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A hérnia incisional recidivada, especialmente
quando associada à perda de domicílio do conteúdo abdominal,
requer reparo com tela sintética de alta densidade por via
aberta, sendo a via laparoscópica contraindicada devido à
dificuldade de dissecção e risco aumentado de lesão de vísceras
ocas em aderências extensas.
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No manejo da pancreatite aguda biliar grave, a
colecistectomia laparoscópica deve ser realizada após a
resolução do quadro inflamatório agudo e normalização das
enzimas pancreáticas, preferencialmente durante a mesma
internação, a fim de prevenir novos episódios de pancreatite ou
complicações biliares.
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A abordagem laparoscópica na apendicite aguda é
superior à laparotomia convencional em praticamente todos os
cenários clínicos, inclusive na apendicite perfurada com
abscesso localizado, devido à menor dor pós-operatória, menor
tempo de internação e menor taxa de infecção de sítio
cirúrgico, sem aumento significativo no risco de fístulas fecais
ou abscesso intra-abdominal residual.
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Situação hipotética: Um paciente com colecistite
aguda sem febre ou icterícia, mas com dor intensa e leucocitose
discreta, recusa a indicação de colecistectomia imediata por
receio de complicações. Assertiva: O médico tem o dever ético
de realizar a cirurgia em caráter de urgência, mesmo contra a
vontade do paciente, pois a condição representa risco iminente
de progressão para peritonite e sepse.
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A síndrome da resposta inflamatória sistêmica
(SIRS) pós-operatória, caracterizada por taquicardia,
taquipneia, alteração de temperatura e leucocitose ou
leucopenia, é invariavelmente indicativa de processo infeccioso
subjacente, demandando investigação microbiológica exaustiva
e antibioticoterapia empírica de amplo espectro.
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No manejo do choque hemorrágico classes III e IV,
a prioridade absoluta reside na reversão da coagulopatia
induzida por hipotermia e acidose metabólica, sendo a
transfusão de hemoderivados (concentrado de hemácias,
plasma fresco congelado e plaquetas) na razão 1:1:1 o pilar da
ressuscitação, com a administração de grandes volumes de
cristaloides restrita a situações de impossibilidade de acesso
venoso imediato para hemoderivados.
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A fase proliferativa da cicatrização é
primordialmente caracterizada pela neovascularização e
deposição abundante de colágeno tipo III, que será
posteriormente substituído por colágeno tipo I, conferindo
maior resistência à ferida, processo este que pode ser
significativamente inibido por corticosteroides em doses
elevadas e exposição excessiva à radiação ultravioleta.
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Situação hipotética: Um paciente etilista crônico,
com trombocitopenia leve e coagulograma dentro da
normalidade para INR e tempo de protrombina, necessita de
colectomia. Assertiva: A simples trombocitopenia, mesmo que
compensada por outros fatores da coagulação, contraindica a
realização de bloqueio neuroaxial para anestesia, dado o risco
intrínseco de hematoma epidural ou espinhal.
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A administração profilática de antibióticos em
cirurgias limpas contaminadas deve, idealmente, ocorrer no
momento da incisão cirúrgica, sendo que a redosagem é
mandatória se o procedimento exceder duas meias-vidas do
fármaco ou se houver perda sanguínea superior a duas vezes o
volume circulante total.
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Na estratificação de risco cirúrgico pelo índice de
Lee modificado, a insuficiência cardíaca congestiva controlada,
angora instável e a insuficiência renal com creatinina sérica
superior a 2,0 mg/dL são considerados preditores
independentes de alto risco para complicações cardíacas
pós-operatórias, com peso equiparado na soma dos pontos.
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