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Ainda sobre saúde da mulher no manejo clínico do sangramento uterino aumentado crônico de padrão ovulatório analise o agente, a patologia e as contraindicações e assinale a alternativa correta:
I - Anti-inflamatório não esteroide (p. ex., ibuprofeno ou diclofenaco);600 mg de ibuprofeno ou 50 mg de diclofenaco, de 8/8 horas, por 4 dias, a partir do primeiro dia da menstruação.; História de úlcera péptica ativa, uso concomitante de anticoagulantes, distúrbios da coagulação, doença renal.
II - Ácido tranexâmico;250 mg a 1 g, de 6/6 a 12/12 horas, por 4 dias, a partir do primeiro dia da menstruação; Coagulação intravascular ativa, vasculopatia oclusiva aguda e em pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula.
III - Anticoncepcional oral combinado (30 a 50 ug de etinilestradiol);1 cápsula ao dia, por 21 dias; História de trombose arterial ou venosa, migrânea com aura, diabetes mellitus com alterações vasculares, doença hepática grave.
IV - Acetato de medroxiprogesterona oral;10 mg/dia do 5ª dia ao 26º dia; Presença ou histórico de tromboflebite, distúrbios tromboembólicos e cerebrovasculares. Insuficiência hepática grave. Presença ou suspeita de neoplasia mamária ou de órgãos genitais.
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Sobre a saúde da mulher quando a presença de sangramento uterino intermenstrual: sangramento uterino não associado à menstruação como identificar/e ou avaliar a causa, assinale a alternativa correta:
I - Associado a anticoncepcional oral combinado: Sangramento no padrão escape (spotting), caracterizado por pequenos sangramentos sem relação com o ciclo menstrual. É mais frequente nos primeiros três meses de uso e quando utilizados anticoncepcionais orais com doses mais baixas de estrogênio
II - Associado à medroxiprogesterona de depósito: No início do uso do acetato de medroxiprogesterona de depósito, pode haver sangramento. Além disso, frequentemente há sangramento de escape, especialmente nos primeiros anos de uso.
III - Patologias cervicais e ectopia: Geralmente, o padrão de sangramento é póscoito. O câncer de colo uterino, em alguns casos, também pode se manifestar como sangramento de escape. A inspeção do colo uterino a olho nu durante o exame especular geralmente é suficiente para identificar patologias cervicais que resultam em sangramento.
IV - Patologias do endométrio (pólipo, hiperplasia, câncer): Geralmente, o padrão de sangramento é spotting, mas pode se manifestar como sangramento pós-coito. O diagnóstico, muitas vezes, é feito pela ultrassonografia, mas, geralmente, a mulher deve ser encaminhada para histeroscopia diagnóstica.
V - Doença inflamatória pélvica: Geralmente, mas nem sempre, está associada à dor pélvica, febre e/ou sangramento pós-coito, intermenstrual ou do padrão de sangramento uterino aumentado ovulatório. Ao exame, o colo uterino frequentemente está friável, com secreção sugestiva de cervicite e dor à mobilização do colo.
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Sobre direitos à saúde sexual e reprodutiva (DSR) assinale a alternativa incorreta:
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Os testes para detecção da infecção pelo HIV podem ser divididos basicamente pelos grupos:
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Sobre Glomerulonefrite Membranoproliferativa (GNMP), leia as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta:
I - De 30 a 50% dos pacientes apresentam níveis reduzidos de C3 e CH50; a forma idiopática é mais frequentemente encontrada em adultos jovens, enquanto a secundária é mais comum em adultos.
II - A GNMP secundária, encontrada em 50% dos pacientes, pode se associar a doenças infecciosas (vírus da hepatite C e B, HIV, esquistossomose, endocardite, abscessos viscerais, shunts, malária, micoplasma e Epstein-Barr), autoimunes (lúpus eritematoso sistêmico, crioglobulinemia, artrite reumatoide e síndrome de Sjögren), paraproteinemias (nefropatia de cadeia leve, mieloma múltiplo, macroglobulinemia de Waldenström) e microangiopatia trombótica (síndrome hemolítico-urêmica, síndrome anticorpo antifosfolípide, anemia falciforme, nefrite por radiação).
III - A investigação de quadros sistêmicos é obrigatória e alguns exames laboratoriais são necessários, como pesquisa de anti-DNA, crioglobulina, sorologias para hepatite B e C, enzimas hepáticas e, em casos selecionados, avaliação de neoplasias, incluindo imunoeletroforese de proteínas sérica e urinária.
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A linha de Muehrcke é mais sugestiva de:
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Sobre a síndrome nefrótica primária ou idiopática (SNI), leia as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta:
I - A síndrome nefrótica (SN) é caracterizada por proteinúria maciça, hipoalbuminemia, edema e hiperlipidemia e ocorre pelo aumento da permeabilidade da membrana basal glomerular. Pode ser dividida em secundária, quando causada por alguma outra doença, ou idiopática. Em crianças, a síndrome nefrótica primária ou idiopática (SNI) representa 90% dos casos diagnosticados antes dos 10 anos de idade e 50% dos que se apresentam após essa idade. Apesar de menos frequente, a avaliação inicial deve afastar a presença de causas secundárias, como doenças sistêmicas, infecções, neoplasias e uso de medicamentos.
II - Histologicamente, a SNI revela apagamento difuso dos podócitos à microscopia eletrônica e alterações mínimas à microscopia ótica, sendo então diferenciada em síndrome nefrótica por lesões mínimas (SNLM) ou glomeruloesclerose segmentar e focal (GESF).
III - Os pacientes com SN podem ser definidos por sua resposta à terapia inicial em sensíveis (SNSC) ou resistentes ao corticosteroide (SNRC). Entre os sensíveis, a maior parte apresenta SNLM, embora GESF possa ocorrer. Entre os resistentes, a maioria apresenta GESF, e a minoria, SNLM (4,5). Os que não respondem ao curso inicial de glicocorticoide devem ser submetidos à biópsia renal para determinar o diagnóstico histológico e orientar novas escolhas terapêuticas.
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Dentre os fármacos a seguir, qual não induz a nefrite tubolointersticial aguda?
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Sobre nefrite lúpica, leia as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta:
I - A glomerulonefrite (GN) é a causa mais frequente do uso de doses elevadas de corticosteroides (CE) e imunossupressores, a condição que mais requer internação hospitalar e o principal fator relacionado ao aumento da mortalidade. A progressão para insuficiência renal crônica terminal ou, mais modernamente, doença renal crônica estabelecida (DRCe), definida por taxa de filtração glomerular (TFG) ≤15 mL/minuto, com necessidade de terapia renal substitutiva, ocorre em 10% a 30% dos pacientes, principalmente nos que apresentam glomerulonefrite proliferativa (GNP).
II - O envolvimento renal no LES (lúpus eritematoso sistêmico) ocorre clinicamente em cerca de 60% dos pacientes e pode determinar alterações tubulares, intersticiais, vasculares e glomerulares. No entanto, é o envolvimento desse último compartimento que determina a maior parte dos sinais e sintomas da nefrite lúpica (NL).
III - A semelhança das manifestações em outros sistemas, a NL também apresenta graus distintos de gravidade, com períodos de atividade e remissão, que determinam a escolha dos agentes terapêuticos a serem empregados (B). Na prática clínica, nem sempre é possível fazer a biópsia renal, embora esse seja um procedimento relativamente simples quando feito por profissionais experientes.
IV - A biópsia permite o reconhecimento de marcadores diagnósticos e prognósticos que podem influenciar a escolha terapêutica. Para os pacientes não submetidos à biópsia renal, e para todos ao longo da evolução, usam-se marcadores clínicos e laboratoriais que auxiliam a caracterizar a gravidade e atividade da GN (B) e orientam o uso dos agentes imunomoduladores e/ou imunossupressores.
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Sobre a nefrite hereditária, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta:
I - Doença ligada ao X ocorre em mulheres heterozigotas que, como têm um cromossomo X normal, geralmente têm sintomas menos graves e de progressão mais lenta do que os homens.
II - Em pacientes com a síndrome de Alport ligada ao X, a perda auditiva neurossensorial geralmente se manifesta na infância, enquanto a doença renal muitas vezes só se manifesta mais tarde na idade adulta.
III - O tratamento só é indicado quando ocorre uremia; é igual ao da insuficiência renal crônica de outras causas. Alguns relatos com poucos casos sugerem que o uso de inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA) ou bloqueadores dos receptores de angiotensina II podem diminuir a progressão da doença renal. Transplante foi bem sucedido, mas a doença de anticorpos da membrana basal glomerular pode ocorrer, geralmente somente em homens, no rim transplantado. Indica-se aconselhamento genético.
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