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Foram encontradas 237 questões.

119364 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: Pref. Parnarama-MA
enunciado 119364-1
Na organização sequencial desse texto, identificamos sequências tipológicas de natureza
 

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119363 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: Pref. Parnarama-MA
enunciado 119363-1
Em relação ao aspecto linguístico-cultural, a segunda resposta De Masi poderia ser assim resumida e reescrita:
 

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119362 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: Pref. Parnarama-MA
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Vivemos o fim do futuro O sociólogo polonês denuncia a perda de referências políticas, culturais e morais da civilização e diz que só os jovens, com sua indignação, poderão resistir à banalização
Época: Os jovens podem mudar e salvar o mundo? Ou nem os jovens podem fazer algo para salvar a história?
Bauman: Sou tudo, menos desesperançoso. Confio que os jovens possam perseguir e consertar o estrago que os mais velhos fizeram. Como e se forem capazes de pôr isso em prática, dependerá da imaginação e da determinação deles. Para que se deem uma oportunidade, os jovens precisam resistir às pressões da fragmentação e recuperar a consciência da responsabilidade compartilhada para o futuro do planeta e de seus habitantes. Os jovens precisam trocar o mundo virtual pelo real. (Trecho de uma entrevista concedida à Revista Época (nº 819, de 10 de fevereiro de 2014, p. 68-70), pelo sociólogo polonês e professor universitário, Zygmunt Bauman. Título da entrevista: Vivemos o fim do futuro)
O texto lido acima é caracterizado como pertencente ao gênero entrevista. Considerando-se as condições a partir das quais essa entrevista foi realizada e veiculada, pode-se afirmar que a linguagem utilizada
 

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119361 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: Pref. Parnarama-MA
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TEXTO (Para a questão)

A história do pescador

"Fala sério..." Ninguém disse isso enquanto José Salvador Alvarenga narrava seu drama, mas certamente pensou. Mais de um ano perdido no Oceano Pacífico, num barco à deriva, alimentando-se de pássaros e tartarugas. Difícil de acreditar. "Eu não sabia a hora, o dia. Sabia apenas se era dia ou noite", disse Alvarenga, de 37 anos e natural de El Salvador, ao jornal britânico The Daily Telegraph. "Eu não via terra. Puro oceano." Na semana passada, quando esse misterioso homem apareceu do nada nas Ilhas Marshall - micropaís da Micronésia formado por atóis e ocupado por apenas 70 mil pessoas -, muitos ficaram de boca aberta. Sua odisseia mais parecia fruto da imaginação que realidade, apesar das precárias condições físicas de seu protagonista. Aos poucos, ele oferecia preciosos detalhes e conquistava os incrédulos ouvintes. Sim, José Salvador Alvarenga jurava ter passado 13 meses no Pacífico - e estava pronto para contar sua história.
(...)

(Revista Época - nº 819, de 10 de fevereiro de 2014. Personagem da Semana. JOSÉ SALVADOR ALVARENGA. p. 14)
A maneira como a linguagem é utilizada nas mais diferentes situações de comunicação auxilia-nos a produzir os sentidos sobre o que dizemos. No trecho acima, com o título do texto A história do pescador e a frase inicial "Fala sério..." o próprio autor
 

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119360 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: Pref. Parnarama-MA
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TEXTO (Para as questão)
Equilibrando o tempo

Falta de tempo. Um dos maiores problemas do mundo moderno é também um dos principais motivos que tem levado muitos estudantes brasileiros a optar pela educação a distância. Afinal, não é fácil conciliar uma rotina de estudos, com hora marcada e deslocamentos, com os afazeres da vida profissional e pessoal - o que significa, para muita gente, também cuidar das crianças e da casa. (...).
Mesmo com as vantagens, é um engano comum pensar que o curso a distância é sinônimo de vida fácil. (...).

(Guia de Educação a distância, 2014. São Paulo - Ed. Segmento. Equilibrando o tempo. Por Daniel dos Santos, p. 44-46)
Na última frase do texto o autor admite que há uma crença de que
 

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119359 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: Pref. Parnarama-MA
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Vivemos o fim do futuro O sociólogo polonês denuncia a perda de referências políticas, culturais e morais da civilização e diz que só os jovens, com sua indignação, poderão resistir à banalização
Época: Os jovens podem mudar e salvar o mundo? Ou nem os jovens podem fazer algo para salvar a história?
Bauman: Sou tudo, menos desesperançoso. Confio que os jovens possam perseguir e consertar o estrago que os mais velhos fizeram. Como e se forem capazes de pôr isso em prática, dependerá da imaginação e da determinação deles. Para que se deem uma oportunidade, os jovens precisam resistir às pressões da fragmentação e recuperar a consciência da responsabilidade compartilhada para o futuro do planeta e de seus habitantes. Os jovens precisam trocar o mundo virtual pelo real. (Trecho de uma entrevista concedida à Revista Época (nº 819, de 10 de fevereiro de 2014, p. 68-70), pelo sociólogo polonês e professor universitário, Zygmunt Bauman. Título da entrevista: Vivemos o fim do futuro)
A fala de Zygmunt Bauman, o sociólogo entrevistado, em Confio que os jovens possam perseguir e consertar o estrago que os mais velhos fizeram. Como e se forem capazes de pôr isso em prática, dependerá da imaginação e da determinação deles., revela que ele:
 

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119358 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: Pref. Parnarama-MA
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Autoestima
"Eu me amo, eu me amo, não posso mais viver sem mim" (Ultraje a rigor).
Segundo Castelo, "ter consideração por si mesmo é vital, a consideração por aquilo e por quem somos de fato. Em geral, as pessoas ficam infelizes e incapazes de contar consigo mesmas, porque agem de acordo com aquilo que pensam que são ou com aquilo que gostariam de ser, ou com o que o grupo de que fazem parte considera que deveriam ser, ou de acordo com as expectativas religiosas que têm (muitas vezes inconscientes), que não correspondem ao que de fato são. A verdadeira autoestima, é o respeito que sentimos por aquilo que somos de fato, pelo que a natureza nos deu e se impõe às nossas existências, tal como a cor da pele, do cabelo, dos olhos, a genética que portamos, bem como as nossas personalidades. Percebendo o que somos, ou o mais próximo do que isso venha a ser, podemos fazer um casamento mais proveitoso conosco para tirarmos proveito dessa condição e desenvolver os recursos de que de fato dispomos".
(Revista Grandes temas do conhecimento - Psicologia, Nº 2 - Autoestima - p.14-17).
A ausência de autoestima, segundo o texto, é gerada em virtude:
 

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119356 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: Pref. Parnarama-MA
TEXTO II

enunciado 119356-1
Registra-se a utilização de linguagem de natureza denotativa em
 

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119355 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: Pref. Parnarama-MA

TEXTO I

A busca da felicidade Pesquisas desvendam os mecanismos do prazer e da felicidade. Como esse novo conhecimento pode melhorar sua vida?

(Barbara Axt)

A busca da felicidade é o combustível que move a humanidade – é ela que nos força a estudar, trabalhar, ter fé, construir casas, realizar coisas, juntar dinheiro, gastar dinheiro, fazer amigos, brigar, casar, separar, ter filhos e depois protegê-los. Ela nos convence de que cada uma dessas conquistas é a coisa mais importante do mundo e nos dá disposição para lutar por elas. Mas tudo isso é ilusão. A cada vitória surge uma nova necessidade. Felicidade é uma cenoura pendurada numa vara de pescar amarrada no nosso corpo. s vezes, com muito esforço, conseguimos dar uma mordidinha. Mas a cenoura continua lá adiante, apetitosa, nos empurrando para a frente. Felicidade é um truque.

(www.super.abril.com.br/cultura/busca-da-felicidade. Acesso: 7.2.14 )

Considerando-se o contexto como um todo, a expressão destacada na frase s vezes, com muito esforço, conseguimos dar uma mordidinha., equivale, quanto ao sentido, a
 

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119354 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: Pref. Parnarama-MA

TEXTO I

A busca da felicidade Pesquisas desvendam os mecanismos do prazer e da felicidade. Como esse novo conhecimento pode melhorar sua vida?

(Barbara Axt)

A busca da felicidade é o combustível que move a humanidade – é ela que nos força a estudar, trabalhar, ter fé, construir casas, realizar coisas, juntar dinheiro, gastar dinheiro, fazer amigos, brigar, casar, separar, ter filhos e depois protegê-los. Ela nos convence de que cada uma dessas conquistas é a coisa mais importante do mundo e nos dá disposição para lutar por elas. Mas tudo isso é ilusão. A cada vitória surge uma nova necessidade. Felicidade é uma cenoura pendurada numa vara de pescar amarrada no nosso corpo. s vezes, com muito esforço, conseguimos dar uma mordidinha. Mas a cenoura continua lá adiante, apetitosa, nos empurrando para a frente. Felicidade é um truque.

(www.super.abril.com.br/cultura/busca-da-felicidade. Acesso: 7.2.14 )

Frase a ser utilizada na questão: Mas tudo isso é ilusão.

A palavra ilusão

 

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