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Dispondo dos algarismos 9, 8, 7, 6 e 5, quantos números naturais diferentes podem ser formados com 3 algarismos distintos?
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O surpreendente lado positivo - e até social - da selfie
A palavra “selfie” pode trazer à mente a imagem de uma menina adolescente fazendo caretas para um iPhone e aparentando estar alheia ao seu entorno, ou alguém ousado se fotografando na beira de um arranha-céu momentos antes de morrer - sintomas de uma cultura obcecada por si mesma e, dizem alguns, do declínio da sociedade. Mas as selfies têm implicações culturais muito mais profundas, que complicam esses estereótipos. Em seu novo livro, A Geração da Selfie, a escritora Alicia Eler rompe com clichês para imaginar a selfie como uma faca de dois gumes, um fenômeno empoderador e vulnerável, característico da era digital.
Em oposição à premissa de que são apenas objetificadoras ou narcisistas, as selfies têm sido chave para o empoderamento de grupos marginalizados como mulheres, pessoas de cor, a comunidade LGBT, imigrantes e refugiados. Ter a mídia na palma da mão permitiu o acesso para todos os tipos de grupos, com uma nova geração de pessoas que não têm medo de ser diferentes ou únicas, criando por fim um espelho, diz Eler. “Houve alguma época em que adolescentes não eram obcecados com a sua própria imagem?”, pergunta ela.
Jovem ou velho, você não pode culpar as pessoas por querer aceitação, e agora isso está a um toque de distância. Além disso, por mais que postar selfies publicamente sempre acabe expondo as pessoas a discursos de ódio e assédio, isso também as conecta a uma rede global de apoio em potencial. Com a popularização da selfie, imagens de pessoas marginalizadas que antigamente ficavam de fora dos principais canais de comunicação se tornaram icônicas.
Desde 2013, quando “selfie” foi nomeada a palavra do ano pelo Dicionário de Oxford, esses auto-retratos contemporâneos se tornaram onipresentes em uma época em que visibilidade às vezes é considerada um sinônimo de poder político. Movimentos de resistência e protestos tomaram novas formas desde então. Eles são menos sobre marchar com placas ou organização de comunidades e mais sobre fluidez descentralizada ou ser visto em várias plataformas on-line. “Seu objetivo é ganhar visibilidade em uma lógica diferente - usando imagens comuns, táticas, hashtags, políticas de identidade e eventos icônicos”, escreveu a acadêmica Irmgard Emmelhainz.
http://www.bbc.com/... - adaptado.
Tendo em vista as normas gramaticais, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(---) No termo “arranha-céu” (primeiro parágrafo), o uso do hífen está correto na formação do substantivo composto.
(---) No termo “auto-retratos” (quarto parágrafo), o uso do hífen está incorreto na formação do substantivo composto. O correto seria “autorretratos”.
(---) No termo “auto-retratos” (quarto parágrafo), o uso do hífen está incorreto na formação do substantivo composto. O correto seria “autorretratos”.
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Para que o valor do determinante da matriz abaixo seja igual a -156, o valor para a letra X na matriz deve ser igual a:
!$ \begin{bmatrix} 6 & 5 & 4 \\ X & 7 & 8 \\ 2 & 9 & 3 \end{bmatrix} !$
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O surpreendente lado positivo - e até social - da selfie
A palavra “selfie” pode trazer à mente a imagem de uma menina adolescente fazendo caretas para um iPhone e aparentando estar alheia ao seu entorno, ou alguém ousado se fotografando na beira de um arranha-céu momentos antes de morrer - sintomas de uma cultura obcecada por si mesma e, dizem alguns, do declínio da sociedade. Mas as selfies têm implicações culturais muito mais profundas, que complicam esses estereótipos. Em seu novo livro, A Geração da Selfie, a escritora Alicia Eler rompe com clichês para imaginar a selfie como uma faca de dois gumes, um fenômeno empoderador e vulnerável, característico da era digital.
Em oposição à premissa de que são apenas objetificadoras ou narcisistas, as selfies têm sido chave para o empoderamento de grupos marginalizados como mulheres, pessoas de cor, a comunidade LGBT, imigrantes e refugiados. Ter a mídia na palma da mão permitiu o acesso para todos os tipos de grupos, com uma nova geração de pessoas que não têm medo de ser diferentes ou únicas, criando por fim um espelho, diz Eler. “Houve alguma época em que adolescentes não eram obcecados com a sua própria imagem?”, pergunta ela.
Jovem ou velho, você não pode culpar as pessoas por querer aceitação, e agora isso está a um toque de distância. Além disso, por mais que postar selfies publicamente sempre acabe expondo as pessoas a discursos de ódio e assédio, isso também as conecta a uma rede global de apoio em potencial. Com a popularização da selfie, imagens de pessoas marginalizadas que antigamente ficavam de fora dos principais canais de comunicação se tornaram icônicas.
Desde 2013, quando “selfie” foi nomeada a palavra do ano pelo Dicionário de Oxford, esses auto-retratos contemporâneos se tornaram onipresentes em uma época em que visibilidade às vezes é considerada um sinônimo de poder político. Movimentos de resistência e protestos tomaram novas formas desde então. Eles são menos sobre marchar com placas ou organização de comunidades e mais sobre fluidez descentralizada ou ser visto em várias plataformas on-line. “Seu objetivo é ganhar visibilidade em uma lógica diferente - usando imagens comuns, táticas, hashtags, políticas de identidade e eventos icônicos”, escreveu a acadêmica Irmgard Emmelhainz.
http://www.bbc.com/... - adaptado.
Assinalar a alternativa em que acentuação gráfica está INCORRETA:
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Considerando-se o Word 2007, é possível criar fórmulas e contas, seguindo o caminho Inserir:
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O surpreendente lado positivo - e até social - da selfie
A palavra “selfie” pode trazer à mente a imagem de uma menina adolescente fazendo caretas para um iPhone e aparentando estar alheia ao seu entorno, ou alguém ousado se fotografando na beira de um arranha-céu momentos antes de morrer - sintomas de uma cultura obcecada por si mesma e, dizem alguns, do declínio da sociedade. Mas as selfies têm implicações culturais muito mais profundas, que complicam esses estereótipos. Em seu novo livro, A Geração da Selfie, a escritora Alicia Eler rompe com clichês para imaginar a selfie como uma faca de dois gumes, um fenômeno empoderador e vulnerável, característico da era digital.
Em oposição à premissa de que são apenas objetificadoras ou narcisistas, as selfies têm sido chave para o empoderamento de grupos marginalizados como mulheres, pessoas de cor, a comunidade LGBT, imigrantes e refugiados. Ter a mídia na palma da mão permitiu o acesso para todos os tipos de grupos, com uma nova geração de pessoas que não têm medo de ser diferentes ou únicas, criando por fim um espelho, diz Eler. “Houve alguma época em que adolescentes não eram obcecados com a sua própria imagem?”, pergunta ela.
Jovem ou velho, você não pode culpar as pessoas por querer aceitação, e agora isso está a um toque de distância. Além disso, por mais que postar selfies publicamente sempre acabe expondo as pessoas a discursos de ódio e assédio, isso também as conecta a uma rede global de apoio em potencial. Com a popularização da selfie, imagens de pessoas marginalizadas que antigamente ficavam de fora dos principais canais de comunicação se tornaram icônicas.
Desde 2013, quando “selfie” foi nomeada a palavra do ano pelo Dicionário de Oxford, esses auto-retratos contemporâneos se tornaram onipresentes em uma época em que visibilidade às vezes é considerada um sinônimo de poder político. Movimentos de resistência e protestos tomaram novas formas desde então. Eles são menos sobre marchar com placas ou organização de comunidades e mais sobre fluidez descentralizada ou ser visto em várias plataformas on-line. “Seu objetivo é ganhar visibilidade em uma lógica diferente - usando imagens comuns, táticas, hashtags, políticas de identidade e eventos icônicos”, escreveu a acadêmica Irmgard Emmelhainz.
http://www.bbc.com/... - adaptado.
Quanto ao tempo verbal, os verbos sublinhados no trecho “... imagens de pessoas marginalizadas que antigamente ficavam de fora dos principais canais de comunicação se tornaram icônicas.” estão, respectivamente, no:
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Considerando-se o Internet Explorer 9, são opções de acessibilidade que podem ser habilitadas:
I - Mover o cursor do sistema com alterações de foco/seleção.
II - Sempre expandir texto alternativo para imagens.
III - Redefinir nível de zoom para novas janelas e guias.
II - Sempre expandir texto alternativo para imagens.
III - Redefinir nível de zoom para novas janelas e guias.
Estão CORRETOS:
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695334
Ano: 2018
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Paraíba Sul-RJ
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Paraíba Sul-RJ
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- Direitos e Garantias FundamentaisDireitos de NacionalidadeBrasileiros Natos e NaturalizadosDistinções Constitucionais
Com base na Constituição Federal, são cargos privativos de brasileiro nato, EXCETO:
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1473779
Ano: 2018
Disciplina: Direito Empresarial (Comercial)
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Paraíba Sul-RJ
Disciplina: Direito Empresarial (Comercial)
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Paraíba Sul-RJ
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De acordo com a Lei nº 5.474/1996, a remessa de duplicata poderá ser feita diretamente pelo vendedor ou por seus representantes, por intermédio de instituições financeiras, procuradores ou, correspondentes que se incumbam de apresentá-la ao comprador na praça ou no lugar de seu estabelecimento, podendo os intermediários devolvê-la, depois de assinada, ou conservá-la em seu poder até o momento do resgate, segundo as instruções de quem lhes cometeu o encargo. A remessa referida, em regra geral, tem o prazo de:
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1135981
Ano: 2018
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Paraíba Sul-RJ
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Paraíba Sul-RJ
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De acordo com a Lei nº 8.429/1992, constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições. Também está caracterizado como ato de improbidade contra os princípios da administração pública:
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