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770554 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Olímpia-SP
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Leia o texto para responder a questão.

O poder do “não”

Pedrinho tinha um sorriso com dentinhos brancos e alinhados e o cabelinho repartido na lateral, inclinado da esquerda para a direita. Vestia uma camisa xadrezinha de vermelho e preto, uma calça jeans com elástico na cintura e não aparentava mais de 4 ou 5 anos. Não fosse pelo comportamento, poderia dizer que era uma graça de criança.

Numa tarde de domingo, num shopping center, Pedrinho se jogou no chão, fez birra e gritou na porta de uma loja. Queria que a mãe lhe comprasse uma dessas sandalinhas crocs com estampas de uma famosa porquinha dos desenhos animados de tevê.

A mãe ficou completamente quieta diante da situação. Depois, constrangida, ficou entre ignorar o filho ou pedir a ele, sem nenhuma firmeza, que ficasse quieto. Cara de tacho definiria bem a expressão dela. Aquela era uma criança que cresceria sem limites, alienada de tudo aquilo que signifique cordialidade, adequação, limite e respeito.

O “não” tem uma força impressionante. Não pela negativa em si, mas pelos limites que impõe. Dizer “sim” é muito mais fácil, o “sim” não machuca, não contraria, não requer explicações. É o “não” que ensina respeito, delimita espaço, dimensiona o mundo. Afinal, não vivemos sozinhos, e viver em sociedade é algo que vai sendo moldado pelo “não”. Deixar de dizer “não” é perder o compromisso com o legado para o futuro, com o respeito e a civilidade.

(Jamil Alves. O anjo Miguel – crônicas da vida que insiste em dar certo. São Paulo: Scortecci, 2018. Adaptado)

Na frase “… viver em sociedade é algo que vai sendo moldado pelo ʻnãoʼ.”, a palavra destacada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
 

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770551 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Olímpia-SP
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Leia o texto para responder a questão.

O poder do “não”

Pedrinho tinha um sorriso com dentinhos brancos e alinhados e o cabelinho repartido na lateral, inclinado da esquerda para a direita. Vestia uma camisa xadrezinha de vermelho e preto, uma calça jeans com elástico na cintura e não aparentava mais de 4 ou 5 anos. Não fosse pelo comportamento, poderia dizer que era uma graça de criança.

Numa tarde de domingo, num shopping center, Pedrinho se jogou no chão, fez birra e gritou na porta de uma loja. Queria que a mãe lhe comprasse uma dessas sandalinhas crocs com estampas de uma famosa porquinha dos desenhos animados de tevê.

A mãe ficou completamente quieta diante da situação. Depois, constrangida, ficou entre ignorar o filho ou pedir a ele, sem nenhuma firmeza, que ficasse quieto. Cara de tacho definiria bem a expressão dela. Aquela era uma criança que cresceria sem limites, alienada de tudo aquilo que signifique cordialidade, adequação, limite e respeito.

O “não” tem uma força impressionante. Não pela negativa em si, mas pelos limites que impõe. Dizer “sim” é muito mais fácil, o “sim” não machuca, não contraria, não requer explicações. É o “não” que ensina respeito, delimita espaço, dimensiona o mundo. Afinal, não vivemos sozinhos, e viver em sociedade é algo que vai sendo moldado pelo “não”. Deixar de dizer “não” é perder o compromisso com o legado para o futuro, com o respeito e a civilidade.

(Jamil Alves. O anjo Miguel – crônicas da vida que insiste em dar certo. São Paulo: Scortecci, 2018. Adaptado)

Assinale a alternativa em que há palavras ou expressões empregadas no sentido figurado.
 

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770550 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Olímpia-SP
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O poder do “não”

Pedrinho tinha um sorriso com dentinhos brancos e alinhados e o cabelinho repartido na lateral, inclinado da esquerda para a direita. Vestia uma camisa xadrezinha de vermelho e preto, uma calça jeans com elástico na cintura e não aparentava mais de 4 ou 5 anos. Não fosse pelo comportamento, poderia dizer que era uma graça de criança.

Numa tarde de domingo, num shopping center, Pedrinho se jogou no chão, fez birra e gritou na porta de uma loja. Queria que a mãe lhe comprasse uma dessas sandalinhas crocs com estampas de uma famosa porquinha dos desenhos animados de tevê.

A mãe ficou completamente quieta diante da situação. Depois, constrangida, ficou entre ignorar o filho ou pedir a ele, sem nenhuma firmeza, que ficasse quieto. Cara de tacho definiria bem a expressão dela. Aquela era uma criança que cresceria sem limites, alienada de tudo aquilo que signifique cordialidade, adequação, limite e respeito.

O “não” tem uma força impressionante. Não pela negativa em si, mas pelos limites que impõe. Dizer “sim” é muito mais fácil, o “sim” não machuca, não contraria, não requer explicações. É o “não” que ensina respeito, delimita espaço, dimensiona o mundo. Afinal, não vivemos sozinhos, e viver em sociedade é algo que vai sendo moldado pelo “não”. Deixar de dizer “não” é perder o compromisso com o legado para o futuro, com o respeito e a civilidade.

(Jamil Alves. O anjo Miguel – crônicas da vida que insiste em dar certo. São Paulo: Scortecci, 2018. Adaptado)

No trecho “… ficou entre ignorar o filho, ou pedir a ele, sem nenhuma firmeza, que ficasse quieto.”, a palavra destacada tem sentido contrário de
 

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770546 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Olímpia-SP
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O poder do “não”

Pedrinho tinha um sorriso com dentinhos brancos e alinhados e o cabelinho repartido na lateral, inclinado da esquerda para a direita. Vestia uma camisa xadrezinha de vermelho e preto, uma calça jeans com elástico na cintura e não aparentava mais de 4 ou 5 anos. Não fosse pelo comportamento, poderia dizer que era uma graça de criança.

Numa tarde de domingo, num shopping center, Pedrinho se jogou no chão, fez birra e gritou na porta de uma loja. Queria que a mãe lhe comprasse uma dessas sandalinhas crocs com estampas de uma famosa porquinha dos desenhos animados de tevê.

A mãe ficou completamente quieta diante da situação. Depois, constrangida, ficou entre ignorar o filho ou pedir a ele, sem nenhuma firmeza, que ficasse quieto. Cara de tacho definiria bem a expressão dela. Aquela era uma criança que cresceria sem limites, alienada de tudo aquilo que signifique cordialidade, adequação, limite e respeito.

O “não” tem uma força impressionante. Não pela negativa em si, mas pelos limites que impõe. Dizer “sim” é muito mais fácil, o “sim” não machuca, não contraria, não requer explicações. É o “não” que ensina respeito, delimita espaço, dimensiona o mundo. Afinal, não vivemos sozinhos, e viver em sociedade é algo que vai sendo moldado pelo “não”. Deixar de dizer “não” é perder o compromisso com o legado para o futuro, com o respeito e a civilidade.

(Jamil Alves. O anjo Miguel – crônicas da vida que insiste em dar certo. São Paulo: Scortecci, 2018. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o verbo destacado está no tempo presente.
 

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770545 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
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O poder do “não”

Pedrinho tinha um sorriso com dentinhos brancos e alinhados e o cabelinho repartido na lateral, inclinado da esquerda para a direita. Vestia uma camisa xadrezinha de vermelho e preto, uma calça jeans com elástico na cintura e não aparentava mais de 4 ou 5 anos. Não fosse pelo comportamento, poderia dizer que era uma graça de criança.

Numa tarde de domingo, num shopping center, Pedrinho se jogou no chão, fez birra e gritou na porta de uma loja. Queria que a mãe lhe comprasse uma dessas sandalinhas crocs com estampas de uma famosa porquinha dos desenhos animados de tevê.

A mãe ficou completamente quieta diante da situação. Depois, constrangida, ficou entre ignorar o filho ou pedir a ele, sem nenhuma firmeza, que ficasse quieto. Cara de tacho definiria bem a expressão dela. Aquela era uma criança que cresceria sem limites, alienada de tudo aquilo que signifique cordialidade, adequação, limite e respeito.

O “não” tem uma força impressionante. Não pela negativa em si, mas pelos limites que impõe. Dizer “sim” é muito mais fácil, o “sim” não machuca, não contraria, não requer explicações. É o “não” que ensina respeito, delimita espaço, dimensiona o mundo. Afinal, não vivemos sozinhos, e viver em sociedade é algo que vai sendo moldado pelo “não”. Deixar de dizer “não” é perder o compromisso com o legado para o futuro, com o respeito e a civilidade.

(Jamil Alves. O anjo Miguel – crônicas da vida que insiste em dar certo. São Paulo: Scortecci, 2018. Adaptado)

A leitura do último parágrafo permite afirmar que dizer “não” aos filhos
 

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770543 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
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O poder do “não”

Pedrinho tinha um sorriso com dentinhos brancos e alinhados e o cabelinho repartido na lateral, inclinado da esquerda para a direita. Vestia uma camisa xadrezinha de vermelho e preto, uma calça jeans com elástico na cintura e não aparentava mais de 4 ou 5 anos. Não fosse pelo comportamento, poderia dizer que era uma graça de criança.

Numa tarde de domingo, num shopping center, Pedrinho se jogou no chão, fez birra e gritou na porta de uma loja. Queria que a mãe lhe comprasse uma dessas sandalinhas crocs com estampas de uma famosa porquinha dos desenhos animados de tevê.

A mãe ficou completamente quieta diante da situação. Depois, constrangida, ficou entre ignorar o filho ou pedir a ele, sem nenhuma firmeza, que ficasse quieto. Cara de tacho definiria bem a expressão dela. Aquela era uma criança que cresceria sem limites, alienada de tudo aquilo que signifique cordialidade, adequação, limite e respeito.

O “não” tem uma força impressionante. Não pela negativa em si, mas pelos limites que impõe. Dizer “sim” é muito mais fácil, o “sim” não machuca, não contraria, não requer explicações. É o “não” que ensina respeito, delimita espaço, dimensiona o mundo. Afinal, não vivemos sozinhos, e viver em sociedade é algo que vai sendo moldado pelo “não”. Deixar de dizer “não” é perder o compromisso com o legado para o futuro, com o respeito e a civilidade.

(Jamil Alves. O anjo Miguel – crônicas da vida que insiste em dar certo. São Paulo: Scortecci, 2018. Adaptado)

É correto afirmar que a descrição da aparência de Pedrinho, no 1° parágrafo, revela
 

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770534 Ano: 2019
Disciplina: Português
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Orgão: Pref. Olímpia-SP
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Assinale a alternativa em que a pontuação está empregada conforme a norma-padrão da língua portuguesa.
 

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770527 Ano: 2019
Disciplina: Português
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O acento indicador da crase está empregado conforme a norma-padrão da língua portuguesa em:
 

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770522 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Olímpia-SP
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Leia o texto para responder à questão.

A difícil missão de ensinar limites

aos filhos na primeira infância

Um dos processos mais complexos que envolvem a educação dos filhos é o de ensinar limites para os pequenos desde a primeira infância. É importante que o contato das crianças com os limites seja iniciado logo nos primeiros meses de vida, quando o filho está conhecendo o mundo ao seu redor.

Com o passar do tempo, se a criança não compreender que há limites, todas as vezes em que ela for contrariada irá chorar, gritar ou fazer birra por conta da limitação apresentada pelos pais. Em ambientes públicos, esses comportamentos costumam ser bastante observados e até criticados pelas pessoas.

Se os limites forem ensinados desde que uma criança nasce, o desafio de dizer não quando elas vão crescendo fica mais fácil e as chances desse processo ser tranquilo são muito maiores.

(Disponível em: http://www.marupiara.com.br.

Acesso em 17.03.2019. Adaptado)

No trecho “… se a criança não compreender que há limites, todas as vezes em que ela for contrariada irá chorar…”, a palavra destacada estabelece sentido de
 

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770521 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
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O poder do “não”

Pedrinho tinha um sorriso com dentinhos brancos e alinhados e o cabelinho repartido na lateral, inclinado da esquerda para a direita. Vestia uma camisa xadrezinha de vermelho e preto, uma calça jeans com elástico na cintura e não aparentava mais de 4 ou 5 anos. Não fosse pelo comportamento, poderia dizer que era uma graça de criança.

Numa tarde de domingo, num shopping center, Pedrinho se jogou no chão, fez birra e gritou na porta de uma loja. Queria que a mãe lhe comprasse uma dessas sandalinhas crocs com estampas de uma famosa porquinha dos desenhos animados de tevê.

A mãe ficou completamente quieta diante da situação. Depois, constrangida, ficou entre ignorar o filho ou pedir a ele, sem nenhuma firmeza, que ficasse quieto. Cara de tacho definiria bem a expressão dela. Aquela era uma criança que cresceria sem limites, alienada de tudo aquilo que signifique cordialidade, adequação, limite e respeito.

O “não” tem uma força impressionante. Não pela negativa em si, mas pelos limites que impõe. Dizer “sim” é muito mais fácil, o “sim” não machuca, não contraria, não requer explicações. É o “não” que ensina respeito, delimita espaço, dimensiona o mundo. Afinal, não vivemos sozinhos, e viver em sociedade é algo que vai sendo moldado pelo “não”. Deixar de dizer “não” é perder o compromisso com o legado para o futuro, com o respeito e a civilidade.

(Jamil Alves. O anjo Miguel – crônicas da vida que insiste em dar certo. São Paulo: Scortecci, 2018. Adaptado)

Segundo o 3° parágrafo, pode-se afirmar que a mãe teve uma atitude
 

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