Foram encontradas 25 questões.
Abaixo encontra-se um trecho de Dom Casmurro, de Machado de Assis, onde é possível observar
a necessidade ou não do uso da crase. Indique as formas corretas:
"Foi __ missa das cinco; eu ia __ das seis."
"Foi __ missa das cinco; eu ia __ das seis."
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De acordo com emprego correto da crase, analisar os itens.
I. De manhã, apreensivo, Heitor estava à espera do resultado dos exames.
II. Bianca está decidida à preparar uma festa de aniversário em homenagem às filhas.
III. O palestrante fez referência àquelas mulheres que sofrem com o machismo no dia a dia.
Está CORRETO o que se afirma:
I. De manhã, apreensivo, Heitor estava à espera do resultado dos exames.
II. Bianca está decidida à preparar uma festa de aniversário em homenagem às filhas.
III. O palestrante fez referência àquelas mulheres que sofrem com o machismo no dia a dia.
Está CORRETO o que se afirma:
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Há uma série de frases do cotidiano que carecem de lógica. Assinale a única frase abaixo que está
integralmente coerente.
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Qual das alternativas a seguir exemplifica corretamente a função de coesão referencial em um texto
narrativo?
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A MATEMÁTICA DO TROCO NO ÔNIBUS
Eu estava no ônibus, a caminho da escola, aproveitando o tempo para revisar os cálculos da
prova de Matemática. Afinal, sempre tem aquele probleminha surpresa que pega qualquer aluno
desprevenido. Mas, como diz minha avó, "quem procura, acha" — e eu acabei achando um problema
de Matemática antes mesmo de chegar à escola.
No meio do percurso, entrou uma mulher de expressão fechada. Ela foi até a cobradora e
entregou uma nota de cinco reais para pagar a passagem de quatro e vinte. Simples, pensei eu, um
troco de oitenta centavos. A cobradora, cordial, perguntou se ela teria uma moedinha de vinte e cinco
centavos para facilitar e devolver um real. "Não", respondeu a mulher, parada na catraca, imóvel. A
cobradora insistiu: "Então deixa por cinco reais, pra facilitar...". Mas a mulher exigiu seus oitenta
centavos.
"Eu não tenho moedas abaixo de um real agora", explicou a cobradora, já sem paciência. A
mulher respondeu: "Problema seu! Quero meus oitenta centavos!". Exasperada, a cobradora sugeriu,
misturando humor e cansaço: "Quer que eu pare o ônibus pra descer e procurar troco ou faça um
abracadabra pra conseguir as moedas?" A mulher se indignou ainda mais, chamando a cobradora de
atrevida.
Antes de descobrir o desfecho, o ônibus chegou ao meu ponto. Desci com a cabeça cheia de
números e a sensação de que, de alguma forma, até treinei aritmética com o conflito dos oitenta
centavos.
Autor Desconhecido - Texto Adaptado
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