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Meninos carvoeiros
Os meninos carvoeiros
Passam a caminho da cidade.
— Eh, carvoero!
E vão tocando os animais com um relho enorme.
Os burros são magrinhos e velhos.
Cada um leva seis sacos de carvão de lenha.
A aniagem é toda remendada.
Os carvões caem.
(Pela boca da noite vem uma velhinha que os recolhe,
dobrando-se com um gemido.)
— Eh, carvoero!
Só mesmo estas crianças raquíticas
Vão bem com estes burrinhos descadeirados.
A madrugada ingênua parece feita para eles…
Pequenina, ingênua miséria!
Adoráveis carvoeirinhos que trabalhais como se
brincásseis!
— Eh, carvoero!
Quando voltam, vêm mordendo num pão encarvoado,
Encarapitados nas alimárias,
Apostando corrida,
Dançando, bamboleando nas cangalhas como
espantalhos desamparados.

Manuel Bandeira
O singular do verbo acima sublinhado é:
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Meninos carvoeiros
Os meninos carvoeiros
Passam a caminho da cidade.
— Eh, carvoero!
E vão tocando os animais com um relho enorme.
Os burros são magrinhos e velhos.
Cada um leva seis sacos de carvão de lenha.
A aniagem é toda remendada.
Os carvões caem.
(Pela boca da noite vem uma velhinha que os recolhe,
dobrando-se com um gemido.)
— Eh, carvoero!
Só mesmo estas crianças raquíticas
Vão bem com estes burrinhos descadeirados.
A madrugada ingênua parece feita para eles…
Pequenina, ingênua miséria!
Adoráveis carvoeirinhos que trabalhais como se
brincásseis!
— Eh, carvoero!
Quando voltam, vêm mordendo num pão encarvoado,
Encarapitados nas alimárias,
Apostando corrida,
Dançando, bamboleando nas cangalhas como
espantalhos desamparados.

Manuel Bandeira
“[...] encarapitados nas alimárias [...].”
A palavra acima sublinhada significa:
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Meninos carvoeiros
Os meninos carvoeiros
Passam a caminho da cidade.
— Eh, carvoero!
E vão tocando os animais com um relho enorme.
Os burros são magrinhos e velhos.
Cada um leva seis sacos de carvão de lenha.
A aniagem é toda remendada.
Os carvões caem.
(Pela boca da noite vem uma velhinha que os recolhe,
dobrando-se com um gemido.)
— Eh, carvoero!
Só mesmo estas crianças raquíticas
Vão bem com estes burrinhos descadeirados.
A madrugada ingênua parece feita para eles…
Pequenina, ingênua miséria!
Adoráveis carvoeirinhos que trabalhais como se
brincásseis!
— Eh, carvoero!
Quando voltam, vêm mordendo num pão encarvoado,
Encarapitados nas alimárias,
Apostando corrida,
Dançando, bamboleando nas cangalhas como
espantalhos desamparados.

Manuel Bandeira
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Meninos carvoeiros
Os meninos carvoeiros
Passam a caminho da cidade.
— Eh, carvoero!
E vão tocando os animais com um relho enorme.
Os burros são magrinhos e velhos.
Cada um leva seis sacos de carvão de lenha.
A aniagem é toda remendada.
Os carvões caem.
(Pela boca da noite vem uma velhinha que os recolhe,
dobrando-se com um gemido.)
— Eh, carvoero!
Só mesmo estas crianças raquíticas
Vão bem com estes burrinhos descadeirados.
A madrugada ingênua parece feita para eles…
Pequenina, ingênua miséria!
Adoráveis carvoeirinhos que trabalhais como se
brincásseis!
— Eh, carvoero!
Quando voltam, vêm mordendo num pão encarvoado,
Encarapitados nas alimárias,
Apostando corrida,
Dançando, bamboleando nas cangalhas como
espantalhos desamparados.

Manuel Bandeira
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Meninos carvoeiros
Os meninos carvoeiros
Passam a caminho da cidade.
— Eh, carvoero!
E vão tocando os animais com um relho enorme.
Os burros são magrinhos e velhos.
Cada um leva seis sacos de carvão de lenha.
A aniagem é toda remendada.
Os carvões caem.
(Pela boca da noite vem uma velhinha que os recolhe,
dobrando-se com um gemido.)
— Eh, carvoero!
Só mesmo estas crianças raquíticas
Vão bem com estes burrinhos descadeirados.
A madrugada ingênua parece feita para eles…
Pequenina, ingênua miséria!
Adoráveis carvoeirinhos que trabalhais como se
brincásseis!
— Eh, carvoero!
Quando voltam, vêm mordendo num pão encarvoado,
Encarapitados nas alimárias,
Apostando corrida,
Dançando, bamboleando nas cangalhas como
espantalhos desamparados.

Manuel Bandeira
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Leia a seguinte tirinha:

Assinale a alternativa em que o uso do “porquê” está de acordo com a norma culta.

Assinale a alternativa em que o uso do “porquê” está de acordo com a norma culta.
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- SintaxeConcordância
- MorfologiaAdjetivos
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros Textuais
Leia com atenção:

Analise as seguintes afirmativas:
I- O texto acima é um aviso. II- O texto acima é um anúncio. III- “Vendem-se” está no plural, concordando com “filhotes”. IV- A palavra “filhote” é um adjetivo.
Estão corretas as afirmativas:

Analise as seguintes afirmativas:
I- O texto acima é um aviso. II- O texto acima é um anúncio. III- “Vendem-se” está no plural, concordando com “filhotes”. IV- A palavra “filhote” é um adjetivo.
Estão corretas as afirmativas:
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A disciplina do amor
Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra, um
jovem tinha um cachorro que todos os dias,
pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postavase na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim
que via o dono, ia correndo ao seu encontro e, na maior
alegria, acompanhava-o com seu passinho saltitante de
volta a casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as
pessoas que passavam faziam-lhe festinhas, e ele
correspondia, chegava a correr todo animado atrás dos
mais íntimos para logo voltar atento ao seu posto e ali
ficar sentado até o momento em que seu dono apontava
lá longe.
Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi
convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo?
Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar
ansioso naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao
menor ruído que pudesse indicar a presença do dono
bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para casa
e levava a sua vida normal de cachorro até chegar o dia
seguinte. Então, disciplinadamente, como se tivesse um
relógio preso à pata, voltava ao seu posto de espera. O
jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno
coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram
prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando
aquela hora, ele disparava para o compromisso
assumido todos os dias.
Todos os dias, com o passar dos anos, as pessoas foram
se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casouse a noiva com um primo. Os familiares voltaram para
outros familiares. Os amigos, para outros amigos. Só o
cachorro já velhíssimo (era novo quando o jovem
partiu) continuou a esperá-lo na sua esquina.
As pessoas estranhavam, “Mas quem esse cachorro está
esperando?”. Uma tarde (era inverno), ele lá ficou, o
focinho sempre voltado para aquela direção.
Lygia Fagundes Telles. A disciplina do amor.
Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1980.p. 99-100.
1º parágrafo As vírgulas na frase acima separam:
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A disciplina do amor
Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra, um
jovem tinha um cachorro que todos os dias,
pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postavase na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim
que via o dono, ia correndo ao seu encontro e, na maior
alegria, acompanhava-o com seu passinho saltitante de
volta a casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as
pessoas que passavam faziam-lhe festinhas, e ele
correspondia, chegava a correr todo animado atrás dos
mais íntimos para logo voltar atento ao seu posto e ali
ficar sentado até o momento em que seu dono apontava
lá longe.
Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi
convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo?
Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar
ansioso naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao
menor ruído que pudesse indicar a presença do dono
bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para casa
e levava a sua vida normal de cachorro até chegar o dia
seguinte. Então, disciplinadamente, como se tivesse um
relógio preso à pata, voltava ao seu posto de espera. O
jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno
coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram
prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando
aquela hora, ele disparava para o compromisso
assumido todos os dias.
Todos os dias, com o passar dos anos, as pessoas foram
se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casouse a noiva com um primo. Os familiares voltaram para
outros familiares. Os amigos, para outros amigos. Só o
cachorro já velhíssimo (era novo quando o jovem
partiu) continuou a esperá-lo na sua esquina.
As pessoas estranhavam, “Mas quem esse cachorro está
esperando?”. Uma tarde (era inverno), ele lá ficou, o
focinho sempre voltado para aquela direção.
Lygia Fagundes Telles. A disciplina do amor.
Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1980.p. 99-100.
Marque a alternativa que apresenta o tempo da ação verbal acima destacada.
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A disciplina do amor
Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra, um
jovem tinha um cachorro que todos os dias,
pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postavase na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim
que via o dono, ia correndo ao seu encontro e, na maior
alegria, acompanhava-o com seu passinho saltitante de
volta a casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as
pessoas que passavam faziam-lhe festinhas, e ele
correspondia, chegava a correr todo animado atrás dos
mais íntimos para logo voltar atento ao seu posto e ali
ficar sentado até o momento em que seu dono apontava
lá longe.
Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi
convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo?
Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar
ansioso naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao
menor ruído que pudesse indicar a presença do dono
bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para casa
e levava a sua vida normal de cachorro até chegar o dia
seguinte. Então, disciplinadamente, como se tivesse um
relógio preso à pata, voltava ao seu posto de espera. O
jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno
coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram
prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando
aquela hora, ele disparava para o compromisso
assumido todos os dias.
Todos os dias, com o passar dos anos, as pessoas foram
se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casouse a noiva com um primo. Os familiares voltaram para
outros familiares. Os amigos, para outros amigos. Só o
cachorro já velhíssimo (era novo quando o jovem
partiu) continuou a esperá-lo na sua esquina.
As pessoas estranhavam, “Mas quem esse cachorro está
esperando?”. Uma tarde (era inverno), ele lá ficou, o
focinho sempre voltado para aquela direção.
Lygia Fagundes Telles. A disciplina do amor.
Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1980.p. 99-100.
Na frase acima, a palavra sublinhada
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