Foram encontradas 60 questões.
A morte da pena de morte
Em todo o mundo, as condenações à morte passam por uma lenta, mas certeira decadência. A pena de morte está nas últimas. Nos EUA, o único país desenvolvido com pena capital, as execuções não param de diminuir. Mas não pelos motivos que você imagina.
Dói no bolso: na potência norte-americana, é o dinheiro que está acabando com as execuções. É mais caro para os cofres públicos executar alguém do que mantê-lo preso para o resto da vida. O motivo para isso são os procedimentos extras que a pena de morte exige: há mais apelações e mais anulações de sentença, os advogados envolvidos são mais caros, e o manuseio dos processos também (celas isoladas, vigilância reforçada etc.).
Além disso, para grandes males, grandes remédios: ainda é difícil de conseguir os remédios para as injeções letais.
Farmacêuticas têm se recusado a produzir os químicos usados nas execuções com medo de represálias ou de má repercussão pública. Assim, Estados têm usado remédios pouco testados e ou de procedências duvidosas. Foi o que aconteceu em Oklahoma, quando um preso agonizou por 43 minutos antes de morrer (o normal é dez minutos) por uma mistura de remédios nova. O caso pegou mal e as execuções seguintes acabaram adiadas.
Por fim, o próprio sistema não quer. Hoje, quase todos os Estados americanos não permitem a liberdade condicional para condenados à prisão perpétua. Assim, diminuíram os pedidos de execuções, já que os condenados não vão voltar à sociedade. Em pesquisas, 77% dos jurados americanos atribuíram a pena de morte por medo de o réu obter liberdade condicional.
A MORTE da pena de morte. Superinteressante, São Paulo, n. 333, p. 16, maio 2014. (Texto adaptado)
Marque a alternativa CORRETA de acordo com o texto.
Na frase “O caso pegou mal e as execuções seguintes acabaram adiadas”, a expressão destacada tem sentido igual a
Provas
A morte da pena de morte
Em todo o mundo, as condenações à morte passam por uma lenta, mas certeira decadência. A pena de morte está nas últimas. Nos EUA, o único país desenvolvido com pena capital, as execuções não param de diminuir. Mas não pelos motivos que você imagina.
Dói no bolso: na potência norte-americana, é o dinheiro que está acabando com as execuções. É mais caro para os cofres públicos executar alguém do que mantê-lo preso para o resto da vida. O motivo para isso são os procedimentos extras que a pena de morte exige: há mais apelações e mais anulações de sentença, os advogados envolvidos são mais caros, e o manuseio dos processos também (celas isoladas, vigilância reforçada etc.).
Além disso, para grandes males, grandes remédios: ainda é difícil de conseguir os remédios para as injeções letais.
Farmacêuticas têm se recusado a produzir os químicos usados nas execuções com medo de represálias ou de má repercussão pública. Assim, Estados têm usado remédios pouco testados e ou de procedências duvidosas. Foi o que aconteceu em Oklahoma, quando um preso agonizou por 43 minutos antes de morrer (o normal é dez minutos) por uma mistura de remédios nova. O caso pegou mal e as execuções seguintes acabaram adiadas.
Por fim, o próprio sistema não quer. Hoje, quase todos os Estados americanos não permitem a liberdade condicional para condenados à prisão perpétua. Assim, diminuíram os pedidos de execuções, já que os condenados não vão voltar à sociedade. Em pesquisas, 77% dos jurados americanos atribuíram a pena de morte por medo de o réu obter liberdade condicional.
A MORTE da pena de morte. Superinteressante, São Paulo, n. 333, p. 16, maio 2014. (Texto adaptado)
Marque a alternativa CORRETA de acordo com o texto “A morte da pena de morte”.
Na frase “Mas não pelos motivos que você imagina.”, o pronome “você” refere-se ao leitor do texto.
Por essa frase, entende-se que o leitor:
Provas
A morte da pena de morte
Em todo o mundo, as condenações à morte passam por uma lenta, mas certeira decadência. A pena de morte está nas últimas. Nos EUA, o único país desenvolvido com pena capital, as execuções não param de diminuir. Mas não pelos motivos que você imagina.
Dói no bolso: na potência norte-americana, é o dinheiro que está acabando com as execuções. É mais caro para os cofres públicos executar alguém do que mantê-lo preso para o resto da vida. O motivo para isso são os procedimentos extras que a pena de morte exige: há mais apelações e mais anulações de sentença, os advogados envolvidos são mais caros, e o manuseio dos processos também (celas isoladas, vigilância reforçada etc.).
Além disso, para grandes males, grandes remédios: ainda é difícil de conseguir os remédios para as injeções letais.
Farmacêuticas têm se recusado a produzir os químicos usados nas execuções com medo de represálias ou de má repercussão pública. Assim, Estados têm usado remédios pouco testados e ou de procedências duvidosas. Foi o que aconteceu em Oklahoma, quando um preso agonizou por 43 minutos antes de morrer (o normal é dez minutos) por uma mistura de remédios nova. O caso pegou mal e as execuções seguintes acabaram adiadas.
Por fim, o próprio sistema não quer. Hoje, quase todos os Estados americanos não permitem a liberdade condicional para condenados à prisão perpétua. Assim, diminuíram os pedidos de execuções, já que os condenados não vão voltar à sociedade. Em pesquisas, 77% dos jurados americanos atribuíram a pena de morte por medo de o réu obter liberdade condicional.
A MORTE da pena de morte. Superinteressante, São Paulo, n. 333, p. 16, maio 2014. (Texto adaptado)
De acordo com o texto “A morte da pena de morte”, são argumentos para o fim da pena de morte, EXCETO:
Provas
A morte da pena de morte
Em todo o mundo, as condenações à morte passam por uma lenta, mas certeira decadência. A pena de morte está nas últimas. Nos EUA, o único país desenvolvido com pena capital, as execuções não param de diminuir. Mas não pelos motivos que você imagina.
Dói no bolso: na potência norte-americana, é o dinheiro que está acabando com as execuções. É mais caro para os cofres públicos executar alguém do que mantê-lo preso para o resto da vida. O motivo para isso são os procedimentos extras que a pena de morte exige: há mais apelações e mais anulações de sentença, os advogados envolvidos são mais caros, e o manuseio dos processos também (celas isoladas, vigilância reforçada etc.).
Além disso, para grandes males, grandes remédios: ainda é difícil de conseguir os remédios para as injeções letais.
Farmacêuticas têm se recusado a produzir os químicos usados nas execuções com medo de represálias ou de má repercussão pública. Assim, Estados têm usado remédios pouco testados e ou de procedências duvidosas. Foi o que aconteceu em Oklahoma, quando um preso agonizou por 43 minutos antes de morrer (o normal é dez minutos) por uma mistura de remédios nova. O caso pegou mal e as execuções seguintes acabaram adiadas.
Por fim, o próprio sistema não quer. Hoje, quase todos os Estados americanos não permitem a liberdade condicional para condenados à prisão perpétua. Assim, diminuíram os pedidos de execuções, já que os condenados não vão voltar à sociedade. Em pesquisas, 77% dos jurados americanos atribuíram a pena de morte por medo de o réu obter liberdade condicional.
A MORTE da pena de morte. Superinteressante, São Paulo, n. 333, p. 16, maio 2014. (Texto adaptado)
A partir da leitura do texto descrito, é CORRETO afirmar que:
Provas
A morte da pena de morte
Em todo o mundo, as condenações à morte passam por uma lenta, mas certeira decadência. A pena de morte está nas últimas. Nos EUA, o único país desenvolvido com pena capital, as execuções não param de diminuir. Mas não pelos motivos que você imagina.
Dói no bolso: na potência norte-americana, é o dinheiro que está acabando com as execuções. É mais caro para os cofres públicos executar alguém do que mantê-lo preso para o resto da vida. O motivo para isso são os procedimentos extras que a pena de morte exige: há mais apelações e mais anulações de sentença, os advogados envolvidos são mais caros, e o manuseio dos processos também (celas isoladas, vigilância reforçada etc.).
Além disso, para grandes males, grandes remédios: ainda é difícil de conseguir os remédios para as injeções letais.
Farmacêuticas têm se recusado a produzir os químicos usados nas execuções com medo de represálias ou de má repercussão pública. Assim, Estados têm usado remédios pouco testados e ou de procedências duvidosas. Foi o que aconteceu em Oklahoma, quando um preso agonizou por 43 minutos antes de morrer (o normal é dez minutos) por uma mistura de remédios nova. O caso pegou mal e as execuções seguintes acabaram adiadas.
Por fim, o próprio sistema não quer. Hoje, quase todos os Estados americanos não permitem a liberdade condicional para condenados à prisão perpétua. Assim, diminuíram os pedidos de execuções, já que os condenados não vão voltar à sociedade. Em pesquisas, 77% dos jurados americanos atribuíram a pena de morte por medo de o réu obter liberdade condicional.
A MORTE da pena de morte. Superinteressante, São Paulo, n. 333, p. 16, maio 2014. (Texto adaptado)
Assinale a alternativa CORRETA.
O texto “A morte da pena de morte” tem como objetivo:
Provas
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFT
Orgão: Pref. Palmas-TO
Sobre o rio Tocantins, é CORRETO afirmar que:
Provas
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFT
Orgão: Pref. Palmas-TO
Sobre a divisão distrital de Palmas, é CORRETO afirmar que o município é constituído pelos distritos de Palmas, Taquaruçu e?
Provas
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFT
Orgão: Pref. Palmas-TO
É CORRETO afirmar que as cores que compõem a bandeira de Palmas são:
Provas
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFT
Orgão: Pref. Palmas-TO
Sobre o estado do Tocantins, situado na região norte do Brasil, é CORRETO afirmar que:
Provas
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFT
Orgão: Pref. Palmas-TO
O lago de Palmas, formado pela construção da usina hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães apresenta algumas praias com infraestrutura para o turismo.
É CORRETO afirmar que uma das praias de Palmas é denominada:
Provas
Caderno Container