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Segundo a Norma Operacional da Assistência à Saúde – NOAS-SUS 01/2002. PLANO DIRETOR DE REGIONALIZAÇÃO 4. O PDR deverá ser elaborado na perspectiva de garantir: a) O acesso dos cidadãos, o mais próximo possível de sua residência, a um conjunto de ações e serviços vinculados às seguintes responsabilidades mínimas:

Assinale a alternativa INCORRETA.

 

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Conforme a Política Nacional de Regulação do Sistema Único de Saúde – SUS. Art. 5º - A Regulação do Acesso à Assistência efetivada pela disponibilização da alternativa assistencial mais adequada à necessidade do cidadão por meio de atendimentos às urgências, consultas, leitos e outros que se fizerem necessários contempla as seguintes ações:

I - regulação médica da atenção pré-hospitalar e hospitalar às urgências.

II - controle dos leitos disponíveis e das agendas de consultas e procedimentos especializados.

III - padronização das solicitações de procedimentos por meio dos protocolos assistenciais.

Assinale a alternativa CORRETA.

 

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1578927 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Osvaldo Cruz-SP

Segundo a Portaria nº 2.436, de 21 de setembro de 2017. É prevista a implantação da Estratégia de Agentes Comunitários de Saúde nas UBS como uma possibilidade para a reorganização inicial da Atenção Básica com vistas à implantação gradual da Estratégia de Saúde da Família ou como uma forma de agregar os agentes comunitários a outras maneiras de organização da Atenção Básica. São itens necessários à implantação desta estratégia:

Assinale a alternativa INCORRETA.

 

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1578926 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Osvaldo Cruz-SP

De acordo com a Portaria nº 2.436, de 21 de setembro de 2017, Compete especificamente à Equipe do Núcleo Ampliado de Saúde da Família e Atenção Básica (Nasf- AB):

Assinale a alternativa CORRETA.

 

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1578925 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Osvaldo Cruz-SP

Mediante a Portaria nº 2.436, de 21 de setembro de 2017, item 3.4 - Tipos de Equipes: Assinale alternativa que refere-se a Equipe de Atenção Básica (Eab):

 

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Segundo a Lei Orgânica da Saúde 8080, de 19 de setembro de 1990 e suas alterações. Art. 19-I. São estabelecidos, no âmbito do Sistema Único de Saúde, o atendimento domiciliar e a internação domiciliar.

I- Na modalidade de assistência de atendimento e internação domiciliares incluem-se, principalmente, os procedimentos médicos, de enfermagem, fisioterapêuticos, psicológicos e de assistência social, entre outros necessários ao cuidado integral dos pacientes em seu domicílio.

II- O atendimento e a internação domiciliares serão realizados por equipes multidisciplinares que atuarão nos níveis da medicina preventiva, terapêutica e reabilitadora.

III- O atendimento e a internação domiciliares só poderão ser realizados por indicação médica, com expressa concordância do paciente e de sua família.

Assinale a alternativa CORRETA.

 

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1578898 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Osvaldo Cruz-SP

Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 5.

Como derrotar o raio gourmetizador

Outro dia, li a seguinte descrição num cardápio: “Fina massa crocante em forma de meia-lua, com recheio de suculenta carne bovina refogada em azeite com ervas mediterrâneas e especiarias, azeitonas chilenas selecionadas e ovos caipiras da fazenda.”

Era um pastel de carne.

Não está fácil para ninguém, todo mundo sabe. Fulaninho dá nó em pingo d’água para levar algum dindim para casa. O problema é que esse esforço de vendas pode descambar para a empulhação.

É o tal raio gourmetizador, expressão que foi consagrada nas redes sociais antes de entrar para o dicionário é bem provável que nunca entre.

No afã de seduzir potenciais clientes, o comerciante dá um tapa cosmético na mercadoria e capricha no verbo para fazer a coisa parecer melhor do que é. A palavra “gourmet”, antes vendedora para o consumidor de nariz empinado, se desgastou tanto que agora só habita a comida de entrada de metrô: churros, tapiocas, brigadeiros e coxinhas.

A criatividade do empreendedor brasileiro buscou outros adjetivos: premium, prime, afetivo, familiar, reconfortante, detox, funcional, fit, artesanal, caseiro, de verdade, de raiz. Sempre de acordo com o público-alvo, é claro. Ontem eu fui traçar um PF aqui no bairro e recebi uma água mineral personnalité. Devolvi, pois meu saldo bancário não dá para tanto.

O importante é não se deixar levar pela embromação das palavras solenes. A palavra de ordem é desgourmetizar. Vamos exorcizar o Rolando Lero que redigiu o menu. Esconjura!

É fácil: antes de pedir, examine o cardápio e reduza mentalmente o alimento gourmet a seus componentes mais básicos. Como quando você vai descrever, para uma criança, algo que ela nunca provou. Um “bronco burger angus prime cheddar melt” é um hambúrguer. Pão com acém moído, que tal? Soa glamuroso?

Vamos a mais alguns exemplos.

“Katchapuri”: esfirrão de queijo com um zoiudo por cima. Faz sucesso porque foi inventado num país remoto e por causa do storytelling – o lero-lero gourmet.

“Barca imperial de sushi”: salmão de criação e tilápia de criação com arroz.

“Tokyo lamen special bowl”: sopa de macarrão.

“Texas-style pulled pork”: sanduíche de pernil na bisnaguinha.

“Polenta morbida con coda alla vaccinara”: angu com rabada.

“Linguiça artesanal de porco caipira em pão de lenta fermentação”: calabresa de porta de estádio.

“Fettuccine de pupunha à carbonara”: palmito ralado com ovo e toucinho.

“Key lime pie”: torta de limão.

Ok, exagerei um pouco. Lancei mão de simplificações grosseiras, caricaturais. Elas excluem da equação o trabalho físico e intelectual de quem rala para entregar uma comida boa à clientela.

Que essa gente continue o bom trabalho sem cair na tentação de enrolar com expressões vazias.

Eu só quero um mundo sem água personnalité. É pedir demais?

No trecho a seguir “Elas excluem da equação o trabalho físico e intelectual de quem rala para entregar uma comida boa à clientela.”, as expressões sublinhadas classificam-se sintática e respectivamente como:

 

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1578897 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Osvaldo Cruz-SP

Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 5.

Como derrotar o raio gourmetizador

Outro dia, li a seguinte descrição num cardápio: “Fina massa crocante em forma de meia-lua, com recheio de suculenta carne bovina refogada em azeite com ervas mediterrâneas e especiarias, azeitonas chilenas selecionadas e ovos caipiras da fazenda.”

Era um pastel de carne.

Não está fácil para ninguém, todo mundo sabe. Fulaninho dá nó em pingo d’água para levar algum dindim para casa. O problema é que esse esforço de vendas pode descambar para a empulhação.

É o tal raio gourmetizador, expressão que foi consagrada nas redes sociais antes de entrar para o dicionário é bem provável que nunca entre.

No afã de seduzir potenciais clientes, o comerciante dá um tapa cosmético na mercadoria e capricha no verbo para fazer a coisa parecer melhor do que é. A palavra “gourmet”, antes vendedora para o consumidor de nariz empinado, se desgastou tanto que agora só habita a comida de entrada de metrô: churros, tapiocas, brigadeiros e coxinhas.

A criatividade do empreendedor brasileiro buscou outros adjetivos: premium, prime, afetivo, familiar, reconfortante, detox, funcional, fit, artesanal, caseiro, de verdade, de raiz. Sempre de acordo com o público-alvo, é claro. Ontem eu fui traçar um PF aqui no bairro e recebi uma água mineral personnalité. Devolvi, pois meu saldo bancário não dá para tanto.

O importante é não se deixar levar pela embromação das palavras solenes. A palavra de ordem é desgourmetizar. Vamos exorcizar o Rolando Lero que redigiu o menu. Esconjura!

É fácil: antes de pedir, examine o cardápio e reduza mentalmente o alimento gourmet a seus componentes mais básicos. Como quando você vai descrever, para uma criança, algo que ela nunca provou. Um “bronco burger angus prime cheddar melt” é um hambúrguer. Pão com acém moído, que tal? Soa glamuroso?

Vamos a mais alguns exemplos.

“Katchapuri”: esfirrão de queijo com um zoiudo por cima. Faz sucesso porque foi inventado num país remoto e por causa do storytelling – o lero-lero gourmet.

“Barca imperial de sushi”: salmão de criação e tilápia de criação com arroz.

“Tokyo lamen special bowl”: sopa de macarrão.

“Texas-style pulled pork”: sanduíche de pernil na bisnaguinha.

“Polenta morbida con coda alla vaccinara”: angu com rabada.

“Linguiça artesanal de porco caipira em pão de lenta fermentação”: calabresa de porta de estádio.

“Fettuccine de pupunha à carbonara”: palmito ralado com ovo e toucinho.

“Key lime pie”: torta de limão.

Ok, exagerei um pouco. Lancei mão de simplificações grosseiras, caricaturais. Elas excluem da equação o trabalho físico e intelectual de quem rala para entregar uma comida boa à clientela.

Que essa gente continue o bom trabalho sem cair na tentação de enrolar com expressões vazias.

Eu só quero um mundo sem água personnalité. É pedir demais?

No trecho “O importante é não se deixar levar pela embromação das palavras solenes.”, o termo sublinhado classifica-se como:

 

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1578896 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Osvaldo Cruz-SP

Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 5.

Como derrotar o raio gourmetizador

Outro dia, li a seguinte descrição num cardápio: “Fina massa crocante em forma de meia-lua, com recheio de suculenta carne bovina refogada em azeite com ervas mediterrâneas e especiarias, azeitonas chilenas selecionadas e ovos caipiras da fazenda.”

Era um pastel de carne.

Não está fácil para ninguém, todo mundo sabe. Fulaninho dá nó em pingo d’água para levar algum dindim para casa. O problema é que esse esforço de vendas pode descambar para a empulhação.

É o tal raio gourmetizador, expressão que foi consagrada nas redes sociais antes de entrar para o dicionário é bem provável que nunca entre.

No afã de seduzir potenciais clientes, o comerciante dá um tapa cosmético na mercadoria e capricha no verbo para fazer a coisa parecer melhor do que é. A palavra “gourmet”, antes vendedora para o consumidor de nariz empinado, se desgastou tanto que agora só habita a comida de entrada de metrô: churros, tapiocas, brigadeiros e coxinhas.

A criatividade do empreendedor brasileiro buscou outros adjetivos: premium, prime, afetivo, familiar, reconfortante, detox, funcional, fit, artesanal, caseiro, de verdade, de raiz. Sempre de acordo com o público-alvo, é claro. Ontem eu fui traçar um PF aqui no bairro e recebi uma água mineral personnalité. Devolvi, pois meu saldo bancário não dá para tanto.

O importante é não se deixar levar pela embromação das palavras solenes. A palavra de ordem é desgourmetizar. Vamos exorcizar o Rolando Lero que redigiu o menu. Esconjura!

É fácil: antes de pedir, examine o cardápio e reduza mentalmente o alimento gourmet a seus componentes mais básicos. Como quando você vai descrever, para uma criança, algo que ela nunca provou. Um “bronco burger angus prime cheddar melt” é um hambúrguer. Pão com acém moído, que tal? Soa glamuroso?

Vamos a mais alguns exemplos.

“Katchapuri”: esfirrão de queijo com um zoiudo por cima. Faz sucesso porque foi inventado num país remoto e por causa do storytelling – o lero-lero gourmet.

“Barca imperial de sushi”: salmão de criação e tilápia de criação com arroz.

“Tokyo lamen special bowl”: sopa de macarrão.

“Texas-style pulled pork”: sanduíche de pernil na bisnaguinha.

“Polenta morbida con coda alla vaccinara”: angu com rabada.

“Linguiça artesanal de porco caipira em pão de lenta fermentação”: calabresa de porta de estádio.

“Fettuccine de pupunha à carbonara”: palmito ralado com ovo e toucinho.

“Key lime pie”: torta de limão.

Ok, exagerei um pouco. Lancei mão de simplificações grosseiras, caricaturais. Elas excluem da equação o trabalho físico e intelectual de quem rala para entregar uma comida boa à clientela.

Que essa gente continue o bom trabalho sem cair na tentação de enrolar com expressões vazias.

Eu só quero um mundo sem água personnalité. É pedir demais?

No excerto “No afã de seduzir potenciais clientes, o comerciante dá um tapa cosmético na mercadoria e capricha no verbo para fazer a coisa parecer melhor do que é.”, o termo sublinhado poderia ser substituído, sem prejuízo de sentido, por:

 

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1578895 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Osvaldo Cruz-SP

Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 5.

Como derrotar o raio gourmetizador

Outro dia, li a seguinte descrição num cardápio: “Fina massa crocante em forma de meia-lua, com recheio de suculenta carne bovina refogada em azeite com ervas mediterrâneas e especiarias, azeitonas chilenas selecionadas e ovos caipiras da fazenda.”

Era um pastel de carne.

Não está fácil para ninguém, todo mundo sabe. Fulaninho dá nó em pingo d’água para levar algum dindim para casa. O problema é que esse esforço de vendas pode descambar para a empulhação.

É o tal raio gourmetizador, expressão que foi consagrada nas redes sociais antes de entrar para o dicionário é bem provável que nunca entre.

No afã de seduzir potenciais clientes, o comerciante dá um tapa cosmético na mercadoria e capricha no verbo para fazer a coisa parecer melhor do que é. A palavra “gourmet”, antes vendedora para o consumidor de nariz empinado, se desgastou tanto que agora só habita a comida de entrada de metrô: churros, tapiocas, brigadeiros e coxinhas.

A criatividade do empreendedor brasileiro buscou outros adjetivos: premium, prime, afetivo, familiar, reconfortante, detox, funcional, fit, artesanal, caseiro, de verdade, de raiz. Sempre de acordo com o público-alvo, é claro. Ontem eu fui traçar um PF aqui no bairro e recebi uma água mineral personnalité. Devolvi, pois meu saldo bancário não dá para tanto.

O importante é não se deixar levar pela embromação das palavras solenes. A palavra de ordem é desgourmetizar. Vamos exorcizar o Rolando Lero que redigiu o menu. Esconjura!

É fácil: antes de pedir, examine o cardápio e reduza mentalmente o alimento gourmet a seus componentes mais básicos. Como quando você vai descrever, para uma criança, algo que ela nunca provou. Um “bronco burger angus prime cheddar melt” é um hambúrguer. Pão com acém moído, que tal? Soa glamuroso?

Vamos a mais alguns exemplos.

“Katchapuri”: esfirrão de queijo com um zoiudo por cima. Faz sucesso porque foi inventado num país remoto e por causa do storytelling – o lero-lero gourmet.

“Barca imperial de sushi”: salmão de criação e tilápia de criação com arroz.

“Tokyo lamen special bowl”: sopa de macarrão.

“Texas-style pulled pork”: sanduíche de pernil na bisnaguinha.

“Polenta morbida con coda alla vaccinara”: angu com rabada.

“Linguiça artesanal de porco caipira em pão de lenta fermentação”: calabresa de porta de estádio.

“Fettuccine de pupunha à carbonara”: palmito ralado com ovo e toucinho.

“Key lime pie”: torta de limão.

Ok, exagerei um pouco. Lancei mão de simplificações grosseiras, caricaturais. Elas excluem da equação o trabalho físico e intelectual de quem rala para entregar uma comida boa à clientela.

Que essa gente continue o bom trabalho sem cair na tentação de enrolar com expressões vazias.

Eu só quero um mundo sem água personnalité. É pedir demais?

Com relação ao texto lido, assinale a alternativa CORRETA:

 

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