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Foram encontradas 100 questões.

3993799 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
O Ministério da Saúde estipulou, para determinada cidade, uma meta de imunizações dentro dos grupos prioritários "uma semana". Sendo que pelo menos 80% do total estabelecido deveriam ser vacinados, mas campanha superou a meta. No primeiro dia de vacinação, foram imunizadas 6.000 pessoas, no segundo dia, 10.000 pessoas e, no terceiro dia de campanha, 14.000 foram imunizadas. Considerando que em cada dia de campanha eram imunizadas 4.000 pessoas a mais que no dia anterior. O total de pessoas imunizadas nessa semana foi de:
 

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3993798 Ano: 2025
Disciplina: Estatística
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA

Considere uma equipe com o máximo de profissionais permitidos e o mínimo de pessoas vinculadas a eles, conforme tabela a seguir:

Enunciado 4930178-1

Fonte: Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.

A média de atendimento é de:

 

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3993797 Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA

Determinado município possui 100 Unidades Básicas de Saúde. Preocupados com as eventuais faltas de energia elétrica e a conservação dos imunizantes, foi proposta uma pesquisa afim de verificar um plano B, com relação à falta de energia, de cada UBS. Dessa forma, foi constatado que:

•50 dessas Unidades Básicas de Saúde possuem geradores a diesel;

•40 delas possuem placas solares; e,

•20 delas não possuem nem geradores e nem placas solares.

O número de Unidades Básicas de Saúde que possuem gerador e placas solares é de:

 

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3993796 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA
O Ministério da Saúde recomenda que "Um Agente Comunitário de Saúde (ACS) deve atender, no máximo 750 pessoas". Considerando que, em uma Unidade de Saúde da Família, existem 12 Agentes Comunitários de Saúde, atendendo o número máximo de pessoas previstas, podemos concluir que são atendidas um total de:
 

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3993795 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA

"Homens também têm câncer de próstata, doenças cardiovasculares, diabetes, depressão e ansiedade".

(Autora: Bruna Gayoso)

As vírgulas presentes no texto:
 

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3993794 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA

"Homens também têm câncer de próstata, doenças cardiovasculares, diabetes, depressão e ansiedade".

(Autora: Bruna Gayoso)

O vocábulo que contém acento diferencial é:
 

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3993793 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA

Saúde do homem: Romper tabus e educar desde cedo salva vidas.

Todos os anos, em outubro, o mundo se veste de rosa. Campanhas, eventos, alertas e informações sobre prevenção do câncer de mama dominam as manchetes. Celebridades, profissionais de saúde e redes sociais reforçam a mensagem: "cuidar da saúde é vital". Mas quando o assunto é saúde masculina, o cenário muda drasticamente. Homens também adoecem.

Homens também têm câncer de próstata, doenças cardiovasculares, diabetes, depressão e ansiedade. Porém, ao contrário da saúde feminina, poucas campanhas destacam a prevenção masculina. Poucos profissionais são chamados para orientar, e a mídia raramente reforça a importância de exames periódicos. Resultado: silêncio, invisibilidade e negligência.

A negligência não se limita à saúde mental embora o preconceito sobre vulnerabilidade emocional já seja devastador, mas se estende à saúde física. Muitos homens ignoram sintomas, adiam consultas e confundem cuidado com fraqueza. A sociedade reforça a ideia de que "homem não reclama" ou "homem forte não precisa de médico". E quando se fala em exame de próstata, a situação se agrava: muitos homens viram alvo de piadas, até entre amigos. Enquanto mulheres fazem exames preventivos e ninguém as zomba, homens são ridicularizados por cuidar de si. É nesse ponto que o preconceito começa e ele mata.

Romper esse tabu não é apenas necessário: é urgente. Campanhas como o Novembro Azul existem, mas muitas vezes não têm a mesma força, abrangência e presença que o Outubro Rosa. O câncer de próstata e outras doenças que atingem homens também matam muitas vezes por falta de prevenção.

Precisamos de campanhas consistentes, informação clara sobre sinais de alerta, exames periódicos e os benefícios do cuidado precoсe.

Mais do que tratar doenças, é fundamental educar desde cedo. Assim como ensinamos meninas a cuidar do corpo, a fazer exames preventivos e a valorizar a saúde, precisamos ensinar os meninos a procurar médicos, a prestar atenção aos sinais do corpo e a não ter vergonha de falar sobre saúde.

Romper o tabu deve começar na infância, integrando a educação à cultura familiar e escolar, reforçando que cuidado não é fraqueza, é responsabilidade.

Mostrar que a masculinidade não se perde ao buscar ajuda médica, ao fazer exames de rotina ou ao falar sobre saúde mental é essencial. O cuidado com a saúde deve ser visto como um ato de força, consciência e amor-próprio. A diferença entre a saúde do homem e da mulher não está no corpo, mas na cultura que molda comportamentos. E essa cultura pode e deve ser transformada.

Cuidar da saúde masculina é responsabilidade de todos: sociedade, mídia, empresas, instituições de saúde e cada indivíduo. Campanhas como o Novembro Azul precisam ganhar a mesma relevância que o Outubro Rosa, abordando prevenção, autocuidado, educação desde cedo e respeito porque piadas e preconceito não salvam vidas. Romper tabus salva vidas e transforma a sociedade.

(Autora: Bruna Gayoso)

Identifique a alternativa em que há emprego da linguagem figurada.
 

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3993792 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA

Saúde do homem: Romper tabus e educar desde cedo salva vidas.

Todos os anos, em outubro, o mundo se veste de rosa. Campanhas, eventos, alertas e informações sobre prevenção do câncer de mama dominam as manchetes. Celebridades, profissionais de saúde e redes sociais reforçam a mensagem: "cuidar da saúde é vital". Mas quando o assunto é saúde masculina, o cenário muda drasticamente. Homens também adoecem.

Homens também têm câncer de próstata, doenças cardiovasculares, diabetes, depressão e ansiedade. Porém, ao contrário da saúde feminina, poucas campanhas destacam a prevenção masculina. Poucos profissionais são chamados para orientar, e a mídia raramente reforça a importância de exames periódicos. Resultado: silêncio, invisibilidade e negligência.

A negligência não se limita à saúde mental embora o preconceito sobre vulnerabilidade emocional já seja devastador, mas se estende à saúde física. Muitos homens ignoram sintomas, adiam consultas e confundem cuidado com fraqueza. A sociedade reforça a ideia de que "homem não reclama" ou "homem forte não precisa de médico". E quando se fala em exame de próstata, a situação se agrava: muitos homens viram alvo de piadas, até entre amigos. Enquanto mulheres fazem exames preventivos e ninguém as zomba, homens são ridicularizados por cuidar de si. É nesse ponto que o preconceito começa e ele mata.

Romper esse tabu não é apenas necessário: é urgente. Campanhas como o Novembro Azul existem, mas muitas vezes não têm a mesma força, abrangência e presença que o Outubro Rosa. O câncer de próstata e outras doenças que atingem homens também matam muitas vezes por falta de prevenção.

Precisamos de campanhas consistentes, informação clara sobre sinais de alerta, exames periódicos e os benefícios do cuidado precoсe.

Mais do que tratar doenças, é fundamental educar desde cedo. Assim como ensinamos meninas a cuidar do corpo, a fazer exames preventivos e a valorizar a saúde, precisamos ensinar os meninos a procurar médicos, a prestar atenção aos sinais do corpo e a não ter vergonha de falar sobre saúde.

Romper o tabu deve começar na infância, integrando a educação à cultura familiar e escolar, reforçando que cuidado não é fraqueza, é responsabilidade.

Mostrar que a masculinidade não se perde ao buscar ajuda médica, ao fazer exames de rotina ou ao falar sobre saúde mental é essencial. O cuidado com a saúde deve ser visto como um ato de força, consciência e amor-próprio. A diferença entre a saúde do homem e da mulher não está no corpo, mas na cultura que molda comportamentos. E essa cultura pode e deve ser transformada.

Cuidar da saúde masculina é responsabilidade de todos: sociedade, mídia, empresas, instituições de saúde e cada indivíduo. Campanhas como o Novembro Azul precisam ganhar a mesma relevância que o Outubro Rosa, abordando prevenção, autocuidado, educação desde cedo e respeito porque piadas e preconceito não salvam vidas. Romper tabus salva vidas e transforma a sociedade.

(Autora: Bruna Gayoso)

É exemplo de regência nominal:
 

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3993791 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA

Saúde do homem: Romper tabus e educar desde cedo salva vidas.

Todos os anos, em outubro, o mundo se veste de rosa. Campanhas, eventos, alertas e informações sobre prevenção do câncer de mama dominam as manchetes. Celebridades, profissionais de saúde e redes sociais reforçam a mensagem: "cuidar da saúde é vital". Mas quando o assunto é saúde masculina, o cenário muda drasticamente. Homens também adoecem.

Homens também têm câncer de próstata, doenças cardiovasculares, diabetes, depressão e ansiedade. Porém, ao contrário da saúde feminina, poucas campanhas destacam a prevenção masculina. Poucos profissionais são chamados para orientar, e a mídia raramente reforça a importância de exames periódicos. Resultado: silêncio, invisibilidade e negligência.

A negligência não se limita à saúde mental embora o preconceito sobre vulnerabilidade emocional já seja devastador, mas se estende à saúde física. Muitos homens ignoram sintomas, adiam consultas e confundem cuidado com fraqueza. A sociedade reforça a ideia de que "homem não reclama" ou "homem forte não precisa de médico". E quando se fala em exame de próstata, a situação se agrava: muitos homens viram alvo de piadas, até entre amigos. Enquanto mulheres fazem exames preventivos e ninguém as zomba, homens são ridicularizados por cuidar de si. É nesse ponto que o preconceito começa e ele mata.

Romper esse tabu não é apenas necessário: é urgente. Campanhas como o Novembro Azul existem, mas muitas vezes não têm a mesma força, abrangência e presença que o Outubro Rosa. O câncer de próstata e outras doenças que atingem homens também matam muitas vezes por falta de prevenção.

Precisamos de campanhas consistentes, informação clara sobre sinais de alerta, exames periódicos e os benefícios do cuidado precoсe.

Mais do que tratar doenças, é fundamental educar desde cedo. Assim como ensinamos meninas a cuidar do corpo, a fazer exames preventivos e a valorizar a saúde, precisamos ensinar os meninos a procurar médicos, a prestar atenção aos sinais do corpo e a não ter vergonha de falar sobre saúde.

Romper o tabu deve começar na infância, integrando a educação à cultura familiar e escolar, reforçando que cuidado não é fraqueza, é responsabilidade.

Mostrar que a masculinidade não se perde ao buscar ajuda médica, ao fazer exames de rotina ou ao falar sobre saúde mental é essencial. O cuidado com a saúde deve ser visto como um ato de força, consciência e amor-próprio. A diferença entre a saúde do homem e da mulher não está no corpo, mas na cultura que molda comportamentos. E essa cultura pode e deve ser transformada.

Cuidar da saúde masculina é responsabilidade de todos: sociedade, mídia, empresas, instituições de saúde e cada indivíduo. Campanhas como o Novembro Azul precisam ganhar a mesma relevância que o Outubro Rosa, abordando prevenção, autocuidado, educação desde cedo e respeito porque piadas e preconceito não salvam vidas. Romper tabus salva vidas e transforma a sociedade.

(Autora: Bruna Gayoso)

O texto promove a quebra de tabus e preconceitos, mas esses são mantidos por instituições e mídias através de(o):
 

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3993790 Ano: 2025
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ourém-PA

Saúde do homem: Romper tabus e educar desde cedo salva vidas.

Todos os anos, em outubro, o mundo se veste de rosa. Campanhas, eventos, alertas e informações sobre prevenção do câncer de mama dominam as manchetes. Celebridades, profissionais de saúde e redes sociais reforçam a mensagem: "cuidar da saúde é vital". Mas quando o assunto é saúde masculina, o cenário muda drasticamente. Homens também adoecem.

Homens também têm câncer de próstata, doenças cardiovasculares, diabetes, depressão e ansiedade. Porém, ao contrário da saúde feminina, poucas campanhas destacam a prevenção masculina. Poucos profissionais são chamados para orientar, e a mídia raramente reforça a importância de exames periódicos. Resultado: silêncio, invisibilidade e negligência.

A negligência não se limita à saúde mental embora o preconceito sobre vulnerabilidade emocional já seja devastador, mas se estende à saúde física. Muitos homens ignoram sintomas, adiam consultas e confundem cuidado com fraqueza. A sociedade reforça a ideia de que "homem não reclama" ou "homem forte não precisa de médico". E quando se fala em exame de próstata, a situação se agrava: muitos homens viram alvo de piadas, até entre amigos. Enquanto mulheres fazem exames preventivos e ninguém as zomba, homens são ridicularizados por cuidar de si. É nesse ponto que o preconceito começa e ele mata.

Romper esse tabu não é apenas necessário: é urgente. Campanhas como o Novembro Azul existem, mas muitas vezes não têm a mesma força, abrangência e presença que o Outubro Rosa. O câncer de próstata e outras doenças que atingem homens também matam muitas vezes por falta de prevenção.

Precisamos de campanhas consistentes, informação clara sobre sinais de alerta, exames periódicos e os benefícios do cuidado precoсe.

Mais do que tratar doenças, é fundamental educar desde cedo. Assim como ensinamos meninas a cuidar do corpo, a fazer exames preventivos e a valorizar a saúde, precisamos ensinar os meninos a procurar médicos, a prestar atenção aos sinais do corpo e a não ter vergonha de falar sobre saúde.

Romper o tabu deve começar na infância, integrando a educação à cultura familiar e escolar, reforçando que cuidado não é fraqueza, é responsabilidade.

Mostrar que a masculinidade não se perde ao buscar ajuda médica, ao fazer exames de rotina ou ao falar sobre saúde mental é essencial. O cuidado com a saúde deve ser visto como um ato de força, consciência e amor-próprio. A diferença entre a saúde do homem e da mulher não está no corpo, mas na cultura que molda comportamentos. E essa cultura pode e deve ser transformada.

Cuidar da saúde masculina é responsabilidade de todos: sociedade, mídia, empresas, instituições de saúde e cada indivíduo. Campanhas como o Novembro Azul precisam ganhar a mesma relevância que o Outubro Rosa, abordando prevenção, autocuidado, educação desde cedo e respeito porque piadas e preconceito não salvam vidas. Romper tabus salva vidas e transforma a sociedade.

(Autora: Bruna Gayoso)

Contribui para que o homem pratique o autocuidado:
 

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