Foram encontradas 40 questões.
Sobre a obra de arte ilustrada na figura, assinale RESPECTIVAMENTE o título a sua autoria:


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3664366
Ano: 2025
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
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A Paraíba e o Brasil possuem uma rica tradição literária, com muitos escritores e poetas que marcaram a literatura nacional.
Sobre os escritores e poetas nacionais, assinale a alternativa INCORRETA:
Sobre os escritores e poetas nacionais, assinale a alternativa INCORRETA:
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Sobre a economia de Pedras de fogo-PB, assinale CORRETAMENTE:
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- Conceitos FundamentaisTeorias da Comunicação e Estudos ComunicacionaisSociologia da Comunicação
- Publicidade e Propaganda
A comunicação é um processo fundamental que envolve a troca de informações, ideias, sentimentos e pensamentos entre indivíduos ou grupos, com o intuito de compartilhar significados.
Sobre a comunicação, suas implicações sociais e características, analise os itens abaixo e assinale corretamente:
I. A comunicação não-verbal envolve gestos, expressões faciais, posturas e outros sinais que não sejam palavras, mas que são essenciais para a transmissão de mensagens.
II. A falta de acesso à informação ou à comunicação pode marginalizar certos grupos, criando desigualdades sociais.
III. A comunicação não permite a participação ativa dos cidadãos nos processos políticos, fornecendo informações sobre políticas públicas, eleições e questões governamentais.
Assinale a alternativa CORRETA:
Sobre a comunicação, suas implicações sociais e características, analise os itens abaixo e assinale corretamente:
I. A comunicação não-verbal envolve gestos, expressões faciais, posturas e outros sinais que não sejam palavras, mas que são essenciais para a transmissão de mensagens.
II. A falta de acesso à informação ou à comunicação pode marginalizar certos grupos, criando desigualdades sociais.
III. A comunicação não permite a participação ativa dos cidadãos nos processos políticos, fornecendo informações sobre políticas públicas, eleições e questões governamentais.
Assinale a alternativa CORRETA:
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- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia do TrabalhoGlobalização, reestruturação produtiva e mudanças recentes do trabalho
- Estratificação e desigualdade social
- Formas de estratificação social
Sendo um processo de muitas vertentes que descreve o aumento de interconexão e interdependência dos países e sociedades ao redor do mundo. A globalização é um fenômeno que pode ser visto de várias maneiras e ter efeitos e implicações nos mais diversos segmentos sociais, econômicos, políticos e culturais.
Sobre a globalização e suas características, assinale a alternativa INCORRETA:
Sobre a globalização e suas características, assinale a alternativa INCORRETA:
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A dengue vem afetando inúmeras famílias pelo Brasil, especialmente nas regiões com clima quente e chuvas frequentes, onde o mosquito, transmissor da doença, encontra condições ideais para a reprodução. A cada ano, o número de casos aumenta, trazendo sérios impactos para a saúde pública e causando preocupação entre as autoridades sanitárias.
Sobre a dengue, assinale CORRETAMENTE:
Sobre a dengue, assinale CORRETAMENTE:
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João Pessoa, capital da Paraíba, é uma cidade rica em história, cultura e belezas naturais, tornando-se um destino turístico de destaque no Nordeste do Brasil. O turismo na Paraíba vem crescendo cada vez mais nos últimos anos, João Pessoa vem sendo um dos locais mais pesquisados quando se trata do assunto.
A respeito dos pontos turísticos da Paraíba, analise as alternativas e assinale a CORRETA:
A respeito dos pontos turísticos da Paraíba, analise as alternativas e assinale a CORRETA:
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- História do BrasilRepública Oligárquica (1889:1930)
- História do BrasilEra Vargas
- História do BrasilRegime Militar (1964:1984)
A história do Brasil é rica e vasta em cultura e marcos impactantes, O Brasil República foi um desses marcos de grande transformação, com eventos que moldaram não apenas o país, mas também influenciaram o cenário mundial. A transição do Império para a República, em 1889, é um desses eventos históricos significativos.
Sobre o período do Brasil República que abrange desde a Primeira República até a Nova República, analise as alternativas e assinale a INCORRETA:
Sobre o período do Brasil República que abrange desde a Primeira República até a Nova República, analise as alternativas e assinale a INCORRETA:
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A partir do contexto histórico e cultural de Pedras de Fogo, analise os seguintes itens:
I. A fundação do povoado de Desterro e sua posterior mudança para o local que viria a ser chamado Pedras de Fogo foram impulsionadas, entre outros fatores, pela degradação do engenho de açúcar e pelos ataques indígenas, refletindo um contexto de conflitos regionais e transformações socioeconômicas.
II. A emancipação política de Pedras de Fogo, em 1860, consolidou a cidade como um centro de forte identidade econômica e política, superando as dificuldades do período colonial e pós-colonial, o que foi essencial para o seu processo de modernização nas décadas seguintes.
III. A história de Pedras de Fogo remonta ao século XVIII, quando o capitão-geral André Vidal de Negreiros doou um engenho de açúcar chamado Engenho Novo de Itambé à Nossa Senhora do Desterro de Itambé.
Assinale CORRETAMENTE:
I. A fundação do povoado de Desterro e sua posterior mudança para o local que viria a ser chamado Pedras de Fogo foram impulsionadas, entre outros fatores, pela degradação do engenho de açúcar e pelos ataques indígenas, refletindo um contexto de conflitos regionais e transformações socioeconômicas.
II. A emancipação política de Pedras de Fogo, em 1860, consolidou a cidade como um centro de forte identidade econômica e política, superando as dificuldades do período colonial e pós-colonial, o que foi essencial para o seu processo de modernização nas décadas seguintes.
III. A história de Pedras de Fogo remonta ao século XVIII, quando o capitão-geral André Vidal de Negreiros doou um engenho de açúcar chamado Engenho Novo de Itambé à Nossa Senhora do Desterro de Itambé.
Assinale CORRETAMENTE:
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Leia o texto 4 a seguir para responder a questão.
Texto 4
De quem são os meninos de rua?
Eu, na rua, com pressa, e o menino segurou no meu
braço, falou qualquer coisa que não entendi. Fui logo
dizendo que não tinha, certa de que ele estava pedindo
dinheiro. Não estava. Queria saber a hora.
Talvez não fosse um Menino De Família, mas também
não era um Menino De Rua. É assim que a gente divide.
Menino De Família é aquele bem-vestido com tênis da moda
e camiseta de marca, que usa relógio e a mãe dá outro se o
dele for roubado por um Menino De Rua. Menino De Rua é
aquele que quando a gente passa perto segura a bolsa com
força porque pensa que ele é pivete, trombadinha, ladrão.
Ouvindo essas expressões tem-se a impressão de que
as coisas se passam muito naturalmente, uns nascendo De
Família, outros nascendo De Rua. Como se a rua, e não uma
família, não um pai e uma mãe, ou mesmo apenas uma mãe
os tivesse gerado, sendo eles filhos diretos dos
paralelepípedos e das calçadas, diferentes, portanto, das
outras crianças, e excluídos das preocupações que temos
com elas. É por isso, talvez, que, se vemos uma criança bem-vestida chorando sozinha num shopping center ou num
supermercado, logo nos acercamos protetores, perguntando
se está perdida, ou precisando de alguma coisa. Mas se
vemos uma criança maltrapilha chorando num sinal com
uma caixa de chicletes na mão, engrenamos a primeira no
carro e nos afastamos pensando vagamente no seu
abandono.
Na verdade, não existem meninos De Rua. Existem
meninos NA rua. E toda vez que um menino está NA rua é
porque alguém o botou lá. Os meninos não vão sozinhos aos
lugares. Assim como são postos no mundo, durante muitos
anos também são postos onde quer que estejam. Resta ver
quem os põe na rua. E por quê.
No Brasil temos 36 milhões de crianças carentes. Na
China existem 35 milhões de crianças superprotegidas. São
filhos únicos resultantes da campanha Cada Casal um Filho,
criada pelo governo em 1979 para evitar o crescimento
populacional. O filho único, por receber afeto “em
demasia”, torna-se egoísta, preguiçoso, dependente, e seu
rendimento é inferior ao de uma criança com irmãos. Para
contornar o problema, já existem na China 30 mil escolas
especiais. Mas os educadores admitem que “ainda não
foram desenvolvidos métodos eficazes para eliminar as
deficiências dos filhos únicos”.
O Brasil está mais adiantado. Nossos educadores sabem
perfeitamente o que seria necessário para eliminar as
deficiências das crianças carentes. Mas aqui também os
“métodos ainda não foram desenvolvidos”.
Quando eu era criança, ouvi contar muitas vezes a
história de João e Maria, dois irmãos filhos de pobres
lenhadores, em cuja casa a fome chegou a um ponto em que,
não havendo mais comida nenhuma, foram levados pelo pai
ao bosque, e ali abandonados. Não creio que os 7 milhões
de crianças brasileiras abandonadas conheçam a história de
João e Maria. Se conhecessem talvez nem vissem a
semelhança. Pois João e Maria tinham uma casa de verdade,
um casal de pais, roupas e sapatos. João e Maria tinham
começado a vida como Meninos De Família, e pelas mãos
do pai foram levados ao abandono.
Quem leva nossas crianças ao abandono? Quando
dizemos “crianças abandonadas” subentendemos que foram
abandonadas pela família, pelos pais. E, embora
penalizados, circunscrevemos o problema ao âmbito
familiar, de uma família gigantesca e generalizada, à qual
não pertencemos e com a qual não queremos nos meter.
Apaziguamos assim nossa consciência, enquanto tratamos,
isso sim, de cuidar amorosamente de nossos próprios filhos,
aqueles que “nos pertencem”.
Mas, embora uma criança possa ser abandonada pelos
pais, ou duas ou dez crianças possam ser abandonadas pela
família, 7 milhões de crianças só podem ser abandonadas
pela coletividade. Até recentemente, tínhamos o direito de
atribuir esse abandono ao governo, e responsabilizá-Io. Mas,
em tempos de Nova República*, quando queremos que os
cidadãos sejam o governo, já não podemos apenas passar
adiante a responsabilidade. A hora chegou, portanto, de
irmos ao bosque, buscar as crianças brasileiras que ali foram
deixadas.
(COLASANTI, Marina. A casa das palavras. São Paulo: Ática, 2002.)
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