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Várias pessoas foram detidas nesta sexta-feira (20/09/2019), no Cairo, quando se manifestavam para exigir a renúncia do Presidente Egípcio, Abdel Fatah al-Sisi. Pequenas manifestações antigovernamentais também aconteceram durante a noite em outras cidades do país, mas a polícia rapidamente dispersou os manifestantes. Na capital, centenas de pessoas se manifestaram na Praça Tahrir, o epicentro do levante de 2011 que levou à queda do Presidente Hosni Mubarak. Considerando as manifestações no Egito, é correto afirmar que:
 

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“Permite ao empregador convocar o empregado em dias e horários alternados; não há jornada de trabalho e salário fixados. O salário será calculado com base no salário mínimo ou na remuneração de empregado regular da mesma função.” Quanto aos tipos de contrato de trabalho estabelecidos após a Reforma Trabalhista, o trecho citado refere-se à(ao):
 

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Um dos pilares da Operação Lava Jato no combate à impunidade, a prisão após condenação em segunda instância deve ser revista pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O Presidente da Corte, Dias Toffoli, decidiu marcar o julgamento definitivo do mérito de três ações que contestam a prisão de condenados pela Justiça antes de se esgotarem todos os recursos – “o trânsito em julgado”. Em relação à Operação Lava a jato, analise as afirmativas a seguir.
I. As empreiteiras concorreriam entre si, em licitações, para conseguir os contratos da Petrobras, e a estatal contrataria a empresa que aceitasse fazer a obra pelo menor preço. Neste caso, as empreiteiras se cartelizaram em um “clube” para substituir uma concorrência real por uma concorrência aparente.
II. O nome decorre do uso de uma rede de postos de combustíveis e lava a jato de automóveis para movimentar recursos ilícitos pertencentes a uma das organizações criminosas inicialmente investigadas.
III. Os operadores financeiros ou intermediários eram responsáveis não só por intermediar o pagamento da propina, mas, especialmente, por entregar a propina disfarçada de dinheiro limpo aos beneficiários.
IV. A ex-presidente Dilma Rousseff foi acusada de obstrução da Justiça ao nomear Michel Temer como Chefe da Casa Civil, na semana que ele seria intimado a depor com o intuito de garantir o foro privilegiado e, assim, esquivando do processo judicial.
Está correto o que se afirma em:
 

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A América Latina refere-se ao conjunto de países marcados pela herança colonial ibérica. Estes países possuem algumas condições comuns, como o fato de terem sido colonizados pelos países Portugal, Espanha e França. Quanto aos aspectos políticos, sociais e econômicos da América Latina, é INCORRETO afirmar que:
 

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1823514 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
Desafios no caminho de uma escola para todos
Escolhi o termo desafio como parte do título porque seu significado etimológico indica bem o que quero comentar. Ele vem do latim disfidare ou renunciar à própria fé (dis = afastamento e fides = fé). Na prática, significa aceitar concorrer novamente, mesmo imaginando-se vencedor. Isso acontece, por exemplo, quando se promulgam leis, aceitando-se os obstáculos de sua aplicação. Penso ser esse o caso ao assumirmos que a escola é para todos, quando historicamente ela se destinava à elite de alunos que aprendia e se comportava conforme suas exigências, isto é, quando era para poucos. As políticas públicas, mesmo se pretensamente resolveram o acesso à Educação, não sanaram duas questões primordiais: a aprendizagem e a convivência. Faço uma reflexão sobre alguns desafios para que a escola de hoje cumpra esses propósitos.
Um dos maiores parece ser o de adaptar o currículo do Ensino Fundamental para período integral. Essa mudança supõe rever a quantidade de conteúdos a aprender, criar contraturnos, usar tutorias, diminuir a relação entre o número de alunos e o professor, investir nas séries iniciais, melhorar as condições de trabalho docente. Essas são apenas algumas estratégias entre tantas experimentadas no enfrentamento de um grande problema: a defasagem idade-série.
Ao abrir-se para os “mais fracos”, quando antes era privilégio dos “mais fortes”, a escola deve compartilhar com a família a complexidade da Educação das crianças e dos jovens. Compartilhar significa cooperar fazendo a parte que lhe cabe, sabendo que as outras partes sempre serão da família e de outros agentes sociais ou culturais.
Em uma sociedade orientada por descobertas científicas, reconhecer a importância da tecnologia se torna uma necessidade básica. Mas para não virar refém, as questões o quê, quanto, quando, como e por quê?, relacionadas ao uso de tablet, celular ou computador na sala de aula, são essenciais. Sem negar aos estudantes o uso de seu produto mais complexo e querido, não se pode esquecer que eles precisam do contato direto com a experiência por meio de um professor, suas transmissões, as tarefas propostas por ele e seus modos de ser e de agir.
Observo que os jovens precisam também ser preparados para uma sociedade global, mas, igualmente, para uma vida cada vez mais individual, isto é, gerida por escolhas, valores e responsabilidades assumidas por cada um, ainda que seus efeitos possam alcançar a todos e ao planeta. Penso que a escola ainda não aprendeu a ensinar seus alunos a serem-si-mesmos!
Que ela revise seus hábitos – deixe de ser lugar de homogeneidade e competição, transformando-se em uma escola da diversidade e da cooperação. Que reconheça que as diferenças permitem a abertura para uma pluralidade de valores, costumes, formas de aprendizagem e desenvolvimento. Antes, Educação correspondia ao que o educador transmitia aos educandos (educação = educador). Hoje, trata-se de aprender, o que se aplica tanto a alunos quanto a professores.
É difícil mudar o olhar, comprometendo-se a trabalhar o melhor de cada aluno, professor e gestor dentro de suas possibilidades e necessidades. Para isso, temos de assumir que todos estão na escola – só falta aprenderem; e todos estão juntos – só falta saberem conviver.
(Lino de Macedo. Revista Nova Escola. Fevereiro de 2016. Com adaptações.)
No segmento “Observo que os jovens precisam também ser preparados para uma sociedade global, mas, igualmente, para uma vida cada vez mais individual (...)”, a expressão “mas” expressa ideia de:
 

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1816642 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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O digiSUS é a estratégia do Ministério da Saúde (MS) de incorporação da saúde digital (e-Saúde) como uma dimensão fundamental para o Sistema Único de Saúde (SUS). Em relação ao digiSUS, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A disponibilização e uso das informações abrangentes, de forma precisa e segura, visa à melhoria constante da qualidade dos serviços, dos processos e da atenção à saúde.
( ) Trata-se de uma iniciativa formada a partir de experiências historicamente acumuladas por um conjunto de atores (gestores, especialistas, pesquisadores, representantes de entidades e de conselhos de classe) envolvidos no desenvolvimento de Tecnologias de Comunicação e Informação (TIC) em saúde.
( ) A estratégia e-Saúde do Brasil foi embasada no método proposto pelo National eHealth Strategy Toolkit, publicado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em conjunto com a União Internacional de Telecomunicações (UIT).
( ) É possível mensurar, organizar e redistribuir a fragmentação das iniciativas do e-Saúde no SUS e aprimorar a governança da estratégia.
A sequência está correta em
 

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1813044 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
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Vários tipos de insulinas estão disponíveis para o tratamento da Diabetes mellitus, tendo variação, além da indicação, no tempo de ação e na posologia. Diante do exposto, analise as afirmativas a seguir.
I. A insulina ultrarrápida deve ser administrada imediatamente após as refeições.
II. A insulina NPH pode ser administrada pelas vias subcutânea e endovenosa.
III. A insulina regular é considerada de efeito rápido por ter seu efeito iniciado com cerca de 30 minutos após a injeção.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
 

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1751943 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
Desafios no caminho de uma escola para todos
Escolhi o termo desafio como parte do título porque seu significado etimológico indica bem o que quero comentar. Ele vem do latim disfidare ou renunciar à própria fé (dis = afastamento e fides = fé). Na prática, significa aceitar concorrer novamente, mesmo imaginando-se vencedor. Isso acontece, por exemplo, quando se promulgam leis, aceitando-se os obstáculos de sua aplicação. Penso ser esse o caso ao assumirmos que a escola é para todos, quando historicamente ela se destinava à elite de alunos que aprendia e se comportava conforme suas exigências, isto é, quando era para poucos. As políticas públicas, mesmo se pretensamente resolveram o acesso à Educação, não sanaram duas questões primordiais: a aprendizagem e a convivência. Faço uma reflexão sobre alguns desafios para que a escola de hoje cumpra esses propósitos.
Um dos maiores parece ser o de adaptar o currículo do Ensino Fundamental para período integral. Essa mudança supõe rever a quantidade de conteúdos a aprender, criar contraturnos, usar tutorias, diminuir a relação entre o número de alunos e o professor, investir nas séries iniciais, melhorar as condições de trabalho docente. Essas são apenas algumas estratégias entre tantas experimentadas no enfrentamento de um grande problema: a defasagem idade-série.
Ao abrir-se para os “mais fracos”, quando antes era privilégio dos “mais fortes”, a escola deve compartilhar com a família a complexidade da Educação das crianças e dos jovens. Compartilhar significa cooperar fazendo a parte que lhe cabe, sabendo que as outras partes sempre serão da família e de outros agentes sociais ou culturais.
Em uma sociedade orientada por descobertas científicas, reconhecer a importância da tecnologia se torna uma necessidade básica. Mas para não virar refém, as questões o quê, quanto, quando, como e por quê?, relacionadas ao uso de tablet, celular ou computador na sala de aula, são essenciais. Sem negar aos estudantes o uso de seu produto mais complexo e querido, não se pode esquecer que eles precisam do contato direto com a experiência por meio de um professor, suas transmissões, as tarefas propostas por ele e seus modos de ser e de agir.
Observo que os jovens precisam também ser preparados para uma sociedade global, mas, igualmente, para uma vida cada vez mais individual, isto é, gerida por escolhas, valores e responsabilidades assumidas por cada um, ainda que seus efeitos possam alcançar a todos e ao planeta. Penso que a escola ainda não aprendeu a ensinar seus alunos a serem-si-mesmos!
Que ela revise seus hábitos – deixe de ser lugar de homogeneidade e competição, transformando-se em uma escola da diversidade e da cooperação. Que reconheça que as diferenças permitem a abertura para uma pluralidade de valores, costumes, formas de aprendizagem e desenvolvimento. Antes, Educação correspondia ao que o educador transmitia aos educandos (educação = educador). Hoje, trata-se de aprender, o que se aplica tanto a alunos quanto a professores.
É difícil mudar o olhar, comprometendo-se a trabalhar o melhor de cada aluno, professor e gestor dentro de suas possibilidades e necessidades. Para isso, temos de assumir que todos estão na escola – só falta aprenderem; e todos estão juntos – só falta saberem conviver.
(Lino de Macedo. Revista Nova Escola. Fevereiro de 2016. Com adaptações.)
No fragmento “ As políticas públicas, mesmo se pretensamente resolveram o acesso à Educação, não sanaram duas questões primordiais: a aprendizagem e a convivência.", o termo destacado, considerando o contexto em que se encontra empregado, exprime circunstância de:
 

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1741508 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
Desafios no caminho de uma escola para todos
Escolhi o termo desafio como parte do título porque seu significado etimológico indica bem o que quero comentar. Ele vem do latim disfidare ou renunciar à própria fé (dis = afastamento e fides = fé). Na prática, significa aceitar concorrer novamente, mesmo imaginando-se vencedor. Isso acontece, por exemplo, quando se promulgam leis, aceitando-se os obstáculos de sua aplicação. Penso ser esse o caso ao assumirmos que a escola é para todos, quando historicamente ela se destinava à elite de alunos que aprendia e se comportava conforme suas exigências, isto é, quando era para poucos. As políticas públicas, mesmo se pretensamente resolveram o acesso à Educação, não sanaram duas questões primordiais: a aprendizagem e a convivência. Faço uma reflexão sobre alguns desafios para que a escola de hoje cumpra esses propósitos.
Um dos maiores parece ser o de adaptar o currículo do Ensino Fundamental para período integral. Essa mudança supõe rever a quantidade de conteúdos a aprender, criar contraturnos, usar tutorias, diminuir a relação entre o número de alunos e o professor, investir nas séries iniciais, melhorar as condições de trabalho docente. Essas são apenas algumas estratégias entre tantas experimentadas no enfrentamento de um grande problema: a defasagem idade-série.
Ao abrir-se para os “mais fracos”, quando antes era privilégio dos “mais fortes”, a escola deve compartilhar com a família a complexidade da Educação das crianças e dos jovens. Compartilhar significa cooperar fazendo a parte que lhe cabe, sabendo que as outras partes sempre serão da família e de outros agentes sociais ou culturais.
Em uma sociedade orientada por descobertas científicas, reconhecer a importância da tecnologia se torna uma necessidade básica. Mas para não virar refém, as questões o quê, quanto, quando, como e por quê?, relacionadas ao uso de tablet, celular ou computador na sala de aula, são essenciais. Sem negar aos estudantes o uso de seu produto mais complexo e querido, não se pode esquecer que eles precisam do contato direto com a experiência por meio de um professor, suas transmissões, as tarefas propostas por ele e seus modos de ser e de agir.
Observo que os jovens precisam também ser preparados para uma sociedade global, mas, igualmente, para uma vida cada vez mais individual, isto é, gerida por escolhas, valores e responsabilidades assumidas por cada um, ainda que seus efeitos possam alcançar a todos e ao planeta. Penso que a escola ainda não aprendeu a ensinar seus alunos a serem-si-mesmos!
Que ela revise seus hábitos – deixe de ser lugar de homogeneidade e competição, transformando-se em uma escola da diversidade e da cooperação. Que reconheça que as diferenças permitem a abertura para uma pluralidade de valores, costumes, formas de aprendizagem e desenvolvimento. Antes, Educação correspondia ao que o educador transmitia aos educandos (educação = educador). Hoje, trata-se de aprender, o que se aplica tanto a alunos quanto a professores.
É difícil mudar o olhar, comprometendo-se a trabalhar o melhor de cada aluno, professor e gestor dentro de suas possibilidades e necessidades. Para isso, temos de assumir que todos estão na escola – só falta aprenderem; e todos estão juntos – só falta saberem conviver.
(Lino de Macedo. Revista Nova Escola. Fevereiro de 2016. Com adaptações.)
Considerando as ideias apresentadas no texto sobre a inclusão, é possível depreender que:
 

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1732494 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
Provas:
O Ministério da Saúde recomenda que, em algumas situações, orientações sejam passadas à população para o tratamento intradomiciliar da água para o consumo humano. Quando não puder ser filtrada, uma precaução é colocar duas gotas de hipoclorito de sódio a 2,5% para cada litro de água para beber e aguardar um período de, no mínimo:
 

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