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Trombocitose essencial (trombocitemia primária) é
uma doença mieloproliferativa associada a um
aumento no número e tamanho de plaquetas
circulantes. A trombocitose reativa é uma contagem
elevada de plaquetas secundária a outra doença. É
correto afirmar:
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A agranulocitose também é chamada de neutropenia
ou granulocitopenia. De acordo com a definição mais
difundida, ocorre quando o número de neutrófilos é
inferior a 1.000 – 1.500 células por milímetro cúbico
de sangue. É uma patologia rara, mas
potencialmente grave. Com relação a agranulocitose é
correto afirmar:
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A hemorragia digestiva alta (HDA) é uma condição
comum com incidência de 48-160 casos por 100 mil
habitantes, que ocorre 2x mais em homens, aumenta
com a idade e em locais com baixa condição
socioeconômica. A HDA é responsável por 1
internação a cada 10.000 adultos por ano e a
sua mortalidade varia de 10-14%.
É correto afirmar sobre a etiologia da HDA: I. Doença Ulcerosa Péptica: São lesões que ultrapassam a muscular da mucosa e tem diâmetro ≥ 0,5 cm. A hipercloridia sem o devido tratamento e com a exposição continuada a AINES, estresse e infecção por pylori, são os principais fatores associados a HDA nesses pacientes. A úlcera pode ser gástrica ou duodenal, sendo que o surgimento da gástrica está mais associado com o uso abusivo de AINES, ao passo que, a duodenal, com a infecção por H. pylori. II. Síndrome de Mallory-Weiss: É a laceração da mucosa na junção gastroesofágica associada ao grande esforço para vomitar e por repetidas vezes, ocorrendo sangramento quando envolve o plexo venoso ou arterial esofágico. Ocorre mais em etilista e grávidas. III. Cobblestoning: A orofaringe posterior pode desenvolver tecido linfoide hipoplásico. IV. Cerca de 90% dos casos estão associadas a hipertensão portal e 20% são por ruptura das varizes esofagogástricas.
A sequência correta é:
É correto afirmar sobre a etiologia da HDA: I. Doença Ulcerosa Péptica: São lesões que ultrapassam a muscular da mucosa e tem diâmetro ≥ 0,5 cm. A hipercloridia sem o devido tratamento e com a exposição continuada a AINES, estresse e infecção por pylori, são os principais fatores associados a HDA nesses pacientes. A úlcera pode ser gástrica ou duodenal, sendo que o surgimento da gástrica está mais associado com o uso abusivo de AINES, ao passo que, a duodenal, com a infecção por H. pylori. II. Síndrome de Mallory-Weiss: É a laceração da mucosa na junção gastroesofágica associada ao grande esforço para vomitar e por repetidas vezes, ocorrendo sangramento quando envolve o plexo venoso ou arterial esofágico. Ocorre mais em etilista e grávidas. III. Cobblestoning: A orofaringe posterior pode desenvolver tecido linfoide hipoplásico. IV. Cerca de 90% dos casos estão associadas a hipertensão portal e 20% são por ruptura das varizes esofagogástricas.
A sequência correta é:
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Após a leitura do enunciado apresentado a seguir,
identifique a afirmação correta:
A Helicobacter pylori, mais conhecida como H.pylori, é
uma bactéria que vive no nosso estômago e duodeno,
sendo responsável pela infecção bacteriana crônica
mais comum em seres humanos, presente em todas as
populações e em indivíduos de todas as idades.
Estimativas conservadoras sugerem que mais de 50%
da população mundial possui o estômago colonizado
por essa bactéria.
I. A água contaminada, principalmente nos países em desenvolvimento, costuma servir como uma fonte de bactérias. A H.pylori consegue permanecer viável na água por vários dias. II. A grande maioria dos pacientes contaminados pela H.pylori não apresenta nenhum tipo de sintoma ou complicação. Há cepas da bactéria mais agressivas e há cepas mais indolentes, o que explica, em parte, a ocorrência de sintomas apenas em poucas pessoas contaminadas. III. Atualmente existem vários métodos para se diagnosticar a presença da bactéria H.pylori. Entretanto, mais importante do que diagnosticar a bactéria é saber em quem se deve pesquisar a sua presença. Como em alguns locais até 90% da população apresenta-se contaminada pela bactéria, os testes serão positivos em quase todo mundo. Portanto, não faz sentido solicitar pesquisa de H.pylori em pessoas sem queixas específicas. IV. O H.pylori está relacionado ao surgimento de um tipo específico de linfoma do estômago, chamado de MALT. A relação é tão forte que o tratamento deste tumor é feito com antibióticos e a erradicação da bactéria leva à cura desta neoplasia. A sequência correta é:
I. A água contaminada, principalmente nos países em desenvolvimento, costuma servir como uma fonte de bactérias. A H.pylori consegue permanecer viável na água por vários dias. II. A grande maioria dos pacientes contaminados pela H.pylori não apresenta nenhum tipo de sintoma ou complicação. Há cepas da bactéria mais agressivas e há cepas mais indolentes, o que explica, em parte, a ocorrência de sintomas apenas em poucas pessoas contaminadas. III. Atualmente existem vários métodos para se diagnosticar a presença da bactéria H.pylori. Entretanto, mais importante do que diagnosticar a bactéria é saber em quem se deve pesquisar a sua presença. Como em alguns locais até 90% da população apresenta-se contaminada pela bactéria, os testes serão positivos em quase todo mundo. Portanto, não faz sentido solicitar pesquisa de H.pylori em pessoas sem queixas específicas. IV. O H.pylori está relacionado ao surgimento de um tipo específico de linfoma do estômago, chamado de MALT. A relação é tão forte que o tratamento deste tumor é feito com antibióticos e a erradicação da bactéria leva à cura desta neoplasia. A sequência correta é:
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O tratamento do choque anafilático deve ser iniciado
com rapidez nos serviços de saúde de urgência e
emergência. É importante saber que, apesar de ser
uma situação de emergência, é controlável e reversível
desde que diagnosticada e tratada a tempo. O
esclarecimento e a correta orientação do paciente e de
seus familiares, bem como a prevenção, constituem o
melhor tratamento da anafilaxia, reduzindo sua
mortalidade.
É correto afirmar sobre o tratamento do choque anafilático:
I. São mínimas as evidências que sustentam o uso de anti-histamínicos H2 no contexto de emergência alérgica. Em adultos, sua administração, em conjunto com anti-histamínicos H1, determina bloqueio H1 mais eficaz e resolução mais rápida da urticária. Não existem, entretanto, diferenças em relação ao controle da pressão arterial sistêmica e de outra sintomatologia em relação ao uso isolado de bloqueadores H1. Se for feita opção pelo seu uso, a ranitidina é a droga de escolha, 50 mg (ou 1,25 mg/kg/dose para crianças), intravenosa, em cinco minutos, até de 8/8 horas. II. Em casos sem evidências de choque, a epinefrina pode ser administrada por via endovenosa (EV), o que propicia picos mais rápidos e mais concentração que a via subcutânea, sendo esta reservada para casos mais leves de anafilaxia. A dose (EV) preconizada é de 0,8 a 0,9 mg (0,8 a 0,9 mL de uma solução de 1:1.000), podendo ser repetida cinco a 10 minutos, quando necessário. A infusão IV é indicada nos pacientes com hipotensão arterial, sinais de choque ou naqueles que não respondem à administração EV de epinefrina e à reposição volêmica. A dose IV recomendada é de 10 a 20 ug por minuto, em infusão contínua. III. Os corticoides são usados empiricamente com o intuito de se procurar evitar reações tardias, objetivo nem sempre atingido. Podem atuar também no manejo do broncoespasmo. Provavelmente não desempenham papel relevante no tratamento da fase aguda e seus efeitos só são observados horas após sua administração. A metilprednisolona é a droga de escolha, 125 mg (1 a 2 mg/kg/dose para crianças) de 6/6 horas, IV. Uma vez instituída a corticosterapia, ela pode ser interrompida em três a quatro dias. IV. O glucagon constitui opção de tratamento para reações pouco responsivas à epinefrina, com hipotensão e bradicardia refratárias, como em pacientes em uso de beta-bloqueadores. Antes de indicá-lo, deve-se aferir se a epinefrina foi administrada adequadamente, além de verificar sua validade. O glucagon é agente inotrópico e cronotrópico positivo e exerce efeitos vasculares independentes dos receptores beta-adrenérgicos. Induz também o aumento de catecolaminas endógenas. Seus efeitos colaterais mais comuns são náuseas, vômitos e hiperglicemia. É usado nas doses de 1 a 2 mg (20-30 mg/kg, máximo de 1 mg em crianças), IV, em cinco minutos, seguido de infusão contínua de 5 a 15 mg/minuto. Outra opção é o uso IM, 1 a 2 mg de 5/5 minutos.
A sequência correta é:
É correto afirmar sobre o tratamento do choque anafilático:
I. São mínimas as evidências que sustentam o uso de anti-histamínicos H2 no contexto de emergência alérgica. Em adultos, sua administração, em conjunto com anti-histamínicos H1, determina bloqueio H1 mais eficaz e resolução mais rápida da urticária. Não existem, entretanto, diferenças em relação ao controle da pressão arterial sistêmica e de outra sintomatologia em relação ao uso isolado de bloqueadores H1. Se for feita opção pelo seu uso, a ranitidina é a droga de escolha, 50 mg (ou 1,25 mg/kg/dose para crianças), intravenosa, em cinco minutos, até de 8/8 horas. II. Em casos sem evidências de choque, a epinefrina pode ser administrada por via endovenosa (EV), o que propicia picos mais rápidos e mais concentração que a via subcutânea, sendo esta reservada para casos mais leves de anafilaxia. A dose (EV) preconizada é de 0,8 a 0,9 mg (0,8 a 0,9 mL de uma solução de 1:1.000), podendo ser repetida cinco a 10 minutos, quando necessário. A infusão IV é indicada nos pacientes com hipotensão arterial, sinais de choque ou naqueles que não respondem à administração EV de epinefrina e à reposição volêmica. A dose IV recomendada é de 10 a 20 ug por minuto, em infusão contínua. III. Os corticoides são usados empiricamente com o intuito de se procurar evitar reações tardias, objetivo nem sempre atingido. Podem atuar também no manejo do broncoespasmo. Provavelmente não desempenham papel relevante no tratamento da fase aguda e seus efeitos só são observados horas após sua administração. A metilprednisolona é a droga de escolha, 125 mg (1 a 2 mg/kg/dose para crianças) de 6/6 horas, IV. Uma vez instituída a corticosterapia, ela pode ser interrompida em três a quatro dias. IV. O glucagon constitui opção de tratamento para reações pouco responsivas à epinefrina, com hipotensão e bradicardia refratárias, como em pacientes em uso de beta-bloqueadores. Antes de indicá-lo, deve-se aferir se a epinefrina foi administrada adequadamente, além de verificar sua validade. O glucagon é agente inotrópico e cronotrópico positivo e exerce efeitos vasculares independentes dos receptores beta-adrenérgicos. Induz também o aumento de catecolaminas endógenas. Seus efeitos colaterais mais comuns são náuseas, vômitos e hiperglicemia. É usado nas doses de 1 a 2 mg (20-30 mg/kg, máximo de 1 mg em crianças), IV, em cinco minutos, seguido de infusão contínua de 5 a 15 mg/minuto. Outra opção é o uso IM, 1 a 2 mg de 5/5 minutos.
A sequência correta é:
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As dislalias são compostas por um vasto grupo de
perturbações orgânicas ou funcionais da palavra. As
primeiras resultam de malformações ou alterações na
língua, na abóboda palatina ou noutro órgão da
fonação.
Com relação aos tipos de dislalias é correto afirmar:
Com relação aos tipos de dislalias é correto afirmar:
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A audiometria do tronco cerebral é um exame que
analisa todo o percurso do som, desde que entra no
ouvido até o tronco encefálico. É correto afirmar sobre
esse exame:
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A audição desempenha papel fundamental no
desenvolvimento da linguagem e no desenvolvimento
cognitivo da criança. Desde o nascimento, as crianças
estão aprendendo com os sons significativos (fala) e
com os sons do ambiente. Conforme elas crescem,
aprendem a expandir seu vocabulário e aprendem
novos conceitos. Dessa forma, a criança que adquirir
uma perda auditiva poderá apresentar atraso do
desenvolvimento da fala e nas habilidades cognitivas,
principalmente quando esta perda ocorrer na idade
mais crítica: nos três primeiros anos de vida. Portanto,
quanto mais precocemente a perda auditiva for
diagnosticada e tratada, maiores serão as chances de
sucesso no processo da habilitação/reabilitação
auditiva e de linguagem da criança.
Com relação aos aparelhos auditivos é correto afirmar:
I. Retroauricular (BTE): Esse aparelho auditivo é um dos mais utilizados, pois conseguimos com ele todos os tipos de recursos e potência. Portanto, pode ser adaptado para a maioria das perdas auditivas. Ele fica posicionado atrás da orelha e transmite um som até próximo ao tímpano. Pode ser indicado para pessoas com perda auditiva leve a profunda. II. Microcanal (CIC): Esse modelo é indicado para as pessoas com perda auditiva de leve a moderada e que têm um canal auditivo mais largo. É um aparelho pequeno, elaborado em uma peça única, que se encaixa no canal auditivo, deixando uma pequena parte aparente. III. Receptor no canal (RIC): Indicado para perdas auditivas leves a severas, o receptor no canal é uma versão evoluída do modelo retroauricular — além de ser menor, também apresenta diferentes potências. IV. Intra-auricular (ITE): O modelo intra-auricular apresenta uma grande potência, sendo indicado para perdas auditivas de leves a severas. Esse dispositivo é um pouco maior, confeccionado sob medida e formado por uma única cápsula que preenche toda a concha da orelha. Ele é considerado, entre os modelos “intra”, o de maior potência de amplificação do som. O dispositivo pode incluir um botão para controle manual de volume e programação.
A sequência correta é:
I. Retroauricular (BTE): Esse aparelho auditivo é um dos mais utilizados, pois conseguimos com ele todos os tipos de recursos e potência. Portanto, pode ser adaptado para a maioria das perdas auditivas. Ele fica posicionado atrás da orelha e transmite um som até próximo ao tímpano. Pode ser indicado para pessoas com perda auditiva leve a profunda. II. Microcanal (CIC): Esse modelo é indicado para as pessoas com perda auditiva de leve a moderada e que têm um canal auditivo mais largo. É um aparelho pequeno, elaborado em uma peça única, que se encaixa no canal auditivo, deixando uma pequena parte aparente. III. Receptor no canal (RIC): Indicado para perdas auditivas leves a severas, o receptor no canal é uma versão evoluída do modelo retroauricular — além de ser menor, também apresenta diferentes potências. IV. Intra-auricular (ITE): O modelo intra-auricular apresenta uma grande potência, sendo indicado para perdas auditivas de leves a severas. Esse dispositivo é um pouco maior, confeccionado sob medida e formado por uma única cápsula que preenche toda a concha da orelha. Ele é considerado, entre os modelos “intra”, o de maior potência de amplificação do som. O dispositivo pode incluir um botão para controle manual de volume e programação.
A sequência correta é:
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A deficiência auditiva é caracterizada pela diferença
entre o desempenho do indivíduo e a sua habilidade
considerada normal para a identificação sonora,
segundo padrões estabelecidos pelo American National
Standards Institute (ANSI).
Assinale a alternativa correta:
Assinale a alternativa correta:
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A ventilação é um processo cíclico de inspiração e
expiração pelo qual os níveis considerados ideais de
oxigênio (O2) e gás carbônico (CO2) são mantidos nos
alvéolos e na circulação arterial. Com relação às
Alterações de Ventilação Perfusão.
Assinale a alternativa correta.
Assinale a alternativa correta.
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