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Foram encontradas 49 questões.

325270 Ano: 2019
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeira Índios-AL
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Leia as afirmativas a seguir: I. Os serviços de contabilidade serão organizados de forma a permitirem o acompanhamento da execução orçamentária, o conhecimento da composição patrimonial, a determinação dos custos dos serviços industriais, o levantamento dos balanços gerais, a análise e a interpretação dos resultados econômicos e financeiros, conforme disposto na Lei Federal nº 4.320, de 17 de março de 1964.
II. A auditoria contábil tem por objeto tolher a efetividade na aplicação de recursos de convênios na instituição. Marque a alternativa CORRETA:
 

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325269 Ano: 2019
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeira Índios-AL
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Leia as afirmativas a seguir: I. A Lei Complementar nº 101/2000 determina que o projeto de lei orçamentária anual não deve ser elaborado de forma compatível com o plano plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias ou com as normas da Lei de Responsabilidade Fiscal.
II. A Lei Federal nº 4.320, de 17 de março de 1964, determina que a contabilidade manterá registros sintéticos dos bens móveis e imóveis. Marque a alternativa CORRETA:
 

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325268 Ano: 2019
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeira Índios-AL
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Leia as afirmativas a seguir: I. A Lei Federal nº 4.320, de 17 de março de 1964, determina que, para fins orçamentários e determinação dos devedores, haverá o registro contábil das receitas patrimoniais, fiscalizando-se sua efetivação.
II. A Lei Complementar nº 101/2000 determina que o projeto de lei orçamentária anual deve ser elaborado de forma incompatível com a lei de diretrizes orçamentárias. Marque a alternativa CORRETA:
 

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325267 Ano: 2019
Disciplina: Auditoria
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeira Índios-AL
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Leia as afirmativas a seguir: I. O estatuto fixará o número das ações em que se divide o capital social e estabelecerá se as ações terão, ou não, valor nominal, conforme disposto na Lei Federal nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976.
II. É permitido ao auditor exercer atividade ou ligar o seu nome a empreendimentos com finalidades ilícitas. Marque a alternativa CORRETA:
 

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325249 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeira Índios-AL
Leia as afirmativas a seguir:
I. Em relação aos números irracionais, é correto afirmar que todas as raízes inexatas são irracionais, como, por exemplo, a raiz quadrada dos números 2, 3 e 4.
II. O resultado da multiplicação de 0,8 por 2,8 é maior que 2,87 e menor que 3,02.
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325238 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeira Índios-AL
Leia as afirmativas a seguir:
I. Ana é engenheira e está construindo um reservatório em formato de esfera, o qual terá um raio igual a 3m. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, e considerando ainda que o valor de Pi é 3,14, é correto afirmar que o volume desse reservatório é maior do que 102 m³ e menor do que 122 m³.
II. Durante uma campanha promocional, a gerente de uma loja determinou que fosse aplicado um desconto no valor de R$ 67 sobre um produto cujo preço anterior era R$ 392. Após concluída a campanha, se a gerente desejar que o preço anterior ao desconto seja novamente aplicado, então será necessário aplicar um aumento de preço maior que 18, 6% e menor que 19,8% sobre esse item.
III. Irene planeja construir um jardim em um terreno em formato triangular e medidas iguais a 37 m de base e 91 m de altura. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que a área a ser transformada em jardim é maior que 1.611 m² e menor que 1.697 m².
Marque a alternativa CORRETA:
 

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325231 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeira Índios-AL
Leia as afirmativas a seguir: I. São números primos, entre outros, os seguintes: 11, 13, 17 e 19.
II. A fração 2/5 corresponde ao número 0,4 em números decimais. Marque a alternativa CORRETA:
 

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325224 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeira Índios-AL
Leia as afirmativas a seguir: I. O resultado da multiplicação de 0,1 por 0,6 é maior que 0,02 e menor que 0,11.
II. São números primos, entre outros, os seguintes: 137, 139, 149, 152, 157.
III. Sobre um produto cujo preço inicial era R$ 123 foi aplicado um desconto no valor de R$ 14. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que, para voltar ao seu preço inicial, sobre esse produto deverá ser aplicado um aumento de preço maior que 12,09% e menor que 13,11%. Marque a alternativa CORRETA:
 

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325206 Ano: 2019
Disciplina: Estatística
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeira Índios-AL
Leia as afirmativas a seguir: I. O preço do produto X equivale a 8/7 do preço do produto Y. Assim, para obter o preço de X, pode-se multiplicar o preço de Y por 1,19.
II. A série de dados representada pelos números 43, 45, 67, 12 e 33 possui como média um número maior que 32 e menor que 49.
III. Um tanque tem o formato de uma esfera com raio igual a 13m. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, e considerando que o valor de Pi é 3,14, é correto afirmar que o volume desse tanque é maior do que 9.244 m³ e menor do que 9.735 m³. Marque a alternativa CORRETA:
 

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325103 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeira Índios-AL
ESQUEÇA A “LÓGICA” DA LÍNGUA!
Desde o surgimento da filosofia antiga na Grécia, circula na cultura ocidental o mito de que a língua se organiza numa gramática que seria um espelho da lógica que comanda os processamentos da mente/espírito/alma/razão. Desse modo, a gramática seria a “lógica” da língua, enquanto a lógica descreveria a “gramática” do pensamento. Essa concepção de língua e de mente como o espelho uma da outra, velha de 2.500 anos, se enraizou fundo e continua bastante viva até hoje, especialmente entre as pessoas que se esforçam por defender a “pureza” da língua contra os “abusos” e os “erros” cometidos pelos próprios falantes. Essas pessoas costumam argumentar que esses “abusos” e “erros” vão na contramão da “lógica da língua” que, supostamente, governa a gramática. Por exemplo, no enunciado “Descartes foi um dos filósofos que se ocupou do caráter universal da linguagem”, o verbo ocupar deveria estar no plural por motivos “lógicos”, o que se comprovaria com a inversão dos termos: “Um dos filósofos que se ocuparam do caráter universal da linguagem foi Descartes”. Não parece lógico? Só que não...
O grande equívoco dessa abordagem tradicional é acreditar que existe realmente uma identidade entre o funcionamento da língua e o funcionamento da mente. Querer encontrar na língua a mesma “lógica” que governa a mente é acreditar, em última instância, na tese de que “o homem é um animal racional”, formulada inicialmente por Aristóteles e repetida até hoje. Ora, essa suposta racionalidade do ser humano foi posta em xeque no início do século 20 pela psicanálise desenvolvida por Sigmund Freud (1856-1939), que enfatizou o papel fundamental do inconsciente no funcionamento da psique e nas ações concretas – desdobramentos mais recentes da neurociência e de outros campos de investigação empírica têm sugerido que mais de 90% das operações do nosso cérebro estão fora do nível da consciência.
Os estudos linguísticos contemporâneos de visada não formalista também contestam a suposta identidade de lógica e gramática, espantosamente ainda defendida por correntes teóricas como o gerativismo chomskiano, herdeiro em linha reta de Platão e Descartes, expoentes máximos do chamado racionalismo filosófico. Seria até mesmo possível dizer que existe uma lógica de funcionamento das línguas, mas ela nada tem a ver com a lógica formal clássica e seus silogismos, categorias e teoremas. As investigações sobre a mudança linguística têm demonstrado a interação complexa entre fatores sociais (como a variação e o contato), fatores articulatórios (o modo como pronunciamos os sons da língua) e fatores cognitivos como a economia linguística, a gramaticalização, a analogia, fatores que também incluem a metáfora, a metonímia, a reanálise, a construcionalização, entre outros, comuns a todas as línguas. É o uso em sociedade que comanda o funcionamento da língua e responde pela mudança linguística. E a mudança é intrínseca à própria natureza sociocognitiva das línguas: não adianta ter raiva dela, como não adianta ter raiva da mudança das estações. Sendo um trabalho coletivo, fruto do que vem sendo chamado de cognição social, as mudanças que ocorrem na língua não têm nada de “racionais”, no sentido de “conscientes”, nem obedecem a uma mítica “gramática universal”, cuja existência até hoje ninguém conseguiu provar.
Por fim, o grande linguista francês Émile Benveniste (1902-1976) mostrou com a maior clareza possível que a lógica clássica, fundada por Aristóteles, era inteiramente dependente da gramática da língua grega. As fórmulas lógicas que pretensamente revelavam como a mente funciona na verdade revelam apenas como funcionava a língua grega falada pelo grande filósofo. Se ele fosse falante de árabe, chinês, tupi ou quicongo sem dúvida alguma sua lógica teria sido radicalmente diferente. Assim, não é a lógica de funcionamento da mente que nos leva a empregar a língua do modo como a empregamos, mas exatamente o contrário: é a gramática de nossa língua particular que nos faz acreditar que o pensamento se processa de tal e qual modo. Importantes filósofos dos séculos 16 e 17, da corrente chamada empirismo, como o inglês Locke e o francês Condillac, refutaram essa suposta logicidade da língua que, no fundo, admite a existência de “ideias inatas” e, mais no fundo ainda, esconde a crença numa divindade que nos concedeu o “dom” da linguagem, dom que nós só fazemos corromper e destruir (haveria uma correspondência entre o pecado original e a degeneração de uma “língua primordial” perfeita). Assim, quando você topar com um uso inesperado, inovador, não torça o nariz acreditando que ele fere a “lógica” da língua: ao contrário, tente compreender por que os falantes, em trabalho coletivo governado por fatores das mais diversas ordens, estão usando a língua assim agora e não como se usava no ano passado. Afinal, se as línguas fossem “lógicas”, elas não teriam por que mudar. Só que as línguas mudam ou, melhor dizendo, nós, seres humanos sociais, em nossas interações com a cultura e o mundo, é que mudamos a língua que falamos.
(BAGNO, Marcos. Esqueça a “lógica” da língua. Disponível em:
http://bit.ly/2o9Tw7D)
Com base no texto 'ESQUEÇA A “LÓGICA” DA LÍNGUA!', leia as afirmativas a seguir:

I. Como mostra o texto, o psicanalista Freud pôs em evidência a ideia de racionalidade do ser humano ressaltando a importância do inconsciente no funcionamento da mente e nas ações do homem. Meramente com base nessa reflexão, o autor mostra que as mudanças que ocorrem na língua não têm nada de “racionais”, no sentido de “conscientes”, nem obedecem a uma mítica “gramática universal”.
II. De modo geral, o autor defende uma concepção de língua que perpassa o social e nega a origem racional do ser humano. Isto é, todas as produções de fala ou escrita estão sujeitas à irracionalidade e não à gramaticalização.

Marque a alternativa CORRETA:
 

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