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3468119
Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Padre Bernardo-GO
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Padre Bernardo-GO
Em 2010, a taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade
era de 96,1%. Na comparação com outros municípios do
estado, ficava na posição 213 de 246. Já na comparação
com municípios de todo o país, ficava na posição 4.499 de
5.570. Em relação ao IDEB, no ano de 2021, o IDEB para
os anos iniciais do ensino fundamental na rede pública era
4,8 e para os anos finais, de 4,7. Na comparação com outros
municípios do estado, ficava nas posições 218 e 202 de 246.
Já na comparação com municípios de todo o país, ficava
nas posições 4.015 e 2.824 de 5.570.” (IBGE, 2021). No ano
de 2023, qual foi o número de estabelecimentos de ensino
fundamental funcionando no município?
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3468118
Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Padre Bernardo-GO
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Padre Bernardo-GO
A ocupação do território municipal de Padre Bernardo teve início
no século passado com o estabelecimento das primeiras
fazendas de criação de gado às margens do Rio Maranhão e
seus tributários mais importantes, onde se localizam pastagens
de boa qualidade.
Com o decorrer dos anos, surgiram outros fatores responsáveis
pelo crescimento econômico demográfico da região. Ao
aumento natural dos rebanhos, associava-se, de modo paralelo
e consequente, a ocorrência de picadas, que levaram ao
surgimento das pousadas dos vaqueiros, a caminho de
Niquelândia e das famílias que desciam do Nordeste para a
região Centro-Sul.
A função religiosa foi, sem dúvida, a mais importante na
instalação e no crescimento do povoado, pois a partir de 1933,
romeiros provenientes da região do Vão dos Angicos, no
município de Luziânia, se dirigiam todos os anos, durante o mês
de julho para rezarem na capela do Divino, erguida por
fazendeiros locais. Com o surgimento de algumas casas em
volta da capela, os fazendeiros começaram a lotear partes do
vale, com o objetivo de formar uma cidade.
Em 1951, foi fundado o Arraial com o nome de Barro Alto do vão
dos Angicos e, para a formação do Patrimônio, os Senhores
Januário de Amorim e Valentim José Cabral doaram doze
alqueires de terra ao Santo Padroeiro. Ainda na condição de
povoado, a localidade passou a denominar-se Padre Bernardo,
em homenagem ao vigário que percorria as fazendas locais,
celebrando batizados e casamentos, enfatizando cada vez mais
a função da cura.
A partir de 1957 a expansão do núcleo urbano se deve ao
Senhor José Monteiro Lima, que dividiu sua fazenda em sítios
e lotes, doando às famílias sem recursos e vendendo aos que
desejassem se fixar na região.
Um maior dinamismo ocorrido no município deve-se ao avanço
das fronteiras agrícolas para o Centro-Oeste e mais
precisamente à construção de Brasília, dado ao seu favorável
posicionamento geográfico em relação do Distrito Federal.
Disponível em: <https://cidades.ibge.gov.br/brasil/go/padrebernardo/historico>. Acesso em: 8 out. 2024.
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A ocupação do território municipal de Padre Bernardo teve início
no século passado com o estabelecimento das primeiras
fazendas de criação de gado às margens do Rio Maranhão e
seus tributários mais importantes, onde se localizam pastagens
de boa qualidade.
Com o decorrer dos anos, surgiram outros fatores responsáveis
pelo crescimento econômico demográfico da região. Ao
aumento natural dos rebanhos, associava-se, de modo paralelo
e consequente, a ocorrência de picadas, que levaram ao
surgimento das pousadas dos vaqueiros, a caminho de
Niquelândia e das famílias que desciam do Nordeste para a
região Centro-Sul.
A função religiosa foi, sem dúvida, a mais importante na
instalação e no crescimento do povoado, pois a partir de 1933,
romeiros provenientes da região do Vão dos Angicos, no
município de Luziânia, se dirigiam todos os anos, durante o mês
de julho para rezarem na capela do Divino, erguida por
fazendeiros locais. Com o surgimento de algumas casas em
volta da capela, os fazendeiros começaram a lotear partes do
vale, com o objetivo de formar uma cidade.
Em 1951, foi fundado o Arraial com o nome de Barro Alto do vão
dos Angicos e, para a formação do Patrimônio, os Senhores
Januário de Amorim e Valentim José Cabral doaram doze
alqueires de terra ao Santo Padroeiro. Ainda na condição de
povoado, a localidade passou a denominar-se Padre Bernardo,
em homenagem ao vigário que percorria as fazendas locais,
celebrando batizados e casamentos, enfatizando cada vez mais
a função da cura.
A partir de 1957 a expansão do núcleo urbano se deve ao
Senhor José Monteiro Lima, que dividiu sua fazenda em sítios
e lotes, doando às famílias sem recursos e vendendo aos que
desejassem se fixar na região.
Um maior dinamismo ocorrido no município deve-se ao avanço
das fronteiras agrícolas para o Centro-Oeste e mais
precisamente à construção de Brasília, dado ao seu favorável
posicionamento geográfico em relação do Distrito Federal.
Disponível em: <https://cidades.ibge.gov.br/brasil/go/padrebernardo/historico>. Acesso em: 8 out. 2024.
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A ocupação do território municipal de Padre Bernardo teve início
no século passado com o estabelecimento das primeiras
fazendas de criação de gado às margens do Rio Maranhão e
seus tributários mais importantes, onde se localizam pastagens
de boa qualidade.
Com o decorrer dos anos, surgiram outros fatores responsáveis
pelo crescimento econômico demográfico da região. Ao
aumento natural dos rebanhos, associava-se, de modo paralelo
e consequente, a ocorrência de picadas, que levaram ao
surgimento das pousadas dos vaqueiros, a caminho de
Niquelândia e das famílias que desciam do Nordeste para a
região Centro-Sul.
A função religiosa foi, sem dúvida, a mais importante na
instalação e no crescimento do povoado, pois a partir de 1933,
romeiros provenientes da região do Vão dos Angicos, no
município de Luziânia, se dirigiam todos os anos, durante o mês
de julho para rezarem na capela do Divino, erguida por
fazendeiros locais. Com o surgimento de algumas casas em
volta da capela, os fazendeiros começaram a lotear partes do
vale, com o objetivo de formar uma cidade.
Em 1951, foi fundado o Arraial com o nome de Barro Alto do vão
dos Angicos e, para a formação do Patrimônio, os Senhores
Januário de Amorim e Valentim José Cabral doaram doze
alqueires de terra ao Santo Padroeiro. Ainda na condição de
povoado, a localidade passou a denominar-se Padre Bernardo,
em homenagem ao vigário que percorria as fazendas locais,
celebrando batizados e casamentos, enfatizando cada vez mais
a função da cura.
A partir de 1957 a expansão do núcleo urbano se deve ao
Senhor José Monteiro Lima, que dividiu sua fazenda em sítios
e lotes, doando às famílias sem recursos e vendendo aos que
desejassem se fixar na região.
Um maior dinamismo ocorrido no município deve-se ao avanço
das fronteiras agrícolas para o Centro-Oeste e mais
precisamente à construção de Brasília, dado ao seu favorável
posicionamento geográfico em relação do Distrito Federal.
Disponível em: <https://cidades.ibge.gov.br/brasil/go/padrebernardo/historico>. Acesso em: 8 out. 2024.
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Leia o texto a seguir.
O catolicismo era o cimento que ligava e mantinha estável os vários segmentos da sociedade colonial. Era o elemento comum e o pré-requisito primário de sociabilidade que abarcava o Rei e o mais humilde dos escravos, a beata devota e o mais valente dos bandeirantes. Ser católico, nos tempos coloniais, não se restringia à salvação da alma e demais liturgias religiosas, mas significava também participar de atividades de lazer, integrar-se no corpo político e apreciar produções estéticas. O catolicismo era o elemento de identidade comum que homogeneizava as demais diferenças sociais, ligadas ao nascimento, à cor da pele, a posses materiais e ao gênero.
ARRAIS, Cristiano Alencar; OLIVEIRA, Eliézer Cardoso de; LEMES, Fernando Lobo. O Século XVIII em Goiás: a construção da Colônia. Goiânia: Cânone, 2019, p. 97.
Sobre as manifestações religiosas católicas em Goiás, destaca-se uma, como a única em todo o mundo que só se celebra aqui, desde o século XIX, o que faz dessa festa uma devoção inédita e única na Igreja Católica, por ter a pessoa de Deus Pai como único foco dessa romaria. Isso se refere aos festejos
O catolicismo era o cimento que ligava e mantinha estável os vários segmentos da sociedade colonial. Era o elemento comum e o pré-requisito primário de sociabilidade que abarcava o Rei e o mais humilde dos escravos, a beata devota e o mais valente dos bandeirantes. Ser católico, nos tempos coloniais, não se restringia à salvação da alma e demais liturgias religiosas, mas significava também participar de atividades de lazer, integrar-se no corpo político e apreciar produções estéticas. O catolicismo era o elemento de identidade comum que homogeneizava as demais diferenças sociais, ligadas ao nascimento, à cor da pele, a posses materiais e ao gênero.
ARRAIS, Cristiano Alencar; OLIVEIRA, Eliézer Cardoso de; LEMES, Fernando Lobo. O Século XVIII em Goiás: a construção da Colônia. Goiânia: Cânone, 2019, p. 97.
Sobre as manifestações religiosas católicas em Goiás, destaca-se uma, como a única em todo o mundo que só se celebra aqui, desde o século XIX, o que faz dessa festa uma devoção inédita e única na Igreja Católica, por ter a pessoa de Deus Pai como único foco dessa romaria. Isso se refere aos festejos
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Leia o texto a seguir.
O relevo predominante é de terras de baixas amplitudes altimétricas e, na maior parte, terras planas. O ponto mais alto do Estado é a Serra do Pouso Alto, que está a 1.676 metros do nível do mar. O Estado de Goiás está localizado no Planalto Central do Brasil, entre chapadas, planaltos, depressões e vales. Há muitas variações de relevo no Estado de Goiás, terrenos cristalinos sedimentares antigos, áreas de planalto, moldados por processos erosivos, áreas de chapadas. 65% das terras de Goiás tem aptidão boa ou regular para lavouras. Cerca de 47 % das terras têm aptidão para agricultura com alto nível de capital e tecnologia havendo a necessidade constante de emprego de práticas de conservação do solo.
Disponível em: <https://www.codevasf.gov.br/acesso-ainformacao/institucional/biblioteca-geraldo-rocha/publicacoes/outraspublicacoes/caderno-de-caracterizacao-estado-de-goias.pdf>. Acesso em: 07 out. 2024.
Sobre o relevo do Estado de Goiás, é possível afirmar que
O relevo predominante é de terras de baixas amplitudes altimétricas e, na maior parte, terras planas. O ponto mais alto do Estado é a Serra do Pouso Alto, que está a 1.676 metros do nível do mar. O Estado de Goiás está localizado no Planalto Central do Brasil, entre chapadas, planaltos, depressões e vales. Há muitas variações de relevo no Estado de Goiás, terrenos cristalinos sedimentares antigos, áreas de planalto, moldados por processos erosivos, áreas de chapadas. 65% das terras de Goiás tem aptidão boa ou regular para lavouras. Cerca de 47 % das terras têm aptidão para agricultura com alto nível de capital e tecnologia havendo a necessidade constante de emprego de práticas de conservação do solo.
Disponível em: <https://www.codevasf.gov.br/acesso-ainformacao/institucional/biblioteca-geraldo-rocha/publicacoes/outraspublicacoes/caderno-de-caracterizacao-estado-de-goias.pdf>. Acesso em: 07 out. 2024.
Sobre o relevo do Estado de Goiás, é possível afirmar que
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Leia o texto a seguir.
A implantação da Estrada de Ferro Goiás, interligando o território goiano ao Sudeste, contribui para romper os grilhões que condicionavam a produção agrícola local a uma situação de quase subsistência. As lavouras cresceram e se especializaram ao ritmo do prolongamento dos trilhos. Assim, a agricultura, ao lado da pecuária de corte, começava a se organizar também como atividade mercantil. A produção que antes apodrecia nas roças, por falta de meios de transporte para escoá-la, passou a ser exportada para os mercados do Centro-Sul.
BORGES, Barsanufo Gomides. A economia agrária goiana no contexto nacional (1930-1960). In: ARRAIS, Cristiano A.; SANDES, Noé F. (Org). A história escrita: percursos da historiografia goiana. Goiânia: Gráfica UFG, 2018, p. 118.
Neste contexto, o primeiro produto agrícola a ser escoado pela estrada de ferro foi
A implantação da Estrada de Ferro Goiás, interligando o território goiano ao Sudeste, contribui para romper os grilhões que condicionavam a produção agrícola local a uma situação de quase subsistência. As lavouras cresceram e se especializaram ao ritmo do prolongamento dos trilhos. Assim, a agricultura, ao lado da pecuária de corte, começava a se organizar também como atividade mercantil. A produção que antes apodrecia nas roças, por falta de meios de transporte para escoá-la, passou a ser exportada para os mercados do Centro-Sul.
BORGES, Barsanufo Gomides. A economia agrária goiana no contexto nacional (1930-1960). In: ARRAIS, Cristiano A.; SANDES, Noé F. (Org). A história escrita: percursos da historiografia goiana. Goiânia: Gráfica UFG, 2018, p. 118.
Neste contexto, o primeiro produto agrícola a ser escoado pela estrada de ferro foi
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Leia os textos a seguir.
A metáfora criada por Sérgio Buarque de Holanda, “Semeadores de cidades”, não podia ser mais apropriada para explicar o processo de ocupação do interior do território colonial a partir do século XVIII. Conforme observado, esse verdadeiro rush para o Oeste, que expandiu os limites das possessões lusitanas demarcadas pelo Tratado de Tordesilhas, não tem equivalente na história da humanidade. Contudo, o número de vilas e cidades foi modesto na colônia, tendo em vista o aparato administrativo e político que envolvia essas hierarquias urbanas. Assim, enquanto Portugal – no final do período colonial, com uma população de quase 3 milhões – possuía 22 cidades e 500 vilas, o Brasil, com uma população de 4 milhões de habitantes, possuía apenas 12 cidades e 213 vilas, além de um expressivo número de arraiais – mais de 40 apenas em Goiás.
ARRAIS, Cristiano Alencar; OLIVEIRA, Eliézer Cardoso de; LEMES, Fernando Lobo. O Século XVIII em Goiás: a construção da Colônia. Goiânia: Cânone, 2019, p. 20-21.
Em Goiás do Brasil Colônia, “com a mineração, surgiram os povoados [arraiais], às vezes com apenas quinze ou vinte casas, cobertas de folhas de coqueiros ou de sapé e, em cada um deles, uma capela era erguida.”
MENEZES, Áurea Cordeiro. História eclesiástica de Goiás. Vol. 1. Goiânia: Ed. PUG-GO, 2011, p. 180-181, com grifo nosso.
Em todo o século XVIII, somente um desses povoados/arraiais foi elevado à categoria de vila na Capitania de Goiás, concentrando a articulação administrava dos demais povoados/arraiais em si. Estamos nos referindo ao
A metáfora criada por Sérgio Buarque de Holanda, “Semeadores de cidades”, não podia ser mais apropriada para explicar o processo de ocupação do interior do território colonial a partir do século XVIII. Conforme observado, esse verdadeiro rush para o Oeste, que expandiu os limites das possessões lusitanas demarcadas pelo Tratado de Tordesilhas, não tem equivalente na história da humanidade. Contudo, o número de vilas e cidades foi modesto na colônia, tendo em vista o aparato administrativo e político que envolvia essas hierarquias urbanas. Assim, enquanto Portugal – no final do período colonial, com uma população de quase 3 milhões – possuía 22 cidades e 500 vilas, o Brasil, com uma população de 4 milhões de habitantes, possuía apenas 12 cidades e 213 vilas, além de um expressivo número de arraiais – mais de 40 apenas em Goiás.
ARRAIS, Cristiano Alencar; OLIVEIRA, Eliézer Cardoso de; LEMES, Fernando Lobo. O Século XVIII em Goiás: a construção da Colônia. Goiânia: Cânone, 2019, p. 20-21.
Em Goiás do Brasil Colônia, “com a mineração, surgiram os povoados [arraiais], às vezes com apenas quinze ou vinte casas, cobertas de folhas de coqueiros ou de sapé e, em cada um deles, uma capela era erguida.”
MENEZES, Áurea Cordeiro. História eclesiástica de Goiás. Vol. 1. Goiânia: Ed. PUG-GO, 2011, p. 180-181, com grifo nosso.
Em todo o século XVIII, somente um desses povoados/arraiais foi elevado à categoria de vila na Capitania de Goiás, concentrando a articulação administrava dos demais povoados/arraiais em si. Estamos nos referindo ao
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Leia o texto a seguir.
No século XVIII, Goiás prosperou com a mineração. No século XIX, o destaque econômico foi a pecuária. Durante todo o período imperial (1822-1889), as atividades mais lucrativas para os goianos foram aquelas voltadas para a criação de gado e para a venda de seus derivados.
SANTA CRUZ, Fábio. Província Imensa e Distante: Goiás de 1821 a 1889. Jundiaí (SP): Paco Editorial, 2019, p. 67. [Adaptado].
Segundo o autor, a atividade pecuária na Província de Goiás durante o Império do Brasil, resultou
No século XVIII, Goiás prosperou com a mineração. No século XIX, o destaque econômico foi a pecuária. Durante todo o período imperial (1822-1889), as atividades mais lucrativas para os goianos foram aquelas voltadas para a criação de gado e para a venda de seus derivados.
SANTA CRUZ, Fábio. Província Imensa e Distante: Goiás de 1821 a 1889. Jundiaí (SP): Paco Editorial, 2019, p. 67. [Adaptado].
Segundo o autor, a atividade pecuária na Província de Goiás durante o Império do Brasil, resultou
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A produção colonial não pode ser reduzida às suas bases agroexportadoras e mercantis, dependente da economia europeia e tendo como base o tráfico atlântico de escravos. Existia um circuito de mercado interno disseminado por toda a América que instituiu uma dinâmica própria para o mundo colonial. Certamente, a mineração teve efeito catalisador sobre o processo de ocupação do sertão e, em decorrência de suas próprias características, com a utilização de mão de obra compulsória e a volatilidade dos ganhos, marcou a estrutura material da Capitania. Contribuiu para o desenvolvimento de outras atividades econômicas e a mitigação de diferentes agentes econômicos, além de sustentar com seu longo declínio produtivo, o processo de mudança da estrutura produtiva da capitania. Em linhas gerais, o espaço ocupado pela atividade de mineração dentro da Capitania de Goiás definiu-se até meados do século XVIII, sendo caracterizado pela intensa mobilidade de mineiros em busca de novos locais de extração aurífera.
ARRAIS, Cristiano Alencar; OLIVEIRA, Eliézer Cardoso de; LEMES, Fernando Lobo. O Século XVIII em Goiás: a construção da Colônia. Goiânia: Cânone, 2019, p. 33.
Em que ano se deu a intensa transferência desses mineiros que saíram de Goiás para as minas de Guaporé, no Mato Grosso, após o esgotamento das minas de Cuiabá?
A produção colonial não pode ser reduzida às suas bases agroexportadoras e mercantis, dependente da economia europeia e tendo como base o tráfico atlântico de escravos. Existia um circuito de mercado interno disseminado por toda a América que instituiu uma dinâmica própria para o mundo colonial. Certamente, a mineração teve efeito catalisador sobre o processo de ocupação do sertão e, em decorrência de suas próprias características, com a utilização de mão de obra compulsória e a volatilidade dos ganhos, marcou a estrutura material da Capitania. Contribuiu para o desenvolvimento de outras atividades econômicas e a mitigação de diferentes agentes econômicos, além de sustentar com seu longo declínio produtivo, o processo de mudança da estrutura produtiva da capitania. Em linhas gerais, o espaço ocupado pela atividade de mineração dentro da Capitania de Goiás definiu-se até meados do século XVIII, sendo caracterizado pela intensa mobilidade de mineiros em busca de novos locais de extração aurífera.
ARRAIS, Cristiano Alencar; OLIVEIRA, Eliézer Cardoso de; LEMES, Fernando Lobo. O Século XVIII em Goiás: a construção da Colônia. Goiânia: Cânone, 2019, p. 33.
Em que ano se deu a intensa transferência desses mineiros que saíram de Goiás para as minas de Guaporé, no Mato Grosso, após o esgotamento das minas de Cuiabá?
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