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O jogo da vida
Comprei um game novo para Martin no mês passado. Uma versão nova de um jogo do Atari, aquele dos anos oitenta.
Na primeira partida já fui logo avisando:
- Se prepara que o papal era campeão nesse jogo quando tinha a sua idade.
Para minha surpresa, comecei mal, perdendo. O jogo era bem mais difícil que o Atari original. Muito botão, muito controle, tudo complicado. A minha sessão nostalgia tinha virado um desastre. Martin percebeu minha tristeza. Por sorte comecei a ganhar: driblava os asteroídes, acertava a navezinha, chegava na segunda fase. Não consegui disfarçar minha felicidade: apesar de toda essa tecnologia nova, eu ainda chegava lá.
Virou quase um ritual: Martin chegava da escola e já partíamos pro game. Ele até que ia bem, mas no final minha experiência e habilidade falavam mais alto. Mesmo perdendo, ele parecia gostar muito do jogo.
Até pensei em entregar algumas partidas, mas achei que isso não seria certo para a formação do menino e também não seria justo comigo: era a minha chance de fazer bonito com algo que o Martín dá valor.
Até que no fim da semana a minha mulher, já sem paciência após ouvir pela milésima vez detalhes sobre a quinta fase do jogo, me chamou num canto:
- Vai até o quarto do Martín, mas sem que ele note.
Fiquei espiando da porta. Martin estava no videogame com os amigos Aquele do Atari.
Ele ganhava e de lavada. Driblava todos os asteroides, acertava todas as navezinhas, já passava da vigésima fase. Um campeão de verdade.
Ao que parece, à maturidade não tem nada a ver com a idade. Tem pente que aprende cedo, tem gente que nunca aprende.
[AVERSA, Leo. Crônicas de pai. Rio de janeiro: intrínseca, 2021, p 5334-337]
Assinale a alternativa em que há verbo no infinitivo flexionado.
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O jogo da vida
Comprei um game novo para Martin no mês passado. Uma versão nova de um jogo do Atari, aquele dos anos oitenta.
Na primeira partida já fui logo avisando:
- Se prepara que o papal era campeão nesse jogo quando tinha a sua idade.
Para minha surpresa, comecei mal, perdendo. O jogo era bem mais difícil que o Atari original. Muito botão, muito controle, tudo complicado. A minha sessão nostalgia tinha virado um desastre. Martin percebeu minha tristeza. Por sorte comecei a ganhar: driblava os asteroídes, acertava a navezinha, chegava na segunda fase. Não consegui disfarçar minha felicidade: apesar de toda essa tecnologia nova, eu ainda chegava lá.
Virou quase um ritual: Martin chegava da escola e já partíamos pro game. Ele até que ia bem, mas no final minha experiência e habilidade falavam mais alto. Mesmo perdendo, ele parecia gostar muito do jogo.
Até pensei em entregar algumas partidas, mas achei que isso não seria certo para a formação do menino e também não seria justo comigo: era a minha chance de fazer bonito com algo que o Martín dá valor.
Até que no fim da semana a minha mulher, já sem paciência após ouvir pela milésima vez detalhes sobre a quinta fase do jogo, me chamou num canto:
- Vai até o quarto do Martín, mas sem que ele note.
Fiquei espiando da porta. Martin estava no videogame com os amigos Aquele do Atari.
Ele ganhava e de lavada. Driblava todos os asteroides, acertava todas as navezinhas, já passava da vigésima fase. Um campeão de verdade.
Ao que parece, à maturidade não tem nada a ver com a idade. Tem pente que aprende cedo, tem gente que nunca aprende.
[AVERSA, Leo. Crônicas de pai. Rio de janeiro: intrínseca, 2021, p 5334-337]
Assinale a alternativa em que o pronome destacado não é anafórico textual em relação ao objeto descrito no texto.
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O jogo da vida
Comprei um game novo para Martin no mês passado. Uma versão nova de um jogo do Atari, aquele dos anos oitenta.
Na primeira partida já fui logo avisando:
- Se prepara que o papal era campeão nesse jogo quando tinha a sua idade.
Para minha surpresa, comecei mal, perdendo. O jogo era bem mais difícil que o Atari original. Muito botão, muito controle, tudo complicado. A minha sessão nostalgia tinha virado um desastre. Martin percebeu minha tristeza. Por sorte comecei a ganhar: driblava os asteroídes, acertava a navezinha, chegava na segunda fase. Não consegui disfarçar minha felicidade: apesar de toda essa tecnologia nova, eu ainda chegava lá.
Virou quase um ritual: Martin chegava da escola e já partíamos pro game. Ele até que ia bem, mas no final minha experiência e habilidade falavam mais alto. Mesmo perdendo, ele parecia gostar muito do jogo.
Até pensei em entregar algumas partidas, mas achei que isso não seria certo para a formação do menino e também não seria justo comigo: era a minha chance de fazer bonito com algo que o Martín dá valor.
Até que no fim da semana a minha mulher, já sem paciência após ouvir pela milésima vez detalhes sobre a quinta fase do jogo, me chamou num canto:
- Vai até o quarto do Martín, mas sem que ele note.
Fiquei espiando da porta. Martin estava no videogame com os amigos Aquele do Atari.
Ele ganhava e de lavada. Driblava todos os asteroides, acertava todas as navezinhas, já passava da vigésima fase. Um campeão de verdade.
Ao que parece, à maturidade não tem nada a ver com a idade. Tem pente que aprende cedo, tem gente que nunca aprende.
[AVERSA, Leo. Crônicas de pai. Rio de janeiro: intrínseca, 2021, p 5334-337]
Assinale a alternativa em que os dois pontos exercem função sintática distinta em relação às demais alternativas.
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O jogo da vida
Comprei um game novo para Martin no mês passado. Uma versão nova de um jogo do Atari, aquele dos anos oitenta.
Na primeira partida já fui logo avisando:
- Se prepara que o papal era campeão nesse jogo quando tinha a sua idade.
Para minha surpresa, comecei mal, perdendo. O jogo era bem mais difícil que o Atari original. Muito botão, muito controle, tudo complicado. A minha sessão nostalgia tinha virado um desastre. Martin percebeu minha tristeza. Por sorte comecei a ganhar: driblava os asteroídes, acertava a navezinha, chegava na segunda fase. Não consegui disfarçar minha felicidade: apesar de toda essa tecnologia nova, eu ainda chegava lá.
Virou quase um ritual: Martin chegava da escola e já partíamos pro game. Ele até que ia bem, mas no final minha experiência e habilidade falavam mais alto. Mesmo perdendo, ele parecia gostar muito do jogo.
Até pensei em entregar algumas partidas, mas achei que isso não seria certo para a formação do menino e também não seria justo comigo: era a minha chance de fazer bonito com algo que o Martín dá valor.
Até que no fim da semana a minha mulher, já sem paciência após ouvir pela milésima vez detalhes sobre a quinta fase do jogo, me chamou num canto:
- Vai até o quarto do Martín, mas sem que ele note.
Fiquei espiando da porta. Martin estava no videogame com os amigos Aquele do Atari.
Ele ganhava e de lavada. Driblava todos os asteroides, acertava todas as navezinhas, já passava da vigésima fase. Um campeão de verdade.
Ao que parece, à maturidade não tem nada a ver com a idade. Tem pente que aprende cedo, tem gente que nunca aprende.
[AVERSA, Leo. Crônicas de pai. Rio de janeiro: intrínseca, 2021, p 5334-337]
Assinale o que não é correto sobre à proposição “Tem gente que aprende cedo, tem gente que nunca aprende."
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O jogo da vida
Comprei um game novo para Martin no mês passado. Uma versão nova de um jogo do Atari, aquele dos anos oitenta.
Na primeira partida já fui logo avisando:
- Se prepara que o papal era campeão nesse jogo quando tinha a sua idade.
Para minha surpresa, comecei mal, perdendo. O jogo era bem mais difícil que o Atari original. Muito botão, muito controle, tudo complicado. A minha sessão nostalgia tinha virado um desastre. Martin percebeu minha tristeza. Por sorte comecei a ganhar: driblava os asteroídes, acertava a navezinha, chegava na segunda fase. Não consegui disfarçar minha felicidade: apesar de toda essa tecnologia nova, eu ainda chegava lá.
Virou quase um ritual: Martin chegava da escola e já partíamos pro game. Ele até que ia bem, mas no final minha experiência e habilidade falavam mais alto. Mesmo perdendo, ele parecia gostar muito do jogo.
Até pensei em entregar algumas partidas, mas achei que isso não seria certo para a formação do menino e também não seria justo comigo: era a minha chance de fazer bonito com algo que o Martín dá valor.
Até que no fim da semana a minha mulher, já sem paciência após ouvir pela milésima vez detalhes sobre a quinta fase do jogo, me chamou num canto:
- Vai até o quarto do Martín, mas sem que ele note.
Fiquei espiando da porta. Martin estava no videogame com os amigos Aquele do Atari.
Ele ganhava e de lavada. Driblava todos os asteroides, acertava todas as navezinhas, já passava da vigésima fase. Um campeão de verdade.
Ao que parece, à maturidade não tem nada a ver com a idade. Tem pente que aprende cedo, tem gente que nunca aprende.
[AVERSA, Leo. Crônicas de pai. Rio de janeiro: intrínseca, 2021, p 5334-337]
Assinale a alternativa em que não há manifestação de elipse verbal na proposição do texto.
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O jogo da vida
Comprei um game novo para Martin no mês passado. Uma versão nova de um jogo do Atari, aquele dos anos oitenta.
Na primeira partida já fui logo avisando:
- Se prepara que o papal era campeão nesse jogo quando tinha a sua idade.
Para minha surpresa, comecei mal, perdendo. O jogo era bem mais difícil que o Atari original. Muito botão, muito controle, tudo complicado. A minha sessão nostalgia tinha virado um desastre. Martin percebeu minha tristeza. Por sorte comecei a ganhar: driblava os asteroídes, acertava a navezinha, chegava na segunda fase. Não consegui disfarçar minha felicidade: apesar de toda essa tecnologia nova, eu ainda chegava lá.
Virou quase um ritual: Martin chegava da escola e já partíamos pro game. Ele até que ia bem, mas no final minha experiência e habilidade falavam mais alto. Mesmo perdendo, ele parecia gostar muito do jogo.
Até pensei em entregar algumas partidas, mas achei que isso não seria certo para a formação do menino e também não seria justo comigo: era a minha chance de fazer bonito com algo que o Martín dá valor.
Até que no fim da semana a minha mulher, já sem paciência após ouvir pela milésima vez detalhes sobre a quinta fase do jogo, me chamou num canto:
- Vai até o quarto do Martín, mas sem que ele note.
Fiquei espiando da porta. Martin estava no videogame com os amigos Aquele do Atari.
Ele ganhava e de lavada. Driblava todos os asteroides, acertava todas as navezinhas, já passava da vigésima fase. Um campeão de verdade.
Ao que parece, à maturidade não tem nada a ver com a idade. Tem pente que aprende cedo, tem gente que nunca aprende.
[AVERSA, Leo. Crônicas de pai. Rio de janeiro: intrínseca, 2021, p 5334-337]
Assinale a alternativa em que há manifestação de anamnese do narrador.
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O jogo da vida
Comprei um game novo para Martin no mês passado. Uma versão nova de um jogo do Atari, aquele dos anos oitenta.
Na primeira partida já fui logo avisando:
- Se prepara que o papal era campeão nesse jogo quando tinha a sua idade.
Para minha surpresa, comecei mal, perdendo. O jogo era bem mais difícil que o Atari original. Muito botão, muito controle, tudo complicado. A minha sessão nostalgia tinha virado um desastre. Martin percebeu minha tristeza. Por sorte comecei a ganhar: driblava os asteroídes, acertava a navezinha, chegava na segunda fase. Não consegui disfarçar minha felicidade: apesar de toda essa tecnologia nova, eu ainda chegava lá.
Virou quase um ritual: Martin chegava da escola e já partíamos pro game. Ele até que ia bem, mas no final minha experiência e habilidade falavam mais alto. Mesmo perdendo, ele parecia gostar muito do jogo.
Até pensei em entregar algumas partidas, mas achei que isso não seria certo para a formação do menino e também não seria justo comigo: era a minha chance de fazer bonito com algo que o Martín dá valor.
Até que no fim da semana a minha mulher, já sem paciência após ouvir pela milésima vez detalhes sobre a quinta fase do jogo, me chamou num canto:
- Vai até o quarto do Martín, mas sem que ele note.
Fiquei espiando da porta. Martin estava no videogame com os amigos Aquele do Atari.
Ele ganhava e de lavada. Driblava todos os asteroides, acertava todas as navezinhas, já passava da vigésima fase. Um campeão de verdade.
Ao que parece, à maturidade não tem nada a ver com a idade. Tem pente que aprende cedo, tem gente que nunca aprende.
[AVERSA, Leo. Crônicas de pai. Rio de janeiro: intrínseca, 2021, p 5334-337]
No texto, o narrador expressa
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: KLC
Orgão: Pref. Nova Xavantina-MT
Ele é uma entidade das matas, um moleque de cabelos compridos e vermelhos, cuja característica principal são os pés virados para trás. O personagem folclórico que se fala é:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: KLC
Orgão: Pref. Nova Xavantina-MT
A famosa obra de arte “A última ceia” foi pintada por:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: KLC
Orgão: Pref. Nova Xavantina-MT
O trecho abaixo transcrito faz parte do:
"Do Ipiranga, é preciso que o brado
Seja um grito soberbo de fé”
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