Foram encontradas 40 questões.
Paciente masculino, 56 anos de idade, etilista, chega ao pronto-socorro com dor abdominal intensa em região de mesoepigástrio
irradiando para as costas, associada a náuseas, vômitos, distensão abdominal, febre e hipotensão. Ao exame, apresenta abdome
distendido, doloroso, sem ruídos hidroaéreos e equimose periumbilical.
Apartir deste contexto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I- O quadro é sugestivo de pancreatite aguda, provavelmente de etiologia alcoólica, com possível complicação hemorrágica.
PORQUE
II- O achado de equimose periumbilical, denominado sinal de Cullen, é um indicativo clássico de hemorragia retroperitoneal.
A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
I- O quadro é sugestivo de pancreatite aguda, provavelmente de etiologia alcoólica, com possível complicação hemorrágica.
PORQUE
II- O achado de equimose periumbilical, denominado sinal de Cullen, é um indicativo clássico de hemorragia retroperitoneal.
A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
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J.G.C., sexo masculino, 38 anos de idade, diagnosticado com esquizofrenia paranoide e em uso de Haldol há mais de 10 anos, está em
acompanhamento no CAPS III do seu município. Durante uma visita domiciliar, a enfermeira, técnica de referência de J.G.C.,
encontrou-o apresentando rigidez muscular grave, febre alta, disautonomia, sudorese e deterioração do estado mental.
De acordo com a Portaria nº 3.088/2011 e com a Lei nº 10.216/2001, é CORRETO afirmar que a abordagem desta situação de crise em saúde mental apresentada por J.G.C. deve ocorrer como primeira opção:
De acordo com a Portaria nº 3.088/2011 e com a Lei nº 10.216/2001, é CORRETO afirmar que a abordagem desta situação de crise em saúde mental apresentada por J.G.C. deve ocorrer como primeira opção:
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Lucas, 35 anos de idade, procurou atendimento psiquiátrico em ambulatório de saúde mental com histórico de relacionamentos
instáveis, episódios frequentes de impulsividade, automutilação e sentimento constante de vazio, desde o início da vida adulta. Relata
mudanças bruscas de humor, várias vezes no mesmo dia, reagindo a eventos interpessoais, e alternando entre idealizar e desvalorizar
pessoas próximas. Queixa-se de medo intenso de abandono, mesmo em situações sem ameaça real. Nega comorbidades prévias
conhecidas.
Ao realizar o acolhimento do referido usuário, é CORRETO afirmar que o enfermeiro suspeite de um quadro de:
Ao realizar o acolhimento do referido usuário, é CORRETO afirmar que o enfermeiro suspeite de um quadro de:
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S.R.R., sexo masculino, 40 anos de idade, 70 kg, foi levado ao pronto-socorro após um acidente doméstico envolvendo a explosão de
um botijão de gás. Ao exame físico, foram identificadas queimaduras de 2° grau atingindo: tronco anterior, região anterior do membro
superior direito e região anterior do membro superior esquerdo. Diante do quadro, a equipe de enfermagem foi acionada para iniciar os
cuidados de emergência.
Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Especializada. Cartilha para tratamento de emergência das queimaduras.Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2012.
Com base no exposto, um cuidado CORRETO da equipe de enfermagem é:
Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Especializada. Cartilha para tratamento de emergência das queimaduras.Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2012.
Com base no exposto, um cuidado CORRETO da equipe de enfermagem é:
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Uma criança com esquema vacinal em dia foi levada à Unidade de Saúde, no dia 15 de julho de 2025, ao completar 12 meses de vida,
com o objetivo de receber as vacinas correspondentes à sua faixa etária. A enfermeira informou à mãe que, naquele dia, a criança
receberia apenas uma dose da vacina tríplice viral, pois era a única vacina necessária no momento.
Diante dessa situação, de acordo com a Instrução Normativa do Calendário Nacional de Vacinação 2025 e com a Nota Técnica nº 77/2025-CGICI/DPNI/SVSA/MS, é CORRETO afirmar que a conduta da enfermeira foi errada, pois:
Diante dessa situação, de acordo com a Instrução Normativa do Calendário Nacional de Vacinação 2025 e com a Nota Técnica nº 77/2025-CGICI/DPNI/SVSA/MS, é CORRETO afirmar que a conduta da enfermeira foi errada, pois:
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A enfermeira Mariana retornou de licença-maternidade para reassumir suas atividades em uma Unidade Básica de Saúde do interior da
Paraíba. Ao chegar ao serviço, ela constatou que o consultório de enfermagem e a sala de vacina estavam sem energia elétrica e com
fios desencapados expostos, oferecendo risco de choque elétrico. Não havia iluminação adequada nem condições seguras para o uso de
equipamentos básicos. Diante do ambiente fisicamente inseguro para a assistência, Mariana suspendeu temporariamente os
atendimentos eletivos, comunicando a decisão por escrito à instituição e ao Conselho Regional de Enfermagem.
Nesse caso, de acordo com a Resolução do COFEN de n° 564/2017, que aprova o novo Código de Ética da Enfermagem, acerca da conduta de Mariana, é CORRETO afirmar que ela foi:
Nesse caso, de acordo com a Resolução do COFEN de n° 564/2017, que aprova o novo Código de Ética da Enfermagem, acerca da conduta de Mariana, é CORRETO afirmar que ela foi:
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De acordo com a Lei n° 7.498/1986 e a Resolução do COFEN n° 627/2020, sobre as atividades permitidas ao enfermeiro obstétrico no
âmbito de sua atuação legal e ética, avalie as proposições a seguir:
I- Realização de ultrassonografia obstétrica, com a emissão de laudo referente à imagem observada, e compartilhamento de informações coletadas com a equipe médica.
II- Identificação das distocias obstétricas e tomada de providências até a chegada do médico.
III- Realização de episiotomia e episiorrafia e aplicação de anestesia local, quando necessária.
IV- Condução de forma autônoma de parto vaginal em gestante com apresentação pélvica e trabalho de parto avançado, sem a presença do médico.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- Realização de ultrassonografia obstétrica, com a emissão de laudo referente à imagem observada, e compartilhamento de informações coletadas com a equipe médica.
II- Identificação das distocias obstétricas e tomada de providências até a chegada do médico.
III- Realização de episiotomia e episiorrafia e aplicação de anestesia local, quando necessária.
IV- Condução de forma autônoma de parto vaginal em gestante com apresentação pélvica e trabalho de parto avançado, sem a presença do médico.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Utilize o caso clínico abaixo para responder à questão.
Paciente do sexo feminino, 56 anos de idade, fisicamente ativa (realiza caminhadas cinco vezes por semana), com IMC de 23,5 kg/m²,
sem histórico de tabagismo, hipertensão ou sedentarismo. Relata antecedente familiar de infarto agudo do miocárdio em seu pai aos 52
anos. Encontra-se em acompanhamento psicológico por transtorno de ansiedade generalizada, com episódios recorrentes de senso
inadequado de controle e percepção de falta de tranquilidade, contentamento e bem-estar mental. Apresenta insônia e tensão
persistente, reconhecendo o estresse crônico como fator de risco para eventos cardiovasculares. Apresenta, ainda, histórico de
insuficiência venosa crônica, com queixas de varizes e episódio prévio sugestivo de trombose venosa profunda, atualmente em
investigação e acompanhamento com angiologista.
Fonte: HERDMAN, T. Heather; KAMITSURU, Shigemi; LOPES, Camila Takáo (Orgs.). Diagnósticos de enfermagem da NANDA-I: definições e classificação 2024- 2026 [recurso eletrônico]. 13. ed. Tradução de Camila Takáo Lopes. Revisão técnica de Alba Lucia Bottura Leite de Barros et al. Porto Alegre: Artmed, 2024.
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Utilize o caso clínico abaixo para responder à questão.
Paciente do sexo feminino, 56 anos de idade, fisicamente ativa (realiza caminhadas cinco vezes por semana), com IMC de 23,5 kg/m²,
sem histórico de tabagismo, hipertensão ou sedentarismo. Relata antecedente familiar de infarto agudo do miocárdio em seu pai aos 52
anos. Encontra-se em acompanhamento psicológico por transtorno de ansiedade generalizada, com episódios recorrentes de senso
inadequado de controle e percepção de falta de tranquilidade, contentamento e bem-estar mental. Apresenta insônia e tensão
persistente, reconhecendo o estresse crônico como fator de risco para eventos cardiovasculares. Apresenta, ainda, histórico de
insuficiência venosa crônica, com queixas de varizes e episódio prévio sugestivo de trombose venosa profunda, atualmente em
investigação e acompanhamento com angiologista.
Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: hipertensão arterial sistêmica. Brasília: Ministério da Saúde, 2013.
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Gestante foi encaminhada da sala de parto ao centro cirúrgico para a realização de cesariana, fazendo uso de máscara cirúrgica. Ao
chegar ao setor, a equipe foi comunicada sobre o diagnóstico de febre do Oropouche materna e anomalia congênita fetal. Diante da
situação, uma acadêmica de Enfermagem questionou quais seriam os cuidados e condutas necessários. Foi esclarecido pela equipe
que, para esse caso, era preciso realizar a notificação compulsória da doença, indicar o uso de máscara N95 e realizar a coleta de
amostras da placenta e do cordão umbilical, com envio do material para análise laboratorial.
Considerando as informações fornecidas e as atualizações das orientações para a vigilância do Oropouche, conforme disposto na Nota Técnica nº 117/2024, analise as afirmativas a seguir:
Fonte: BRASIL. Nota Técnica nº 117/2024-CGARB/DEDT/SVSA/MS. Atualização das orientações para a vigilância do Oropouche. Brasília: Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, Departamento de Doenças Transmissíveis, Coordenação-Geral de Vigilância de Arboviroses, 2024.
I- A febre do Oropouche é uma doença de transmissão aérea clássica. Portanto, o uso de máscara N95 é indicado por esse motivo. A equipe acertou ao realizar essa orientação.
II- Devido à possibilidade de transmissão vertical, é correto coletar material, de placenta e anexos fetais, para análise laboratorial. A equipe acertou ao realizar essa orientação.
III- A febre do Oropouche não compõe a lista de doenças de notificação compulsória. Aequipe errou ao realizar essa orientação.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Considerando as informações fornecidas e as atualizações das orientações para a vigilância do Oropouche, conforme disposto na Nota Técnica nº 117/2024, analise as afirmativas a seguir:
Fonte: BRASIL. Nota Técnica nº 117/2024-CGARB/DEDT/SVSA/MS. Atualização das orientações para a vigilância do Oropouche. Brasília: Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, Departamento de Doenças Transmissíveis, Coordenação-Geral de Vigilância de Arboviroses, 2024.
I- A febre do Oropouche é uma doença de transmissão aérea clássica. Portanto, o uso de máscara N95 é indicado por esse motivo. A equipe acertou ao realizar essa orientação.
II- Devido à possibilidade de transmissão vertical, é correto coletar material, de placenta e anexos fetais, para análise laboratorial. A equipe acertou ao realizar essa orientação.
III- A febre do Oropouche não compõe a lista de doenças de notificação compulsória. Aequipe errou ao realizar essa orientação.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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