Foram encontradas 568 questões.
A ______ é feita de ______ que, por sua vez, podem ser _____ (ou _____) ou apresentar _____. Neste último caso, poderão ser classificados quanto a sua posição do acento _____ (agudo, grave ou ______) e quanto aos segmentos rimantes (_____ e toante).
Provas
(Texto 01)
Um em cada três brasileiros entende que a corrupção é o maior problema do país,
de acordo com a pesquisa Datafolha divulgada no último fim de semana. Cerca
de um ano atrás esse índice oscilava em torno de 10%. De lá para cá, explodiu,
deixando muito para trás as marcas relativas a questões estruturais, como saúde
e educação, ou conjunturais, como o desemprego, que interferem diretamente na
vida dos cidadãos. Como se explica isso?
O que parece estar ocorrendo é que os brasileiros começam a se dar conta de que
nenhuma prioridade nacional será séria e eficientemente atacada enquanto a
energia política do País estiver concentrada na corrupção, seja para praticá-la,
seja para livrar seus agentes da responsabilização penal. A conclusão é óbvia: o
Brasil precisa urgentemente de rigorosa faxina política. A ação saneadora
depende em boa medida da Polícia, do Ministério Público e do Judiciário, além
de outros órgãos de controle, que têm funcionado. Mas a bala de prata capaz de
acabar com o predomínio de corruptos e corruptores na vida pública está na arma
que as instituições democráticas colocam ao alcance de cada cidadão: o voto. E
urge que a cidadania exercite com eficiência esse poder, antes que algum
aventureiro messiânico use em benefício próprio a indignação nacional para se
legitimar no papel de salvador da Pátria, missão cujo cumprimento começa quase
sempre pela supressão da liberdade.
Não existe democracia sem o exercício da atividade política e da representação
popular. O fato de os brasileiros estarem insatisfeitos com os representantes que
eles próprios escolheram dá uma ideia da insatisfação geral com a chamada classe
política. A indignação contra a corrupção explica apenas parte dessa
indisposição. Os defeitos flagrantes do sistema partidário e eleitoral e as
deficiências da representação política pesam muito na composição do estado de
espírito do povo.
Adaptação de O Estado, 01/12/2015
Provas
LEIA O TEXTO
Passado mais de um mês do maior desastre ambiental da história do país, graves violações de
direitos humanos seguem ocorrendo na região da Bacia do Rio Doce, em Minas Gerais. O
acesso precário à água limpa, à moradia segura para as comunidades atingidas e a informações
confiáveis têm sido a regra desde o rompimento da barragem de rejeitos de mineração da
empresa Samarco.
O rio de lama tóxica não apenas condenou o direito à subsistência dos pescadores e de outros
trabalhadores que dependem direta ou indiretamente das águas do rio Doce, mas revelou, de
forma nua e crua, as contradições do atual modelo de desenvolvimento em relação a justiça
social e ambiental, a garantia de direitos e a proteção da vida das pessoas, animais e
ecossistemas.
Nos últimos dias, algumas medidas judiciais começaram a ser encaminhadas. Os governos
federal e dos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo anunciaram ação civil pública contra a
Samarco e suas controladoras para criar um fundo de R$ 20 bilhões para iniciativas de
minimização dos impactos e indenização. O Ministério Público do Trabalho de Minas Gerais
declarou a intenção de pedir bloqueio dos bens da Vale e da BHP caso a Samarco não garanta
ajuda financeira aos pescadores e outros trabalhadores afetados. Tudo isso sem contar o risco
de extinção de espécies de peixes do Rio Doce.
Essas e outras iniciativas são cruciais, mas ainda há muito por fazer. Faltam informações
precisas sobre a extensão dos danos ao meio ambiente e à saúde, os custos de reconstrução
das comunidades atingidas e as perspectivas de despoluição e recuperação da fauna e flora
locais. Também não há garantias de moradia adequada e água limpa e potável para a
população atingida –índios e comunidades ribeirinhas necessitam de especial atenção.
Existem centenas de barragens e sítios de mineração em operação em quase todos os Estados
brasileiros. A segurança das comunidades e do meio ambiente no entorno desses
empreendimentos deve ser prioridade para governos de todas as esferas, com o
monitoramento e implementação das premissas do licenciamento pelas empresas
responsáveis. O trágico desastre de Minas Gerais e as simultâneas ameaças de fragilização da
regulação ambiental são um alerta sobre os riscos do atual padrão de desenvolvimento. A
sociedade brasileira precisa se mobilizar e debater a plena garantia de direitos econômicos,
sociais, culturais e ambientais frente a um modelo extrativista que promove tantos danos e
ameaças à vida.
(Adaptado de Fátima Mello– Extraído de UOL em 05/12/2015)
Provas
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “se”
(Texto 01)
Um em cada três brasileiros entende que a corrupção é o maior problema do país,
de acordo com a pesquisa Datafolha divulgada no último fim de semana. Cerca
de um ano atrás esse índice oscilava em torno de 10%. De lá para cá, explodiu,
deixando muito para trás as marcas relativas a questões estruturais, como saúde
e educação, ou conjunturais, como o desemprego, que interferem diretamente na
vida dos cidadãos. Como se explica isso?
O que parece estar ocorrendo é que os brasileiros começam a se dar conta de que
nenhuma prioridade nacional será séria e eficientemente atacada enquanto a
energia política do País estiver concentrada na corrupção, seja para praticá-la,
seja para livrar seus agentes da responsabilização penal. A conclusão é óbvia: o
Brasil precisa urgentemente de rigorosa faxina política. A ação saneadora
depende em boa medida da Polícia, do Ministério Público e do Judiciário, além
de outros órgãos de controle, que têm funcionado. Mas a bala de prata capaz de
acabar com o predomínio de corruptos e corruptores na vida pública está na arma
que as instituições democráticas colocam ao alcance de cada cidadão: o voto. E
urge que a cidadania exercite com eficiência esse poder, antes que algum
aventureiro messiânico use em benefício próprio a indignação nacional para se
legitimar no papel de salvador da Pátria, missão cujo cumprimento começa quase
sempre pela supressão da liberdade.
Não existe democracia sem o exercício da atividade política e da representação
popular. O fato de os brasileiros estarem insatisfeitos com os representantes que
eles próprios escolheram dá uma ideia da insatisfação geral com a chamada classe
política. A indignação contra a corrupção explica apenas parte dessa
indisposição. Os defeitos flagrantes do sistema partidário e eleitoral e as
deficiências da representação política pesam muito na composição do estado de
espírito do povo.
Adaptação de O Estado, 01/12/2015
Provas
(Texto 01)
Um em cada três brasileiros entende que a corrupção é o maior problema do país,
de acordo com a pesquisa Datafolha divulgada no último fim de semana. Cerca
de um ano atrás esse índice oscilava em torno de 10%. De lá para cá, explodiu,
deixando muito para trás as marcas relativas a questões estruturais, como saúde
e educação, ou conjunturais, como o desemprego, que interferem diretamente na
vida dos cidadãos. Como se explica isso?
O que parece estar ocorrendo é que os brasileiros começam a se dar conta de que
nenhuma prioridade nacional será séria e eficientemente atacada enquanto a
energia política do País estiver concentrada na corrupção, seja para praticá-la,
seja para livrar seus agentes da responsabilização penal. A conclusão é óbvia: o
Brasil precisa urgentemente de rigorosa faxina política. A ação saneadora
depende em boa medida da Polícia, do Ministério Público e do Judiciário, além
de outros órgãos de controle, que têm funcionado. Mas a bala de prata capaz de
acabar com o predomínio de corruptos e corruptores na vida pública está na arma
que as instituições democráticas colocam ao alcance de cada cidadão: o voto. E
urge que a cidadania exercite com eficiência esse poder, antes que algum
aventureiro messiânico use em benefício próprio a indignação nacional para se
legitimar no papel de salvador da Pátria, missão cujo cumprimento começa quase
sempre pela supressão da liberdade.
Não existe democracia sem o exercício da atividade política e da representação
popular. O fato de os brasileiros estarem insatisfeitos com os representantes que
eles próprios escolheram dá uma ideia da insatisfação geral com a chamada classe
política. A indignação contra a corrupção explica apenas parte dessa
indisposição. Os defeitos flagrantes do sistema partidário e eleitoral e as
deficiências da representação política pesam muito na composição do estado de
espírito do povo.
Adaptação de O Estado, 01/12/2015
Complete corretamente as lacunas das frases abaixo e assinale a opção correspondente, na ordem em que aparecem:
I. ___ anos não volto ___ minha cidade.
II. Quero ir, logo após ___ refeição, ___ escola.
Provas
Provas
Provas
(Texto 01)
Um em cada três brasileiros entende que a corrupção é o maior problema do país,
de acordo com a pesquisa Datafolha divulgada no último fim de semana. Cerca
de um ano atrás esse índice oscilava em torno de 10%. De lá para cá, explodiu,
deixando muito para trás as marcas relativas a questões estruturais, como saúde
e educação, ou conjunturais, como o desemprego, que interferem diretamente na
vida dos cidadãos. Como se explica isso?
O que parece estar ocorrendo é que os brasileiros começam a se dar conta de que
nenhuma prioridade nacional será séria e eficientemente atacada enquanto a
energia política do País estiver concentrada na corrupção, seja para praticá-la,
seja para livrar seus agentes da responsabilização penal. A conclusão é óbvia: o
Brasil precisa urgentemente de rigorosa faxina política. A ação saneadora
depende em boa medida da Polícia, do Ministério Público e do Judiciário, além
de outros órgãos de controle, que têm funcionado. Mas a bala de prata capaz de
acabar com o predomínio de corruptos e corruptores na vida pública está na arma
que as instituições democráticas colocam ao alcance de cada cidadão: o voto. E
urge que a cidadania exercite com eficiência esse poder, antes que algum
aventureiro messiânico use em benefício próprio a indignação nacional para se
legitimar no papel de salvador da Pátria, missão cujo cumprimento começa quase
sempre pela supressão da liberdade.
Não existe democracia sem o exercício da atividade política e da representação
popular. O fato de os brasileiros estarem insatisfeitos com os representantes que
eles próprios escolheram dá uma ideia da insatisfação geral com a chamada classe
política. A indignação contra a corrupção explica apenas parte dessa
indisposição. Os defeitos flagrantes do sistema partidário e eleitoral e as
deficiências da representação política pesam muito na composição do estado de
espírito do povo.
Adaptação de O Estado, 01/12/2015
Provas
Provas
Assinale a alternativa que melhor completa as lacunas abaixo:
I. Ali ______ um dialeto local.
II. Ninguém ___ o ocorrido?
Provas
Caderno Container