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Foram encontradas 40 questões.

3664367 Ano: 2025
Disciplina: Artes Visuais
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
Sobre a obra de arte ilustrada na figura, assinale RESPECTIVAMENTE o título a sua autoria:
Enunciado 4374505-1
 

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3664366 Ano: 2025
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
A Paraíba e o Brasil possuem uma rica tradição literária, com muitos escritores e poetas que marcaram a literatura nacional.
Sobre os escritores e poetas nacionais, assinale a alternativa INCORRETA:
 

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3664365 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
Sobre a economia de Pedras de fogo-PB, assinale CORRETAMENTE:
 

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3664364 Ano: 2025
Disciplina: Comunicação Social
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
A comunicação é um processo fundamental que envolve a troca de informações, ideias, sentimentos e pensamentos entre indivíduos ou grupos, com o intuito de compartilhar significados.
Sobre a comunicação, suas implicações sociais e características, analise os itens abaixo e assinale corretamente:

I. A comunicação não-verbal envolve gestos, expressões faciais, posturas e outros sinais que não sejam palavras, mas que são essenciais para a transmissão de mensagens.
II. A falta de acesso à informação ou à comunicação pode marginalizar certos grupos, criando desigualdades sociais.
III. A comunicação não permite a participação ativa dos cidadãos nos processos políticos, fornecendo informações sobre políticas públicas, eleições e questões governamentais.

Assinale a alternativa CORRETA:
 

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3664363 Ano: 2025
Disciplina: Sociologia
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
Sendo um processo de muitas vertentes que descreve o aumento de interconexão e interdependência dos países e sociedades ao redor do mundo. A globalização é um fenômeno que pode ser visto de várias maneiras e ter efeitos e implicações nos mais diversos segmentos sociais, econômicos, políticos e culturais.
Sobre a globalização e suas características, assinale a alternativa INCORRETA:
 

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3664362 Ano: 2025
Disciplina: Saúde Pública
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
A dengue vem afetando inúmeras famílias pelo Brasil, especialmente nas regiões com clima quente e chuvas frequentes, onde o mosquito, transmissor da doença, encontra condições ideais para a reprodução. A cada ano, o número de casos aumenta, trazendo sérios impactos para a saúde pública e causando preocupação entre as autoridades sanitárias.
Sobre a dengue, assinale CORRETAMENTE:
 

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3664361 Ano: 2025
Disciplina: Turismo
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
João Pessoa, capital da Paraíba, é uma cidade rica em história, cultura e belezas naturais, tornando-se um destino turístico de destaque no Nordeste do Brasil. O turismo na Paraíba vem crescendo cada vez mais nos últimos anos, João Pessoa vem sendo um dos locais mais pesquisados quando se trata do assunto.
A respeito dos pontos turísticos da Paraíba, analise as alternativas e assinale a CORRETA:
 

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3664360 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
A história do Brasil é rica e vasta em cultura e marcos impactantes, O Brasil República foi um desses marcos de grande transformação, com eventos que moldaram não apenas o país, mas também influenciaram o cenário mundial. A transição do Império para a República, em 1889, é um desses eventos históricos significativos.
Sobre o período do Brasil República que abrange desde a Primeira República até a Nova República, analise as alternativas e assinale a INCORRETA:
 

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3664359 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
A partir do contexto histórico e cultural de Pedras de Fogo, analise os seguintes itens:

I. A fundação do povoado de Desterro e sua posterior mudança para o local que viria a ser chamado Pedras de Fogo foram impulsionadas, entre outros fatores, pela degradação do engenho de açúcar e pelos ataques indígenas, refletindo um contexto de conflitos regionais e transformações socioeconômicas.
II. A emancipação política de Pedras de Fogo, em 1860, consolidou a cidade como um centro de forte identidade econômica e política, superando as dificuldades do período colonial e pós-colonial, o que foi essencial para o seu processo de modernização nas décadas seguintes.
III. A história de Pedras de Fogo remonta ao século XVIII, quando o capitão-geral André Vidal de Negreiros doou um engenho de açúcar chamado Engenho Novo de Itambé à Nossa Senhora do Desterro de Itambé.

Assinale CORRETAMENTE:
 

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3664358 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
Leia o texto 4 a seguir para responder a questão.

Texto 4


De quem são os meninos de rua?

Eu, na rua, com pressa, e o menino segurou no meu braço, falou qualquer coisa que não entendi. Fui logo dizendo que não tinha, certa de que ele estava pedindo dinheiro. Não estava. Queria saber a hora.
Talvez não fosse um Menino De Família, mas também não era um Menino De Rua. É assim que a gente divide. Menino De Família é aquele bem-vestido com tênis da moda e camiseta de marca, que usa relógio e a mãe dá outro se o dele for roubado por um Menino De Rua. Menino De Rua é aquele que quando a gente passa perto segura a bolsa com força porque pensa que ele é pivete, trombadinha, ladrão.
Ouvindo essas expressões tem-se a impressão de que as coisas se passam muito naturalmente, uns nascendo De Família, outros nascendo De Rua. Como se a rua, e não uma família, não um pai e uma mãe, ou mesmo apenas uma mãe os tivesse gerado, sendo eles filhos diretos dos paralelepípedos e das calçadas, diferentes, portanto, das outras crianças, e excluídos das preocupações que temos com elas. É por isso, talvez, que, se vemos uma criança bem-vestida chorando sozinha num shopping center ou num supermercado, logo nos acercamos protetores, perguntando se está perdida, ou precisando de alguma coisa. Mas se vemos uma criança maltrapilha chorando num sinal com uma caixa de chicletes na mão, engrenamos a primeira no carro e nos afastamos pensando vagamente no seu abandono.
Na verdade, não existem meninos De Rua. Existem meninos NA rua. E toda vez que um menino está NA rua é porque alguém o botou lá. Os meninos não vão sozinhos aos lugares. Assim como são postos no mundo, durante muitos anos também são postos onde quer que estejam. Resta ver quem os põe na rua. E por quê.
No Brasil temos 36 milhões de crianças carentes. Na China existem 35 milhões de crianças superprotegidas. São filhos únicos resultantes da campanha Cada Casal um Filho, criada pelo governo em 1979 para evitar o crescimento populacional. O filho único, por receber afeto “em demasia”, torna-se egoísta, preguiçoso, dependente, e seu rendimento é inferior ao de uma criança com irmãos. Para contornar o problema, já existem na China 30 mil escolas especiais. Mas os educadores admitem que “ainda não foram desenvolvidos métodos eficazes para eliminar as deficiências dos filhos únicos”.
O Brasil está mais adiantado. Nossos educadores sabem perfeitamente o que seria necessário para eliminar as deficiências das crianças carentes. Mas aqui também os “métodos ainda não foram desenvolvidos”.
Quando eu era criança, ouvi contar muitas vezes a história de João e Maria, dois irmãos filhos de pobres lenhadores, em cuja casa a fome chegou a um ponto em que, não havendo mais comida nenhuma, foram levados pelo pai ao bosque, e ali abandonados. Não creio que os 7 milhões de crianças brasileiras abandonadas conheçam a história de João e Maria. Se conhecessem talvez nem vissem a semelhança. Pois João e Maria tinham uma casa de verdade, um casal de pais, roupas e sapatos. João e Maria tinham começado a vida como Meninos De Família, e pelas mãos do pai foram levados ao abandono.
Quem leva nossas crianças ao abandono? Quando dizemos “crianças abandonadas” subentendemos que foram abandonadas pela família, pelos pais. E, embora penalizados, circunscrevemos o problema ao âmbito familiar, de uma família gigantesca e generalizada, à qual não pertencemos e com a qual não queremos nos meter. Apaziguamos assim nossa consciência, enquanto tratamos, isso sim, de cuidar amorosamente de nossos próprios filhos, aqueles que “nos pertencem”.
Mas, embora uma criança possa ser abandonada pelos pais, ou duas ou dez crianças possam ser abandonadas pela família, 7 milhões de crianças só podem ser abandonadas pela coletividade. Até recentemente, tínhamos o direito de atribuir esse abandono ao governo, e responsabilizá-Io. Mas, em tempos de Nova República*, quando queremos que os cidadãos sejam o governo, já não podemos apenas passar adiante a responsabilidade. A hora chegou, portanto, de irmos ao bosque, buscar as crianças brasileiras que ali foram deixadas.
(COLASANTI, Marina. A casa das palavras. São Paulo: Ática, 2002.)
No trecho “Eu, na rua, com pressa, e o menino segurou no meu braço, falou qualquer coisa que não entendi”, a palavra “que” exerce a função de:
 

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