a todo vapor. "Que seria de todos vocês" — "se nós não fizéssemos o sol sair todos os dias?"
(Galeano, Eduardo. Vagamundo. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1975. p. 44-5)
O vocábulo "três" está, corretamente, acentuado em observância à determinada regra de acentuação gráfica; assinale a opção que apresenta vocábulo acentuado pela mesma regra:
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Se tivessem conhecido o idioma da cidade, poderiam ter perguntado quem fez o homem branco, de onde saiu a força dos automóveis, quem segura os aviões lá no céu, por que os deuses nos negaram o aço.
Mas não conheciam o idioma da cidade. Falavam a velha língua dos antepassados, que não tinham sido pastores nem vivido nas alturas da serra nevada de Santa Marta. Porque antes dos quatro séculos de perseguição e espoliação, os avós dos avós dos avós tinham trabalhado as terras férteis que os netos dos netos dos netos dos netos não puderam conhecer nem de vista nem de ouvir falar.
De modo que agora eles não podiam fazer outro comentário que aquele que nascia, em chispas bem-humoradas, dos olhos: olhavam essas mãos pequeninas dos homens brancos, mãos de lagartixa, e pensavam: essas mãos mãos não sabem caçar, e pensavam: só podem dar presentes feitos pelos outros.
Estavam parados numa esquina da capital, o chefe e três de seus homens, sem medo. Não os sobressaltava a vertigem do trânsito, das máquinas e das pessoas, nem temiam que os edifícios gigantes pudessem cair das nuvens e despencar em cima deles. Acariciavam com a ponta dos dedos seus colares de várias voltas de dentes e sementes, e não se deixavam impressionar pelo barulho das avenidas. Seus corações sentiam pena dos milhões de cidadãos que passavam por cima e por baixo, de costas e de frente e de lado, sobre pernas e sobre rodas, a todo vapor. "Que seria de todos vocês" — "se nós não fizéssemos o sol sair todos os dias?"
(Galeano, Eduardo. Vagamundo. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1975. p. 44-5)
O conectivo destacado na passagem "Acariciavam com a ponta dos dedos seus colares de várias voltas de dentes e sementes, (...)" (4º parágrafo) assume, no contexto em que se insere, um valor semântico de:
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Se tivessem conhecido o idioma da cidade, poderiam ter perguntado quem fez o homem branco, de onde saiu a força dos automóveis, quem segura os aviões lá no céu, por que os deuses nos negaram o aço.
Mas não conheciam o idioma da cidade. Falavam a velha língua dos antepassados, que não tinham sido pastores nem vivido nas alturas da serra nevada de Santa Marta. Porque antes dos quatro séculos de perseguição e espoliação, os avós dos avós dos avós tinham trabalhado as terras férteis que os netos dos netos dos netos dos netos não puderam conhecer nem de vista nem de ouvir falar.
De modo que agora eles não podiam fazer outro comentário que aquele que nascia, em chispas bem-humoradas, dos olhos: olhavam essas mãos pequeninas dos homens brancos, mãos de lagartixa, e pensavam: essas mãos mãos não sabem caçar, e pensavam: só podem dar presentes feitos pelos outros.
Estavam parados numa esquina da capital, o chefe e três de seus homens, sem medo. Não os sobressaltava a vertigem do trânsito, das máquinas e das pessoas, nem temiam que os edifícios gigantes pudessem cair das nuvens e despencar em cima deles. Acariciavam com a ponta dos dedos seus colares de várias voltas de dentes e sementes, e não se deixavam impressionar pelo barulho das avenidas. Seus corações sentiam pena dos milhões de cidadãos que passavam por cima e por baixo, de costas e de frente e de lado, sobre pernas e sobre rodas, a todo vapor. "Que seria de todos vocês" — "se nós não fizéssemos o sol sair todos os dias?"
(Galeano, Eduardo. Vagamundo. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1975. p. 44-5)
A palavra "antepassado" tem o mesmo processo de formação da palavra:
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Se tivessem conhecido o idioma da cidade, poderiam ter perguntado quem fez o homem branco, de onde saiu a força dos automóveis, quem segura os aviões lá no céu, por que os deuses nos negaram o aço.
Mas não conheciam o idioma da cidade. Falavam a velha língua dos antepassados, que não tinham sido pastores nem vivido nas alturas da serra nevada de Santa Marta. Porque antes dos quatro séculos de perseguição e espoliação, os avós dos avós dos avós tinham trabalhado as terras férteis que os netos dos netos dos netos dos netos não puderam conhecer nem de vista nem de ouvir falar.
De modo que agora eles não podiam fazer outro comentário que aquele que nascia, em chispas bem-humoradas, dos olhos: olhavam essas mãos pequeninas dos homens brancos, mãos de lagartixa, e pensavam: essas mãos mãos não sabem caçar, e pensavam: só podem dar presentes feitos pelos outros.
Estavam parados numa esquina da capital, o chefe e três de seus homens, sem medo. Não os sobressaltava a vertigem do trânsito, das máquinas e das pessoas, nem temiam que os edifícios gigantes pudessem cair das nuvens e despencar em cima deles. Acariciavam com a ponta dos dedos seus colares de várias voltas de dentes e sementes, e não se deixavam impressionar pelo barulho das avenidas. Seus corações sentiam pena dos milhões de cidadãos que passavam por cima e por baixo, de costas e de frente e de lado, sobre pernas e sobre rodas, a todo vapor. "Que seria de todos vocês" — "se nós não fizéssemos o sol sair todos os dias?"
(Galeano, Eduardo. Vagamundo. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1975. p. 44-5)
No trecho "Não os sobressaltava a vertigem do trânsito", qual das palavras, abaixo, poderá substituir a destacada sem alterar o sentido da oração?
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Se tivessem conhecido o idioma da cidade, poderiam ter perguntado quem fez o homem branco, de onde saiu a força dos automóveis, quem segura os aviões lá no céu, por que os deuses nos negaram o aço.
Mas não conheciam o idioma da cidade. Falavam a velha língua dos antepassados, que não tinham sido pastores nem vivido nas alturas da serra nevada de Santa Marta. Porque antes dos quatro séculos de perseguição e espoliação, os avós dos avós dos avós tinham trabalhado as terras férteis que os netos dos netos dos netos dos netos não puderam conhecer nem de vista nem de ouvir falar.
De modo que agora eles não podiam fazer outro comentário que aquele que nascia, em chispas bem-humoradas, dos olhos: olhavam essas mãos pequeninas dos homens brancos, mãos de lagartixa, e pensavam: essas mãos mãos não sabem caçar, e pensavam: só podem dar presentes feitos pelos outros.
Estavam parados numa esquina da capital, o chefe e três de seus homens, sem medo. Não os sobressaltava a vertigem do trânsito, das máquinas e das pessoas, nem temiam que os edifícios gigantes pudessem cair das nuvens e despencar em cima deles. Acariciavam com a ponta dos dedos seus colares de várias voltas de dentes e sementes, e não se deixavam impressionar pelo barulho das avenidas. Seus corações sentiam pena dos milhões de cidadãos que passavam por cima e por baixo, de costas e de frente e de lado, sobre pernas e sobre rodas, a todo vapor. "Que seria de todos vocês" — "se nós não fizéssemos o sol sair todos os dias?"
(Galeano, Eduardo. Vagamundo. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1975. p. 44-5)
Sobre o texto, é correto o que se afirma na alternativa:
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Assinale a alternativa exemplo de oração com sujeito inexistente:
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