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Foram encontradas 190 questões.

3917638 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Olhos-dÁgua-MG
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.
Texto 02 
Enunciado 4796603-1

Disponível em: https://portalantenados.com.br/noticia/. Acesso em: 9 ago. 2025

É CORRETO afirmar que os verbos do texto 02 foram usados, predominantemente, no
 

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3917637 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Olhos-dÁgua-MG
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.
Texto 02 
Enunciado 4796602-1

Disponível em: https://portalantenados.com.br/noticia/. Acesso em: 9 ago. 2025

É CORRETO afirmar que a palavra “cérebro”, no título do texto 02, encontra-se acentuada por ser
 

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3917636 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Olhos-dÁgua-MG
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.
Texto 02 
Enunciado 4796601-1

Disponível em: https://portalantenados.com.br/noticia/. Acesso em: 9 ago. 2025

É CORRETO afirmar que, na composição do texto 02,
 

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3917635 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Olhos-dÁgua-MG
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.
Texto 02 
Enunciado 4796600-1

Disponível em: https://portalantenados.com.br/noticia/. Acesso em: 9 ago. 2025

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias veiculadas no texto 02.

I- Observar e ouvir influencia a aprendizagem tanto quanto praticar e discutir.
II- Ensinar aos outros é uma das maneiras mais eficazes para a aprendizagem.
III- A discussão é uma maneira de aprender mais eficaz que somente ouvir ou ler.
IV- O ver e o ouvir são atos que auxiliam mais a aprendizagem do que a discussão.
V- A prática influencia mais a aprendizagem que a leitura e a observação apenas.

Estão CORRETAS as afirmativas
 

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3917634 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Olhos-dÁgua-MG
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão,  que a ele se refere.
Texto 01 
Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... 


    Mariana Ferrari não sai de casa sem levar consigo um bloquinho e uma caneta. Pode até parecer estranho para outras pessoas, já que o aplicativo de bloco de notas do celular ocupa muito bem essa mesma função com uma logística muito menor. Mas, para a escritora, é indiscutível: “Se não escrevo à mão, é como se não existisse registro. Escrevo em todos os cantos, em papéis que sobram no meio da sala, em cadernos, blocos. Escrevo cartas, contos, diários e imaginações soltas. É com a palavra escrita à mão no papel que o texto ganha vida.” 

    Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital. 

    No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina – como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas – e, principalmente, processos cognitivos muito importantes. 

    Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez. “O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas”, explica a neurocientista Livia Ciacci. 

    Para construir uma simples frase no papel, o cérebro precisa manter as informações ativas na mente, planejar quais palavras irá usar e como distribuí-las no espaço fornecido na folha. É uma manipulação em tempo real, responsabilidade da memória operacional (sistema cognitivo que permite armazenar e manipular informações de forma temporária para a realização de tarefas). Além disso, a escrita manual é um dos treinos mais refinados para a coordenação motora fina, em que cada letra exige movimentos únicos e precisos dos dedos e da mão, controlados por uma comunicação entre cérebro e músculos. “O cérebro precisa planejar e executar uma sequência de movimentos organizados, o que chamamos de praxia. Esse processo fortalece as vias neurais responsáveis pelo controle motor, tornando os movimentos mais precisos e eficientes não apenas para escrever, mas para uma infinidade de outras tarefas manuais”, aponta Livia. Assim, com base na neurociência, escrever à mão impacta diretamente no aprendizado e na memória.
Fonte: CUSTÓDIO, Julia. Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado.
Os verbos, no primeiro parágrafo do texto, encontram-se conjugados, predominantemente, no
 

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3917633 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Olhos-dÁgua-MG
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão,  que a ele se refere.
Texto 01 
Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... 


    Mariana Ferrari não sai de casa sem levar consigo um bloquinho e uma caneta. Pode até parecer estranho para outras pessoas, já que o aplicativo de bloco de notas do celular ocupa muito bem essa mesma função com uma logística muito menor. Mas, para a escritora, é indiscutível: “Se não escrevo à mão, é como se não existisse registro. Escrevo em todos os cantos, em papéis que sobram no meio da sala, em cadernos, blocos. Escrevo cartas, contos, diários e imaginações soltas. É com a palavra escrita à mão no papel que o texto ganha vida.” 

    Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital. 

    No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina – como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas – e, principalmente, processos cognitivos muito importantes. 

    Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez. “O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas”, explica a neurocientista Livia Ciacci. 

    Para construir uma simples frase no papel, o cérebro precisa manter as informações ativas na mente, planejar quais palavras irá usar e como distribuí-las no espaço fornecido na folha. É uma manipulação em tempo real, responsabilidade da memória operacional (sistema cognitivo que permite armazenar e manipular informações de forma temporária para a realização de tarefas). Além disso, a escrita manual é um dos treinos mais refinados para a coordenação motora fina, em que cada letra exige movimentos únicos e precisos dos dedos e da mão, controlados por uma comunicação entre cérebro e músculos. “O cérebro precisa planejar e executar uma sequência de movimentos organizados, o que chamamos de praxia. Esse processo fortalece as vias neurais responsáveis pelo controle motor, tornando os movimentos mais precisos e eficientes não apenas para escrever, mas para uma infinidade de outras tarefas manuais”, aponta Livia. Assim, com base na neurociência, escrever à mão impacta diretamente no aprendizado e na memória.
Fonte: CUSTÓDIO, Julia. Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado.
O emprego do discurso direto no texto é marcado pelo uso de
 

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3917632 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Olhos-dÁgua-MG
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão,  que a ele se refere.
Texto 01 
Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... 


    Mariana Ferrari não sai de casa sem levar consigo um bloquinho e uma caneta. Pode até parecer estranho para outras pessoas, já que o aplicativo de bloco de notas do celular ocupa muito bem essa mesma função com uma logística muito menor. Mas, para a escritora, é indiscutível: “Se não escrevo à mão, é como se não existisse registro. Escrevo em todos os cantos, em papéis que sobram no meio da sala, em cadernos, blocos. Escrevo cartas, contos, diários e imaginações soltas. É com a palavra escrita à mão no papel que o texto ganha vida.” 

    Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital. 

    No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina – como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas – e, principalmente, processos cognitivos muito importantes. 

    Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez. “O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas”, explica a neurocientista Livia Ciacci. 

    Para construir uma simples frase no papel, o cérebro precisa manter as informações ativas na mente, planejar quais palavras irá usar e como distribuí-las no espaço fornecido na folha. É uma manipulação em tempo real, responsabilidade da memória operacional (sistema cognitivo que permite armazenar e manipular informações de forma temporária para a realização de tarefas). Além disso, a escrita manual é um dos treinos mais refinados para a coordenação motora fina, em que cada letra exige movimentos únicos e precisos dos dedos e da mão, controlados por uma comunicação entre cérebro e músculos. “O cérebro precisa planejar e executar uma sequência de movimentos organizados, o que chamamos de praxia. Esse processo fortalece as vias neurais responsáveis pelo controle motor, tornando os movimentos mais precisos e eficientes não apenas para escrever, mas para uma infinidade de outras tarefas manuais”, aponta Livia. Assim, com base na neurociência, escrever à mão impacta diretamente no aprendizado e na memória.
Fonte: CUSTÓDIO, Julia. Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado.
Assinale a alternativa CORRETA, de acordo com as ideias defendidas no texto.
 

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3917631 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Olhos-dÁgua-MG
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão,  que a ele se refere.
Texto 01 
Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... 


    Mariana Ferrari não sai de casa sem levar consigo um bloquinho e uma caneta. Pode até parecer estranho para outras pessoas, já que o aplicativo de bloco de notas do celular ocupa muito bem essa mesma função com uma logística muito menor. Mas, para a escritora, é indiscutível: “Se não escrevo à mão, é como se não existisse registro. Escrevo em todos os cantos, em papéis que sobram no meio da sala, em cadernos, blocos. Escrevo cartas, contos, diários e imaginações soltas. É com a palavra escrita à mão no papel que o texto ganha vida.” 

    Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital. 

    No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina – como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas – e, principalmente, processos cognitivos muito importantes. 

    Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez. “O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas”, explica a neurocientista Livia Ciacci. 

    Para construir uma simples frase no papel, o cérebro precisa manter as informações ativas na mente, planejar quais palavras irá usar e como distribuí-las no espaço fornecido na folha. É uma manipulação em tempo real, responsabilidade da memória operacional (sistema cognitivo que permite armazenar e manipular informações de forma temporária para a realização de tarefas). Além disso, a escrita manual é um dos treinos mais refinados para a coordenação motora fina, em que cada letra exige movimentos únicos e precisos dos dedos e da mão, controlados por uma comunicação entre cérebro e músculos. “O cérebro precisa planejar e executar uma sequência de movimentos organizados, o que chamamos de praxia. Esse processo fortalece as vias neurais responsáveis pelo controle motor, tornando os movimentos mais precisos e eficientes não apenas para escrever, mas para uma infinidade de outras tarefas manuais”, aponta Livia. Assim, com base na neurociência, escrever à mão impacta diretamente no aprendizado e na memória.
Fonte: CUSTÓDIO, Julia. Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado.

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias defendidas no texto sobre o ato de escrever à mão.

I- Influencia no aprendizado e na memorização.

II- Desenvolve a coordenação motora.

III- Ativa operações cerebrais.

IV- Diminui o uso das novas tecnologias.

V- Causa demora na elaboração dos textos.

Estão CORRETAS as afirmativas

 

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Questão presente nas seguintes provas
3917630 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Olhos-dÁgua-MG
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão,  que a ele se refere.
Texto 01 
Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... 


    Mariana Ferrari não sai de casa sem levar consigo um bloquinho e uma caneta. Pode até parecer estranho para outras pessoas, já que o aplicativo de bloco de notas do celular ocupa muito bem essa mesma função com uma logística muito menor. Mas, para a escritora, é indiscutível: “Se não escrevo à mão, é como se não existisse registro. Escrevo em todos os cantos, em papéis que sobram no meio da sala, em cadernos, blocos. Escrevo cartas, contos, diários e imaginações soltas. É com a palavra escrita à mão no papel que o texto ganha vida.” 

    Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital. 

    No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina – como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas – e, principalmente, processos cognitivos muito importantes. 

    Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez. “O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas”, explica a neurocientista Livia Ciacci. 

    Para construir uma simples frase no papel, o cérebro precisa manter as informações ativas na mente, planejar quais palavras irá usar e como distribuí-las no espaço fornecido na folha. É uma manipulação em tempo real, responsabilidade da memória operacional (sistema cognitivo que permite armazenar e manipular informações de forma temporária para a realização de tarefas). Além disso, a escrita manual é um dos treinos mais refinados para a coordenação motora fina, em que cada letra exige movimentos únicos e precisos dos dedos e da mão, controlados por uma comunicação entre cérebro e músculos. “O cérebro precisa planejar e executar uma sequência de movimentos organizados, o que chamamos de praxia. Esse processo fortalece as vias neurais responsáveis pelo controle motor, tornando os movimentos mais precisos e eficientes não apenas para escrever, mas para uma infinidade de outras tarefas manuais”, aponta Livia. Assim, com base na neurociência, escrever à mão impacta diretamente no aprendizado e na memória.
Fonte: CUSTÓDIO, Julia. Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado.
No texto, a palavra “cognitivo(s)” foi usada referindo-se a
 

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Questão presente nas seguintes provas
3917629 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Olhos-dÁgua-MG
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão,  que a ele se refere.
Texto 01 
Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... 


    Mariana Ferrari não sai de casa sem levar consigo um bloquinho e uma caneta. Pode até parecer estranho para outras pessoas, já que o aplicativo de bloco de notas do celular ocupa muito bem essa mesma função com uma logística muito menor. Mas, para a escritora, é indiscutível: “Se não escrevo à mão, é como se não existisse registro. Escrevo em todos os cantos, em papéis que sobram no meio da sala, em cadernos, blocos. Escrevo cartas, contos, diários e imaginações soltas. É com a palavra escrita à mão no papel que o texto ganha vida.” 

    Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital. 

    No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina – como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas – e, principalmente, processos cognitivos muito importantes. 

    Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez. “O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas”, explica a neurocientista Livia Ciacci. 

    Para construir uma simples frase no papel, o cérebro precisa manter as informações ativas na mente, planejar quais palavras irá usar e como distribuí-las no espaço fornecido na folha. É uma manipulação em tempo real, responsabilidade da memória operacional (sistema cognitivo que permite armazenar e manipular informações de forma temporária para a realização de tarefas). Além disso, a escrita manual é um dos treinos mais refinados para a coordenação motora fina, em que cada letra exige movimentos únicos e precisos dos dedos e da mão, controlados por uma comunicação entre cérebro e músculos. “O cérebro precisa planejar e executar uma sequência de movimentos organizados, o que chamamos de praxia. Esse processo fortalece as vias neurais responsáveis pelo controle motor, tornando os movimentos mais precisos e eficientes não apenas para escrever, mas para uma infinidade de outras tarefas manuais”, aponta Livia. Assim, com base na neurociência, escrever à mão impacta diretamente no aprendizado e na memória.
Fonte: CUSTÓDIO, Julia. Escrita à mão é coisa do passado? Parece que não... Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/. Acesso em: 9 ago. 2025. Adaptado.
De acordo com o texto, escrever à mão é
 

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