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Em um hospital de referência em doenças infectocontagiosas no estado de Alagoas, a equipe de Terapia Intensiva recebe um paciente
de 43 anos, diagnosticado com tuberculose em estado avançado. O paciente encontra-se traqueostomizado e com sinais clínicos de
disfagia. A equipe multiprofissional, seguindo diretrizes da Política Nacional de Humanização (PNH), conta com atuação ativa do
fonoaudiólogo e, de acordo com Silva et al (2016), no Brasil, embora a presença da fonoaudiologia em UTIs seja relativamente
recente, essa atuação tem se mostrado essencial, sobretudo em casos de desordens neurológicas, infecciosas e após intubação
prolongada.
FONTE: SILVA, Diêgo Lucas Ramos e; LIRA, Fabrício Osman Quixadá; OLIVEIRA, Julio Cesar Cavalcanti de; CANUTO, Marisa Siqueira Brandão. Atuação da fonoaudiologia em unidade de terapia intensiva de um hospital de doenças infecciosas de Alagoas. CEFAC, São Paulo, v. 18, n. 1, p. 174-183, jan./fev. 2016. DOI: 10.1590/1982-021620161811201.
Com base na atuação fonoaudiológica hospitalar, assinale a alternativa CORRETA.
FONTE: SILVA, Diêgo Lucas Ramos e; LIRA, Fabrício Osman Quixadá; OLIVEIRA, Julio Cesar Cavalcanti de; CANUTO, Marisa Siqueira Brandão. Atuação da fonoaudiologia em unidade de terapia intensiva de um hospital de doenças infecciosas de Alagoas. CEFAC, São Paulo, v. 18, n. 1, p. 174-183, jan./fev. 2016. DOI: 10.1590/1982-021620161811201.
Com base na atuação fonoaudiológica hospitalar, assinale a alternativa CORRETA.
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Segundo os estudos de Gorski (2013), a Fonoaudiologia tem um papel importante para contribuir na elucidação de casos levados à
justiça que envolvam a área de conhecimento do fonoaudiólogo. Diante disso, em um município de médio porte do interior da Bahia, a
Promotoria de Justiça solicitou ao serviço de saúde a nomeação de um perito fonoaudiólogo para avaliar um trabalhador que afirma ter
desenvolvido disfonia ocupacional após anos de atuação como operador de teleatendimento. No entanto, a informação que recebeu é
que entre os sete fonoaudiólogos atuantes no serviço público local, apenas um possui pós-graduação em voz e nenhum teve formação
específica em perícia. Diante disso, o gestor municipal procura orientações sobre a legalidade e a viabilidade da nomeação.
FONTE: GORSKI, Leslie Palma; LOPES, Suleny Gomes; SILVA, Etienne Barbosa da. Perícia fonoaudiológica: conhecimento e atuação dos profissionais da fonoaudiologia de dois estados do Brasil. Revista CEFAC, São Paulo, v. 15, n. 5, p. 1338-1346, set.-out. 2013.
Com base no cenário descrito e no panorama atual da perícia fonoaudiológica no Brasil, assinale a alternativa CORRETA.
FONTE: GORSKI, Leslie Palma; LOPES, Suleny Gomes; SILVA, Etienne Barbosa da. Perícia fonoaudiológica: conhecimento e atuação dos profissionais da fonoaudiologia de dois estados do Brasil. Revista CEFAC, São Paulo, v. 15, n. 5, p. 1338-1346, set.-out. 2013.
Com base no cenário descrito e no panorama atual da perícia fonoaudiológica no Brasil, assinale a alternativa CORRETA.
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Um estudo realizado por Avilla et al (2022) a respeito das alterações de fluência na fala caracterizada por repetições, prolongamentos e
bloqueios serviu de base para analisar o cenário apresentado em um município do interior com cerca de 80 mil habitantes. ASecretaria
de Saúde deste local identificou que aproximadamente 5% das crianças em idade pré-escolar apresentam sinais de alterações na
fluência da fala, embora apenas uma pequena parte tenha recebido avaliação fonoaudiológica formal. Considerando-se as evidências
científicas mais atuais sobre a Gagueira Crônica do Desenvolvimento (GCD), assinale a alternativa CORRETA sobre os aspectos
clínicos, etiológicos, diagnósticos e terapêuticos da GCD na infância.
FONTE: ÁVILA, Nathalia dos Santos Fernandes de; JUSTE, Fabiola; COSTA, Julia Biancalana; ANDRADE, Claudia Regina Furquim de. Ensaio clínico de tratamento – em três modalidades – para crianças com distúrbios da fluência e gagueira. CoDAS, São Paulo, v. 34, n. 2, e20200264, 2022. DOI: https://doi.org/10.1590/2317-1782/20212020264.
FONTE: ÁVILA, Nathalia dos Santos Fernandes de; JUSTE, Fabiola; COSTA, Julia Biancalana; ANDRADE, Claudia Regina Furquim de. Ensaio clínico de tratamento – em três modalidades – para crianças com distúrbios da fluência e gagueira. CoDAS, São Paulo, v. 34, n. 2, e20200264, 2022. DOI: https://doi.org/10.1590/2317-1782/20212020264.
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Um paciente de 68 anos, com histórico de tontura e episódios frequentes de instabilidade, foi encaminhado ao serviço de
fonoaudiologia para avaliação otoneurológica. Durante a anamnese, o paciente relata quedas ocasionais, principalmente ao caminhar
em superfícies irregulares. Ele também se queixa de uma sensação de desequilíbrio, que piora quando realiza movimentos bruscos com
a cabeça. O fonoaudiólogo, levando em consideração os critérios fundamentados pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia (2020),
solicitou diversos testes otoneurológicos para avaliar a função vestibular e o risco de quedas deste idoso.
Com base no contexto clínico apresentado, assinale a alternativa CORRETA sobre os testes e escalas utilizados na avaliação otoneurológica.
Com base no contexto clínico apresentado, assinale a alternativa CORRETA sobre os testes e escalas utilizados na avaliação otoneurológica.
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Em um município do interior do Brasil, a equipe de saúde auditiva da rede municipal está em processo de atualização dos protocolos
clínicos para avaliação audiológica, conforme os parâmetros estabelecidos pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia (2020). Afim de
alinhar os procedimentos às diretrizes científicas e normativas mais recentes, nesta campanha, um paciente de 45 anos, trabalhador da
construção civil, relatou dificuldade progressiva para compreender fala em ambientes ruidosos. Ao realizar a avaliação audiológica
completa foram identificados: condutos auditivos livres de obliterações; limiares auditivos de via aérea maiores que 25 dB NA; via
óssea com limiares maiores que 15 dB NA; com gap aéreo-ósseo de até 10 dB; configuração audiométrica descendente acentuada;
média tonal de 500 Hz, 1 kHz e 2 kHz em 65 dB NAem ambas as orelhas; e IPRF de 64%.
Com base nos achados audiológicos e nos critérios técnicos reconhecidos, assinale a alternativa CORRETA.
Com base nos achados audiológicos e nos critérios técnicos reconhecidos, assinale a alternativa CORRETA.
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De acordo com Altmann (2019), a afasia é uma disfunção da linguagem que pode comprometer a comunicação verbal ou escrita, esta
clareza é importante para analisar o caso de Maria, de 58 anos, que sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico há 6 meses e
foi diagnosticada com afasia de Broca. Ela apresenta dificuldades significativas em expressar-se verbalmente, mas a sua compreensão
de linguagem está preservada. Após uma avaliação fonoaudiológica detalhada, foi iniciado um tratamento terapêutico voltado para a
recuperação das suas habilidades linguísticas. O fonoaudiólogo que acompanha Maria optou por uma abordagem que visa a
estimulação intensiva da linguagem por meio de exercícios de nomeação, linguagem automática e uso de pistas facilitadoras.
Com base no quadro clínico apresentado e o contexto da afasia de Broca, assinale a alternativa CORRETA sobre os conceitos e abordagens no tratamento fonoaudiológico.
Com base no quadro clínico apresentado e o contexto da afasia de Broca, assinale a alternativa CORRETA sobre os conceitos e abordagens no tratamento fonoaudiológico.
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No Brasil, dados da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (2024) indicam que a população idosa crescerá 10 vezes mais que
a de jovens até 2050. O envelhecimento populacional traz desafios à saúde pública, especialmente em relação aos distúrbios do sono e
às alterações funcionais do sistema estomatognático. Um homem de 75 anos, com diagnóstico de Apneia Obstrutiva do Sono (AOS)
moderada, IMC de 28,3 kg/m², hipertenso e em uso de medicação, relatava sonolência excessiva diurna, roncos intensos (confirmados
pela esposa), dificuldade de concentração e fadiga ao acordar. Sem sucesso na adaptação ao CPAP, iniciou tratamento fonoaudiológico
com foco miofuncional orofacial.
FONTE: SOCIEDADE BRASILEIRA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA. Em 2070, número de brasileiros com 60 anos ou mais deve mais que dobrar. Rio de Janeiro: SBGG, 2024. Disponível em: https://sbgg.org.br/em-2070-numero-de-brasileiros-com-60-anos-ou-mais-deve-mais-que-dobrar/ . Acesso em: 20 abr. 2025.
Considerando a atuação fonoaudiológica dentro no processo de envelhecimento e nas disfunções associadas à AOS, assinale a alternativa CORRETA.
FONTE: SOCIEDADE BRASILEIRA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA. Em 2070, número de brasileiros com 60 anos ou mais deve mais que dobrar. Rio de Janeiro: SBGG, 2024. Disponível em: https://sbgg.org.br/em-2070-numero-de-brasileiros-com-60-anos-ou-mais-deve-mais-que-dobrar/ . Acesso em: 20 abr. 2025.
Considerando a atuação fonoaudiológica dentro no processo de envelhecimento e nas disfunções associadas à AOS, assinale a alternativa CORRETA.
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Em um hospital municipal, a equipe multiprofissional realiza atendimento a Antônio de 72 anos, admitido na emergência com sinais
clínicos compatíveis com Acidente Vascular Cerebral Isquêmico (AVCi). A tomografia confirmou o diagnóstico e o paciente recebeu
tratamento trombolítico intravenoso com alteplase dentro da janela terapêutica de 4,5 horas. No entanto, 48 horas após a admissão, o
paciente permanece restrito à dieta zero por apresentar sinais clínicos compatíveis com disfagia. Segundo o Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE), o AVC é a principal causa de morte no país, sendo o AVCi responsável por cerca de 85% dos casos.
Diante do caso descrito e do conhecimento científico atual sobre a disfagia no contexto do AVCi e da trombólise, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Diante do caso descrito e do conhecimento científico atual sobre a disfagia no contexto do AVCi e da trombólise, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
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Carlos, 48 anos, professor de história em escola pública municipal, foi diagnosticado com Paralisia Unilateral de Prega Vocal (PUPV)
após cirurgia para retirada de um tumor na tireoide. Após queixas de voz soprosa, cansaço ao falar e episódios frequentes de tosse ao
ingerir líquidos, foi encaminhado para avaliação fonoaudiológica. De acordo com dados de Barcelos et al (2017), a taxa de abandono
da reabilitação vocal em pacientes com PUPV é de aproximadamente 23,5%, o que representa um desafio na adesão aos modelos
tradicionais de terapia.
FONTE: BARCELOS, Camila Barbosa. Terapia vocal breve e intensiva para paralisia unilateral de prega vocal. São Paulo, 2018. 77 p. Tese (Doutorado) — Fundação Antônio Prudente, Curso de Pós-Graduação em Ciências – Área de concentração: Oncologia. Orientadora: Elisabete Carrara-de Angelis. Considerando a situação clínica apresentada e os conhecimentos atuais sobre a PUPV e sua reabilitação vocal, analise as afirmativas a seguir.
I- Aterapia vocal tradicional apresenta evidências de melhora vocal em pacientes com PUPV, porém está frequentemente associada a dificuldades de adesão, como ausências e abandono do tratamento.
II- A posição da prega vocal paralisada não exerce influência significativa nos sintomas clínicos, sendo os quadros de disfonia ou disfagia determinados apenas pela etiologia da paralisia.
III- A terapia vocal breve e intensiva é baseada principalmente em métodos empíricos sem fundamentação neurofisiológica, sendo considerada uma abordagem de eficácia inferior à terapia tradicional.
IV- Embora cirurgias como a tireoplastia tipo I promovam melhorias, o acompanhamento fonoaudiológico antes e depois da intervenção é considerado essencial para a eficácia do tratamento.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
FONTE: BARCELOS, Camila Barbosa. Terapia vocal breve e intensiva para paralisia unilateral de prega vocal. São Paulo, 2018. 77 p. Tese (Doutorado) — Fundação Antônio Prudente, Curso de Pós-Graduação em Ciências – Área de concentração: Oncologia. Orientadora: Elisabete Carrara-de Angelis. Considerando a situação clínica apresentada e os conhecimentos atuais sobre a PUPV e sua reabilitação vocal, analise as afirmativas a seguir.
I- Aterapia vocal tradicional apresenta evidências de melhora vocal em pacientes com PUPV, porém está frequentemente associada a dificuldades de adesão, como ausências e abandono do tratamento.
II- A posição da prega vocal paralisada não exerce influência significativa nos sintomas clínicos, sendo os quadros de disfonia ou disfagia determinados apenas pela etiologia da paralisia.
III- A terapia vocal breve e intensiva é baseada principalmente em métodos empíricos sem fundamentação neurofisiológica, sendo considerada uma abordagem de eficácia inferior à terapia tradicional.
IV- Embora cirurgias como a tireoplastia tipo I promovam melhorias, o acompanhamento fonoaudiológico antes e depois da intervenção é considerado essencial para a eficácia do tratamento.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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O estudo de Silva et al(2021) correlaciona a oferta do trabalho do fonoaudiólogo no Sistema Único de Saúde (SUS) com a melhora dos
indicadores socais nas últimas décadas. A reflexão desse cenário foi levantada a partir do caso de Maria, uma criança de 06 anos,
residente em um município do Norte do Brasil, que apresenta dificuldades persistentes de articulação da fala e atraso no
desenvolvimento da linguagem. Após avaliação na Unidade Básica de Saúde (UBS), a equipe da Estratégia Saúde da Família (ESF)
indica a necessidade de acompanhamento fonoaudiológico. No entanto, a UBS informa que não há fonoaudiólogo disponível no
território, sendo necessário encaminhamento para outro município, distante 120 km. Esse cenário se repete em outras localidades da
região, afetando o acesso de crianças, idosos e adultos com diferentes necessidades de reabilitação fonoaudiológica.
FONTE: SILVA, Raul Philipe Marcos; NASCIMENTO, Cynthia Maria Barboza do; MIRANDA, Gabriella Morais Duarte; SILVA, Vanessa Lima da; LIMA, Maria Luiza Lopes Timóteo de; VILELA, Mirella Bezerra Rodrigues. Evolução da oferta de fonoaudiólogos no SUS: um estudo sobre a correlação com os indicadores sociais no Brasil na última década. CoDAS, São Paulo, v. 33, n. 2, e20190243, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2317-1782/20202019243. Acesso em: 9 de mar. 2025.
Considerando a situação descrita e os princípios organizativos do Sistema Único de Saúde (SUS), assinale a alternativa CORRETA.
FONTE: SILVA, Raul Philipe Marcos; NASCIMENTO, Cynthia Maria Barboza do; MIRANDA, Gabriella Morais Duarte; SILVA, Vanessa Lima da; LIMA, Maria Luiza Lopes Timóteo de; VILELA, Mirella Bezerra Rodrigues. Evolução da oferta de fonoaudiólogos no SUS: um estudo sobre a correlação com os indicadores sociais no Brasil na última década. CoDAS, São Paulo, v. 33, n. 2, e20190243, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2317-1782/20202019243. Acesso em: 9 de mar. 2025.
Considerando a situação descrita e os princípios organizativos do Sistema Único de Saúde (SUS), assinale a alternativa CORRETA.
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