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364071 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP

BNCC e suas competências: qual aluno queremos formar?

O capítulo introdutório da Base Nacional Comum Curricular define que concepção de Educação irá orientar as escolas brasileiras. Em tempos de intensa polarização e de muitos questionamentos sobre o modelo tradicional – que falha em preparar os estudantes para os desafios da vida contemporânea –, o documento contribui para a construção de consensos sobre que pessoas queremos formar. Também orienta as instituições de ensino no sentido de preparar as novas gerações para construir o Brasil com o qual sonhamos.

Em síntese, a BNCC aponta que a Educação Básica brasileira deve promover a formação e o desenvolvimento humano global dos alunos, para que sejam capazes de construir uma sociedade mais justa, ética, democrática, responsável, inclusiva, sustentável e solidária. Isso significa orientar-se por uma concepção de Educação Integral (que não se refere ao tempo de permanência do estudante no espaço escolar ou a uma determinada modalidade de escola).

Nesse caso, Educação Integral indica promoção do desenvolvimento de crianças e jovens em todas as suas dimensões: intelectual, física, emocional, social e cultural. Esse direcionamento implica que, além dos aspectos acadêmicos, precisamos expandir a capacidade dos alunos de lidar com seu corpo e bem-estar, suas emoções e relações, sua atuação profissional e cidadã e sua identidade e repertório cultural.

No documento, o foco das escolas passa a ser não apenas a transmissão de conteúdos, mas o desenvolvimento de competências, compreendidas como a soma de conhecimentos (saberes), habilidades (capacidade de aplicar esses saberes na vida cotidiana), atitudes (força interna necessária para utilização desses conhecimentos e habilidades) e valores (aptidão para utilizar esses conhecimentos e habilidades com base em valores universais, como direitos humanos, ética, justiça social e consciência ambiental).

Nesse contexto, a Base apresenta as 10 competências gerais que se constituem em propósito final de tudo que os estudantes irão vivenciar, aprender e desenvolver da Educação Infantil até o Ensino Médio. Isso quer dizer que as escolas brasileiras continuam tendo a missão de assegurar a aprendizagem dos alunos nos componentes curriculares tradicionais, mas também deve ampliar a capacidade de lidar com pensamento crítico\( ^{I)} \), criatividade, sensibilidade cultural, diversidade, comunicação, tecnologias e cultura digital, projeto de vida, argumentação, autoconhecimento, autocuidado, emoções, empatia, colaboração, autonomia, ética, diversidade, responsabilidade, consciência socioambiental e cidadania, entre outros aspectos importantes para a vida no século 21.

Vale destacar que as competências gerais não são temas transversais, como os que se apresentavam\( ^{II)} \) nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), mas direitos essenciais a ser garantidos para cada um dos estudantes brasileiros como objetivo primordial da sua trajetória escolar. Assim como a Base tem caráter normativo e deve ser incorporada por todas as redes e instituições de ensino do país, as competências gerais também necessitam ser explicitadas nos currículos, projetos político-pedagógicos (PPP) e nas práticas cotidianas de gestores e professores.

Outro ponto a ser ressaltado é o fato das orientações que integram o capítulo introdutório da BNCC terem sido elaboradas com base em referências nacionais e internacionais, entre elas marcos legais importantes, como: a Constituição Federal; a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB); as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN); o Plano Nacional de Educação (PNE) de 2014. Todos esses documentos já indicavam que a Educação Básica no Brasil deveria promover o desenvolvimento integral dos alunos e a sua preparação para a vida, para o trabalho e para a cidadania.

As competências gerais também se orientam por estudos e tendências sobre o que os estudantes precisam aprender para lidar com os desafios do mundo atual, caracterizado por um alto nível de volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade. Ou seja, estamos preparando as novas gerações para viver em uma realidade marcada por um permanente estado de mudança, em que o futuro é incerto, os problemas são de difícil resolução e boa parte das perguntas que nos fazemos remete a um conjunto variável de respostas. Um contexto bastante diferente daquele no qual foi forjado o modelo de escola atual, em que as transformações aconteciam em passo muito menos acelerado, o que permitia planejar nosso futuro pessoal e profissional com alguma previsibilidade e ter mais clareza sobre por onde caminhar.

A Base, portanto, busca contribuir para a superação de antigos problemas da Educação brasileira, como a qualidade e a equidade, mas também alavanca transformações para tornar as escolas capazes de responder aos novos desafios que se apresentam. Nesse caso, as revisões curriculares necessitarão ser acompanhadas por mudanças mais profundas no ambiente, nas práticas pedagógicas e, principalmente, na cultura dos professores.

O processo exige\( ^{III)} \) muita disponibilidade, reflexão, formação e proposição por parte de gestores e educadores, bem como forte envolvimento dos estudantes, de suas famílias e da sociedade em geral. Afinal, mudanças culturais só ocorrem quando todos os envolvidos reconhecem a importância e participam ativamente do processo de reconstrução. O caminho será longo e árduo, mas terá papel fundamental na oferta de uma Educação Básica que faça mais sentido para os alunos e para o nosso país.

(Fonte: https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/2/bncc-e-suas-competencias-qual-alunoqueremos-

formar - adaptação)

Avalie as afirmações a seguir relativamente à regência e concordância:

I. No fragmento ‘ampliar a capacidade de lidar com pensamento crítico’, a substituição do termo sublinhado por ‘maneira de ocupar-se’ não implicaria alteração estrutural na frase, visto que ocupar-se, no contexto, é pronominal, admitindo o uso de mais de uma preposição.

II. Se o verbo ‘expor’ fosse utilizado em lugar de ‘apresentar’, assumiria a forma ‘exporiam’, causando necessidade de ajustes quanto à regência.

III. Trocando-se o verbo no fragmento ‘O processo exige’ por ‘faz exigência’, torna-se necessário adequação na estrutura da frase.

Quais estão INCORRETAS?

 

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364070 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP

Avalie as afirmações que seguem a respeito de regência:

I. A sintaxe de regência ocupa-se das relações de dependência que as palavras mantêm na frase.

II. A regência pode ser verbal ou nominal, conforme trate do regime dos verbos ou dos nomes (substantivos e adjetivos). Certos substantivos e adjetivos admitem mais de uma regência; sendo que a escolha desta ou daquela preposição deve, no entanto, obedecer às exigências da clareza e da eufonia e adequar-se aos diferentes matizes do pensamento.

III. Derivado do verbo reger ‘governar, comandar, dirigir’; em gramática, emprega-se o termo em sentido amplo e restrito. Em sentido amplo, regência equivale à subordinação em geral, em que palavras subordinam outras. Em sentido restrito, regência é a subordinação especial de complementos às palavras que os preveem na sua significação.

Quais estão corretas?

 

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364069 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP

BNCC e suas competências: qual aluno queremos formar?

O capítulo introdutório da Base Nacional Comum Curricular define que concepção de Educação irá orientar as escolas brasileiras. Em tempos de intensa polarização e de muitos questionamentos sobre o modelo tradicional – que falha em preparar os estudantes para os desafios da vida contemporânea –, o documento contribui para a construção de consensos sobre que pessoas queremos formar. Também orienta as instituições de ensino no sentido de preparar as novas gerações para construir o Brasil com o qual sonhamos.

Em síntese, a BNCC aponta que a Educação Básica brasileira deve promover a formação e o desenvolvimento humano global dos alunos, para que sejam capazes de construir uma sociedade mais justa, ética, democrática, responsável, inclusiva, sustentável e solidária. Isso significa orientar-se por uma concepção de Educação Integral (que não se refere ao tempo de permanência do estudante no espaço escolar ou a uma determinada modalidade de escola).

Nesse caso, Educação Integral indica promoção do desenvolvimento de crianças e jovens em todas as suas dimensões: intelectual, física, emocional, social e cultural. Esse direcionamento implica que, além dos aspectos acadêmicos, precisamos expandir a capacidade dos alunos de lidar com seu corpo e bem-estar, suas emoções e relações, sua atuação profissional e cidadã e sua identidade e repertório cultural.

No documento, o foco das escolas passa a ser não apenas a transmissão de conteúdos, mas o desenvolvimento de competências, compreendidas como a soma de conhecimentos (saberes), habilidades (capacidade de aplicar esses saberes na vida cotidiana), atitudes (força interna necessária para utilização desses conhecimentos e habilidades) e valores (aptidão para utilizar esses conhecimentos e habilidades com base em valores universais, como direitos humanos, ética, justiça social e consciência ambiental).

Nesse contexto, a Base apresenta as 10 competências gerais que se constituem em propósito final de tudo que os estudantes irão vivenciar, aprender e desenvolver da Educação Infantil até o Ensino Médio. Isso quer dizer que as escolas brasileiras continuam tendo a missão de assegurar a aprendizagem dos alunos nos componentes curriculares tradicionais, mas também deve ampliar a capacidade de lidar com pensamento crítico, criatividade, sensibilidade cultural, diversidade, comunicação, tecnologias e cultura digital, projeto de vida, argumentação, autoconhecimento, autocuidado, emoções, empatia, colaboração, autonomia, ética, diversidade, responsabilidade, consciência socioambiental e cidadania, entre outros aspectos importantes para a vida no século 21.

Vale destacar que as competências gerais não são temas transversais, como os que se apresentavam nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), mas direitos essenciais a ser garantidos para cada um dos estudantes brasileiros como objetivo primordial da sua trajetória escolar. Assim como a Base tem caráter normativo e deve ser incorporada por todas as redes e instituições de ensino do país, as competências gerais também necessitam ser explicitadas nos currículos, projetos político-pedagógicos (PPP) e nas práticas cotidianas de gestores e professores.

Outro ponto a ser ressaltado é o fato das orientações que integram o capítulo introdutório da BNCC terem sido elaboradas com base em referências nacionais e internacionais, entre elas marcos legais importantes, como: a Constituição Federal; a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB); as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN); o Plano Nacional de Educação (PNE) de 2014. Todos esses documentos já indicavam que a Educação Básica no Brasil deveria promover o desenvolvimento integral dos alunos e a sua preparação para a vida, para o trabalho e para a cidadania.

As competências gerais também se orientam por estudos e tendências sobre o que os estudantes precisam aprender para lidar com os desafios do mundo atual, caracterizado por um alto nível de volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade. Ou seja, estamos preparando as novas gerações para viver em uma realidade marcada por um permanente estado de mudança, em que o futuro é incerto, os problemas são de difícil resolução e boa parte das perguntas que nos fazemos remete a um conjunto variável de respostas. Um contexto bastante diferente daquele no qual foi forjado o modelo de escola atual, em que as transformações aconteciam em passo muito menos acelerado, o que permitia planejar nosso futuro pessoal e profissional com alguma previsibilidade e ter mais clareza sobre por onde caminhar.

A Base, portanto, busca contribuir para a superação de antigos problemas da Educação brasileira, como a qualidade e a equidade, mas também alavanca transformações para tornar as escolas capazes de responder aos novos desafios que se apresentam. Nesse caso, as revisões curriculares necessitarão ser acompanhadas por mudanças mais profundas no ambiente, nas práticas pedagógicas e, principalmente, na cultura dos professores.

O processo exige muita disponibilidade, reflexão, formação e proposição por parte de gestores e educadores, bem como forte envolvimento dos estudantes, de suas famílias e da sociedade em geral. Afinal, mudanças culturais só ocorrem quando todos os envolvidos reconhecem a importância e participam ativamente do processo de reconstrução. O caminho será longo e árduo, mas terá papel fundamental na oferta de uma Educação Básica que faça mais sentido para os alunos e para o nosso país.

(Fonte: https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/2/bncc-e-suas-competencias-qual-alunoqueremos-

formar - adaptação)

Analise a seguinte frase do texto: ‘para tornar as escolas capazes de responder aos novos desafios que se apresentam” e as afirmações que seguem:

I. É possível inferir, a partir do vocábulo ‘tornar’, que as escolas hoje não são capazes de responder aos novos desafios.

II. O adjetivo ‘novos’ informa ao leitor que já existem outros desafios colocados à escola.

III. É possível inferir que as escolas responderam a desafios.

Quais das afirmações acima têm suporte no fragmento retirado do texto?

 

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364068 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP

Enunciado 364068-1

Todos os textos trazem informações explícitas e outras implícitas, as quais estão pressupostas ou subentendidas. Uma leitura eficiente deve ser capaz de captar essas informações, caracterizando, dessa forma, um leitor perspicaz e capaz de ‘ler integralmente um texto’. Nesse sentido, avalie as afirmações que seguem:

I. Pressupostos são ideias não expressas explicitamente, que decorrem logicamente do sentido de certas palavras ou expressões contidas na frase; são informações indiscutíveis tanto para o falante/produtor quanto para o ouvinte/leitor.

II. Subentendidos são insinuações, não marcadas linguisticamente, contidas numa frase ou num conjunto de frases; sendo seu entendimento, sua compreensão, de responsabilidade – de compreensão – do leitor/ouvinte.

III. Pressupostos e subentendidos são recursos estilísticos utilizados no nível dos sons, das estruturas sintáticas ou de significado para dar maior valor expressivo à linguagem utilizada pelo autor do texto.

Quais estão corretas?

 

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364067 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP

BNCC e suas competências: qual aluno queremos formar?

O capítulo introdutório da Base Nacional Comum Curricular define que concepção de Educação irá orientar as escolas brasileiras. Em tempos de intensa polarização e de muitos questionamentos sobre o modelo tradicional – que falha em preparar os estudantes para os desafios da vida contemporânea –, o documento contribui para a construção de\( ^{A)} \) consensos sobre que pessoas queremos formar. Também orienta as instituições de ensino no sentido de preparar as novas gerações para construir o Brasil com o qual sonhamos.

Em síntese, a BNCC aponta que a Educação Básica brasileira deve promover a formação e o desenvolvimento humano global dos alunos\( ^{B)} \), para que sejam capazes de construir uma sociedade mais justa, ética, democrática, responsável, inclusiva, sustentável e solidária. Isso significa orientar-se por uma concepção de Educação Integral (que não se refere ao tempo de permanência do estudante no espaço escolar ou a uma determinada modalidade de escola).

Nesse caso, Educação Integral indica promoção do desenvolvimento de crianças e jovens em todas as suas dimensões: intelectual, física, emocional, social e cultural. Esse direcionamento implica que, além dos aspectos acadêmicos, precisamos expandir a capacidade dos alunos de lidar com seu corpo e bem-estar, suas emoções e relações, sua atuação profissional e cidadã e sua identidade e repertório cultural.

No documento, o foco das escolas passa a ser não apenas a transmissão de conteúdos\( ^{C)} \), mas o desenvolvimento de competências, compreendidas como a soma de conhecimentos (saberes), habilidades (capacidade de aplicar esses saberes na vida cotidiana), atitudes (força interna necessária para utilização desses conhecimentos e habilidades) e valores (aptidão para utilizar esses conhecimentos e habilidades com base em valores universais, como direitos humanos, ética, justiça social e consciência ambiental).

Nesse contexto, a Base apresenta as 10 competências gerais que se constituem em propósito final de tudo que os estudantes irão vivenciar, aprender e desenvolver da Educação Infantil até o Ensino Médio. Isso quer dizer que as escolas brasileiras continuam tendo a missão de assegurar a aprendizagem dos alunos nos componentes curriculares tradicionais, mas também deve ampliar a capacidade de lidar com pensamento crítico, criatividade, sensibilidade cultural, diversidade, comunicação, tecnologias e cultura digital, projeto de vida, argumentação, autoconhecimento, autocuidado, emoções, empatia, colaboração, autonomia, ética, diversidade, responsabilidade, consciência socioambiental e cidadania, entre outros aspectos importantes para a vida no século 21.

Vale destacar que as competências gerais não são temas transversais\( ^{D)} \), como os que se apresentavam nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), mas direitos essenciais a ser garantidos para cada um dos estudantes brasileiros como objetivo primordial da sua trajetória escolar. Assim como a Base tem caráter normativo e deve ser incorporada por todas as redes e instituições de ensino do país, as competências gerais também necessitam ser explicitadas nos currículos, projetos político-pedagógicos (PPP) e nas práticas cotidianas de gestores e professores.

Outro ponto a ser ressaltado é o fato das orientações que integram o capítulo introdutório da BNCC terem sido elaboradas com base em referências nacionais e internacionais, entre elas marcos legais importantes, como: a Constituição Federal; a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB); as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN); o Plano Nacional de Educação (PNE) de 2014. Todos esses documentos já indicavam que a Educação Básica no Brasil deveria promover o desenvolvimento integral dos alunos e a sua preparação para a vida, para o trabalho e para a cidadania.

As competências gerais também se orientam por estudos e tendências sobre o que os estudantes precisam aprender para lidar com os desafios do mundo atual, caracterizado por um alto nível de volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade. Ou seja, estamos preparando as novas gerações para viver em uma realidade marcada por um permanente estado de mudança, em que o futuro é incerto, os problemas são de difícil resolução\( ^{E)} \) e boa parte das perguntas que nos fazemos remete a um conjunto variável de respostas. Um contexto bastante diferente daquele no qual foi forjado o modelo de escola atual, em que as transformações aconteciam em passo muito menos acelerado, o que permitia planejar nosso futuro pessoal e profissional com alguma previsibilidade e ter mais clareza sobre por onde caminhar.

A Base, portanto, busca contribuir para a superação de antigos problemas da Educação brasileira, como a qualidade e a equidade, mas também alavanca transformações para tornar as escolas capazes de responder aos novos desafios que se apresentam. Nesse caso, as revisões curriculares necessitarão ser acompanhadas por mudanças mais profundas no ambiente, nas práticas pedagógicas e, principalmente, na cultura dos professores.

O processo exige muita disponibilidade, reflexão, formação e proposição por parte de gestores e educadores, bem como forte envolvimento dos estudantes, de suas famílias e da sociedade em geral. Afinal, mudanças culturais só ocorrem quando todos os envolvidos reconhecem a importância e participam ativamente do processo de reconstrução. O caminho será longo e árduo, mas terá papel fundamental na oferta de uma Educação Básica que faça mais sentido para os alunos e para o nosso país.

(Fonte: https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/2/bncc-e-suas-competencias-qual-alunoqueremos-

formar - adaptação)

Assinale a alternativa cuja frase admite conversão para a voz passiva.

 

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364066 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP

Enunciado 364066-1

Sobre vozes verbais, afirma-se que:

I. Uma variante da voz reflexiva é a que denota reciprocidade, ação mútua ou correspondida. Os verbos dessa voz, por alguns chamados recíprocos, usam-se, geralmente, no plural e podem ser reforçados pelas expressões um ao outro, reciprocamente, mutuamente.

II. Não se deve atribuir sentido reflexivo a verbos que designam sentimentos, como queixar-se, alegrar-se, arrepender-se, zangar-se, indignar-se e outros meramente pronominais. O pronome átono como que se dilui nesses verbos, dos quais é parte integrante.

III. Aos verbos que não são ativos nem passivos ou reflexivos, alguns gramáticos chamam ‘neutros’.

Quais estão corretas?

 

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364065 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP

BNCC e suas competências: qual aluno queremos formar?

O capítulo introdutório da Base Nacional Comum Curricular define que concepção de Educação irá orientar as escolas brasileiras. Em tempos de intensa polarização e de muitos questionamentos sobre o modelo tradicional – que falha em preparar os estudantes para os desafios da vida contemporânea –, o documento contribui para a construção de consensos sobre que pessoas queremos formar. Também orienta as instituições de ensino no sentido de preparar as novas gerações para construir o Brasil com o qual sonhamos.

Em síntese, a BNCC aponta que a Educação Básica brasileira deve promover a formação e o desenvolvimento humano global dos alunos, para que sejam capazes de construir uma sociedade mais justa, ética, democrática, responsável, inclusiva, sustentável e solidária. Isso significa orientar-se por uma concepção de Educação Integral (que não se refere ao tempo de permanência do estudante no espaço escolar ou a uma determinada modalidade de escola).

Nesse caso, Educação Integral indica promoção do desenvolvimento de crianças e jovens em todas as suas dimensões: intelectual,\( ^{I)} \) física, emocional, social e cultural. Esse direcionamento implica que,\( ^{II)} \) além dos aspectos acadêmicos, precisamos expandir a capacidade dos alunos de lidar com seu corpo e bem-estar,\( ^{III)} \) suas emoções e relações, sua atuação profissional e cidadã e sua identidade e repertório cultural.

No documento, o foco das escolas passa a ser não apenas a transmissão de conteúdos, mas o desenvolvimento de competências, compreendidas como a soma de conhecimentos (saberes), habilidades (capacidade de aplicar esses saberes na vida cotidiana), atitudes (força interna necessária para utilização desses conhecimentos e habilidades) e valores (aptidão para utilizar esses conhecimentos e habilidades com base em valores universais, como direitos humanos, ética, justiça social e consciência ambiental).

Nesse contexto, a Base apresenta as 10 competências gerais que se constituem em propósito final de tudo que os estudantes irão vivenciar, aprender e desenvolver da Educação Infantil até o Ensino Médio. Isso quer dizer que as escolas brasileiras continuam tendo a missão de assegurar a aprendizagem dos alunos nos componentes curriculares tradicionais, mas também deve ampliar a capacidade de lidar com pensamento crítico, criatividade, sensibilidade cultural, diversidade, comunicação, tecnologias e cultura digital, projeto de vida, argumentação, autoconhecimento, autocuidado, emoções, empatia, colaboração, autonomia, ética, diversidade, responsabilidade, consciência socioambiental e cidadania, entre outros aspectos importantes para a vida no século 21.

Vale destacar que as competências gerais não são temas transversais, como os que se apresentavam nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), mas direitos essenciais a ser garantidos para cada um dos estudantes brasileiros como objetivo primordial da sua trajetória escolar. Assim como a Base tem caráter normativo e deve ser incorporada por todas as redes e instituições de ensino do país, as competências gerais também necessitam ser explicitadas nos currículos, projetos político-pedagógicos (PPP) e nas práticas cotidianas de gestores e professores.

Outro ponto a ser ressaltado é o fato das orientações que integram o capítulo introdutório da BNCC terem sido elaboradas com base em referências nacionais e internacionais, entre elas marcos legais importantes, como: a Constituição Federal; a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB); as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN); o Plano Nacional de Educação (PNE) de 2014. Todos esses documentos já indicavam que a Educação Básica no Brasil deveria promover o desenvolvimento integral dos alunos e a sua preparação para a vida, para o trabalho e para a cidadania.

As competências gerais também se orientam por estudos e tendências sobre o que os estudantes precisam aprender para lidar com os desafios do mundo atual, caracterizado por um alto nível de volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade. Ou seja, estamos preparando as novas gerações para viver em uma realidade marcada por um permanente estado de mudança, em que o futuro é incerto, os problemas são de difícil resolução e boa parte das perguntas que nos fazemos remete a um conjunto variável de respostas. Um contexto bastante diferente daquele no qual foi forjado o modelo de escola atual, em que as transformações aconteciam em passo muito menos acelerado, o que permitia planejar nosso futuro pessoal e profissional com alguma previsibilidade e ter mais clareza sobre por onde caminhar.

A Base, portanto, busca contribuir para a superação de antigos problemas da Educação brasileira, como a qualidade e a equidade, mas também alavanca transformações para tornar as escolas capazes de responder aos novos desafios que se apresentam. Nesse caso, as revisões curriculares necessitarão ser acompanhadas por mudanças mais profundas no ambiente, nas práticas pedagógicas e, principalmente, na cultura dos professores.

O processo exige muita disponibilidade, reflexão, formação e proposição por parte de gestores e educadores, bem como forte envolvimento dos estudantes, de suas famílias e da sociedade em geral. Afinal, mudanças culturais só ocorrem quando todos os envolvidos reconhecem a importância e participam ativamente do processo de reconstrução. O caminho será longo e árduo, mas terá papel fundamental na oferta de uma Educação Básica que faça mais sentido para os alunos e para o nosso país.

(Fonte: https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/2/bncc-e-suas-competencias-qual-alunoqueremos-

formar - adaptação)

Avalie as seguintes afirmações sobre o uso de vírgulas no terceiro parágrafo do texto:

I. As três primeiras vírgulas em destaque separam palavras justapostas assindéticas, assim como as vírgulas no fragmento ‘bem-estar, suas emoções e relações, sua atuação profissional’.

II. As vírgulas em destaque podem ser suprimidas sem causar qualquer incorreção ao período.

III. Antecedendo as três ocorrências da palavra ‘e’, deveriam ser utilizadas vírgulas, visto que, todos, são termos coordenados entre si.

Quais estão corretas?

 

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364064 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP

Enunciado 364064-1

Sobre pontuação, analise as afirmações que seguem, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Conforme Cegalla, se entre o sujeito e o verbo ocorrer adjunto ou oração, com pausas obrigatórias, terá lugar a vírgula.

( ) As reticências e o ponto de exclamação, sinais gráficos subjetivos de grande poder de sugestão e ricos em matizes melódicos, são ótimos auxiliares na linguagem afetiva e poética. Seu uso, porém, é antes arbitrário, pois depende do estado emotivo do autor.

( ) Os colchetes têm a mesma finalidade que os parênteses; todavia, seu uso de restringe aos escritos de cunho didático, filológico, científico.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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364063 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP

BNCC e suas competências: qual aluno queremos formar?

O capítulo introdutório da Base Nacional Comum Curricular define que concepção de Educação irá orientar as escolas brasileiras. Em tempos de intensa polarização e de muitos questionamentos sobre o modelo tradicional – que falha em preparar os estudantes para os desafios da vida contemporânea –, o documento contribui para a construção de consensos sobre que pessoas queremos formar. Também orienta as instituições de ensino no sentido de preparar as novas gerações para construir o Brasil com o qual sonhamos.

Em síntese, a BNCC aponta que a Educação Básica brasileira deve promover a formação e o desenvolvimento humano global dos alunos, para que sejam capazes de construir uma sociedade mais justa, ética, democrática, responsável, inclusiva, sustentável e solidária. Isso significa orientar-se por uma concepção de Educação Integral (que não se refere ao tempo de permanência do estudante no espaço escolar ou a uma determinada modalidade de escola).

Nesse caso, Educação Integral indica promoção do desenvolvimento de crianças e jovens em todas as suas dimensões: intelectual, física, emocional, social e cultural. Esse direcionamento implica que, além dos aspectos acadêmicos, precisamos expandir a capacidade dos alunos de lidar com seu corpo e bem-estar, suas emoções e relações, sua atuação profissional e cidadã e sua identidade e repertório cultural.

No documento, o foco das escolas passa a ser não apenas a transmissão de conteúdos, mas o desenvolvimento de competências, compreendidas como a soma de conhecimentos (saberes), habilidades (capacidade de aplicar esses saberes na vida cotidiana), atitudes (força interna necessária para utilização desses conhecimentos e habilidades) e valores (aptidão para utilizar esses conhecimentos e habilidades com base em valores universais, como direitos humanos, ética, justiça social e consciência ambiental).

Nesse contexto, a Base apresenta as 10 competências gerais que se ......................... em propósito final de tudo que os estudantes irão vivenciar, aprender e desenvolver da Educação Infantil até o Ensino Médio. Isso quer dizer que as escolas brasileiras continuam tendo a missão de assegurar a aprendizagem dos alunos nos componentes curriculares tradicionais, mas também ...................... ampliar a capacidade de lidar com pensamento crítico, criatividade, sensibilidade cultural, diversidade, comunicação, tecnologias e cultura digital, projeto de vida, argumentação, autoconhecimento, autocuidado, emoções, empatia, colaboração, autonomia, ética, diversidade, responsabilidade, consciência socioambiental e cidadania, entre outros aspectos importantes para a vida no século 21.

Vale destacar que as competências gerais não são temas transversais, como os que se apresentavam nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), mas direitos essenciais a ser garantidos para cada um dos estudantes brasileiros como objetivo primordial da sua trajetória escolar. Assim como a Base tem caráter normativo e deve ser incorporada por todas as redes e instituições de ensino do país, as competências gerais também necessitam ser explicitadas nos currículos, projetos político-pedagógicos (PPP) e nas práticas cotidianas de gestores e professores.

Outro ponto a ser ressaltado é o fato das orientações que integram o capítulo introdutório da BNCC terem sido elaboradas com base em referências nacionais e internacionais, entre elas marcos legais importantes, como: a Constituição Federal; a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB); as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN); o Plano Nacional de Educação (PNE) de 2014. Todos esses documentos já indicavam que a Educação Básica no Brasil deveria promover o desenvolvimento integral dos alunos e a sua preparação para a vida, para o trabalho e para a cidadania.

As competências gerais também se orientam por estudos e tendências sobre o que os estudantes precisam aprender para lidar com os desafios do mundo atual, caracterizado por um alto nível de volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade. Ou seja, estamos preparando as novas gerações para viver em uma realidade marcada por um permanente estado de mudança, em que o futuro é incerto, os problemas são de difícil resolução e boa parte das perguntas que nos fazemos remete a um conjunto variável de respostas. Um contexto bastante diferente daquele no qual foi forjado o modelo de escola atual, em que as transformações aconteciam em passo muito menos acelerado, o que permitia planejar nosso futuro pessoal e profissional com alguma previsibilidade e ter mais clareza sobre por onde caminhar.

A Base, portanto, busca contribuir para a superação de antigos problemas da Educação brasileira, como a qualidade e a equidade, mas também alavanca transformações para tornar as escolas capazes de responder aos novos desafios que se apresentam. Nesse caso, as revisões curriculares necessitarão ser acompanhadas por mudanças mais profundas no ambiente, nas práticas pedagógicas e, principalmente, na cultura dos professores.

O processo exige muita disponibilidade, reflexão, formação e proposição por parte de gestores e educadores, bem como forte envolvimento dos estudantes, de suas famílias e da sociedade em geral. Afinal, mudanças culturais só ocorrem quando todos os envolvidos reconhecem a importância e participam ativamente do processo de reconstrução. O caminho será longo e árduo, mas terá papel fundamental na oferta de uma Educação Básica que faça mais sentido para os alunos e para o nosso país.

(Fonte: https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/2/bncc-e-suas-competencias-qual-alunoqueremos-

formar - adaptação)

Considerando a concordância adequada, analise as afirmações a seguir:

I. Caso a palavra ‘sociedade’ fosse passada para o plural, apenas os vocábulos que estão grafados em negrito devem, obrigatoriamente, sofrer alteração, visando à correção do período.

II. Para que se estabeleça a correta concordância, ao preencher a 1ª lacuna pontilhada com o verbo ‘constituir’, esse deverá assumir a forma ‘constituem’.

III. O verbo ‘dever’, ao completar a 2ª lacuna pontilhada, assume a forma ‘deve’ em virtude de o sujeito ser representado pelo termo ‘a missão’.

Quais estão corretas?

 

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Questão presente nas seguintes provas
364062 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Novo Horizonte-SP

Enunciado 364062-1

Sobre concordância, avalie as afirmações que seguem:

I. Concordância é o princípio sintático segundo o qual as palavras dependentes se harmonizam, nas suas flexões, com as palavras de que dependem.

II. Adjetivos, pronomes, artigos e numerais concordam em gênero e número com os substantivos a que se referem.

III. O verbo concordará com o sujeito da oração em número e pessoa.

Quais estão corretas?

 

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