Foram encontradas 310 questões.
BNCC e suas competências: qual aluno queremos formar?
O capítulo introdutório da Base Nacional Comum Curricular define que concepção de Educação irá orientar as escolas brasileiras. Em tempos de intensa polarização e de muitos questionamentos sobre o modelo tradicional – que falha em preparar os estudantes para os desafios da vida contemporânea –, o documento contribui para a construção de sobre que pessoas queremos formar. Também orienta as instituições de ensino no sentido de preparar as novas gerações para construir o Brasil com o qual sonhamos.
Em síntese, a BNCC aponta que a Educação Básica brasileira deve promover a formação e o desenvolvimento humano global dos alunos, para que sejam capazes de construir uma sociedade mais justa, ética, democrática, responsável, inclusiva, sustentável e solidária. Isso significa orientar-se por uma concepção de Educação Integral (que não se refere ao tempo de permanência do estudante no espaço escolar ou a uma determinada modalidade de escola).
Nesse caso, Educação Integral indica promoção do desenvolvimento de crianças e jovens em todas as suas dimensões: intelectual, física, emocional, social e cultural. Esse direcionamento implica que, além dos aspectos acadêmicos, precisamos expandir a capacidade dos alunos de lidar com seu corpo e , suas emoções e relações, sua atuação profissional e cidadã e sua identidade e repertório cultural.
No documento, o foco das escolas passa a ser não apenas a transmissão de conteúdos, mas o desenvolvimento de competências, compreendidas como a soma de conhecimentos (saberes), habilidades (capacidade de aplicar esses saberes na vida cotidiana), atitudes (força interna necessária para utilização desses conhecimentos e habilidades) e valores (aptidão para utilizar esses conhecimentos e habilidades com base em valores universais, como direitos humanos, ética, justiça social e consciência ambiental).
Nesse contexto, a Base apresenta as 10 competências gerais que se constituem em propósito final de tudo que os estudantes irão vivenciar, aprender e desenvolver da Educação Infantil até o Ensino Médio. Isso quer dizer que as escolas brasileiras continuam tendo a missão de assegurar a aprendizagem dos alunos nos componentes curriculares tradicionais, mas também deve ampliar a capacidade de lidar com pensamento crítico, criatividade, sensibilidade cultural, diversidade, comunicação, tecnologias e cultura digital, projeto de vida, argumentação, , , emoções, empatia, colaboração, autonomia, ética, diversidade, responsabilidade, consciência socioambiental e cidadania, entre outros aspectos importantes para a vida no século 21.
Vale destacar que as competências gerais não são temas transversais, como os que se apresentavam nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), mas direitos essenciais a ser garantidos para cada um dos estudantes brasileiros como objetivo primordial da sua trajetória escolar. Assim como a Base tem caráter normativo e deve ser incorporada por todas as redes e instituições de ensino do país, as competências gerais também necessitam ser explicitadas nos currículos, projetos político-pedagógicos (PPP) e nas práticas cotidianas de gestores e professores.
Outro ponto a ser ressaltado é o fato das orientações que integram o capítulo introdutório da BNCC terem sido elaboradas com base em referências nacionais e internacionais, entre elas marcos legais importantes, como: a Constituição Federal; a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB); as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN); o Plano Nacional de Educação (PNE) de 2014. Todos esses documentos já indicavam que a Educação Básica no Brasil deveria promover o desenvolvimento integral dos alunos e a sua preparação para a vida, para o trabalho e para a cidadania.
As competências gerais também se orientam por estudos e tendências sobre o que os estudantes precisam aprender para lidar com os desafios do mundo atual, caracterizado por um alto nível de volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade. Ou seja, estamos preparando as novas gerações para viver em uma realidade marcada por um permanente estado de mudança, em que o futuro é incerto, os problemas são de difícil resolução e boa parte das perguntas que nos fazemos remete a um conjunto variável de respostas. Um contexto bastante diferente daquele no qual foi forjado o modelo de escola atual, em que as transformações aconteciam em passo muito menos acelerado, o que permitia planejar nosso futuro pessoal e profissional com alguma previsibilidade e ter mais clareza sobre por onde caminhar.
A Base, portanto, busca contribuir para a superação de antigos problemas da Educação brasileira, como a qualidade e a , mas também alavanca transformações para tornar as escolas capazes de responder aos novos desafios que se apresentam. Nesse caso, as revisões curriculares necessitarão ser acompanhadas por mudanças mais profundas no ambiente, nas práticas pedagógicas e, principalmente, na cultura dos professores.
O processo exige muita disponibilidade, reflexão, formação e proposição por parte de gestores e educadores, bem como forte envolvimento dos estudantes, de suas famílias e da sociedade em geral. Afinal, mudanças culturais só ocorrem quando todos os envolvidos reconhecem a importância e participam ativamente do processo de reconstrução. O caminho será longo e árduo, mas terá papel fundamental na oferta de uma Educação Básica que faça mais sentido para os alunos e para o nosso país.
(Fonte: https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/2/bncc-e-suas-competencias-qual-alunoqueremos-
formar - adaptação)
Considerando a correta grafia dos vocábulos, as lacunas tracejadas, devem ser preenchidas, respectivamente, por:
Provas

Sobre ortografia e sobre o sistema oficial vigente, avalie as afirmações que seguem:
I. As letras K, W e Y são usadas apenas em abreviaturas e como símbolos científicos de uso internacional.
II. O uso do hífen sofreu alteração apenas no caso de vocábulos terminados por uma vogal e iniciadas pelas consoantes ‘r’ ou ‘s’.
III. O fonema ‘s’, conforme o caso, pode ser representado por ‘c’, ‘ç’, ‘ss’, ‘sc’, ‘sç’, ‘x’, ‘xc’.
Quais estão corretas?
Provas
Instruções: As perguntas de 56 a 60 são relacionadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do Ensino Fundamental - Ensino de Inglês.
Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma competência específica de língua inglesa para o ensino fundamental.
Provas
Instruções: As perguntas de 56 a 60 são relacionadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do Ensino Fundamental - Ensino de Inglês.
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os eixos organizadores às suas descrições.
Coluna 1
1. Oralidade.
2. Leitura.
3. Escrita.
4. Conhecimento linguístico.
5. Dimensão intercultural.
Coluna 2
( ) Foco em práticas de uso, análise e reflexão sobre a língua, de modo contextualizado e articulado.
( ) Foco na compreensão e produção oral, com base em diferentes recursos midiáticos verbais-visuais.
( ) Foco na construção de significados, com base em gêneros verbais e híbridos escritos em língua inglesa.
( ) Foco no entendimento de inglês como língua franca, problematizando os diferentes papes da língua inglesa.
( ) Foco no aspecto processual e colaborativo do ato de escrever, partindo de textos com poucos recursos verbais até textos mais elaborados.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Provas
Instruções: As perguntas de 56 a 60 são relacionadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do Ensino Fundamental - Ensino de Inglês.
A compreensão de inglês como ‘língua franca’ implica que:
I. Há um inglês único que deve ser ensinado, buscando uma padronização cultural.
II. Variantes como ‘ain’t’ devem ser acolhidos e legitimados.
III. É preciso romper com aspectos relativos à correção, precisão e proficiência linguística.
Quais estão corretas?
Provas
Instruções: As perguntas de 56 a 60 são relacionadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do Ensino Fundamental - Ensino de Inglês.
O ensino de inglês carrega implicações importantes, quais sejam:
I. Revisão das relações entre língua, território e cultura.
II. Ampliação da visão de multiletramentos.
III. Revisão da abordagem de ensino.
Quais estão corretas?
Provas
Instruções: As perguntas de 56 a 60 são relacionadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do Ensino Fundamental - Ensino de Inglês.
Considere as seguintes assertivas sobre o ensino de inglês:
I. O aprendizado de língua inglesa possui um caráter informativo.
II. Aprender inglês significa fazer parte de um ambiente cada vez mais globalizado e plural.
III. A educação linguística é importante para que o aluno consiga entender a existente e crítica divisão pedagógica e política.
Quais estão corretas?
Provas
Instruction: Answer questions 54 to 55 based on the following image.

Source: http://www.quickmeme.com/img/9f/9f1ab34370bd24a438b586ff1bc3769012eea070808166f7e627103a837c2e3e.jpg
Consider the following statements about the image:
I. There is a word play with the meaning of ‘due’ and ‘do’.
II. It implies that when there is deadline the person will only perform an action on day s/he was expected to deliver it.
III. The image of a happy panda implicates that the person has already finished what s/he was supposed to do.
Which ones are INCORRECT?
Provas
Instruction: Answer the question based on the following image.

The words ‘due’ and ‘do’
I. can have the same pronunciation depending on the variety of English.
II. are homographs.
III. are from the same part of speech.
Which ones are correct?
Provas
Why Learning Is A New Procrastination
The tremendous world of online courses, blogs, social media, free eBooks, podcasts, and webinars provides the best ever opportunity to broaden your knowledge in almost every sphere you can imagine. Thanks to technological advancement and the instant access to the internet, everyone can now study from home. It seems like it would be foolishly not to seize this opportunity and improve your skills and knowledge. Moreover, you are kind of forced to do so since the contemporary world has raised the bar higher than ever before. It literally invited you to gather the pace and accelerate even more.
It is not surprising that, ultimately, you try to be everywhere and do everything. No doubt, you do your best to constantly gather tiny bits of information from as many channels as possible, because you are afraid that you will fall behind if you stop. After all, you enter a learning crunch mode. You do not afford to miss anything and try to read every book you could get your hands on. You listen to every single podcast your smartphone could download and take every online course your paycheck would allow to take.
All in all, you learn. As much as possible. As intense as you manage to. You learn how to write and publish a new book. You learn how to launch a successful blog. You learn how to hit your goal on Kickstarter. You learn how to build the next “unicorn”. You learn how to land a job of your dream. You learn how to successfully sell thousands of items on Amazon. You learn how to make millions of dollars in passive income.
However, the problem is that you do everything except taking action. All those activities do not take you closer to the things you want to accomplish. Better knowledge does not make you more influential, powerful, and successful unless you apply it. The key secret to success is not excessive expertise, but the ability to use it.
Knowledge is worthless unless it is applied. Needless to say that studying is crucial. However, the thing is that it should take the entirely new form now. You should stop learning from someone else’s experiences, knowledge, failures, and wins and start learning from your own mistakes, adventures, achievements, and bold actions.
Learning has become a major trend of the 21st century. Sadly, it has also become a new form of procrastination. You consciously postpone the first step justifying this by your eagerness to broaden the knowledge and learn new things. You put the start date off justifying this by your desire to pick up new skills that would help you succeed faster. You procrastinate over chasing your own aspirations because doing the things on your own and creating your own story of success is far more complicated than reading about someone else’s one. Meanwhile, no one would really reproach you for wasting your time. Also, you feel comfortable about staying within this zone of ease and convenience forever.
However, the point is that you already have and know everything you need to start off. In fact, there is nothing more you need to learn in order to take the first step. Embrace the truth. No matter how good your theoretical knowledge is, you will face a lot of obstacles while applying it. You will have to deal with issues that have never been described or covered in any book. You will have to look for the solutions and make the spontaneous decisions that no one probably has ever thought of. You will have to design your own road to success.
Transform your learning process from the continuous the procrastination into an unstoppable process of absorbing invaluable expertise based on your own experience. It might seem counterintuitive, but the old-fashioned way of learning is what holds you back. This is what makes your triumphs suck.
Constant learning, evaluating of ideas, thinking, and visualizing your journey towards your major aspirations will not take you far from the place you are now. Actions will. You can sit and research, and research, and research, while someone else is already reaping huge rewards for his or her fruitful and hard work. Stop learning now. Become bold enough to take the first step and start learning from your own experience.
Source: https://medium.com/the-coffeelicious/why-learning-is-a-new-procrastination-104b53107e8b
Consider the following statements about the ideas presented in the text:
I. Nowadays, there are many different possibilities to learn whatever you want to learn.
II. A new form of procrastination is to consume loads of knowledge but hardly ever applying it to real life.
III. Learning is only possible if it is based on other people’s experiences.
Which ones are in agreement with the text?
Provas
Caderno Container