Foram encontradas 50 questões.
I. O texto afirma que, entre os procedimentos mais frequentes no Sistema Único de Saúde (SUS) estão, por exemplo, a consulta médica em atenção básica e especializada, a visita domiciliar, a administração de medicamentos em atenção básica e especializada, a aferição de pressão arterial e o atendimento médico em UPA (Unidade de Pronto Atendimento).
II. O texto afirma que a estrutura do SUS em todo o Brasil envolve 42.606 unidades básicas de saúde e o mesmo número de equipes do programa Saúde da Família, 596 UPAs, 2.552 centros de atenção psicossocial (Caps), 1.355 hospitais psiquiátricos, 436.887 leitos, 3.307 ambulâncias, 219 bancos de leite humano e 4.705 hospitais conveniados (públicos, filantrópicos e privados).
III. O autor aponta que, na perspectiva do presidente do Conasems, Mauro Guimarães Junqueira, os repasses de recursos federais para o financiamento do SUS vêm caindo nos últimos tempos.
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I. Como mostra o texto, o processo de luto é subjetivo, individual e pode apresentar diferenças, dependendo de cada pessoa, do modo como ela enfrenta e aceita a situação. Isso quer dizer que, para alguns, pode demorar meses; para outros, anos.
II. A maneira como entes queridos morrem (de maneira abrupta, como em acidentes, tragédias ou em casos de suicídio) é definidora do chamado “luto complicado”. Essa fase dura geralmente um ano, sendo o gatilho para saber quando a pessoa precisará ou não de auxílio profissional.
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I. O texto aponta que, para financiar a rede de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS), a pasta da Saúde dispõe do maior orçamento da Esplanada dos Ministérios. Em 2018, cita o texto, a previsão no Orçamento Geral da União é de R$ 132,4 bilhões, sendo R$ 113,9 bilhões para ações e serviços públicos.
II. Para Mauro Guimarães Junqueira, os repasses federais não levam em conta o envelhecimento da população e o consequente aumento das doenças crônicas, afirma o texto.
III. O autor do texto diz que o Sistema Único de Saúde (SUS) é responsável pelo atendimento exclusivo de cerca de 75% da população brasileira, hoje estimada em 208,5 milhões de pessoas. O autor informa, ainda que, segundo dados do Ministério da Saúde, o SUS é um dos maiores sistemas de saúde do mundo e, em 2017, foram realizados 3,9 bilhões de atendimentos na rede credenciada.
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I. O texto permite deduzir que o SUS vai entrar em colapso se o próximo presidente do Conass não resolver a questão do financiamento do sistema. II. Infere-se do texto que o repasse de recursos federais para financiamento da saúde pública tem apresentado uma linha decrescente. Essa ideia é reforçada no texto através da informação de que, em 1993, a participação da União era de 72%, enquanto em 2002, a União entrou com apenas 52,4% das verbas. III. No texto, o autor afirma que, para Mauro Guimarães Junqueira, os repasses federais não levam em conta o aumento da população, nem o aumento do desemprego que leva mais pessoas a utilizarem os serviços do SUS.
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I. A ideia central do texto está contida no trecho “O problema ocorre quando essa fase natural se torna mais difícil que o habitual: o que os especialistas chamam de ‘luto complicado’”.
II. O tempo adequado para superar a perda de alguém também está relacionado ao modo como aconteceu a morte. Por exemplo, quando os entes falecem de maneira abrupta, como em acidentes, tragédias, casos de suicídio ou morte precoce de um filho.
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QUANDO O LUTO SE TRANSFORMA EM DOENÇA
Lidar com a perda de um ente querido não é tarefa fácil. Entretanto, o luto é um processo pelo qual – infelizmente – todas as pessoas deverão passar a fim de amenizar o sofrimento gerado pela ausência do outro. O problema ocorre quando essa fase natural se torna mais difícil que o habitual: o que os especialistas chamam de “luto complicado”.
A psicóloga Juliana Batista, do HCor (Hospital do Coração), em São Paulo, explica que todo processo de luto tem um começo, um meio e um fim. “Diversas reações emocionais são despertadas [com a morte de alguém], como tristeza, ansiedade, culpa e raiva. Isso é muito comum. A pessoa também pode, num primeiro momento, querer se isolar do convívio social. Em relação às alterações físicas, podem ocorrer sudorese, palpitação e fraqueza, já que o corpo fica sob estresse. A reação varia de pessoa para pessoa, mas não há como evitar o processo de luto.”
Todo mundo se pergunta quanto tempo esse processo vai durar. Segundo a psicóloga, é bastante comum ouvir a queixa: “faz tanto tempo que fulano faleceu e a esposa ainda não superou a perda”. Na verdade, não existe um tempo certo para superar a perda de alguém, isso depende de cada pessoa, do modo como ela enfrenta e aceita a situação. Para alguns pode demorar meses; para outros, anos.
O primeiro ano após a perda é o mais difícil, porque é nesse ano que ocorrem todos os primeiros aniversários sem a pessoa próxima. Isso não significa que seja necessário um ano exato para superar a morte. Um processo de luto é bem-sucedido e finalizado quando a pessoa consegue superar a perda e seguir em frente. Não é que ela vai esquecer a pessoa, pois as lembranças e a ausência continuarão. Entretanto, a perda não vai mais ocupar um lugar de destaque [na vida dela]”, explica a psicóloga.
Quando por algum motivo o indivíduo não consegue passar por essa fase, ele entra no chamado “luto complicado”. Geralmente, isso acontece com pessoas que perderam entes de maneira abrupta, como em acidentes, tragédias e casos de suicídio e na morte precoce de um filho. “Nesses casos, todo pensamento e ato estarão associados à perda, a pessoa não consegue se desligar. Ela deixa de realizar as atividades costumeiras, como ir ao trabalho e ao supermercado. O problema é que, diante de um enlutado crônico, muitas vezes as pessoas querem medicá-lo para sanar os sintomas quando, na verdade, ele precisa ser ouvido”, completa a médica.
Em contrapartida, há aqueles que agem como se nada tivesse acontecido e, alguns dias depois da morte, voltam a trabalhar e lotam a agenda de compromissos. Mas, ainda segundo a especialista, indivíduos que agem assim, na verdade, precisam de cuidados especiais, pois ocupar-se excessivamente é uma maneira de fugir do problema.
“É uma forma de luto inibido. A pessoa não manifesta as formas de reação mais frequentes, como tristeza e raiva. Ou, então, de luto adiado, quando a pessoa só começa a se dar conta da perda depois de uns quinze dias”, diz Batista.
Aqueles que têm algum familiar ou amigo muito doente podem começar a vivenciar o processo de luto antecipatório, antes da morte do ente. “Dependendo do caso, esse pode ser um fator de proteção para que o familiar, de repente, não entre num luto complicado. Porque as perdas progressivas vão acontecendo num intervalo de tempo considerável e assim ele vai se acostumando com a ideia de não ter mais aquela pessoa ao lado”, esclarece.
Em relação às cinco fases do luto (negação, raiva, barganha, depressão e aceitação), que já foram amplamente divulgadas, a psicóloga esclarece que é difícil enquadrar o paciente em uma delas, pois às vezes ele pode passar por todas as fases ao mesmo tempo ou simplesmente não passar por nenhuma.
(CONTE, Juliana. Quando o luto se transforma em doença. Disponível em: http://bit.ly/2VR44Fa)
II. Ocultar o luto preenchendo os horários com atividades diversas, concentrando-se no trabalho, por exemplo, é uma maneira de esquivar-se do sofrimento. Nesse caso, é importante, de acordo com o texto, acompanhamento psiquiátrico. Marque a alternativa CORRETA:
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I. Vivenciar o processo de luto antecipatório para aqueles que têm algum familiar ou amigo muito doente pode ser uma maneira de evitar o “luto complicado”, pois as perdas, assim, acontecem abruptamente.
II. Uma inferência possível sobre o texto é a de que o luto é comum a todos os que perdem um ente querido ou amigo. Ademais, uma das maneiras de evitar o “luto complicado” é vivenciar o processo de luto antecipatório, antes da morte do ente. Sendo assim, a assistência psicológica é irrelevante.
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I. De acordo com o texto, segundo o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Mauro Guimarães Junqueira, as verbas federais são “absolutamente insuficientes” para custear o sistema público, o que vem obrigando os estados e os municípios a ampliarem sua participação no financiamento do SUS.
II. Para Mauro Guimarães Junqueira, afirma o texto, os repasses federais de recursos para o financiamento do SUS não consideram os avanços tecnológicos, que custam caro.
III. Segundo o texto, na opinião de Leonardo Vilela, a crise econômica, além de reduzir a arrecadação de impostos, colocou no sistema os trabalhadores desempregados que perderam planos de saúde, sobrecarregando ainda mais a rede pública. "Até para melhorar a gestão precisamos de mais recursos, pois um dos caminhos, a informatização, custa dinheiro”, afirma o presidente do Conasems no texto.
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I. A autora sustenta a tese de que o tempo para superar a perda de um ente querido está relacionado à inexistência do luto. Ou seja, aqueles que se ocupam mais rapidamente, logo após a perda, estão mais propensos a não desenvolverem o “luto complicado”.
II. A autora explorou, no texto, o processo de luto e como as pessoas lidam com ele. Além disso, direcionou-se para a questão do luto complicado, que ocorre quando não se sabe lidar com a questão.
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I. O texto informa que, para o Conasems, um dos caminhos para ampliar o financiamento da saúde pública é a revisão da política de isenções fiscais concedidas a setores produtivos, pois as desonerações representam menos da metade do orçamento do Ministério da Saúde. II. Depreende-se do texto que as verbas federais são absolutamente insuficientes para custear o SUS. Do ponto de vista de Leonardo Vilela, essa escassez de recursos resulta em hospitais privados conveniados quebrando, filantrópicos endividados e atendimento precário nos hospitais públicos, conforme pode ser lido no texto. III. De acordo com o texto, a revitalização do Sistema Único de Saúde (SUS) está entre os principais desafios do próximo presidente da República, juntamente com a segurança pública e a geração de empregos.
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