Foram encontradas 554 questões.
Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Bem precioso
Por Marcelo Rech
01 Você já refletiu por que dedica atenção a um conteúdo – seja de caráter jornalístico ou de
02 entretenimento? O que prende sua atenção? O que a desvia? Quando você se conecta e se
03 desconecta de um conteúdo? E por quê![]()
04 Todas essas perguntas têm relação com um dos bens mais preciosos de nossa era: o
05 tempo. A tecnologia pode avançar sem limites, com 5G, 8k ou 1000 mega de internet, mas tudo
06 esbarra num simples e imutável fato da vida: as 24 horas do dia não são elásticas, não ao menos
07 sem comprometer a saúde. Então, é melhor que esse bem precioso seja despendido em algo
08 que faça sentido em sua vida e a transforme positivamente, bem como a sociedade de uma
09 forma ...eral.
10 Tais reflexões fazem parte do pano de fundo de discussões no Conselho Editorial da RBS
11 para manter em permanente evolução os chamados meios de comunicação –
12 ...ornal, rádio e TV, que, apesar de profecias de décadas atrás, demonstram extraordinária
13 resiliência e, cada um a seu modo, oferecem experiências únicas.
14 O caso do jornal, por exemplo. Em um mundo de informação e desinformação virtualmente
15 infinitas, um produto jornalístico que tem início, meio e fim, além de definir claramente uma
16 hierarquia noticiosa, proporciona uma imersão informativa confiável em meio aos caóticos
17 oceanos das redes sociais, que tentam fisgar atenções a qualquer custo a fim de extrair dados
18 do usuário.
19 Já o rádio, cujo desaparecimento foi profetizado na década de 40, se mostra um meio de
20 enorme vitalidade. Há duas explicações para o fenômeno, além da simplicidade de conexão. O
21 rádio é o único meio consumido sem distrações enquanto se executam tarefas rotineiras, como
22 lavar louça ou diri...ir automóvel. E, sobretudo, ele conversa com o íntimo de cada ouvinte,
23 criando uma relação de companheirismo.
24 A TV, por outro lado, continua como a grande janela de entretenimento e informação dos
25 brasileiros. Mesmo que, como ocorre com jornais e rádios, as atenções sejam compartilhadas
26 com suas extensões digitais, a TV aberta chega de graça a todos os cantos do Brasil, seguindo
27 imbatível como meio de massa.
28 Nenhuma dessas considerações deve servir de conforto. Os chamados meios tradicionais
29 precisam se reinventar constantemente e aferir o tempo todo a sintonia com seus públicos. Deitar
30 sobre louros do passado é o caminho certo para qualquer organização, jornalística ou não, perder
31 a preciosa atenção. Portanto, inquietação permanente é a e matéria-
32 prima que alimenta a renovação e o futuro da comunicação.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/opiniao/conselho-editorial/noticia/2022/12/bem-precioso-clbqwhs5b000g013ccozproxt.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que NÃO poderia substituir o vocábulo “permanente” (l. 11) por apresentar sentido contrário.
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Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Bem precioso
Por Marcelo Rech
01 Você já refletiu por que dedica atenção a um conteúdo – seja de caráter jornalístico ou de
02 entretenimento? O que prende sua atenção? O que a desvia? Quando você se conecta e se
03 desconecta de um conteúdo? E por quê![]()
04 Todas essas perguntas têm relação com um dos bens mais preciosos de nossa era: o
05 tempo. A tecnologia pode avançar sem limites, com 5G, 8k ou 1000 mega de internet, mas tudo
06 esbarra num simples e imutável fato da vida: as 24 horas do dia não são elásticas, não ao menos
07 sem comprometer a saúde. Então, é melhor que esse bem precioso seja despendido em algo
08 que faça sentido em sua vida e a transforme positivamente, bem como a sociedade de uma
09 forma ...eral.
10 Tais reflexões fazem parte do pano de fundo de discussões no Conselho Editorial da RBS
11 para manter em permanente evolução os chamados meios de comunicação –
12 ...ornal, rádio e TV, que, apesar de profecias de décadas atrás, demonstram extraordinária
13 resiliência e, cada um a seu modo, oferecem experiências únicas.
14 O caso do jornal, por exemplo. Em um mundo de informação e desinformação virtualmente
15 infinitas, um produto jornalístico que tem início, meio e fim, além de definir claramente uma
16 hierarquia noticiosa, proporciona uma imersão informativa confiável em meio aos caóticos
17 oceanos das redes sociais, que tentam fisgar atenções a qualquer custo a fim de extrair dados
18 do usuário.
19 Já o rádio, cujo desaparecimento foi profetizado na década de 40, se mostra um meio de
20 enorme vitalidade. Há duas explicações para o fenômeno, além da simplicidade de conexão. O
21 rádio é o único meio consumido sem distrações enquanto se executam tarefas rotineiras, como
22 lavar louça ou diri...ir automóvel. E, sobretudo, ele conversa com o íntimo de cada ouvinte,
23 criando uma relação de companheirismo.
24 A TV, por outro lado, continua como a grande janela de entretenimento e informação dos
25 brasileiros. Mesmo que, como ocorre com jornais e rádios, as atenções sejam compartilhadas
26 com suas extensões digitais, a TV aberta chega de graça a todos os cantos do Brasil, seguindo
27 imbatível como meio de massa.
28 Nenhuma dessas considerações deve servir de conforto. Os chamados meios tradicionais
29 precisam se reinventar constantemente e aferir o tempo todo a sintonia com seus públicos. Deitar
30 sobre louros do passado é o caminho certo para qualquer organização, jornalística ou não, perder
31 a preciosa atenção. Portanto, inquietação permanente é a e matéria-
32 prima que alimenta a renovação e o futuro da comunicação.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/opiniao/conselho-editorial/noticia/2022/12/bem-precioso-clbqwhs5b000g013ccozproxt.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta um antônimo do vocábulo “imutável” (l. 06).
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Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
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Por Marcelo Rech
01 Você já refletiu por que dedica atenção a um conteúdo – seja de caráter jornalístico ou de
02 entretenimento? O que prende sua atenção? O que a desvia? Quando você se conecta e se
03 desconecta de um conteúdo? E por quê![]()
04 Todas essas perguntas têm relação com um dos bens mais preciosos de nossa era: o
05 tempo. A tecnologia pode avançar sem limites, com 5G, 8k ou 1000 mega de internet, mas tudo
06 esbarra num simples e imutável fato da vida: as 24 horas do dia não são elásticas, não ao menos
07 sem comprometer a saúde. Então, é melhor que esse bem precioso seja despendido em algo
08 que faça sentido em sua vida e a transforme positivamente, bem como a sociedade de uma
09 forma ...eral.
10 Tais reflexões fazem parte do pano de fundo de discussões no Conselho Editorial da RBS
11 para manter em permanente evolução os chamados meios de comunicação –
12 ...ornal, rádio e TV, que, apesar de profecias de décadas atrás, demonstram extraordinária
13 resiliência e, cada um a seu modo, oferecem experiências únicas.
14 O caso do jornal, por exemplo. Em um mundo de informação e desinformação virtualmente
15 infinitas, um produto jornalístico que tem início, meio e fim, além de definir claramente uma
16 hierarquia noticiosa, proporciona uma imersão informativa confiável em meio aos caóticos
17 oceanos das redes sociais, que tentam fisgar atenções a qualquer custo a fim de extrair dados
18 do usuário.
19 Já o rádio, cujo desaparecimento foi profetizado na década de 40, se mostra um meio de
20 enorme vitalidade. Há duas explicações para o fenômeno, além da simplicidade de conexão. O
21 rádio é o único meio consumido sem distrações enquanto se executam tarefas rotineiras, como
22 lavar louça ou diri...ir automóvel. E, sobretudo, ele conversa com o íntimo de cada ouvinte,
23 criando uma relação de companheirismo.
24 A TV, por outro lado, continua como a grande janela de entretenimento e informação dos
25 brasileiros. Mesmo que, como ocorre com jornais e rádios, as atenções sejam compartilhadas
26 com suas extensões digitais, a TV aberta chega de graça a todos os cantos do Brasil, seguindo
27 imbatível como meio de massa.
28 Nenhuma dessas considerações deve servir de conforto. Os chamados meios tradicionais
29 precisam se reinventar constantemente e aferir o tempo todo a sintonia com seus públicos. Deitar
30 sobre louros do passado é o caminho certo para qualquer organização, jornalística ou não, perder
31 a preciosa atenção. Portanto, inquietação permanente é a e matéria-
32 prima que alimenta a renovação e o futuro da comunicação.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/opiniao/conselho-editorial/noticia/2022/12/bem-precioso-clbqwhs5b000g013ccozproxt.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que encontra respaldo no texto.
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Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
O preço da vida
Por Marcelo Rech
01 Certa vez, em viagem ao Japão, notei que o motorista do ônibus colocava um calço na roda
02 dianteira sempre que o veículo estacionava, mesmo que não fosse em uma ladeira íngreme.
03 Intrigado, perguntei por que fazia aquilo.
04
É para o caso de falharem os freios motor e de mão.
05 Em um arquipélago abatido por terremotos e tsunamis, segurança é uma questão cultural
06 e de educação, acima de tudo. Os japoneses aprendem desde a infância que acidentes são
07 evitados com medidas práticas e que mesmo catástrofes podem ser aplacadas por prevenção,
08 treinamento e cuidados com a vida alheia. É por isso, e não só por temer a punição, que o
09 motorista aplica a terceira camada de segurança ao estacionar.
10 No Brasil, deve-se reconhecer que avançamos positivamente em alguns campos, como a
11 segurança do trabalho e códigos legais que brecaram, por força da lei e da fiscalização, as legiões
12 de mortos e mutilados. Mas ainda falhamos miseravelmente em criar uma mentalidade de
13 segurança.
14 Há quase uma década, na esteira da tragédia da Kiss, a RBS e o Ministério Público Estadual
15 lançaram a campanha Uma Vida Vale Muito, para despertar responsabilidades coletivas e
16 individuais. O alerta segue mais necessário do que nunca. Incêndios ori_inados em estufas,
17 fogões e fios consomem casas e desgraçam famílias. Nas estradas, 25 anos depois do novo
18 código de trânsito, o despreparo, o álcool, a falta de manutenção nos veículos e a
19 irresponsabilidade legam os efeitos de uma guerra a cada ano.
20 A Kiss e seus 242 mortos jamais serão esquecidos. Mas, além de reverenciar as vítimas e
21 buscar justiça, por que o Rio Grande do Sul não ajuda Santa Maria a se tornar um centro mundial
22 de referência em combate a incêndios e prevenção de tragédias? Hiroshima ho_e é um símbolo
23 da paz. Santa Maria poderia vir a ser a primeira grande cidade do país a assumir uma obse..ão
24 com a responsabilidade e, assim, se tornar a capital da segurança no continente.
25 Há muito por fazer. Desde sempre, sabemos que a média diária de mortos por afogamento
26 nos dias de calor no Estado passará de um por dia, o que leva a mais de uma centena de vidas
27 ceifadas por ano, muitas delas de crianças e adolescentes em açudes e rios. A tragédia é ainda
28 maior porque mortes por afogamento quase sempre são evitáveis. Os índices de..abariam se
29 todas as crianças tivessem no currículo aulas de natação – ainda que realizadas em piscinas
30 emprestadas ou alugadas ou mesmo em lagoas, sempre em situações controladas por
31 professores. Outras duas ações contra afogamentos exi_em responsabilidade individual: não se
32 expor ao risco no traiçoeiro mar gaúcho e enfiar na cabeça de adultos que não podem subir em
33 canoas e nem embarcar alguém sem que esteja usando colete salva-vidas. Um colete simples,
34 mas eficaz, custa R$ 49,99. É o preço de uma vida.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marcelo-rech/noticia/2023/01/o-preco-da-vida-cldex5lid002p014s2xig7wst.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta palavra que NÃO poderia substituir a palavra “traiçoeiro” (l. 32) por causar alteração ao sentido original do trecho.
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- OrtografiaPontuaçãoDois-pontos
- OrtografiaPontuaçãoPonto de Exclamação e Interrogação
- OrtografiaPontuaçãoTravessão
- OrtografiaPontuaçãoVírgula
Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
O preço da vida
Por Marcelo Rech
01 Certa vez, em viagem ao Japão, notei que o motorista do ônibus colocava um calço na roda
02 dianteira sempre que o veículo estacionava, mesmo que não fosse em uma ladeira íngreme.
03 Intrigado, perguntei por que fazia aquilo.
04
É para o caso de falharem os freios motor e de mão.
05 Em um arquipélago abatido por terremotos e tsunamis, segurança é uma questão cultural
06 e de educação, acima de tudo. Os japoneses aprendem desde a infância que acidentes são
07 evitados com medidas práticas e que mesmo catástrofes podem ser aplacadas por prevenção,
08 treinamento e cuidados com a vida alheia. É por isso, e não só por temer a punição, que o
09 motorista aplica a terceira camada de segurança ao estacionar.
10 No Brasil, deve-se reconhecer que avançamos positivamente em alguns campos, como a
11 segurança do trabalho e códigos legais que brecaram, por força da lei e da fiscalização, as legiões
12 de mortos e mutilados. Mas ainda falhamos miseravelmente em criar uma mentalidade de
13 segurança.
14 Há quase uma década, na esteira da tragédia da Kiss, a RBS e o Ministério Público Estadual
15 lançaram a campanha Uma Vida Vale Muito, para despertar responsabilidades coletivas e
16 individuais. O alerta segue mais necessário do que nunca. Incêndios ori_inados em estufas,
17 fogões e fios consomem casas e desgraçam famílias. Nas estradas, 25 anos depois do novo
18 código de trânsito, o despreparo, o álcool, a falta de manutenção nos veículos e a
19 irresponsabilidade legam os efeitos de uma guerra a cada ano.
20 A Kiss e seus 242 mortos jamais serão esquecidos. Mas, além de reverenciar as vítimas e
21 buscar justiça, por que o Rio Grande do Sul não ajuda Santa Maria a se tornar um centro mundial
22 de referência em combate a incêndios e prevenção de tragédias? Hiroshima ho_e é um símbolo
23 da paz. Santa Maria poderia vir a ser a primeira grande cidade do país a assumir uma obse..ão
24 com a responsabilidade e, assim, se tornar a capital da segurança no continente.
25 Há muito por fazer. Desde sempre, sabemos que a média diária de mortos por afogamento
26 nos dias de calor no Estado passará de um por dia, o que leva a mais de uma centena de vidas
27 ceifadas por ano, muitas delas de crianças e adolescentes em açudes e rios. A tragédia é ainda
28 maior porque mortes por afogamento quase sempre são evitáveis. Os índices de..abariam se
29 todas as crianças tivessem no currículo aulas de natação – ainda que realizadas em piscinas
30 emprestadas ou alugadas ou mesmo em lagoas, sempre em situações controladas por
31 professores. Outras duas ações contra afogamentos exi_em responsabilidade individual: não se
32 expor ao risco no traiçoeiro mar gaúcho e enfiar na cabeça de adultos que não podem subir em
33 canoas e nem embarcar alguém sem que esteja usando colete salva-vidas. Um colete simples,
34 mas eficaz, custa R$ 49,99. É o preço de uma vida.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marcelo-rech/noticia/2023/01/o-preco-da-vida-cldex5lid002p014s2xig7wst.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que substitui corretamente a figura localizada na linha 04.
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- OrtografiaEmprego de Letras e FonemasEmprego das letras S ou Z
- OrtografiaEmprego de Letras e FonemasEmprego do dígrafo SS
- OrtografiaEmprego de Letras e FonemasEmprego da letra Ç
Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
O preço da vida
Por Marcelo Rech
01 Certa vez, em viagem ao Japão, notei que o motorista do ônibus colocava um calço na roda
02 dianteira sempre que o veículo estacionava, mesmo que não fosse em uma ladeira íngreme.
03 Intrigado, perguntei por que fazia aquilo.
04
É para o caso de falharem os freios motor e de mão.
05 Em um arquipélago abatido por terremotos e tsunamis, segurança é uma questão cultural
06 e de educação, acima de tudo. Os japoneses aprendem desde a infância que acidentes são
07 evitados com medidas práticas e que mesmo catástrofes podem ser aplacadas por prevenção,
08 treinamento e cuidados com a vida alheia. É por isso, e não só por temer a punição, que o
09 motorista aplica a terceira camada de segurança ao estacionar.
10 No Brasil, deve-se reconhecer que avançamos positivamente em alguns campos, como a
11 segurança do trabalho e códigos legais que brecaram, por força da lei e da fiscalização, as legiões
12 de mortos e mutilados. Mas ainda falhamos miseravelmente em criar uma mentalidade de
13 segurança.
14 Há quase uma década, na esteira da tragédia da Kiss, a RBS e o Ministério Público Estadual
15 lançaram a campanha Uma Vida Vale Muito, para despertar responsabilidades coletivas e
16 individuais. O alerta segue mais necessário do que nunca. Incêndios ori_inados em estufas,
17 fogões e fios consomem casas e desgraçam famílias. Nas estradas, 25 anos depois do novo
18 código de trânsito, o despreparo, o álcool, a falta de manutenção nos veículos e a
19 irresponsabilidade legam os efeitos de uma guerra a cada ano.
20 A Kiss e seus 242 mortos jamais serão esquecidos. Mas, além de reverenciar as vítimas e
21 buscar justiça, por que o Rio Grande do Sul não ajuda Santa Maria a se tornar um centro mundial
22 de referência em combate a incêndios e prevenção de tragédias? Hiroshima ho_e é um símbolo
23 da paz. Santa Maria poderia vir a ser a primeira grande cidade do país a assumir uma obse..ão
24 com a responsabilidade e, assim, se tornar a capital da segurança no continente.
25 Há muito por fazer. Desde sempre, sabemos que a média diária de mortos por afogamento
26 nos dias de calor no Estado passará de um por dia, o que leva a mais de uma centena de vidas
27 ceifadas por ano, muitas delas de crianças e adolescentes em açudes e rios. A tragédia é ainda
28 maior porque mortes por afogamento quase sempre são evitáveis. Os índices de..abariam se
29 todas as crianças tivessem no currículo aulas de natação – ainda que realizadas em piscinas
30 emprestadas ou alugadas ou mesmo em lagoas, sempre em situações controladas por
31 professores. Outras duas ações contra afogamentos exi_em responsabilidade individual: não se
32 expor ao risco no traiçoeiro mar gaúcho e enfiar na cabeça de adultos que não podem subir em
33 canoas e nem embarcar alguém sem que esteja usando colete salva-vidas. Um colete simples,
34 mas eficaz, custa R$ 49,99. É o preço de uma vida.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marcelo-rech/noticia/2023/01/o-preco-da-vida-cldex5lid002p014s2xig7wst.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando a correta ortografia das palavras em Língua Portuguesa e o uso do “ç”, do “s” e do “ss”, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das palavras nas linhas 23 e 28.
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O preço da vida
Por Marcelo Rech
01 Certa vez, em viagem ao Japão, notei que o motorista do ônibus colocava um calço na roda
02 dianteira sempre que o veículo estacionava, mesmo que não fosse em uma ladeira íngreme.
03 Intrigado, perguntei por que fazia aquilo.
04
É para o caso de falharem os freios motor e de mão.
05 Em um arquipélago abatido por terremotos e tsunamis, segurança é uma questão cultural
06 e de educação, acima de tudo. Os japoneses aprendem desde a infância que acidentes são
07 evitados com medidas práticas e que mesmo catástrofes podem ser aplacadas por prevenção,
08 treinamento e cuidados com a vida alheia. É por isso, e não só por temer a punição, que o
09 motorista aplica a terceira camada de segurança ao estacionar.
10 No Brasil, deve-se reconhecer que avançamos positivamente em alguns campos, como a
11 segurança do trabalho e códigos legais que brecaram, por força da lei e da fiscalização, as legiões
12 de mortos e mutilados. Mas ainda falhamos miseravelmente em criar uma mentalidade de
13 segurança.
14 Há quase uma década, na esteira da tragédia da Kiss, a RBS e o Ministério Público Estadual
15 lançaram a campanha Uma Vida Vale Muito, para despertar responsabilidades coletivas e
16 individuais. O alerta segue mais necessário do que nunca. Incêndios ori_inados em estufas,
17 fogões e fios consomem casas e desgraçam famílias. Nas estradas, 25 anos depois do novo
18 código de trânsito, o despreparo, o álcool, a falta de manutenção nos veículos e a
19 irresponsabilidade legam os efeitos de uma guerra a cada ano.
20 A Kiss e seus 242 mortos jamais serão esquecidos. Mas, além de reverenciar as vítimas e
21 buscar justiça, por que o Rio Grande do Sul não ajuda Santa Maria a se tornar um centro mundial
22 de referência em combate a incêndios e prevenção de tragédias? Hiroshima ho_e é um símbolo
23 da paz. Santa Maria poderia vir a ser a primeira grande cidade do país a assumir uma obse..ão
24 com a responsabilidade e, assim, se tornar a capital da segurança no continente.
25 Há muito por fazer. Desde sempre, sabemos que a média diária de mortos por afogamento
26 nos dias de calor no Estado passará de um por dia, o que leva a mais de uma centena de vidas
27 ceifadas por ano, muitas delas de crianças e adolescentes em açudes e rios. A tragédia é ainda
28 maior porque mortes por afogamento quase sempre são evitáveis. Os índices de..abariam se
29 todas as crianças tivessem no currículo aulas de natação – ainda que realizadas em piscinas
30 emprestadas ou alugadas ou mesmo em lagoas, sempre em situações controladas por
31 professores. Outras duas ações contra afogamentos exi_em responsabilidade individual: não se
32 expor ao risco no traiçoeiro mar gaúcho e enfiar na cabeça de adultos que não podem subir em
33 canoas e nem embarcar alguém sem que esteja usando colete salva-vidas. Um colete simples,
34 mas eficaz, custa R$ 49,99. É o preço de uma vida.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marcelo-rech/noticia/2023/01/o-preco-da-vida-cldex5lid002p014s2xig7wst.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando a correta ortografia das palavras em Língua Portuguesa e o uso do “g” e do “j”, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das palavras nas linhas 16, 22 e 31.
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O preço da vida
Por Marcelo Rech
01 Certa vez, em viagem ao Japão, notei que o motorista do ônibus colocava um calço na roda
02 dianteira sempre que o veículo estacionava, mesmo que não fosse em uma ladeira íngreme.
03 Intrigado, perguntei por que fazia aquilo.
04
É para o caso de falharem os freios motor e de mão.
05 Em um arquipélago abatido por terremotos e tsunamis, segurança é uma questão cultural
06 e de educação, acima de tudo. Os japoneses aprendem desde a infância que acidentes são
07 evitados com medidas práticas e que mesmo catástrofes podem ser aplacadas por prevenção,
08 treinamento e cuidados com a vida alheia. É por isso, e não só por temer a punição, que o
09 motorista aplica a terceira camada de segurança ao estacionar.
10 No Brasil, deve-se reconhecer que avançamos positivamente em alguns campos, como a
11 segurança do trabalho e códigos legais que brecaram, por força da lei e da fiscalização, as legiões
12 de mortos e mutilados. Mas ainda falhamos miseravelmente em criar uma mentalidade de
13 segurança.
14 Há quase uma década, na esteira da tragédia da Kiss, a RBS e o Ministério Público Estadual
15 lançaram a campanha Uma Vida Vale Muito, para despertar responsabilidades coletivas e
16 individuais. O alerta segue mais necessário do que nunca. Incêndios ori_inados em estufas,
17 fogões e fios consomem casas e desgraçam famílias. Nas estradas, 25 anos depois do novo
18 código de trânsito, o despreparo, o álcool, a falta de manutenção nos veículos e a
19 irresponsabilidade legam os efeitos de uma guerra a cada ano.
20 A Kiss e seus 242 mortos jamais serão esquecidos. Mas, além de reverenciar as vítimas e
21 buscar justiça, por que o Rio Grande do Sul não ajuda Santa Maria a se tornar um centro mundial
22 de referência em combate a incêndios e prevenção de tragédias? Hiroshima ho_e é um símbolo
23 da paz. Santa Maria poderia vir a ser a primeira grande cidade do país a assumir uma obse..ão
24 com a responsabilidade e, assim, se tornar a capital da segurança no continente.
25 Há muito por fazer. Desde sempre, sabemos que a média diária de mortos por afogamento
26 nos dias de calor no Estado passará de um por dia, o que leva a mais de uma centena de vidas
27 ceifadas por ano, muitas delas de crianças e adolescentes em açudes e rios. A tragédia é ainda
28 maior porque mortes por afogamento quase sempre são evitáveis. Os índices de..abariam se
29 todas as crianças tivessem no currículo aulas de natação – ainda que realizadas em piscinas
30 emprestadas ou alugadas ou mesmo em lagoas, sempre em situações controladas por
31 professores. Outras duas ações contra afogamentos exi_em responsabilidade individual: não se
32 expor ao risco no traiçoeiro mar gaúcho e enfiar na cabeça de adultos que não podem subir em
33 canoas e nem embarcar alguém sem que esteja usando colete salva-vidas. Um colete simples,
34 mas eficaz, custa R$ 49,99. É o preço de uma vida.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marcelo-rech/noticia/2023/01/o-preco-da-vida-cldex5lid002p014s2xig7wst.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
O verbo “falhamos” (l. 12) está flexionado na:
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Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
O preço da vida
Por Marcelo Rech
01 Certa vez, em viagem ao Japão, notei que o motorista do ônibus colocava um calço na roda
02 dianteira sempre que o veículo estacionava, mesmo que não fosse em uma ladeira íngreme.
03 Intrigado, perguntei por que fazia aquilo.
04
É para o caso de falharem os freios motor e de mão.
05 Em um arquipélago abatido por terremotos e tsunamis, segurança é uma questão cultural
06 e de educação, acima de tudo. Os japoneses aprendem desde a infância que acidentes são
07 evitados com medidas práticas e que mesmo catástrofes podem ser aplacadas por prevenção,
08 treinamento e cuidados com a vida alheia. É por isso, e não só por temer a punição, que o
09 motorista aplica a terceira camada de segurança ao estacionar.
10 No Brasil, deve-se reconhecer que avançamos positivamente em alguns campos, como a
11 segurança do trabalho e códigos legais que brecaram, por força da lei e da fiscalização, as legiões
12 de mortos e mutilados. Mas ainda falhamos miseravelmente em criar uma mentalidade de
13 segurança.
14 Há quase uma década, na esteira da tragédia da Kiss, a RBS e o Ministério Público Estadual
15 lançaram a campanha Uma Vida Vale Muito, para despertar responsabilidades coletivas e
16 individuais. O alerta segue mais necessário do que nunca. Incêndios ori_inados em estufas,
17 fogões e fios consomem casas e desgraçam famílias. Nas estradas, 25 anos depois do novo
18 código de trânsito, o despreparo, o álcool, a falta de manutenção nos veículos e a
19 irresponsabilidade legam os efeitos de uma guerra a cada ano.
20 A Kiss e seus 242 mortos jamais serão esquecidos. Mas, além de reverenciar as vítimas e
21 buscar justiça, por que o Rio Grande do Sul não ajuda Santa Maria a se tornar um centro mundial
22 de referência em combate a incêndios e prevenção de tragédias? Hiroshima ho_e é um símbolo
23 da paz. Santa Maria poderia vir a ser a primeira grande cidade do país a assumir uma obse..ão
24 com a responsabilidade e, assim, se tornar a capital da segurança no continente.
25 Há muito por fazer. Desde sempre, sabemos que a média diária de mortos por afogamento
26 nos dias de calor no Estado passará de um por dia, o que leva a mais de uma centena de vidas
27 ceifadas por ano, muitas delas de crianças e adolescentes em açudes e rios. A tragédia é ainda
28 maior porque mortes por afogamento quase sempre são evitáveis. Os índices de..abariam se
29 todas as crianças tivessem no currículo aulas de natação – ainda que realizadas em piscinas
30 emprestadas ou alugadas ou mesmo em lagoas, sempre em situações controladas por
31 professores. Outras duas ações contra afogamentos exi_em responsabilidade individual: não se
32 expor ao risco no traiçoeiro mar gaúcho e enfiar na cabeça de adultos que não podem subir em
33 canoas e nem embarcar alguém sem que esteja usando colete salva-vidas. Um colete simples,
34 mas eficaz, custa R$ 49,99. É o preço de uma vida.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marcelo-rech/noticia/2023/01/o-preco-da-vida-cldex5lid002p014s2xig7wst.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o fragmento “A tragédia é ainda maior porque mortes por afogamento quase sempre são evitáveis”, o termo em destaque é um:
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Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
O preço da vida
Por Marcelo Rech
01 Certa vez, em viagem ao Japão, notei que o motorista do ônibus colocava um calço na roda
02 dianteira sempre que o veículo estacionava, mesmo que não fosse em uma ladeira íngreme.
03 Intrigado, perguntei por que fazia aquilo.
04
É para o caso de falharem os freios motor e de mão.
05 Em um arquipélago abatido por terremotos e tsunamis, segurança é uma questão cultural
06 e de educação, acima de tudo. Os japoneses aprendem desde a infância que acidentes são
07 evitados com medidas práticas e que mesmo catástrofes podem ser aplacadas por prevenção,
08 treinamento e cuidados com a vida alheia. É por isso, e não só por temer a punição, que o
09 motorista aplica a terceira camada de segurança ao estacionar.
10 No Brasil, deve-se reconhecer que avançamos positivamente em alguns campos, como a
11 segurança do trabalho e códigos legais que brecaram, por força da lei e da fiscalização, as legiões
12 de mortos e mutilados. Mas ainda falhamos miseravelmente em criar uma mentalidade de
13 segurança.
14 Há quase uma década, na esteira da tragédia da Kiss, a RBS e o Ministério Público Estadual
15 lançaram a campanha Uma Vida Vale Muito, para despertar responsabilidades coletivas e
16 individuais. O alerta segue mais necessário do que nunca. Incêndios ori_inados em estufas,
17 fogões e fios consomem casas e desgraçam famílias. Nas estradas, 25 anos depois do novo
18 código de trânsito, o despreparo, o álcool, a falta de manutenção nos veículos e a
19 irresponsabilidade legam os efeitos de uma guerra a cada ano.
20 A Kiss e seus 242 mortos jamais serão esquecidos. Mas, além de reverenciar as vítimas e
21 buscar justiça, por que o Rio Grande do Sul não ajuda Santa Maria a se tornar um centro mundial
22 de referência em combate a incêndios e prevenção de tragédias? Hiroshima ho_e é um símbolo
23 da paz. Santa Maria poderia vir a ser a primeira grande cidade do país a assumir uma obse..ão
24 com a responsabilidade e, assim, se tornar a capital da segurança no continente.
25 Há muito por fazer. Desde sempre, sabemos que a média diária de mortos por afogamento
26 nos dias de calor no Estado passará de um por dia, o que leva a mais de uma centena de vidas
27 ceifadas por ano, muitas delas de crianças e adolescentes em açudes e rios. A tragédia é ainda
28 maior porque mortes por afogamento quase sempre são evitáveis. Os índices de..abariam se
29 todas as crianças tivessem no currículo aulas de natação – ainda que realizadas em piscinas
30 emprestadas ou alugadas ou mesmo em lagoas, sempre em situações controladas por
31 professores. Outras duas ações contra afogamentos exi_em responsabilidade individual: não se
32 expor ao risco no traiçoeiro mar gaúcho e enfiar na cabeça de adultos que não podem subir em
33 canoas e nem embarcar alguém sem que esteja usando colete salva-vidas. Um colete simples,
34 mas eficaz, custa R$ 49,99. É o preço de uma vida.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marcelo-rech/noticia/2023/01/o-preco-da-vida-cldex5lid002p014s2xig7wst.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
As palavras “motorista” (l. 01), “íngreme” (l. 02) e “miseravelmente” (l. 12) são, respectivamente:
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