Foram encontradas 835 questões.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na
exploração do satélite reacende discussão
A sonda chinesa Chang'e-6 retornou à
Terra na terça-feira (25), trazendo as primeiras
amostras da história do lado oculto da Lua. Esta
missão é um marco significativo na exploração
lunar e levanta questões importantes sobre a
propriedade e o uso da Lua.
O interesse renovado pela Lua é
impulsionado por uma combinação de fatores
científicos, econômicos e estratégicos. Do ponto
de vista científico, a Lua oferece uma
oportunidade única para a pesquisa e a
descoberta. Missões recentes, como essa da
Chang'e-6, fornecem informações valiosas sobre
a composição e a história geológica do satélite,
ajudando a entender melhor a formação do
sistema Terra-Lua e outros processos
planetários.
A Lua tem depósitos de Hélio-3, um
isótopo raro que não é abundante na Terra. O
Hélio-3 é considerado uma potencial fonte de
combustível para futuras reações de fusão
nuclear, que poderiam fornecer uma forma limpa
e quase ilimitada de energia. Dominar a
tecnologia de fusão nuclear com Hélio-3 poderia
revolucionar a produção de energia no planeta,
oferecendo uma alternativa limpa às atuais fontes
de energia baseadas em combustíveis fósseis.
Esse interesse é um dos fatores que impulsionam
a nova corrida espacial para a Lua, com
implicações tanto científicas quanto econômicas
de uma importância revolucionária.
Economicamente, a Lua possui recursos
valiosos, como água congelada nos polos, que
podem ser usados para sustentar futuras bases
lunares e missões espaciais de longa duração. A
água pode ser transformada em hidrogênio e
oxigênio, fornecendo combustível para foguetes.
Estrategicamente, a presença na Lua permite que
as nações afirmem sua liderança no espaço,
desenvolvam novas tecnologias e estabeleçam a
infraestrutura necessária para a próxima era da
exploração espacial.
Atualmente, ninguém pode reivindicar a
propriedade da Lua por soberania, ocupação ou
qualquer outra razão. Esta posição é formalizada
principalmente pelo Tratado do Espaço Exterior
de 1967, assinado por mais de 100 países,
incluindo as principais nações com capacidade
espacial como EUA, Rússia e China.
O Tratado do Espaço Exterior estabelece
que a Lua e outros corpos celestes não são
passíveis de apropriação nacional por
reivindicação de soberania, uso ou ocupação, ou
por qualquer outro meio. Este tratado também
proíbe a colocação de armas nucleares ou
qualquer outro tipo de armas de destruição em
massa no espaço exterior, e declara que a Lua
deve ser usada exclusivamente para fins
pacíficos. Recentemente, os Artemis Accords,
liderados pelos EUA, representam um conjunto
de princípios para a cooperação internacional na
exploração da Lua, Marte e outros corpos
celestes. Esses acordos, que complementam o
Tratado do Espaço Exterior, visam promover a
exploração pacífica e coordenada, incluindo a
gestão de recursos lunares.
Embora o Tratado do Espaço Exterior
proíba a apropriação de território, ele permite a
extração e uso de recursos. Isso abre a
possibilidade de mineração lunar, onde os
materiais extraídos podem ser usados para
sustentar bases lunares ou como combustível
para missões espaciais mais distantes. Empresas
privadas, em cooperação com agências espaciais,
estão explorando tecnologias e métodos para
viabilizar essas atividades.
A crescente atividade espacial também
levanta preocupações sobre a governança e a
gestão de possíveis conflitos no espaço. A
cooperação entre nações e a diplomacia contínua
serão essenciais para garantir que a Lua continue
sendo um patrimônio comum da humanidade. As
recentes explorações exemplificam os avanços e
desafios que enfrentamos na exploração espacial,
destacando a necessidade de uma abordagem
internacional pacífica. Que assim seja.
LAPOLA, M. Quem é o dono da Lua? Interesse
crescente na exploração do satélite reacende
discussão. Revista Galileu: Quânticas.
Adaptado. Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/blog/2024/07/quem-e-o-dono-da-lua.ghtml>
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Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na
exploração do satélite reacende discussão
A sonda chinesa Chang'e-6 retornou à
Terra na terça-feira (25), trazendo as primeiras
amostras da história do lado oculto da Lua. Esta
missão é um marco significativo na exploração
lunar e levanta questões importantes sobre a
propriedade e o uso da Lua.
O interesse renovado pela Lua é
impulsionado por uma combinação de fatores
científicos, econômicos e estratégicos. Do ponto
de vista científico, a Lua oferece uma
oportunidade única para a pesquisa e a
descoberta. Missões recentes, como essa da
Chang'e-6, fornecem informações valiosas sobre
a composição e a história geológica do satélite,
ajudando a entender melhor a formação do
sistema Terra-Lua e outros processos
planetários.
A Lua tem depósitos de Hélio-3, um
isótopo raro que não é abundante na Terra. O
Hélio-3 é considerado uma potencial fonte de
combustível para futuras reações de fusão
nuclear, que poderiam fornecer uma forma limpa
e quase ilimitada de energia. Dominar a
tecnologia de fusão nuclear com Hélio-3 poderia
revolucionar a produção de energia no planeta,
oferecendo uma alternativa limpa às atuais fontes
de energia baseadas em combustíveis fósseis.
Esse interesse é um dos fatores que impulsionam
a nova corrida espacial para a Lua, com
implicações tanto científicas quanto econômicas
de uma importância revolucionária.
Economicamente, a Lua possui recursos
valiosos, como água congelada nos polos, que
podem ser usados para sustentar futuras bases
lunares e missões espaciais de longa duração. A
água pode ser transformada em hidrogênio e
oxigênio, fornecendo combustível para foguetes.
Estrategicamente, a presença na Lua permite que
as nações afirmem sua liderança no espaço,
desenvolvam novas tecnologias e estabeleçam a
infraestrutura necessária para a próxima era da
exploração espacial.
Atualmente, ninguém pode reivindicar a
propriedade da Lua por soberania, ocupação ou
qualquer outra razão. Esta posição é formalizada
principalmente pelo Tratado do Espaço Exterior
de 1967, assinado por mais de 100 países,
incluindo as principais nações com capacidade
espacial como EUA, Rússia e China.
O Tratado do Espaço Exterior estabelece
que a Lua e outros corpos celestes não são
passíveis de apropriação nacional por
reivindicação de soberania, uso ou ocupação, ou
por qualquer outro meio. Este tratado também
proíbe a colocação de armas nucleares ou
qualquer outro tipo de armas de destruição em
massa no espaço exterior, e declara que a Lua
deve ser usada exclusivamente para fins
pacíficos. Recentemente, os Artemis Accords,
liderados pelos EUA, representam um conjunto
de princípios para a cooperação internacional na
exploração da Lua, Marte e outros corpos
celestes. Esses acordos, que complementam o
Tratado do Espaço Exterior, visam promover a
exploração pacífica e coordenada, incluindo a
gestão de recursos lunares.
Embora o Tratado do Espaço Exterior
proíba a apropriação de território, ele permite a
extração e uso de recursos. Isso abre a
possibilidade de mineração lunar, onde os
materiais extraídos podem ser usados para
sustentar bases lunares ou como combustível
para missões espaciais mais distantes. Empresas
privadas, em cooperação com agências espaciais,
estão explorando tecnologias e métodos para
viabilizar essas atividades.
A crescente atividade espacial também
levanta preocupações sobre a governança e a
gestão de possíveis conflitos no espaço. A
cooperação entre nações e a diplomacia contínua
serão essenciais para garantir que a Lua continue
sendo um patrimônio comum da humanidade. As
recentes explorações exemplificam os avanços e
desafios que enfrentamos na exploração espacial,
destacando a necessidade de uma abordagem
internacional pacífica. Que assim seja.
LAPOLA, M. Quem é o dono da Lua? Interesse
crescente na exploração do satélite reacende
discussão. Revista Galileu: Quânticas.
Adaptado. Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/blog/2024/07/quem-e-o-dono-da-lua.ghtml>
“A Lua tem depósitos de Hélio-3, um isótopo raro que não é abundante na Terra.”
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Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na
exploração do satélite reacende discussão
A sonda chinesa Chang'e-6 retornou à
Terra na terça-feira (25), trazendo as primeiras
amostras da história do lado oculto da Lua. Esta
missão é um marco significativo na exploração
lunar e levanta questões importantes sobre a
propriedade e o uso da Lua.
O interesse renovado pela Lua é
impulsionado por uma combinação de fatores
científicos, econômicos e estratégicos. Do ponto
de vista científico, a Lua oferece uma
oportunidade única para a pesquisa e a
descoberta. Missões recentes, como essa da
Chang'e-6, fornecem informações valiosas sobre
a composição e a história geológica do satélite,
ajudando a entender melhor a formação do
sistema Terra-Lua e outros processos
planetários.
A Lua tem depósitos de Hélio-3, um
isótopo raro que não é abundante na Terra. O
Hélio-3 é considerado uma potencial fonte de
combustível para futuras reações de fusão
nuclear, que poderiam fornecer uma forma limpa
e quase ilimitada de energia. Dominar a
tecnologia de fusão nuclear com Hélio-3 poderia
revolucionar a produção de energia no planeta,
oferecendo uma alternativa limpa às atuais fontes
de energia baseadas em combustíveis fósseis.
Esse interesse é um dos fatores que impulsionam
a nova corrida espacial para a Lua, com
implicações tanto científicas quanto econômicas
de uma importância revolucionária.
Economicamente, a Lua possui recursos
valiosos, como água congelada nos polos, que
podem ser usados para sustentar futuras bases
lunares e missões espaciais de longa duração. A
água pode ser transformada em hidrogênio e
oxigênio, fornecendo combustível para foguetes.
Estrategicamente, a presença na Lua permite que
as nações afirmem sua liderança no espaço,
desenvolvam novas tecnologias e estabeleçam a
infraestrutura necessária para a próxima era da
exploração espacial.
Atualmente, ninguém pode reivindicar a
propriedade da Lua por soberania, ocupação ou
qualquer outra razão. Esta posição é formalizada
principalmente pelo Tratado do Espaço Exterior
de 1967, assinado por mais de 100 países,
incluindo as principais nações com capacidade
espacial como EUA, Rússia e China.
O Tratado do Espaço Exterior estabelece
que a Lua e outros corpos celestes não são
passíveis de apropriação nacional por
reivindicação de soberania, uso ou ocupação, ou
por qualquer outro meio. Este tratado também
proíbe a colocação de armas nucleares ou
qualquer outro tipo de armas de destruição em
massa no espaço exterior, e declara que a Lua
deve ser usada exclusivamente para fins
pacíficos. Recentemente, os Artemis Accords,
liderados pelos EUA, representam um conjunto
de princípios para a cooperação internacional na
exploração da Lua, Marte e outros corpos
celestes. Esses acordos, que complementam o
Tratado do Espaço Exterior, visam promover a
exploração pacífica e coordenada, incluindo a
gestão de recursos lunares.
Embora o Tratado do Espaço Exterior
proíba a apropriação de território, ele permite a
extração e uso de recursos. Isso abre a
possibilidade de mineração lunar, onde os
materiais extraídos podem ser usados para
sustentar bases lunares ou como combustível
para missões espaciais mais distantes. Empresas
privadas, em cooperação com agências espaciais,
estão explorando tecnologias e métodos para
viabilizar essas atividades.
A crescente atividade espacial também
levanta preocupações sobre a governança e a
gestão de possíveis conflitos no espaço. A
cooperação entre nações e a diplomacia contínua
serão essenciais para garantir que a Lua continue
sendo um patrimônio comum da humanidade. As
recentes explorações exemplificam os avanços e
desafios que enfrentamos na exploração espacial,
destacando a necessidade de uma abordagem
internacional pacífica. Que assim seja.
LAPOLA, M. Quem é o dono da Lua? Interesse
crescente na exploração do satélite reacende
discussão. Revista Galileu: Quânticas.
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Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na
exploração do satélite reacende discussão
A sonda chinesa Chang'e-6 retornou à
Terra na terça-feira (25), trazendo as primeiras
amostras da história do lado oculto da Lua. Esta
missão é um marco significativo na exploração
lunar e levanta questões importantes sobre a
propriedade e o uso da Lua.
O interesse renovado pela Lua é
impulsionado por uma combinação de fatores
científicos, econômicos e estratégicos. Do ponto
de vista científico, a Lua oferece uma
oportunidade única para a pesquisa e a
descoberta. Missões recentes, como essa da
Chang'e-6, fornecem informações valiosas sobre
a composição e a história geológica do satélite,
ajudando a entender melhor a formação do
sistema Terra-Lua e outros processos
planetários.
A Lua tem depósitos de Hélio-3, um
isótopo raro que não é abundante na Terra. O
Hélio-3 é considerado uma potencial fonte de
combustível para futuras reações de fusão
nuclear, que poderiam fornecer uma forma limpa
e quase ilimitada de energia. Dominar a
tecnologia de fusão nuclear com Hélio-3 poderia
revolucionar a produção de energia no planeta,
oferecendo uma alternativa limpa às atuais fontes
de energia baseadas em combustíveis fósseis.
Esse interesse é um dos fatores que impulsionam
a nova corrida espacial para a Lua, com
implicações tanto científicas quanto econômicas
de uma importância revolucionária.
Economicamente, a Lua possui recursos
valiosos, como água congelada nos polos, que
podem ser usados para sustentar futuras bases
lunares e missões espaciais de longa duração. A
água pode ser transformada em hidrogênio e
oxigênio, fornecendo combustível para foguetes.
Estrategicamente, a presença na Lua permite que
as nações afirmem sua liderança no espaço,
desenvolvam novas tecnologias e estabeleçam a
infraestrutura necessária para a próxima era da
exploração espacial.
Atualmente, ninguém pode reivindicar a
propriedade da Lua por soberania, ocupação ou
qualquer outra razão. Esta posição é formalizada
principalmente pelo Tratado do Espaço Exterior
de 1967, assinado por mais de 100 países,
incluindo as principais nações com capacidade
espacial como EUA, Rússia e China.
O Tratado do Espaço Exterior estabelece
que a Lua e outros corpos celestes não são
passíveis de apropriação nacional por
reivindicação de soberania, uso ou ocupação, ou
por qualquer outro meio. Este tratado também
proíbe a colocação de armas nucleares ou
qualquer outro tipo de armas de destruição em
massa no espaço exterior, e declara que a Lua
deve ser usada exclusivamente para fins
pacíficos. Recentemente, os Artemis Accords,
liderados pelos EUA, representam um conjunto
de princípios para a cooperação internacional na
exploração da Lua, Marte e outros corpos
celestes. Esses acordos, que complementam o
Tratado do Espaço Exterior, visam promover a
exploração pacífica e coordenada, incluindo a
gestão de recursos lunares.
Embora o Tratado do Espaço Exterior
proíba a apropriação de território, ele permite a
extração e uso de recursos. Isso abre a
possibilidade de mineração lunar, onde os
materiais extraídos podem ser usados para
sustentar bases lunares ou como combustível
para missões espaciais mais distantes. Empresas
privadas, em cooperação com agências espaciais,
estão explorando tecnologias e métodos para
viabilizar essas atividades.
A crescente atividade espacial também
levanta preocupações sobre a governança e a
gestão de possíveis conflitos no espaço. A
cooperação entre nações e a diplomacia contínua
serão essenciais para garantir que a Lua continue
sendo um patrimônio comum da humanidade. As
recentes explorações exemplificam os avanços e
desafios que enfrentamos na exploração espacial,
destacando a necessidade de uma abordagem
internacional pacífica. Que assim seja.
LAPOLA, M. Quem é o dono da Lua? Interesse
crescente na exploração do satélite reacende
discussão. Revista Galileu: Quânticas.
Adaptado. Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/blog/2024/07/quem-e-o-dono-da-lua.ghtml>
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Observe a imagem abaixo e associe corretamente
o uso das trinchas às suas respectivas
destinações:
1º Cerdas Pretas;
2º Cerdas Brancas;
3º Cerdas Grisalhas.
( ) Indicada para aplicação de tintas acrílicas aquosas, óptimas para pintar detalhes e/ou cobertura de superfícies;
( ) Indicadas para aplicação de tintas a base sintética como os esmaltes, e vernizes. Podem ser utilizadas em alvenaria, madeira e metais, entre outros materiais;
( ) Indicada para aplicação de tintas à base aquosa, oferecem um bom desempenho em todos os tipos de superfícies, também são utilizadas para recorte, retoques e cantos.
1º Cerdas Pretas;
2º Cerdas Brancas;
3º Cerdas Grisalhas.
( ) Indicada para aplicação de tintas acrílicas aquosas, óptimas para pintar detalhes e/ou cobertura de superfícies;
( ) Indicadas para aplicação de tintas a base sintética como os esmaltes, e vernizes. Podem ser utilizadas em alvenaria, madeira e metais, entre outros materiais;
( ) Indicada para aplicação de tintas à base aquosa, oferecem um bom desempenho em todos os tipos de superfícies, também são utilizadas para recorte, retoques e cantos.
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Examine a imagem abaixo e identifique o nome
do material apresentado, que é comumente
utilizado no contexto da pintura.


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3807818
Ano: 2024
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Pedreira-SP
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Pedreira-SP
Provas:
Durante a execução de trabalhos de pintura, é
fundamental que o pintor utilize os
Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC)
apropriados. Nesse contexto, assinale a
alternativa que apresenta um EPC essencial para
garantir a proteção do pintor no ambiente de
trabalho:
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Em uma tarde de trabalho, Clécio, um pintor
renomado, observou que algumas áreas da parede
apresentavam áreas “levantadas” com bolhas de
ar visíveis. Essas bolhas podem resultar em
descascamento da pintura e são frequentemente
causadas por umidade, poeira na superfície,
reboco inadequado, excesso de demãos de tinta
ou falta de limpeza adequada após o lixamento
da superfície. Diante dessa situação, qual medida
corretiva deve ser adotada pelo pintor para
solucionar o problema?
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Os fatores naturais como a incidência do sol, da
chuva, a umidade e a maresia desgastam a pintura
ao longo do tempo, resultando em fissuras, mofo
e desbotamento da cor, o que deixa a parede com
um aspecto descuidado e feio. Para proteger
fachadas e paredes externas contra essas
condições adversas e garantir maior durabilidade
e rendimento, qual é a tinta específica
recomendada?
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Uma película protetora que serve para proteger
as superfícies de madeira da absorção de água,
criando uma camada hidro-repelente e tornandoa muito mais resistente e durável. É indicada para
móveis, janelas, portas, pisos e qualquer
superfície de madeira que esteja em áreas
externas ou ambientes úmidos e molhados. Pode
ser à base de solvente ou de água, além de contar
com acabamentos incolores ou pigmentados. É
comumente conhecida como:
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