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Foram encontradas 40 questões.

1554950 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
Texto I
Sou professor a favor da decência contra o despudor, a favor da liberdade contra o autoritarismo, da autoridade contra a licenciosidade, da democracia contra a ditadura de direita ou esquerda. Sou professor a favor da luta constante contra qualquer forma de discriminação, contra dominação econômica dos indivíduos ou das classes sociais. Sou professor a favor da esperança que me anima apesar de tudo. Sou professor contra o desengano que me consome e imobiliza.
(Freire, 2000, p. 115-116.)
Texto II
A educação em direitos humanos pode definir-se como um conjunto de atividades de educação, capacitação e difusão de informação orientadas a criar uma cultura universal dos direitos humanos. Uma educação integral em direitos humanos não apenas proporciona conhecimentos sobre os direitos humanos e os mecanismos para protegê-los, mas também transmite atitudes necessárias para promover, defender e aplicar os direitos humanos na vida cotidiana. A educação em direitos humanos promove atitudes e comportamentos necessários para que se respeitem os direitos humanos de todos os membros da sociedade. [...] Tanto o que se ensina quanto o modo pelo qual se ensina devem refletir valores de direitos humanos, estimular a participação a esse respeito e fomentar entornos de aprendizagem em que não existam temores nem carências.
(Unesco, 2006, p. 1-2.)
Ser professor implica muito mais do que ter habilidades didáticas e metodológicas. Nos últimos anos, o tema dos direitos humanos nas universidades e escolas de todos os níveis tornou-se assunto corrente nas salas de aulas. Sobre esse tema, especificamente nas aulas de História, é correto afirmar que:
 

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Texto para responder à questão.
Mídias sociais ampliam oportunidades
Pesquisa internacional mostra que plataformas digitais
rompem bolha social ao democratizar experiências,
compartilhar dicas práticas e conteúdo acadêmico.
Nas ruas dos grandes centros urbanos, a cena se repete. No metrô, no ônibus, nos carros, os brasileiros transitam meio zumbis, olhos pregados na tela do celular, sem prestar muita atenção ao que acontece ao redor. Hoje 64,7% da população brasileira acima de 10 anos está conectada à internet, segundo a última Pesquisa por Amostra Nacional de Domicílios Contínua (PNAD). E 62% têm um smartphone, de acordo com estudo do Google Consumer Barometer, de 2017. Houve um boom de conectividade via celular nos últimos seis anos – em 2012, apenas 14% dos brasileiros possuíam telefones desse tipo.
“No passado, só tinham acesso à internet as classes A e B. Nos anos 1990, por exemplo, isso era coisa de jovem, estudante, branco, nerd e geralmente homem”, conta o antropólogo Juliano Spyer, autor de estudo realizado para a University College London (UCL), no Reino Unido, recém-publicado no livro Mídias sociais no Brasil emergente – Como a internet afeta a mobilidade social (Educ/UCL Press). “Foi a partir de meados dos anos 2000, por intermédio do Orkut, que a rede se popularizou.” No caso do Brasil, a estabilidade política e o desenvolvimento econômico experimentados nos últimos 20 anos propiciaram o acesso da população a computadores domésticos e dispositivos móveis, como tablets e smartphones.
Intrigado com a popularização de ferramentas de acesso à internet, Spyer dedicou-se a compreender esse processo. Em abril de 2013, fechou sua casa, em São Paulo, e se mudou para uma vila-dormitório para trabalhadores de baixa renda, com 15 mil habitantes, na Bahia, onde morou até maio de 2014. Para resguardar a identidade dos entrevistados, o pesquisador deu ao local o nome fictício de Balduíno.
Antes de iniciar a pesquisa de campo, Spyer e outros oito antropólogos passaram sete meses se preparando, sob a orientação do antropólogo e arqueólogo Daniel Miller, da UCL. Após revisar a bibliografia correlata ao tema, estabeleceram as principais questões a serem abordadas na investigação: a razão do uso das redes sociais, sua utilidade prática, o grau de interferência na educação, o papel político que desempenham e o quão aproximam – ou distanciam – as pessoas.
“Depois de seis meses em Balduíno, eu já estava integrado ao local”, conta Spyer. A partir daí, o antropólogo passou a acompanhar, via Facebook, WhatsApp e também fora da internet a vida de 250 pessoas, que espontaneamente se tornaram suas “amigas” na rede social. Para aprofundar a pesquisa, 50 delas, de distintos perfis sociais e idades, foram selecionadas de modo a refletir a população local. “Não quisemos uma pesquisa só com adolescentes porque o uso da internet por quem tem menos experiência on-line não é menos relevante”, diz Spyer.
Em Balduíno, as pessoas ganham a vida trabalhando como faxineiras, motoristas, jardineiras e cozinheiras, principalmente em hotéis e em outros negócios do polo turístico ao norte da cidade de Salvador. “Suas aspirações de consumo incluem roupas de grifes internacionais, motocicleta, carro e computador. Aliás, hoje o computador ocupa, na sala, o lugar físico e simbólico ocupado antes pela TV, para ser exibido aos amigos e vizinhos”, diz Spyer. “A pesquisa constatou que, na população de baixa renda, saber usar a internet indica que a pessoa faz parte da modernidade e tem uma capacidade de comunicação mais avançada, característica de alguém que teve alguma formação”, explica. “Mas, paradoxalmente, a comunicação digital também fortalece redes tradicionais de ajuda mútua que estavam se diluindo por causa da urbanização.”
A investigação levou Spyer a descontruir alguns estereótipos sobre o comportamento de usuários da internet que habitam as periferias das cidades brasileiras. Entre eles, o de que viveriam em realidades distintas, uma virtual e outra real. “Em meados dos anos 2000, recebia pacientes no consultório que criavam perfis falsos, completamente diferentes do que eles eram off-line”, recorda a psicanalista Patrícia Ferreira, pós-doutoranda em psicologia clínica na Universidade de São Paulo (USP). “Hoje, as postagens mudaram e surgem como a confirmação do ‘eu’ que se idealiza ser, a selfie perfeita.”
Patrícia pesquisa a apropriação política exteriorizada na retórica das mídias sociais a partir das manifestações de junho de 2013, quando explodiram protestos em todas as capitais do país, inicialmente contra o aumento das tarifas de transporte público. Utilizando ferramentas da psicanálise, ela realiza o que define como “escuta do coletivo” com informações publicadas em perfis e discussões em grupos com posições opostas. Apesar de ainda não estar concluído, o estudo tem evidenciado a função “protetora” da tela, que encoraja os usuários a dizerem o que pensam, quase sempre ignorando a responsabilidade e o efeito das palavras.
(Valéria França, edição 273. Nov. 2018. Comunicação
Educação. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/2018/11/ 19/midias-sociais-ampliam-oportunidades.)
Em “No metrô, no ônibus, nos carros, os brasileiros transitam meio zumbis, olhos pregados na tela do celular, sem prestar muita atenção ao que acontece ao redor.” , a expressão “olhos pregados na tela do celular” denota:
 

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Em relação à guerra na Síria, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para a falsas.
( ) Antes do início do conflito, muitos sírios se queixavam de um alto nível de desemprego, corrupção em larga escala, falta de liberdade política e repressão pelo governo Bashar al-Assad, que havia sucedido o seu pai, Hafez, em 2000.
( ) Adolescentes que haviam pintado mensagens revolucionárias no muro de uma escola na cidade de Deraa, no sul do país, foram presos e torturados pelas forças de segurança, provocando protestos por mais liberdade, inspirados na Primavera Árabe.
( ) O Irã, de maioria xiita, é o aliado mais próximo de Bashar al-Assad. A Síria é o principal ponto de trânsito de armamentos que o Teerã enviou para o movimento Hezbollah no Líbano – a milícia também enviou milhares de combatentes para apoiar as forças sírias.
( ) O apoio militar, financeiro e político dos EUA para o governo tem contribuído diretamente para a continuidade e a intensificação dos enfrentamentos, transformando a Síria em campo para uma guerra indireta.
A sequência está correta em
 

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A fundamentação do modelo indagativo ou de pesquisa como ferramenta de formação do professor encontra-se em sua capacidade de formular questões válidas sobre sua própria prática e se prefixar objetivos que tratem de responder a tais questões. São elementos que fundamentam tal concepção:
I. O professor é inteligente e pode propor uma pesquisa de forma competente e baseada em sua experiência.
II. Os docentes tendem a buscar dados para responder a questões relevantes e refletir sobre eles para obter respostas aos problemas do ensino.
III. Os professores desenvolvem novas formas de compreensão quando eles mesmos contribuem para formular suas próprias e recolhem seus próprios dados para responder a elas.
IV. O benchmarking educacional é uma ferramenta que possibilita a apropriação de experiências de sucesso de outras instituições.
Estão corretas as afirmativas
 

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Texto para responder à questão.
Mídias sociais ampliam oportunidades
Pesquisa internacional mostra que plataformas digitais
rompem bolha social ao democratizar experiências,
compartilhar dicas práticas e conteúdo acadêmico
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Nas ruas dos grandes centros urbanos, a cena se repete. No metrô, no ônibus, nos carros, os brasileiros transitam meio zumbis, olhos pregados na tela do celular, sem prestar muita atenção ao que acontece ao redor. Hoje 64,7% da população brasileira acima de 10 anos está conectada à internet, segundo a última Pesquisa por Amostra Nacional de Domicílios Contínua (PNAD). E 62% têm um smartphone, de acordo com estudo do Google Consumer Barometer, de 2017. Houve um boom de conectividade via celular nos últimos seis anos – em 2012, apenas 14% dos brasileiros possuíam telefones desse tipo.
“No passado, só tinham acesso à internet as classes A e B. Nos anos 1990, por exemplo, isso era coisa de jovem, estudante, branco, nerd e geralmente homem”, conta o antropólogo Juliano Spyer, autor de estudo realizado para a University College London (UCL), no Reino Unido, recém-publicado no livro Mídias sociais no Brasil emergente – Como a internet afeta a mobilidade social (Educ/UCL Press). “Foi a partir de meados dos anos 2000, por intermédio do Orkut, que a rede se popularizou.” No caso do Brasil, a estabilidade política e o desenvolvimento econômico experimentados nos últimos 20 anos propiciaram o acesso da população a computadores domésticos e dispositivos móveis, como tablets e smartphones.
Intrigado com a popularização de ferramentas de acesso à internet, Spyer dedicou-se a compreender esse processo. Em abril de 2013, fechou sua casa, em São Paulo, e se mudou para uma vila-dormitório para trabalhadores de baixa renda, com 15 mil habitantes, na Bahia, onde morou até maio de 2014. Para resguardar a identidade dos entrevistados, o pesquisador deu ao local o nome fictício de Balduíno.
Antes de iniciar a pesquisa de campo, Spyer e outros oito antropólogos passaram sete meses se preparando, sob a orientação do antropólogo e arqueólogo Daniel Miller, da UCL. Após revisar a bibliografia correlata ao tema, estabeleceram as principais questões a serem abordadas na investigação: a razão do uso das redes sociais, sua utilidade prática, o grau de interferência na educação, o papel político que desempenham e o quão aproximam – ou distanciam – as pessoas.
“Depois de seis meses em Balduíno, eu já estava integrado ao local”, conta Spyer. A partir daí, o antropólogo passou a acompanhar, via Facebook, WhatsApp e também fora da internet a vida de 250 pessoas, que espontaneamente se tornaram suas “amigas” na rede social. Para aprofundar a pesquisa, 50 delas, de distintos perfis sociais e idades, foram selecionadas de modo a refletir a população local. “Não quisemos uma pesquisa só com adolescentes porque o uso da internet por quem tem menos experiência on-line não é menos relevante”, diz Spyer.
Em Balduíno, as pessoas ganham a vida trabalhando como faxineiras, motoristas, jardineiras e cozinheiras, principalmente em hotéis e em outros negócios do polo turístico ao norte da cidade de Salvador. “Suas aspirações de consumo incluem roupas de grifes internacionais, motocicleta, carro e computador. Aliás, hoje o computador ocupa, na sala, o lugar físico e simbólico ocupado antes pela TV, para ser exibido aos amigos e vizinhos”, diz Spyer. “A pesquisa constatou que, na população de baixa renda, saber usar a internet indica que a pessoa faz parte da modernidade e tem uma capacidade de comunicação mais avançada, característica de alguém que teve alguma formação”, explica. “Mas, paradoxalmente, a comunicação digital também fortalece redes tradicionais de ajuda mútua que estavam se diluindo por causa da urbanização.”
A investigação levou Spyer a descontruir alguns estereótipos sobre o comportamento de usuários da internet que habitam as periferias das cidades brasileiras. Entre eles, o de que viveriam em realidades distintas, uma virtual e outra real. “Em meados dos anos 2000, recebia pacientes no consultório que criavam perfis falsos, completamente diferentes do que eles eram off-line”, recorda a psicanalista Patrícia Ferreira, pós-doutoranda em psicologia clínica na Universidade de São Paulo (USP). “Hoje, as postagens mudaram e surgem como a confirmação do ‘eu’ que se idealiza ser, a selfie perfeita.”
Patrícia pesquisa a apropriação política exteriorizada na retórica das mídias sociais a partir das manifestações de junho de 2013, quando explodiram protestos em todas as capitais do país, inicialmente contra o aumento das tarifas de transporte público. Utilizando ferramentas da psicanálise, ela realiza o que define como “escuta do coletivo” com informações publicadas em perfis e discussões em grupos com posições opostas. Apesar de ainda não estar concluído, o estudo tem evidenciado a função “protetora” da tela, que encoraja os usuários a dizerem o que pensam, quase sempre ignorando a responsabilidade e o efeito das palavras.
(Valéria França, edição 273. Nov. 2018. Comunicação
Educação. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/2018/11/ 19/midias-sociais-ampliam-oportunidades.)
Considerando a sintaxe do período “Pesquisa internacional mostra que plataformas digitais rompem bolha social ao democratizar experiências, compartilhar dicas práticas e conteúdo acadêmico”, pode-se afirmar que:
 

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1102607 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
Texto I
Os dois campos – escolar e acadêmico – são portadores de dinâmicas próprias, as quais se relacionam com inúmeras distâncias e dimensões, de acordo com as finalidades e especificidades de sua atuação.
(Caimi, 2008, p. 130.)
Texto II
Os documentos tornam-se importantes como um investimento ao mesmo tempo afetivo e intelectual no processo de aprendizagem, mas seu uso será equivocado, caso se pretenda que o aluno se transforme em um “pequeno historiador”; uma vez que, para os historiadores, os documentos têm outra finalidade, que não pode ser confundida com a situação de ensino de História.
(Bittencourt, 2005, p. 328.)
Ao analisar os textos e tendo em vista essa importante discussão metodológica do ensino da História, é correto inferir que:
 

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1009112 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
A Revolução Mexicana é, para a história Contemporânea do México, o que a Revolução Francesa foi para a França e a Soviética foi para a URSS. A referência mitológica do presente um talismã de legitimidade que os governos que postulam seus herdeiros esgrimem sem cessar, como certificado de origem e como promessa de um futuro desejável, sempre por realizar-se.
(CAMIN, 2002.)
A Revolução Mexicana constitui um dos momentos mais marcantes da história do século XX, tanto quanto as demais revoluções citadas em outros tempos e lugares. Tal Revolução representou, dentre outras coisas:
 

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A responsabilidade da constituição do projeto pedagógico não é apenas da direção da escola. Ao contrário, a ação administrativa na perspectiva de uma gestão democrática possibilita articular as contribuições provenientes de diferentes protagonistas, ou seja, através do diálogo e da participação na tomada de decisões há condições para a realização do trabalho coletivo. Podem obstruir sua implantação:
 

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160199 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
Com a ascensão do fascismo e do comunismo, a extrema direita e a extrema esquerda passaram a representar duas forças que disputavam entre si a tarefa de reordenar o mundo: (...) nos anos 30, os regimes fascistas, o nazismo, o stalinismo, não necessariamente identificados entre si, intercambiam febrilmente fórmulas e experiências que pretendem congelar os focos de tensão da história e resolver, definitivamente, a questão social.
(DUTRA, 1997, p. 16.)
No cenário brasileiro dos anos anteriormente citados, várias transformações estavam ocorrendo, principalmente mudanças nos padrões culturais vigentes até então. Em relação às concepções partidárias de “esquerda” e “direita”, nesse contexto, podemos destacar:
 

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160193 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
O mundo das redes sociais é relativamente novo. Os programas de redes sociais sejam pessoais, temáticos ou profissionais, na realidade não foram criados para atividades educativas, embora nas escolas se estejam usando alguns deles... A rede é mais um espaço da escola contemporânea que necessita de orientação e cuidado para se transformar em um dispositivo pedagógico.
(Gomez, 2010, p. 88-99.)
Acerca do uso da TDICs (Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação) no ensino da História, analise as afirmativas a seguir.
I. Muitos são os cuidados a serem tomados antes de se fazer o uso pedagógico das TDICs, em especial as redes sociais on-line.
II. Com essas novas tecnologias, os professores perdem o protagonismo das novas habilidades de ensino do século XXI.
III. A escola e o professor podem e devem tirar partido do interesse e uso das redes sociais pela maioria dos alunos.
IV. Uma das grandes consequências do uso das TDICs é a desterritorialização dos espaços e da comunicação.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
 

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