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Foram encontradas 37 questões.

1515073 Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
Nas regiões afetadas por determinadas doenças, existem algumas recomendações realizadas pela vigilância epidemiológica e ambiental como estratégias de preparação para a primavera e o verão, quando os índices de chuva e a temperatura aumentam, favorecendo a transmissão das doenças transmitidas por vetores, tendo que alertar a rede de serviços do SUS para ampliar a vigilância de casos suspeitos; assim como notificar eventos suspeitos ao MS (Ministério da Saúde), pelo meio mais rápido.
Contudo, inicialmente, o agente deve ampliar a informação para
 

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Considerando a Constituição Federal de 1988, analise os itens abaixo:

I. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas, que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.

II. A assistência à saúde é livre à iniciativa privada.

III. É vedada a destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas com fins lucrativos.

IV. As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único.

VI. É vedada a participação direta ou indireta de empresas ou capitais estrangeiros na assistência à saúde no País, salvo nos casos previstos em Lei.

V. Ao Sistema Único de Saúde compete, além de outras atribuições, nos termos da lei controlar e fiscalizar procedimentos, produtos e substâncias de interesse para a saúde.

Assinale a alternativa CORRETA.

 

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Texto
Terra, planeta único
Marcelo Gleiser
Hoje, escrevo sobre nossa casa cósmica. Vivendo em cidades, na correria do dia a dia, a gente pouco se dá conta do que ocorre ao nível planetário, ou de como nosso planeta é especial. Mas a terra é única, e devemos nossa existência a ela.
Primeiro, temos uma cumplicidade com o Sol, nossa estrela-mãe. A energia que vem de lá, e que vem chegando aqui por quase cinco bilhões de ano, é fundamental para a vida. A Terra fica no que chamamos de zona de habitabilidade, a faixa de distância duma estrela onde a água, se houver, tem chance de ser líquida. A premissa, aqui, é que, sem água, a vida é impossível. Mas vemos Vênus e Marte, nossos planetas vizinhos também na zona de habitabilidade do Sol, e a história lá é bem diferente. Como no futebol, estar bem posicionado não é suficiente para marcar um gol. O que, num jogador, chamamos de talento, num planeta chamamos de prioridades adequadas.
Vênus é um verdadeiro inferno, tão quente que as rochas, lá, são incandescentes. Além do mais, sua atmosfera ultradensa é rica em muitos compostos de enxofre, incluindo o que dá o fedor dos ovos podres. Marte, o oposto, é um deserto gelado, com cânions de rios e outras estruturas geológicas que mostram que seu passado foi diferente. Acreditamos que, na sua infância, o Planeta Vermelho tinha água em abundância e até, quem sabe, algum tipo de vida rudimentar. Mas sua atmosfera foi desaparecendo aos poucos, vítima da gravidade mais fraca e dos ventos solares, radiação que sai do Sol e se espalha pelo Sistema Solar.
A Terra tem uma idade aproximada de 4,53 bilhões de anos. Nos primeiros 600 milhões de anos, a situação foi bem dramática, com bombardeios constantes vindos dos céus, asteroides e cometas que "sobraram" durante a formação dos planetas e suas luas. Esses visitantes trouxeram uma gama de compostos químicos e muita água, ingredientes da sopa que, em torno de 3,5 bilhões de anos atrás ou mesmo antes disso, daria origem às primeiras formas vivas.
Essas criaturas, muito simples, eram seres unicelulares do tipo procariotas. Vemos fósseis deles em algumas rochas bem antigas, como as descobertas na costa oeste da Austrália, na Baía do Tubarão. Durante um bilhão de anos, pouco aconteceu. Mas a Terra foi se resfriando, os oceanos já bem formados, e regiões com terra firme foram cobrindo pequenas partes da superfície.
Foi então que, em torno de 2,4 bilhões de anos atrás, esses seres unicelulares passaram por uma mutação fundamental: descobriram a fotossíntese, a capacidade de transformar a energia solar em energia metabólica, consumindo gás carbônico e produzindo oxigênio. Aos poucos, essas criaturas foram mudando a composição da atmosfera, que foi ficando cada vez mais rica em oxigênio.
Devemos, em grande parte, nossa existência a essas bactérias e a essa mutação. Mas formas de vida só podem se transformar quando o planeta em que existem oferece condições para tal. Apesar das grandes transformações no decorrer de sua existência, a Terra permaneceu relativamente estável nos últimos dois bilhões de anos, permitindo que as formas de vida primitivas pudessem passar por suas mutações.
Os cataclismos que ocorreram – enormes erupções vulcânicas, emissão de metano, bombardeios de asteroides e cometas – mudaram as condições planetárias e, portanto, renegociaram as formas de vida que podiam existir aqui. Mas nunca a ponto de eliminar a vida por completo. (Se bem que a grande extinção do Permiano-Triássico chegou perto, eliminando cerca de 95% das formas de vida na Terra.)
Comparada aos outros mundos que conhecemos, a Terra se distingue por ser um oásis para a vida. Sua atmosfera protege a superfície dos raios ultravioleta letais que vêm do Sol. O campo magnético – resultado da circulação de ferro e níquel líquidos no centro do planeta – funciona também como um escudo contra radiação nociva que vem do espaço, principalmente partículas oriundas do Sol. (...)
Portanto, viva a Terra! Não estamos aqui por acaso. Somos produto disso tudo, das inúmeras mutações que transformaram bactérias em pessoas, dos acidentes cataclísmicos que redefiniram as condições planetárias, das inúmeras mudanças que ocorreram no decorrer de bilhões de anos de história.
Saber disso não nos diminui; pelo contrário, nos remete ao topo dessa cadeia de vida, nós que somos as criaturas capazes de reconstruir nosso passado com tanto detalhe e, a mesmo tempo, nos questionar sobre o futuro. Por outro lado, devemos lembrar que estar no topo não significa desprezar o que está por baixo. Do poder vem a responsabilidade, no caso, de guardar a vida e o planeta, entendendo que somos parte dessa dinâmica planetária, na verdade, completamente dependentes dela. Somos poderosos no nosso conhecimento, mas frágeis quando comparamos forças com a natureza. Tratar a Terra e suas formas de vida com humildade e respeito é a única opção que temos, se queremos continuar por aqui, por outros tantos milhares de anos.
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2017/11/
1932441 -terra-planeta-unico.shtml?loggedpaywall. Acesso em: 11 maio 2018. Adaptado.
Com base na leitura do Texto, assinale a afirmativa que está em conformidade com as suas informações e ideias.
 

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1037623 Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
Com base na fonte fornecida pelo Ministério da Saúde (MS) e pela Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) e de acordo com o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), em 2012, aqui no Nordeste, destaca-se a sífilis congênita, que teve 747 casos confirmados em Pernambuco, só ficando acima o Ceará com 913 casos confirmados. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Treponema pallidum. É considerada Infecção Sexualmente Transmissível (IST) ou Doença Sexualmente Transmissível (DST). Ela é um mal silencioso; após a infecção inicial, a bactéria pode permanecer no corpo da pessoa por décadas, para só depois manifestar-se novamente. As pessoas sexualmente ativas devem realizar o teste para diagnosticar a sífilis, principalmente as gestantes, pois a sífilis congênita passa pela via transplacentária e pode causar
 

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Se X ∈ ( AB ), então
 

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756780 Ano: 2018
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
Os escorpiões são animais artrópodes considerados pouco agressivos, com hábitos noturnos. Duas espécies merecem maior atenção médica: a T.serrulatus (o amarelo) e a T.bahiensis (o marrom). No Nordeste, os escorpiões encontrados são do tipo Tityus stigmurus, amarelo e com a coloração para se camuflar no ambiente, mas que também merece uma certa atenção da saúde pública. O escorpionismo é o acidente, que ocorre com certa frequência, sendo potencialmente grave em extremos de faixa etária, podendo ser letal de acordo com a gravidade do quadro clínico, que pode culminar com edema pulmonar, mas que depende de vários fatores, tais como: a espécie e o tamanho do animal agressor; a quantidade de veneno inoculado; o número de picadas; a massa corporal da vítima e a sensibilidade ao veneno; o tempo decorrido entre o acidente e o atendimento médico etc. Os escorpiões inoculam o veneno pelo ferrão ou telson, um aguilhão localizado no último segmento da cauda. Alimentam-se, principalmente, de insetos, como baratas e grilos, e os locais mais comuns de serem encontrados são:
 

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Qual item abaixo NÃO pertence aos Princípios e Diretrizes do SUS?
Questão Anulada

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