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Foram encontradas 50 questões.

3167878 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
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A tabela a seguir apresenta as notas de sete alunos em uma prova:

Aluno

Nota

Artur

5,25

Bianca

5,4

Diego

4,5

Marcos

x

Maria

y

Sara

8,4

Victor

6,75

Sabe-se que a mediana dessas notas é 6,2, que a média é 6,5, e que a maior nota é a nota de Maria. Com base nessas informações, é correto concluir que x + y é igual a

 

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3167877 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
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Talita aplicou um capital de R$ 3.000,00 em um regime de juros simples, à taxa de 1,2% ao mês. Os juros obtidos com essa aplicação foram de R$ 540,00. Então, é correto afirmar que, nessa aplicação, o capital ficou aplicado por um período de tempo correspondente a

 

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3167876 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
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Uma turma de ensino fundamental possui certa quantidade de alunos. Certo dia em que nenhum aluno faltou, a professora da turma deu para cada um dos alunos a seguinte tarefa: escrever em uma tira de papel, para cada um dos outros alunos presentes na sala, uma frase de encorajamento. Ao final da atividade, foram contadas 600 tiras de papel no total. Então, se naquele dia 2 alunos tivessem faltado, o número de tiras de papel contadas ao final da atividade teria sido

 

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3167875 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
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Bruno corta o seu cabelo a cada 3 semanas, e Pedro, a cada 5 semanas. No dia 31.12.2022, ambos cortaram o cabelo no mesmo dia. Considere que o ano de 2023 possuiu 365 dias e que uma semana corresponde a um período de 7 dias. Se ambos mantiveram as respectivas regularidades nos cortes de cabelo, o número de dias, durante o ano de 2023, em que ambos cortaram o cabelo no mesmo dia é igual a

 

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3167874 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
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Uma verba para compra de materiais escolares, no valor de R$ 4.500,00, foi dividida em partes iguais e repassada aos professores das 12 turmas do período matutino de uma escola. Cleiton, um desses professores, utilizou a parte que recebeu para comprar 19 cadernos, a R$ 18,00 cada, mais certa quantidade de lápis, a R$ 1,10 cada um, sendo que o valor total da compra correspondeu exatamente ao valor da parte da verba recebida.

Com base nessas informações, é correto concluir que o número de lápis que Cleiton adquiriu é igual a

 

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3167851 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
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Leia o texto.

Não restam mais dúvidas de que mais mudanças climáticas no país. Já anos que estudiosos da comunidade científica do mundo todo se reunindo para discutir sobre metas a . Nos meios científicos as medidas que deverão ser adotadas, diante do derretimento das geleiras.

A alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas, obedecendo à norma-padrão de concordância verbal é:

 

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3167850 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
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Assinale a alternativa cuja frase está redigida de acordo com a norma-padrão de concordância nominal.

 

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3167849 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 04 a 13.

O desafio

Vou desafiar meus leitores e minhas leitoras. É um convite a uma posição mais científica na formulação de opiniões. Meu texto de hoje tem dois objetos: um é de memória de um centenário, outro é uma metodologia de pensamento.

Começo pela metodologia. O pensamento científico tenta enfrentar o que for “preconceito”. Dentre muitos sentidos, a palavra indica um conceito surgido antes da experiência, algo que está na cabeça sem observação da realidade. O indivíduo é um evangélico fervoroso e, por causa da sua fé, evita ler um bom texto do Papa Francisco, por exemplo. Obviamente, o mesmo ocorre com o católico convicto em relação a outros credos.

Existem os que conhecem algo de uma referência, porém apenas tomaram contato com trechos, excertos, frases perdidas. Talvez Platão e a Bíblia sejam as vítimas mais frequentes desse mal. Como na parábola dos cegos que apalpam um elefante, uns imaginam que a forma do mamífero seja a de uma espada por tocarem no marfim, outro afirma ser uma parede por tocar em seu abdômen e um terceiro garante que é uma mangueira por ter encostado, exclusivamente, na tromba.

Passemos ao centenário e à união dos dois temas. A 19 de setembro de 1921, ou seja, há cem anos, nascia o recifense Paulo Reglus Neves Freire. Filho de classe média urbana, enfrentou dificuldades, porém seguiu o curso de Direito e começou a lecionar português. Seu olhar agudo esbarrava em um grande problema do Brasil: a alfabetização de adultos. Os métodos tradicionais causavam desistência. Apenas para dar uma breve indicação do tamanho do desafio: em 1906, de cada mil habitantes do Estado de Pernambuco, 193 eram alfabetizados e 807 analfabetos. Na área aproximada da então capital Rio de Janeiro, a alfabetização ultrapassava 50% da população. Éramos um país rural e com poucos leitores. Deixamos de ser um país rural...

O quadro foi mudando lentamente ao longo do século 20, sem nunca ter conseguido eliminar a gravidade do analfabetismo. Como construir uma sociedade produtiva e minimamente justa com analfabetismo, letramento imperfeito, dificuldades estruturais de leitura e de interpretação de texto?

Paulo Freire concebeu um modelo de alfabetização novo. Partiu do universo dos alunos em um célebre experimento com cortadores de cana. Empoderou os alunos que deixaram de ser receptores passivos de uma escola informativa, baseada na memória e com autoridade do professor. Escreveu sobre alguns dos seus fracassos que motivaram aperfeiçoamentos no método.

(Leandro Karnal. O Estado de S.Paulo, 19 de setembro de 2021. Adaptado)

São expressões antônimas de “fervoroso” e “convicto” (2º parágrafo):

 

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3167848 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 04 a 13.

O desafio

Vou desafiar meus leitores e minhas leitoras. É um convite a uma posição mais científica na formulação de opiniões. Meu texto de hoje tem dois objetos: um é de memória de um centenário, outro é uma metodologia de pensamento.

Começo pela metodologia. O pensamento científico tenta enfrentar o que for “preconceito”. Dentre muitos sentidos, a palavra indica um conceito surgido antes da experiência, algo que está na cabeça sem observação da realidade. O indivíduo é um evangélico fervoroso e, por causa da sua fé, evita ler um bom texto do Papa Francisco, por exemplo. Obviamente, o mesmo ocorre com o católico convicto em relação a outros credos.

Existem os que conhecem algo de uma referência, porém apenas tomaram contato com trechos, excertos, frases perdidas. Talvez Platão e a Bíblia sejam as vítimas mais frequentes desse mal. Como na parábola dos cegos que apalpam um elefante, uns imaginam que a forma do mamífero seja a de uma espada por tocarem no marfim, outro afirma ser uma parede por tocar em seu abdômen e um terceiro garante que é uma mangueira por ter encostado, exclusivamente, na tromba.

Passemos ao centenário e à união dos dois temas. A 19 de setembro de 1921, ou seja, há cem anos, nascia o recifense Paulo Reglus Neves Freire. Filho de classe média urbana, enfrentou dificuldades, porém seguiu o curso de Direito e começou a lecionar português. Seu olhar agudo esbarrava em um grande problema do Brasil: a alfabetização de adultos. Os métodos tradicionais causavam desistência. Apenas para dar uma breve indicação do tamanho do desafio: em 1906, de cada mil habitantes do Estado de Pernambuco, 193 eram alfabetizados e 807 analfabetos. Na área aproximada da então capital Rio de Janeiro, a alfabetização ultrapassava 50% da população. Éramos um país rural e com poucos leitores. Deixamos de ser um país rural...

O quadro foi mudando lentamente ao longo do século 20, sem nunca ter conseguido eliminar a gravidade do analfabetismo. Como construir uma sociedade produtiva e minimamente justa com analfabetismo, letramento imperfeito, dificuldades estruturais de leitura e de interpretação de texto?

Paulo Freire concebeu um modelo de alfabetização novo. Partiu do universo dos alunos em um célebre experimento com cortadores de cana. Empoderou os alunos que deixaram de ser receptores passivos de uma escola informativa, baseada na memória e com autoridade do professor. Escreveu sobre alguns dos seus fracassos que motivaram aperfeiçoamentos no método.

(Leandro Karnal. O Estado de S.Paulo, 19 de setembro de 2021. Adaptado)

O verbo em destaque na frase está empregado em sentido figurado em:

 

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3167847 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 04 a 13.

O desafio

Vou desafiar meus leitores e minhas leitoras. É um convite a uma posição mais científica na formulação de opiniões. Meu texto de hoje tem dois objetos: um é de memória de um centenário, outro é uma metodologia de pensamento.

Começo pela metodologia. O pensamento científico tenta enfrentar o que for “preconceito”. Dentre muitos sentidos, a palavra indica um conceito surgido antes da experiência, algo que está na cabeça sem observação da realidade. O indivíduo é um evangélico fervoroso e, por causa da sua fé, evita ler um bom texto do Papa Francisco, por exemplo. Obviamente, o mesmo ocorre com o católico convicto em relação a outros credos.

Existem os que conhecem algo de uma referência, porém apenas tomaram contato com trechos, excertos, frases perdidas. Talvez Platão e a Bíblia sejam as vítimas mais frequentes desse mal. Como na parábola dos cegos que apalpam um elefante, uns imaginam que a forma do mamífero seja a de uma espada por tocarem no marfim, outro afirma ser uma parede por tocar em seu abdômen e um terceiro garante que é uma mangueira por ter encostado, exclusivamente, na tromba.

Passemos ao centenário e à união dos dois temas. A 19 de setembro de 1921, ou seja, há cem anos, nascia o recifense Paulo Reglus Neves Freire. Filho de classe média urbana, enfrentou dificuldades, porém seguiu o curso de Direito e começou a lecionar português. Seu olhar agudo esbarrava em um grande problema do Brasil: a alfabetização de adultos. Os métodos tradicionais causavam desistência. Apenas para dar uma breve indicação do tamanho do desafio: em 1906, de cada mil habitantes do Estado de Pernambuco, 193 eram alfabetizados e 807 analfabetos. Na área aproximada da então capital Rio de Janeiro, a alfabetização ultrapassava 50% da população. Éramos um país rural e com poucos leitores. Deixamos de ser um país rural...

O quadro foi mudando lentamente ao longo do século 20, sem nunca ter conseguido eliminar a gravidade do analfabetismo. Como construir uma sociedade produtiva e minimamente justa com analfabetismo, letramento imperfeito, dificuldades estruturais de leitura e de interpretação de texto?

Paulo Freire concebeu um modelo de alfabetização novo. Partiu do universo dos alunos em um célebre experimento com cortadores de cana. Empoderou os alunos que deixaram de ser receptores passivos de uma escola informativa, baseada na memória e com autoridade do professor. Escreveu sobre alguns dos seus fracassos que motivaram aperfeiçoamentos no método.

(Leandro Karnal. O Estado de S.Paulo, 19 de setembro de 2021. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a construção entre parênteses substitui o trecho destacado no enunciado adaptado, de acordo com a norma-padrão de emprego e colocação do pronome.

 

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