Foram encontradas 295 questões.
O desejo mergulha na luz
Chamava-se Desiderio, mas desconfio que não gostava
muito desse nome. Que nem é feio – em italiano, pelo menos,
quer dizer desejo. Eu só soube por acaso que era também
Desiderio, um dia que pedi a meu irmão para levar uns livros a
ele no hospital. A moça da portaria procurou “Fernando”, não
havia nenhum. Procurou então “Severino”, e lá estava: Desiderio. Não cheguei a perguntar a ele se não gostava mesmo
do nome tão sonoro. Não soube também se chegou a ler O
apanhador no campo de centeio, que eu mandara naquela
tarde. Eu não soube, não perguntei nem disse uma porção
de coisas. Não comemos os camarões do Tirol com o doutor
Eduardo. Não houve tempo. E a gente não sabia disso.
Só o encontrei há poucos meses, no fim da primavera do
ano passado, por intermédio de Marcos Breda, que só conhece pessoas do bem, e com quem ele fazia Bailei na curva.
Nos vimos poucas vezes depois.
Foi nessa mesma tarde que percebi o quanto ele estava
frágil, embora aparentemente normal e bonito como sempre.
Mas parecia vacilar às vezes – só parecia, qualquer coisa nos
olhos, no passo –, como se fosse cair. Não caía. Por trás da
fragilidade física escondia-se uma extraordinária força.
Nos últimos tempos, falamos muito pouco diretamente.
Eu mandava recados, pedia notícias a um, a outro. As notícias eram cada vez piores, e aprendi por experiência própria
que muitas vezes a gente prefere ser deixado a sós com o
enigma do próprio corpo, quando ele começa nos devorar
feroz, incompreensível.
Soube de sua partida numa manhã gelada de inverno.
Eu acabara de voltar de um dos morros aqui perto de casa.
Então, quando me contaram, suspirei assim “que alívio, meu
Deus, que alívio”. Depois conversei com ele pedindo que fizesse boa viagem e não se preocupasse, que nós vamos
tentar continuar cuidando de nós mesmos, que não olhasse
para trás e mergulhasse na luz assim como quem se joga do
alto do trampolim numa imensa piscina azul dentro de uma
manhã alucinada de verão.
(Caio Fernando Abreu. Pequenas epifanias, 2014. Adaptado)
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O desejo mergulha na luz
Chamava-se Desiderio, mas desconfio que não gostava
muito desse nome. Que nem é feio – em italiano, pelo menos,
quer dizer desejo. Eu só soube por acaso que era também
Desiderio, um dia que pedi a meu irmão para levar uns livros a
ele no hospital. A moça da portaria procurou “Fernando”, não
havia nenhum. Procurou então “Severino”, e lá estava: Desiderio. Não cheguei a perguntar a ele se não gostava mesmo
do nome tão sonoro. Não soube também se chegou a ler O
apanhador no campo de centeio, que eu mandara naquela
tarde. Eu não soube, não perguntei nem disse uma porção
de coisas. Não comemos os camarões do Tirol com o doutor
Eduardo. Não houve tempo. E a gente não sabia disso.
Só o encontrei há poucos meses, no fim da primavera do
ano passado, por intermédio de Marcos Breda, que só conhece pessoas do bem, e com quem ele fazia Bailei na curva.
Nos vimos poucas vezes depois.
Foi nessa mesma tarde que percebi o quanto ele estava
frágil, embora aparentemente normal e bonito como sempre.
Mas parecia vacilar às vezes – só parecia, qualquer coisa nos
olhos, no passo –, como se fosse cair. Não caía. Por trás da
fragilidade física escondia-se uma extraordinária força.
Nos últimos tempos, falamos muito pouco diretamente.
Eu mandava recados, pedia notícias a um, a outro. As notícias eram cada vez piores, e aprendi por experiência própria
que muitas vezes a gente prefere ser deixado a sós com o
enigma do próprio corpo, quando ele começa nos devorar
feroz, incompreensível.
Soube de sua partida numa manhã gelada de inverno.
Eu acabara de voltar de um dos morros aqui perto de casa.
Então, quando me contaram, suspirei assim “que alívio, meu
Deus, que alívio”. Depois conversei com ele pedindo que fizesse boa viagem e não se preocupasse, que nós vamos
tentar continuar cuidando de nós mesmos, que não olhasse
para trás e mergulhasse na luz assim como quem se joga do
alto do trampolim numa imensa piscina azul dentro de uma
manhã alucinada de verão.
(Caio Fernando Abreu. Pequenas epifanias, 2014. Adaptado)
• Foi nessa mesma tarde que percebi o quanto ele estava frágil, embora aparentemente normal e bonito como sempre. (3° parágrafo)
• Depois conversei com ele pedindo que fizesse boa viagem e não se preocupasse, que nós vamos tentar continuar cuidando de nós mesmos... (5° parágrafo)
No contexto em que estão empregados, os termos destacados podem ser substituídos, correta e respectivamente, por:
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O desejo mergulha na luz
Chamava-se Desiderio, mas desconfio que não gostava
muito desse nome. Que nem é feio – em italiano, pelo menos,
quer dizer desejo. Eu só soube por acaso que era também
Desiderio, um dia que pedi a meu irmão para levar uns livros a
ele no hospital. A moça da portaria procurou “Fernando”, não
havia nenhum. Procurou então “Severino”, e lá estava: Desiderio. Não cheguei a perguntar a ele se não gostava mesmo
do nome tão sonoro. Não soube também se chegou a ler O
apanhador no campo de centeio, que eu mandara naquela
tarde. Eu não soube, não perguntei nem disse uma porção
de coisas. Não comemos os camarões do Tirol com o doutor
Eduardo. Não houve tempo. E a gente não sabia disso.
Só o encontrei há poucos meses, no fim da primavera do
ano passado, por intermédio de Marcos Breda, que só conhece pessoas do bem, e com quem ele fazia Bailei na curva.
Nos vimos poucas vezes depois.
Foi nessa mesma tarde que percebi o quanto ele estava
frágil, embora aparentemente normal e bonito como sempre.
Mas parecia vacilar às vezes – só parecia, qualquer coisa nos
olhos, no passo –, como se fosse cair. Não caía. Por trás da
fragilidade física escondia-se uma extraordinária força.
Nos últimos tempos, falamos muito pouco diretamente.
Eu mandava recados, pedia notícias a um, a outro. As notícias eram cada vez piores, e aprendi por experiência própria
que muitas vezes a gente prefere ser deixado a sós com o
enigma do próprio corpo, quando ele começa nos devorar
feroz, incompreensível.
Soube de sua partida numa manhã gelada de inverno.
Eu acabara de voltar de um dos morros aqui perto de casa.
Então, quando me contaram, suspirei assim “que alívio, meu
Deus, que alívio”. Depois conversei com ele pedindo que fizesse boa viagem e não se preocupasse, que nós vamos
tentar continuar cuidando de nós mesmos, que não olhasse
para trás e mergulhasse na luz assim como quem se joga do
alto do trampolim numa imensa piscina azul dentro de uma
manhã alucinada de verão.
(Caio Fernando Abreu. Pequenas epifanias, 2014. Adaptado)
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Chamava-se Desiderio, mas desconfio que não gostava
muito desse nome. Que nem é feio – em italiano, pelo menos,
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Desiderio, um dia que pedi a meu irmão para levar uns livros a
ele no hospital. A moça da portaria procurou “Fernando”, não
havia nenhum. Procurou então “Severino”, e lá estava: Desiderio. Não cheguei a perguntar a ele se não gostava mesmo
do nome tão sonoro. Não soube também se chegou a ler O
apanhador no campo de centeio, que eu mandara naquela
tarde. Eu não soube, não perguntei nem disse uma porção
de coisas. Não comemos os camarões do Tirol com o doutor
Eduardo. Não houve tempo. E a gente não sabia disso.
Só o encontrei há poucos meses, no fim da primavera do
ano passado, por intermédio de Marcos Breda, que só conhece pessoas do bem, e com quem ele fazia Bailei na curva.
Nos vimos poucas vezes depois.
Foi nessa mesma tarde que percebi o quanto ele estava
frágil, embora aparentemente normal e bonito como sempre.
Mas parecia vacilar às vezes – só parecia, qualquer coisa nos
olhos, no passo –, como se fosse cair. Não caía. Por trás da
fragilidade física escondia-se uma extraordinária força.
Nos últimos tempos, falamos muito pouco diretamente.
Eu mandava recados, pedia notícias a um, a outro. As notícias eram cada vez piores, e aprendi por experiência própria
que muitas vezes a gente prefere ser deixado a sós com o
enigma do próprio corpo, quando ele começa nos devorar
feroz, incompreensível.
Soube de sua partida numa manhã gelada de inverno.
Eu acabara de voltar de um dos morros aqui perto de casa.
Então, quando me contaram, suspirei assim “que alívio, meu
Deus, que alívio”. Depois conversei com ele pedindo que fizesse boa viagem e não se preocupasse, que nós vamos
tentar continuar cuidando de nós mesmos, que não olhasse
para trás e mergulhasse na luz assim como quem se joga do
alto do trampolim numa imensa piscina azul dentro de uma
manhã alucinada de verão.
(Caio Fernando Abreu. Pequenas epifanias, 2014. Adaptado)
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O desejo mergulha na luz
Chamava-se Desiderio, mas desconfio que não gostava
muito desse nome. Que nem é feio – em italiano, pelo menos,
quer dizer desejo. Eu só soube por acaso que era também
Desiderio, um dia que pedi a meu irmão para levar uns livros a
ele no hospital. A moça da portaria procurou “Fernando”, não
havia nenhum. Procurou então “Severino”, e lá estava: Desiderio. Não cheguei a perguntar a ele se não gostava mesmo
do nome tão sonoro. Não soube também se chegou a ler O
apanhador no campo de centeio, que eu mandara naquela
tarde. Eu não soube, não perguntei nem disse uma porção
de coisas. Não comemos os camarões do Tirol com o doutor
Eduardo. Não houve tempo. E a gente não sabia disso.
Só o encontrei há poucos meses, no fim da primavera do
ano passado, por intermédio de Marcos Breda, que só conhece pessoas do bem, e com quem ele fazia Bailei na curva.
Nos vimos poucas vezes depois.
Foi nessa mesma tarde que percebi o quanto ele estava
frágil, embora aparentemente normal e bonito como sempre.
Mas parecia vacilar às vezes – só parecia, qualquer coisa nos
olhos, no passo –, como se fosse cair. Não caía. Por trás da
fragilidade física escondia-se uma extraordinária força.
Nos últimos tempos, falamos muito pouco diretamente.
Eu mandava recados, pedia notícias a um, a outro. As notícias eram cada vez piores, e aprendi por experiência própria
que muitas vezes a gente prefere ser deixado a sós com o
enigma do próprio corpo, quando ele começa nos devorar
feroz, incompreensível.
Soube de sua partida numa manhã gelada de inverno.
Eu acabara de voltar de um dos morros aqui perto de casa.
Então, quando me contaram, suspirei assim “que alívio, meu
Deus, que alívio”. Depois conversei com ele pedindo que fizesse boa viagem e não se preocupasse, que nós vamos
tentar continuar cuidando de nós mesmos, que não olhasse
para trás e mergulhasse na luz assim como quem se joga do
alto do trampolim numa imensa piscina azul dentro de uma
manhã alucinada de verão.
(Caio Fernando Abreu. Pequenas epifanias, 2014. Adaptado)
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- SintaxeColocação Pronominal
- MorfologiaPronomes
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
O viés da palavra câncer: combate ao estigma
Receber um diagnóstico de câncer é uma experiência
que não vem com manual de instruções. É desafiador lidar
com a notícia e, mais ainda, se preparar para o que está por
vir. A própria palavra câncer não é uma palavra que as pessoas gostam de pronunciar, porque carrega um estigma e um
peso, decorrentes de décadas de desinformação.
O estigma se reflete em expressões cotidianas. Quem
nunca falou ou ouviu algo como “aquilo ali é um câncer para
o País”? Não vamos menosprezar a doença que é, sim, complexa e pode ser o ponto final para muitas pessoas. Porém,
precisamos ressaltar que os avanços em prevenção e tratamento são enormes e tornaram o diagnóstico cada vez mais
promissor. É hora de reduzir a carga negativa que a palavra câncer carrega, pois, além de perpetuar desinformação,
contribui para o isolamento emocional e psicológico de quem
convive ou acompanha alguém nesse processo.
Compreender o câncer e seu significado não é mais sobre viver em função da doença, mas tratá-la para viver mais
e melhor. Cada paciente, incluindo crianças e adolescentes
em formação, é um indivíduo com uma história e trajetória
únicas. Essa combinação é o que traz as melhores taxas de
cura e sobrevida.
Tratar o câncer como algo terminal ou como uma guerra
é uma violência silenciosa que abala a autoestima de quem
está em tratamento. Medo e incerteza são naturais, mas,
quando amplificados pelo estigma social, tornam-se fardos
cruéis.
O primeiro passo para mudar essa realidade é disseminar informações precisas sobre o que significa viver com câncer, destacando que essa não é mais uma condição implacável. Campanhas de conscientização são essenciais, mas
precisamos de uma transformação mais profunda e genuína
no discurso e nas atitudes diárias.
(Victor Piana. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao. Adaptado)
De acordo com a norma-padrão, as lacunas do enunciado devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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O viés da palavra câncer: combate ao estigma
Receber um diagnóstico de câncer é uma experiência
que não vem com manual de instruções. É desafiador lidar
com a notícia e, mais ainda, se preparar para o que está por
vir. A própria palavra câncer não é uma palavra que as pessoas gostam de pronunciar, porque carrega um estigma e um
peso, decorrentes de décadas de desinformação.
O estigma se reflete em expressões cotidianas. Quem
nunca falou ou ouviu algo como “aquilo ali é um câncer para
o País”? Não vamos menosprezar a doença que é, sim, complexa e pode ser o ponto final para muitas pessoas. Porém,
precisamos ressaltar que os avanços em prevenção e tratamento são enormes e tornaram o diagnóstico cada vez mais
promissor. É hora de reduzir a carga negativa que a palavra câncer carrega, pois, além de perpetuar desinformação,
contribui para o isolamento emocional e psicológico de quem
convive ou acompanha alguém nesse processo.
Compreender o câncer e seu significado não é mais sobre viver em função da doença, mas tratá-la para viver mais
e melhor. Cada paciente, incluindo crianças e adolescentes
em formação, é um indivíduo com uma história e trajetória
únicas. Essa combinação é o que traz as melhores taxas de
cura e sobrevida.
Tratar o câncer como algo terminal ou como uma guerra
é uma violência silenciosa que abala a autoestima de quem
está em tratamento. Medo e incerteza são naturais, mas,
quando amplificados pelo estigma social, tornam-se fardos
cruéis.
O primeiro passo para mudar essa realidade é disseminar informações precisas sobre o que significa viver com câncer, destacando que essa não é mais uma condição implacável. Campanhas de conscientização são essenciais, mas
precisamos de uma transformação mais profunda e genuína
no discurso e nas atitudes diárias.
(Victor Piana. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao. Adaptado)
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O viés da palavra câncer: combate ao estigma
Receber um diagnóstico de câncer é uma experiência
que não vem com manual de instruções. É desafiador lidar
com a notícia e, mais ainda, se preparar para o que está por
vir. A própria palavra câncer não é uma palavra que as pessoas gostam de pronunciar, porque carrega um estigma e um
peso, decorrentes de décadas de desinformação.
O estigma se reflete em expressões cotidianas. Quem
nunca falou ou ouviu algo como “aquilo ali é um câncer para
o País”? Não vamos menosprezar a doença que é, sim, complexa e pode ser o ponto final para muitas pessoas. Porém,
precisamos ressaltar que os avanços em prevenção e tratamento são enormes e tornaram o diagnóstico cada vez mais
promissor. É hora de reduzir a carga negativa que a palavra câncer carrega, pois, além de perpetuar desinformação,
contribui para o isolamento emocional e psicológico de quem
convive ou acompanha alguém nesse processo.
Compreender o câncer e seu significado não é mais sobre viver em função da doença, mas tratá-la para viver mais
e melhor. Cada paciente, incluindo crianças e adolescentes
em formação, é um indivíduo com uma história e trajetória
únicas. Essa combinação é o que traz as melhores taxas de
cura e sobrevida.
Tratar o câncer como algo terminal ou como uma guerra
é uma violência silenciosa que abala a autoestima de quem
está em tratamento. Medo e incerteza são naturais, mas,
quando amplificados pelo estigma social, tornam-se fardos
cruéis.
O primeiro passo para mudar essa realidade é disseminar informações precisas sobre o que significa viver com câncer, destacando que essa não é mais uma condição implacável. Campanhas de conscientização são essenciais, mas
precisamos de uma transformação mais profunda e genuína
no discurso e nas atitudes diárias.
(Victor Piana. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao. Adaptado)
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O viés da palavra câncer: combate ao estigma
Receber um diagnóstico de câncer é uma experiência
que não vem com manual de instruções. É desafiador lidar
com a notícia e, mais ainda, se preparar para o que está por
vir. A própria palavra câncer não é uma palavra que as pessoas gostam de pronunciar, porque carrega um estigma e um
peso, decorrentes de décadas de desinformação.
O estigma se reflete em expressões cotidianas. Quem
nunca falou ou ouviu algo como “aquilo ali é um câncer para
o País”? Não vamos menosprezar a doença que é, sim, complexa e pode ser o ponto final para muitas pessoas. Porém,
precisamos ressaltar que os avanços em prevenção e tratamento são enormes e tornaram o diagnóstico cada vez mais
promissor. É hora de reduzir a carga negativa que a palavra câncer carrega, pois, além de perpetuar desinformação,
contribui para o isolamento emocional e psicológico de quem
convive ou acompanha alguém nesse processo.
Compreender o câncer e seu significado não é mais sobre viver em função da doença, mas tratá-la para viver mais
e melhor. Cada paciente, incluindo crianças e adolescentes
em formação, é um indivíduo com uma história e trajetória
únicas. Essa combinação é o que traz as melhores taxas de
cura e sobrevida.
Tratar o câncer como algo terminal ou como uma guerra
é uma violência silenciosa que abala a autoestima de quem
está em tratamento. Medo e incerteza são naturais, mas,
quando amplificados pelo estigma social, tornam-se fardos
cruéis.
O primeiro passo para mudar essa realidade é disseminar informações precisas sobre o que significa viver com câncer, destacando que essa não é mais uma condição implacável. Campanhas de conscientização são essenciais, mas
precisamos de uma transformação mais profunda e genuína
no discurso e nas atitudes diárias.
(Victor Piana. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao. Adaptado)
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Considere as passagens:
• Não vamos menosprezar a doença... (2° parágrafo)
• ... além de perpetuar desinformação... (2° parágrafo)
• ... essa não é mais uma condição implacável. (5° parágrafo)
Os termos destacados significam, correta e respectivamente:
• Não vamos menosprezar a doença... (2° parágrafo)
• ... além de perpetuar desinformação... (2° parágrafo)
• ... essa não é mais uma condição implacável. (5° parágrafo)
Os termos destacados significam, correta e respectivamente:
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