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A “onda” de governos militares da América Latina dos anos de 1960 aos anos 1980 (década) está ligada ao contexto da Guerra Fria. O exemplo da Revolução Cubana (1959) foi combatido pelo governo norte americano e pelas elites regionais por meio da sustentação de regimes de força. Impunha-se a garantia de alinhamento à órbita capitalista. E nesse contexto, em vários países, inclusive no Brasil, surgiram movimentos de resistência, normalmente clandestinos, como a “Guerrilha do Araguaia”. De acordo com o exposto, analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as características e o papel desses movimentos no processo de redemocratização, ocorrido no Brasil.
I. A Guerrilha do Araguaia ocorreu no Pará e teve muitas de suas ações pautadas na ideologia comunista.
II. Não houve um confronto direto entre militantes dessa guerrilha, pois houve a intervenção de organismos internacionais de defesa dos direitos humanos.
III. Foi graças a essa e a outras guerrilhas urbanas que a população civil se mobilizou e tomou a frente do processo de redemocratização do país.
IV. A Guerrilha tomou proporções incontroláveis devido à adesão das tribos indígenas remanescentes no Xingu, que também eram contra a ditadura.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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“Na passagem do século XVIII para o XIX, o Ocidente foi marcado por duas grandes revoluções que causaram profundo impacto nos seus contemporâneos, não sendo os luso-brasileiros dos dois lados do Atlântico uma exceção. A Independência dos EUA e a Revolução Francesa. A Independência das Treze Colônias foi classificada pela ‘Gazeta de Lisboa’ como a revolução ‘mais memorável’ do globo, cujas consequências, no dizer do mesmo jornal, ‘teriam grande influência no sistema geral de todas as nações’ [...] Sobre a Revolução Francesa, chegou-se a dizer que ‘Era um dos sucessos mais extraordinários, não só da história moderna, mas da história antiga’...”
(VILLATA, Luiz Carlos. 1789-1808; O Império Luso-Brasileiro e os Brasis”. São Paulo: Companhia das letras, 2000. P. 11-13.)
medida que a economia europeia se desenvolvia em decorrência de processos como a Revolução Industrial e o capitalismo se consolidava, o sistema colonial tornava-se cada vez mais contraditório. As expressões que passaram a permear esse novo contexto diziam respeito à liberdade, no seu sentido mais amplo. O antigo “Pacto Colonial” passou
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O trecho a seguir contextualiza o tema tratado na questão. Leia-o atentamente.
“É lembrado nesta quinta-feira (06/08/2015) o 70º aniversário do primeiro ataque nuclear da história: quando uma aeronave americana lançou a bomba atômica sobre a cidade japonesa de Hiroshima, em 1945, matando cerca de 140 mil pessoas até o final daquele ano – de um total de 350 mil que viviam ali.”
(Disponível em: ttp://www.bbc.com/portuguese/videos_e_fotos/ 2015/08/150805_hiroshima_70anos_pai.)
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“Um dos importantes passos para a construção do capitalismo foi o processo de colonização da América nos séculos XV e XVI e a neocolonização da África e da Ásia, no século XX. No século XXI, surge o pós-colonialismo, teoria que busca entender os efeitos políticos e culturais para além do econômico, visando a superação do legado dominante e opressor das nações colonizadoras sobre os países colonizados. Segundo a historiadora Mary Anne Junqueira, a teoria generalizante de dependência econômica como herança colonial já não explica mais a relação do modelo colonial luso-espanhol, tido como exploratório, e o modelo colonial anglo-saxão, assentado no povoamento, para explicar os atuais sistemas de desenvolvimento, como sendo processos evolutivos do capital.”
(Soares, 2014.)
Pode-se dizer que o modo capitalista está assentado no acúmulo de capital e na disparidade social, características profundamente acirradas nos períodos de colonização. No entanto, é correto afirmar que a consolidação do capitalismo, enquanto sistema mundialmente preponderante, não ocorreu efetivamente naquele período e sim
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“Assim, o (vaqueiro) podia iniciar seu próprio rebanho e sua fazenda criatória que, por ser extremamente simples, requeria pouco capital (...). A sociedade que se organizou nas áreas de pecuária, denominada ‘civilização do couro’ permitiu certa mobilidade social. No século XVIII, a descoberta de ouro nas Minas Gerais levou a pecuária descer o curso do São Francisco, onde ocorreram lutas entre os índios, que tinham roças, e os vaqueiros que viam ali a possibilidade de estábulos naturais para o gado. [...]”
(Botelho, 2001.)
Sabe-se que o processo de interiorização do Brasil durante o início da colonização esteve intimamente ligado às atividades econômicas que aqui se estabeleceram. Analise as afirmativas, marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) A estrutura fundiária colonial acabou por se consolidar também nessa atividade (pecuária).
( ) Ao contrário do que defende uma ampla parcela da historiografia, a interiorização do processo colonizador foi fruto basicamente da pecuária.
( ) Os engenhos de açúcar começaram a surgir em decorrência das necessidades de abastecimento das populações das vilas e cidades que tiveram seu nascimento ligado à mineração.
( ) Nos primórdios da colonização, a facilidade de transporte por via fluvial e naval, sobretudo através dos Rio Amazonas e Prata, estimulou a interiorização da ocupação portuguesa.
( ) Muito importante foi o papel desempenhado pelas missões jesuítas e não menos importante foi a busca pelas drogas do sertão e do ouro, diamantes e esmeraldas.
A sequência está correta em
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No contexto das Invasões Napoleônicas na Europa, está inserida a vinda de D João VI e sua corte para o Brasil. Analise a charge apresentada anteriormente, tendo em vista as consequências da chegada da família real e as relações internacionais que se estabeleceram tanto em Portugal, quanto no Brasil a partir de então. A charge refere-se especificamente:
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“Toda história é a história contemporânea disfarçada.”
(Hobsbawn, 1998.)
“... Assim Hobsbawm se refere à complexa relação dos historiadores com o presente. Trata-se de um debate antigo, mas sempre retomado: seria possível apreender as particularidades do passado ou a História seria apenas uma projeção do presente? Mas o que é o presente? Como a percepção do presente varia histórica, social e culturalmente? Como o presente é (re)construído? Marc Bloch questionou o que separaria o passado do presente, tais os diferentes aspectos do tempo histórico e de suas durações nas percepções da experiência humanas.”
(Disponível em: http://www.cih2015.eventos.dype.com.br/simposio/view?ID_SIMPOSIO=4.)
A preocupação como a história do tempo presente é o tema central deste trecho do texto do historiador inglês Eric Hobsbawm. Sobre a questão apresentada no enunciado, acerca da ligação intrínseca entre passado e presente na História e o papel do professor em relação a esse paradigma, analise as afirmativas.
I. O procedimento histórico comporta a preocupação com a construção, a historicidade dos conceitos e a contextualização temporal.
II. O passado está incorporado aos nossos conceitos e nos dá um conteúdo concreto, e deve ser reconstruído em função das questões colocadas no presente, manipulando características essenciais do tempo: sucessão, duração simultaneidade.
III. Todo conteúdo é criado, datado, e tem sua história. O objetivo na sala de aula é que a educação histórica, hoje, leve os educandos a memorizarem esses fatos e adquirirem capacidade de repassá-los com exatidão.
IV. Na sala de aula, o problema da data de nascimento do historiador ou o problema das gerações anteriores atrapalha a questão da credibilidade das fontes históricas. A história atual é mais confiável.
Estão corretas apenas as afirmativas
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“É lembrado nesta quinta-feira (06/08/2015) o 70º aniversário do primeiro ataque nuclear da história: quando uma aeronave americana lançou a bomba atômica sobre a cidade japonesa de Hiroshima, em 1945, matando cerca de 140 mil pessoas até o final daquele ano – de um total de 350 mil que viviam ali.”
(Disponível em: http://www.bbc.com/portuguese/videos_e_ fotos/2015/08/150805_ hiroshima_70anos_pai.)
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“O conceito de BRICS nasceu em 2003 já com um viés marqueteiro, posto que foi criado pelo economista-chefe do Banco Goldman Sachs, Jim O’Neill, para atrair investidores para os papéis das nações com potencial para suplantar a economia dos países desenvolvidos até 2050.”
(Pires, Marcos Cordeiro. A alforria dos emergentes. Carta na Escola. Setembro de 2014 nº 90 p. 30.)
São chamados “países BRICS”:
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