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Considere a proposição José é jogador, mas não faz gol. Nessa proposição, o conetivo lógico é
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Analise o argumento a seguir e assinale a alternativa CORRETA:
Toda cobra é um animal.
Alguns animais são venenosos.
Logo, algumas cobras são venenosas.
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A sequência de consoante RPD, nessa ordem, é o que sobrou de uma palavra, após serem retiradas suas três vogais. Um sinônimo da RPD palavra original está expresso em uma das alternativas abaixo. Assinale-a:
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TEXTO 04
Ser ou parecer: eis a questão
A acumulação de riquezas e a ostentação estão deturpando os valores das coisas e das pessoas. Em um mundo no qual o dinheiro é mais valorizado que os sentimentos, a aparência também acaba sendo mais importante que a essência. Consequentemente, a vida, que antes era palco de luta entre o ser e o ter, agora se tornou um campo de batalha entre o ser e o parecer.
Antigamente, quem não conseguia ser procurava ter bens materiais para conquistar a admiração dos outros. Assim, algumas pessoas que não conseguiam ser cultas compravam carros caros para mostrar que eram importantes. Algumas pessoas que não eram educadas davam gordas gorjetas aos garçons para ser bem tratadas, apesar de suas grosserias.
Alguns homens que não conseguiam atrair mulheres que desejavam conquistar davam presentes caros para impressionar.
Entretanto, como a cada dia está mais difícil ter, muitas pessoas passaram a buscar maneiras de parecer ser.
SHINYASHIKI, Roberto. In Heróis de verdade São Paulo: Ed. Gente, 2005, p. 19
No enunciado “Antigamente, quem não conseguia ser procurava ter bens materiais para conquistar a admiração dos outros” (TEXTO 04).
Em relação ao enunciado acima, analise as proposições e marque a alternativa CORRETA.
I - O marco temporal inscrito no texto está no passado e produz um efeito de objetividade.
II - A relação de temporalidade apresenta os fatos de forma contínua e progressiva.
III - O marco temporal é narrado em tempo concomitantemente à fala do narrador e apresenta um efeito de subjetividade.
Está (ão) CORRETA (s), apenas
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TEXTO 04
Ser ou parecer: eis a questão
A acumulação de riquezas e a ostentação estão deturpando os valores das coisas e das pessoas. Em um mundo no qual o dinheiro é mais valorizado que os sentimentos, a aparência também acaba sendo mais importante que a essência. Consequentemente, a vida, que antes era palco de luta entre o ser e o ter, agora se tornou um campo de batalha entre o ser e o parecer.
Antigamente, quem não conseguia ser procurava ter bens materiais para conquistar a admiração dos outros. Assim, algumas pessoas que não conseguiam ser cultas compravam carros caros para mostrar que eram importantes. Algumas pessoas que não eram educadas davam gordas gorjetas aos garçons para ser bem tratadas, apesar de suas grosserias.
Alguns homens que não conseguiam atrair mulheres que desejavam conquistar davam presentes caros para impressionar.
Entretanto, como a cada dia está mais difícil ter, muitas pessoas passaram a buscar maneiras de parecer ser.
SHINYASHIKI, Roberto. In Heróis de verdade São Paulo: Ed. Gente, 2005, p. 19
Pode-se afirmar que o termo “Entretanto” do último parágrafo do TEXTO 04
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TEXTO 04
Ser ou parecer: eis a questão
A acumulação de riquezas e a ostentação estão deturpando os valores das coisas e das pessoas. Em um mundo no qual o dinheiro é mais valorizado que os sentimentos, a aparência também acaba sendo mais importante que a essência. Consequentemente, a vida, que antes era palco de luta entre o ser e o ter, agora se tornou um campo de batalha entre o ser e o parecer.
Antigamente, quem não conseguia ser procurava ter bens materiais para conquistar a admiração dos outros. Assim, algumas pessoas que não conseguiam ser cultas compravam carros caros para mostrar que eram importantes. Algumas pessoas que não eram educadas davam gordas gorjetas aos garçons para ser bem tratadas, apesar de suas grosserias.
Alguns homens que não conseguiam atrair mulheres que desejavam conquistar davam presentes caros para impressionar.
Entretanto, como a cada dia está mais difícil ter, muitas pessoas passaram a buscar maneiras de parecer ser.
SHINYASHIKI, Roberto. In Heróis de verdade São Paulo: Ed. Gente, 2005, p. 19
Sobre o enunciado “A acumulação de riquezas e a ostentação estão deturpando os valores das coisas e das pessoas” (TEXTO 04 , coloque ) V para verdadeiro e F para Falso.
( ) Há uma inadequação em relação à concordância verbal.
( ) Há a presença de um sujeito composto.
( ) Há uma relação de dependência verbal, ocasionando uma de regência verbal.
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TEXTO 04
Ser ou parecer: eis a questão
A acumulação de riquezas e a ostentação estão deturpando os valores das coisas e das pessoas. Em um mundo no qual o dinheiro é mais valorizado que os sentimentos, a aparência também acaba sendo mais importante que a essência. Consequentemente, a vida, que antes era palco de luta entre o ser e o ter, agora se tornou um campo de batalha entre o ser e o parecer.
Antigamente, quem não conseguia ser procurava ter bens materiais para conquistar a admiração dos outros. Assim, algumas pessoas que não conseguiam ser cultas compravam carros caros para mostrar que eram importantes. Algumas pessoas que não eram educadas davam gordas gorjetas aos garçons para ser bem tratadas, apesar de suas grosserias.
Alguns homens que não conseguiam atrair mulheres que desejavam conquistar davam presentes caros para impressionar.
Entretanto, como a cada dia está mais difícil ter, muitas pessoas passaram a buscar maneiras de parecer ser.
SHINYASHIKI, Roberto. In Heróis de verdade São Paulo: Ed. Gente, 2005, p. 19
Em relação ao texto 04, analise as proposições e marque a alternativa CORRETA.
I - O texto nos remete a uma reflexão sobre o comportamento humano.
II - As pessoas se sentem frustradas e investem mais nas aparências.
III - É preciso investir no Ter, pois impressionar os outros é um modelo de plenitude.
Está (ão) CORRETA (s), apenas
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TEXTO 03
As flô de Puxinanã
Três muié ou três irmã,
Três cachorra da mulesta,
Eu vi num dia de festa,
No lugar Puxinanã.
A mais veia, a mais ribusta
Era mermo uma tentação!
Mimosa flô do sertão
Qui o povo chamava Ogusta [...]
Autor: Zé da Luz
Sobre o fragmento do texto “As flô de Puxinanã”, coloque V para proposição verdadeira e F para as falsa.
( ) Algumas palavras fazem parte de uma diversidade linguística e pluralidade cultural de determinado domínio social.
( ) Este modelo de registro linguístico mostra a inferioridade e nível baixo de escolaridade de um grupo social.
( ) O texto apresenta características próprias de um poema popular.
Marque a alternativa que contém a sequência CORRETA.
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TEXTO 02
Eu sei, mas não devia
Eu sei que a gente se acostuma, mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque já está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos. E, que haja número para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração [...]
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar sempre a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
COLASANTI, Marina. Eu sei mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. p. 9-10
Nos enunciados: “A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque já está cansado”. Temos um caso de
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TEXTO 02
Eu sei, mas não devia
Eu sei que a gente se acostuma, mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque já está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos. E, que haja número para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração [...]
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar sempre a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
COLASANTI, Marina. Eu sei mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. p. 9-10
Marque a alternativa em cuja construção linguística NÃO há caso de próclise:
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