Foram encontradas 40 questões.
Em uma gincana escolar, o professor Henrique pediu que
os alunos formassem grupos com base no número 60, de modo
que cada grupo tivesse a mesma quantidade de participantes e
não sobrasse ninguém. Para ajudar, ele lembrou que esse
número pode ser decomposto em fatores primos. Com base
nessa decomposição, assinale a alternativa que representa
corretamente os fatores primos de 60.
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Na papelaria Bom Estudo, um caderno custava R$ 40,00.
Em uma promoção, foi concedido desconto de 25%. Após o
término da oferta, o preço voltou ao valor original e, em
seguida, sofreu um reajuste de 10% devido ao aumento dos
custos. Qual alternativa apresenta o preço final atual do
caderno, considerando todas as variações sucessivas?
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Na oficina de Seu Antônio, um mecânico utilizou 2,5 metros
de fio de cobre para reparar um motor e 1,8 metro para
consertar outro. Em seguida, ele pesou as sobras de material e
verificou que restavam 750 gramas de fio. No fim do
expediente, o serviço levou 1 hora e 45 minutos. Para
preencher a ficha técnica de controle, é necessário registrar o
total de fio utilizado em centímetros, a massa em quilogramas
e o tempo total em minutos. Considerando as conversões
corretas, os valores que devem ser registrados são:
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No armazém Boa Esperança, Clara comprou 1 pacote de
café por R$ 12,50, 1 caixa de chá por R$ 7,90 e 1 pacote de
biscoitos por R$ 15,60. No caixa, aplicou-se desconto de 5%
sobre o total da compra, e o pagamento foi feito com R$ 50,00.
Qual alternativa apresenta o valor exato do troco e a sua
decomposição com a menor quantidade possível de cédulas e
moedas, considerando cédulas de R$ 50, R$ 20, R$ 10, R$ 5 e
R$ 2 e moedas de R$ 1, R$ 0,50, R$ 0,25, R$ 0,10, R$ 0,05 e R$
0,01?
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Na escola Monte Alegre, a professora Jéssica organizou
uma gincana solidária para arrecadar alimentos. A turma do 5º
ano arrecadou 100 pacotes de arroz, a turma do 6º ano
arrecadou 80 pacotes, e a turma do 7º ano arrecadou o dobro
do que o 6º ano conseguiu. Todos os pacotes seriam divididos
igualmente em 4 cestas para famílias carentes. Considerando
os cálculos corretos, o número de pacotes de arroz em cada
cesta será:
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Quando nos desapegamos da necessidade de parecer,
abrimos espaço para simplesmente ser
Um novo amanhecer significa que teremos muitas
oportunidades pela frente... O foco nas oportunidades permite
que a vida seja vivida com entusiasmo e com intensidade...
Estamos sempre tentando harmonizar o nosso eu interior para
experimentar a profundidade da paz... Viver é bom demais...
Ser autêntico consigo mesmo é o princípio gerador da
identidade. Não posso ter dúvidas ao responder a questão
existencial: ‘quem eu sou?’ O que os outros pensam da gente
não pode ser totalmente desconsiderado, mas nem valorizado
demais. Mas, grande parte do sofrimento humano nasce da
distância entre o que somos de fato e a imagem que criamos
de nós mesmos.
Passamos muito tempo tentando sustentar personagens,
adequar gestos e palavras às expectativas externas, caber em
moldes que não nos representam. Essa busca por aceitação
constrói uma identidade frágil, feita de aparências, que pode
até conquistar aplausos, mas não sustenta a alma. Acordar para
quem realmente somos é um processo de desapego, de
coragem para deixar para trás as fantasias que nos aprisionam.
Não se trata de rejeitar os sonhos, mas de abandonar
ilusões que distorcem nossa essência. Esse despertar é
exigente, porque mexe com seguranças e desconstrói imagens
cuidadosamente construídas. É como despir-se diante de si
mesmo, aceitar contradições e reconhecer limites. No entanto,
esse processo liberta. Quando nos desapegamos da
necessidade de parecer, abrimos espaço para simplesmente
ser.
Descobrimos que a autenticidade é mais leve do que a
máscara e que a verdade, por mais desafiadora, é sempre mais
pacífica do que a mentira. A vida ganha cor nova quando
paramos de nos forçar a ser quem não somos. Os
relacionamentos se tornam mais honestos, o trabalho mais
significativo, a existência mais inteira. Esse despertar não
acontece de uma vez só, mas em camadas. A cada passo,
deixamos cair um pouco das ilusões que carregávamos. É um
processo contínuo de desapego e reencontro.
O mais bonito é que, quando acordamos para nossa
essência, percebemos que não precisamos de muito para
sermos felizes. O simples passa a ter valor, o ordinário se revela
extraordinário, e a vida encontra um ritmo mais verdadeiro. O
convite diário é esse: abrir mão das imagens que nos sufocam
para deixar florescer a beleza daquilo que já somos.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
I. A palavra “processo” possui sete fonemas.
II. A palavra “mentira” possui sete fonemas.
III. A palavra “ganha” apresenta cinco fonemas.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Quando nos desapegamos da necessidade de parecer,
abrimos espaço para simplesmente ser
Um novo amanhecer significa que teremos muitas
oportunidades pela frente... O foco nas oportunidades permite
que a vida seja vivida com entusiasmo e com intensidade...
Estamos sempre tentando harmonizar o nosso eu interior para
experimentar a profundidade da paz... Viver é bom demais...
Ser autêntico consigo mesmo é o princípio gerador da
identidade. Não posso ter dúvidas ao responder a questão
existencial: ‘quem eu sou?’ O que os outros pensam da gente
não pode ser totalmente desconsiderado, mas nem valorizado
demais. Mas, grande parte do sofrimento humano nasce da
distância entre o que somos de fato e a imagem que criamos
de nós mesmos.
Passamos muito tempo tentando sustentar personagens,
adequar gestos e palavras às expectativas externas, caber em
moldes que não nos representam. Essa busca por aceitação
constrói uma identidade frágil, feita de aparências, que pode
até conquistar aplausos, mas não sustenta a alma. Acordar para
quem realmente somos é um processo de desapego, de
coragem para deixar para trás as fantasias que nos aprisionam.
Não se trata de rejeitar os sonhos, mas de abandonar
ilusões que distorcem nossa essência. Esse despertar é
exigente, porque mexe com seguranças e desconstrói imagens
cuidadosamente construídas. É como despir-se diante de si
mesmo, aceitar contradições e reconhecer limites. No entanto,
esse processo liberta. Quando nos desapegamos da
necessidade de parecer, abrimos espaço para simplesmente
ser.
Descobrimos que a autenticidade é mais leve do que a
máscara e que a verdade, por mais desafiadora, é sempre mais
pacífica do que a mentira. A vida ganha cor nova quando
paramos de nos forçar a ser quem não somos. Os
relacionamentos se tornam mais honestos, o trabalho mais
significativo, a existência mais inteira. Esse despertar não
acontece de uma vez só, mas em camadas. A cada passo,
deixamos cair um pouco das ilusões que carregávamos. É um
processo contínuo de desapego e reencontro.
O mais bonito é que, quando acordamos para nossa
essência, percebemos que não precisamos de muito para
sermos felizes. O simples passa a ter valor, o ordinário se revela
extraordinário, e a vida encontra um ritmo mais verdadeiro. O
convite diário é esse: abrir mão das imagens que nos sufocam
para deixar florescer a beleza daquilo que já somos.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Quando nos desapegamos da necessidade de parecer,
abrimos espaço para simplesmente ser
Um novo amanhecer significa que teremos muitas
oportunidades pela frente... O foco nas oportunidades permite
que a vida seja vivida com entusiasmo e com intensidade...
Estamos sempre tentando harmonizar o nosso eu interior para
experimentar a profundidade da paz... Viver é bom demais...
Ser autêntico consigo mesmo é o princípio gerador da
identidade. Não posso ter dúvidas ao responder a questão
existencial: ‘quem eu sou?’ O que os outros pensam da gente
não pode ser totalmente desconsiderado, mas nem valorizado
demais. Mas, grande parte do sofrimento humano nasce da
distância entre o que somos de fato e a imagem que criamos
de nós mesmos.
Passamos muito tempo tentando sustentar personagens,
adequar gestos e palavras às expectativas externas, caber em
moldes que não nos representam. Essa busca por aceitação
constrói uma identidade frágil, feita de aparências, que pode
até conquistar aplausos, mas não sustenta a alma. Acordar para
quem realmente somos é um processo de desapego, de
coragem para deixar para trás as fantasias que nos aprisionam.
Não se trata de rejeitar os sonhos, mas de abandonar
ilusões que distorcem nossa essência. Esse despertar é
exigente, porque mexe com seguranças e desconstrói imagens
cuidadosamente construídas. É como despir-se diante de si
mesmo, aceitar contradições e reconhecer limites. No entanto,
esse processo liberta. Quando nos desapegamos da
necessidade de parecer, abrimos espaço para simplesmente
ser.
Descobrimos que a autenticidade é mais leve do que a
máscara e que a verdade, por mais desafiadora, é sempre mais
pacífica do que a mentira. A vida ganha cor nova quando
paramos de nos forçar a ser quem não somos. Os
relacionamentos se tornam mais honestos, o trabalho mais
significativo, a existência mais inteira. Esse despertar não
acontece de uma vez só, mas em camadas. A cada passo,
deixamos cair um pouco das ilusões que carregávamos. É um
processo contínuo de desapego e reencontro.
O mais bonito é que, quando acordamos para nossa
essência, percebemos que não precisamos de muito para
sermos felizes. O simples passa a ter valor, o ordinário se revela
extraordinário, e a vida encontra um ritmo mais verdadeiro. O
convite diário é esse: abrir mão das imagens que nos sufocam
para deixar florescer a beleza daquilo que já somos.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
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Questão presente nas seguintes provas
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Quando nos desapegamos da necessidade de parecer,
abrimos espaço para simplesmente ser
Um novo amanhecer significa que teremos muitas
oportunidades pela frente... O foco nas oportunidades permite
que a vida seja vivida com entusiasmo e com intensidade...
Estamos sempre tentando harmonizar o nosso eu interior para
experimentar a profundidade da paz... Viver é bom demais...
Ser autêntico consigo mesmo é o princípio gerador da
identidade. Não posso ter dúvidas ao responder a questão
existencial: ‘quem eu sou?’ O que os outros pensam da gente
não pode ser totalmente desconsiderado, mas nem valorizado
demais. Mas, grande parte do sofrimento humano nasce da
distância entre o que somos de fato e a imagem que criamos
de nós mesmos.
Passamos muito tempo tentando sustentar personagens,
adequar gestos e palavras às expectativas externas, caber em
moldes que não nos representam. Essa busca por aceitação
constrói uma identidade frágil, feita de aparências, que pode
até conquistar aplausos, mas não sustenta a alma. Acordar para
quem realmente somos é um processo de desapego, de
coragem para deixar para trás as fantasias que nos aprisionam.
Não se trata de rejeitar os sonhos, mas de abandonar
ilusões que distorcem nossa essência. Esse despertar é
exigente, porque mexe com seguranças e desconstrói imagens
cuidadosamente construídas. É como despir-se diante de si
mesmo, aceitar contradições e reconhecer limites. No entanto,
esse processo liberta. Quando nos desapegamos da
necessidade de parecer, abrimos espaço para simplesmente
ser.
Descobrimos que a autenticidade é mais leve do que a
máscara e que a verdade, por mais desafiadora, é sempre mais
pacífica do que a mentira. A vida ganha cor nova quando
paramos de nos forçar a ser quem não somos. Os
relacionamentos se tornam mais honestos, o trabalho mais
significativo, a existência mais inteira. Esse despertar não
acontece de uma vez só, mas em camadas. A cada passo,
deixamos cair um pouco das ilusões que carregávamos. É um
processo contínuo de desapego e reencontro.
O mais bonito é que, quando acordamos para nossa
essência, percebemos que não precisamos de muito para
sermos felizes. O simples passa a ter valor, o ordinário se revela
extraordinário, e a vida encontra um ritmo mais verdadeiro. O
convite diário é esse: abrir mão das imagens que nos sufocam
para deixar florescer a beleza daquilo que já somos.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Quando nos desapegamos da necessidade de parecer,
abrimos espaço para simplesmente ser
Um novo amanhecer significa que teremos muitas
oportunidades pela frente... O foco nas oportunidades permite
que a vida seja vivida com entusiasmo e com intensidade...
Estamos sempre tentando harmonizar o nosso eu interior para
experimentar a profundidade da paz... Viver é bom demais...
Ser autêntico consigo mesmo é o princípio gerador da
identidade. Não posso ter dúvidas ao responder a questão
existencial: ‘quem eu sou?’ O que os outros pensam da gente
não pode ser totalmente desconsiderado, mas nem valorizado
demais. Mas, grande parte do sofrimento humano nasce da
distância entre o que somos de fato e a imagem que criamos
de nós mesmos.
Passamos muito tempo tentando sustentar personagens,
adequar gestos e palavras às expectativas externas, caber em
moldes que não nos representam. Essa busca por aceitação
constrói uma identidade frágil, feita de aparências, que pode
até conquistar aplausos, mas não sustenta a alma. Acordar para
quem realmente somos é um processo de desapego, de
coragem para deixar para trás as fantasias que nos aprisionam.
Não se trata de rejeitar os sonhos, mas de abandonar
ilusões que distorcem nossa essência. Esse despertar é
exigente, porque mexe com seguranças e desconstrói imagens
cuidadosamente construídas. É como despir-se diante de si
mesmo, aceitar contradições e reconhecer limites. No entanto,
esse processo liberta. Quando nos desapegamos da
necessidade de parecer, abrimos espaço para simplesmente
ser.
Descobrimos que a autenticidade é mais leve do que a
máscara e que a verdade, por mais desafiadora, é sempre mais
pacífica do que a mentira. A vida ganha cor nova quando
paramos de nos forçar a ser quem não somos. Os
relacionamentos se tornam mais honestos, o trabalho mais
significativo, a existência mais inteira. Esse despertar não
acontece de uma vez só, mas em camadas. A cada passo,
deixamos cair um pouco das ilusões que carregávamos. É um
processo contínuo de desapego e reencontro.
O mais bonito é que, quando acordamos para nossa
essência, percebemos que não precisamos de muito para
sermos felizes. O simples passa a ter valor, o ordinário se revela
extraordinário, e a vida encontra um ritmo mais verdadeiro. O
convite diário é esse: abrir mão das imagens que nos sufocam
para deixar florescer a beleza daquilo que já somos.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
I. O texto defende que a busca por aceitação social pode afastar o indivíduo de sua verdadeira identidade.
II. O processo de autoconhecimento é retratado como doloroso, mas também libertador, pois conduz à autenticidade.
III. O autor critica o desejo humano de evoluir e sonhar, propondo o conformismo como caminho para a paz interior.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
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