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Foram encontradas 959 questões.

1339351 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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Dois atletas A e B treinam todos os dias em uma pista de formato circular. O atleta A percorre toda a pista em 6 minutos, enquanto o atleta B, em 8 minutos. Supondo que ambos os atletas partam inicialmente do mesmo ponto, é CORRETO afirmar que eles voltarão a se encontrar depois de:
 

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1339350 Ano: 2011
Disciplina: Libras
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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São atribuições do tradutor e intérprete, EXCETO:
I – Efetuar comunicação entre surdos e ouvintes, surdos e surdos, surdos e surdos-cegos, surdos-cegos e ouvintes, por meio da Libras para a língua oral e vice-versa.
II – Interpretar, em Língua Brasileira de Sinais Língua Portuguesa, as atividades didático-pedagógicas e culturais desenvolvidas nas instituições de ensino apenas no nível superior, de forma a viabilizar o acesso aos conteúdos curriculares.
III – Atuar nos processos seletivos para cursos na instituição de ensino e nos concursos públicos.
IV – Atuar no apoio à acessibilidade aos serviços e às atividades fim das instituições de ensino e repartições públicas.
V – Prestar seus serviços em depoimentos em juízo, em órgãos administrativos ou policiais.
 

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1339345 Ano: 2011
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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Sobre o educar:
Educar é, antes de tudo, um ato de interioridade. É inclinar o homem para que leia dentro de si. É um apelo ao desabrochar do ser.
Educar significa realizar o homem em sua natureza autêntica, na integridade de suas verdadeiras possibilidade, em seu destino e plano de vida. O homem é pessoa e deve ser conduzido com toda a dignidade de pessoa, sem enxertos de outras que querem impor e fazer valer a sua pessoa no outro, distorcendo-o e despersonalizando-o. Educar é um processo individual e social de transformação perene das capacidades em habilidades, da ignorância ao conhecimento, dos impulsos aos ideais, do não ser ao ser atual.
Embora se possa saber como, quando e onde intervir e que essa intervenção produz mudanças, sabe-se também que tais mudanças não dependem apenas das ações pedagógicas. As atitudes dos jovens não dependem unicamente da ação da escola, mas tem intrincadas implicações de natureza tanto psicológica quanto social, nas relações de vida familiar e comunitária.
A grande tarefa da educação é recriar novos valores sublimes que mobilizem o homem a redefinir-se mais profundamente, a levar o homem a reencontrar-se em sua identidade autêntica como ser mais dimensionado. Todas as dimensões humanas são essencialmente convergentes e unificadoras.
Nos valores nobres do homem se encontra primeiramente a si mesmo, em sua profunda interioridade e dignidade. Depois, irradia-se
circularmente na comunhão com o outro, seu próximo, por um humanismo plenificador e, por fim, transcende verticalmente para o sumo bem, único fundamento perene de todos os valores, direitos e deveres, plenitude e felicidade.
Ainda que, vivendo num universo de transformação, em que apenas a lei da mudança parece não mudar, acreditei convictamente na capacidade de cada um em construir-se e reestruturar-se neste seu processo normal de criatividade. Somos uma mina inexaurível de plenitudes, uma fonte de necessidades em busca do desabrochamento total de nossa humanidade.
Encontrar-se com a própria identidade e aceitar-se no que se é, a fim de tornar-se, no que se pode e deve ser, na autenticidade da própria natureza, sempre será o princípio fundamental de partida de nossa formação e realização global.
(http://www.psicopedagogia.com.br/artigos/artigo.asp?entrID=1072)
Dessa forma, podemos dizer que o orientador educacional é um profissional que procura assistir o orientando, considerando o seu ajustamento pessoal e social e relaciona-se com todos os envolvidos no processo educativo, como mediador. Assinale a lei de Diretrizes e Bases da Educação na qual a orientação educacional não aparece explicitamente, mas que em seu artigo 64 diz que a formação de profissionais de educação para orientação educacional na educação básica será feita em cursos de graduação em pedagogia ou em nível de pós-graduação, garantindo nessa forma a base comum nacional:
 

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1339344 Ano: 2011
Disciplina: Arquitetura
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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As caixas de passagem devem ter as seguintes características, seguindo como parâmetro a NBR 8160:1999. Assinale a alternativa INCORRETA:
 

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1339343 Ano: 2011
Disciplina: Fisioterapia
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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Os ossos sesamóides são exemplos de que tipo de ossos?
 

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1339342 Ano: 2011
Disciplina: Física
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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Na atualidade atômica, prótons e nêutrons não são mais considerados as partículas elementares como descritas no início do século XIX. Atualmente com grande força na pesquisa em Física das partículas, demonstrou que essas partículas originam-se de outras sub-partículas, os quarks, ainda menores que os prótons e nêutrons. Foram detectados nos dias de hoje em torno de 12 quarks, mas sabe-se que somente 2 deles formam os prótons e nêutrons. Desses dois quarks que formam prótons e nêutrons usamos o quark up de carga elétrica positiva e de intensidade 2/3 da carga elementar “ e” e o quark down negativo e de intensidade 1/3 da carga elementar “ e” . Sabendo que três quarks up ou down formam prótons e nêutrons, a composição CORRETA seria, respectivamente:
Próton Nêutron
 

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1339338 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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Leia o texto a seguir e responda a questão.
Guerrilha urbana
Algumas atividades entortam as pessoas. Umas entortam o corpo, como as pernas arqueadas dos caubóis, a corcunda dos alfaiates, os braços desiguais dos tenistas, os ombros dos nadadores, a lordose das bailarinas de tchan music. Outras atividades – como a de polícia, agente financeiro, jornalista – entortam a cabeça. Meu amigo era jornalista.
Era. Meio que pirou. Isto já é o meio da história, vamos ao começo. Era copidesque, do tempo em que o copidesque tinha poder nas redações: reescrevia, corrigia e titulava as matérias. Não possuía nenhum talento especial, a não ser a intimidade com a gramática. Nem era jornalista formado, havia parado no meio do curso de Direito, fascinado pela oportunidade de trabalhar na “cozinha da redação”. Refogava concordâncias, descascava solecismos.
Chama-se Antônio. Por ser baixo, virou Toninho. E pela devoção, à gramática Toninho Vernáculo ficou sendo. Seu talento especial valeu-lhe
uma promoção, de copidesque para chefe de revisão. Passou anos e anos corrigindo originais. Novas tecnologias invadiram as redações no final da década de 80. Com os computadores, acabou-se a revisão. Ao leitor, as batatas.
Toninho Vernáculo foi deixado num canto, espécie de dicionário vivo. Recorriam a ele quando tinham preguiça de consultar o manual. Irritava-se. Então, meio que pirou. Achava que alguns tinham questões pessoais com a língua portuguesa, arranca-rabos com a sintaxe. Um não suportava a crase. Aquele tinha escaramuças com o infinitivo pessoal. Outro abominava a regência. Toninho não aguentou, aposentou-se.
Novos desafetos da língua passaram a provocá-lo pela televisão, em casa. O ator Antônio Fagundes vinha andando para a câmara e atacava de pleonasmo: “há muitos anos atrás investi no boi gordo.”. A repórter de feira dizia que “o” alface encareceu. Lula confiava “de que” o partido sairia fortalecido. O jingle publicitário apelava: “vem” pra Caixa você também! Toninho brigou com a tevê:
É venha! Venha você! Vem tu!
Uma ótica anunciava: faça “seu” óculos... Meu amigo largou a tevê, pegou o jornal: vendas à prazo. Sentia-se acuado, pessoalmente agredido. Um dia, lendo Monteiro Lobato, topou com o conto “O Colocador de Pronomes”, no qual o personagem sai pela cidade corrigindo pronomes mal colocados. Iluminou-se. Era um recado.
Hoje, Toninho Vernáculo é um dos dois ou três santos da ortografia que andam por São Paulo corrigindo o português nas placas das padarias, nos cardápios dos restaurantes populares, nos anúncios classificados dos jornais. Telefona para os anunciantes:
Olha, vendas a prazo não tem crase. Não se usa crase antes de palavra masculina.
Telefona para as regionais de Prefeitura, exigindo a retirada do acento agudo de placas de ruas e praças: Traipu, Itapicuru, Pacaembu, Barrra do Tibagi, Turiassu (“é com ‘c’ cedilhado, implora)... Centenas de casos. Há dias encontrei-o comprando tinta e escada. Anunciantes de cerveja não quiseram mudar um cartaz, tinha rido dele. É um advérbio em ‘mente’ abreviado, disseram, significa redondamente, de modo redondo. Retrucou: por que não de maneira redonda? Outros opinaram: é locução, como “fala grosso”. Protestou: chuva cai fininha, sol nasce quadrado, lua nasce quadrada. Riram. resmungou: fiquem com a sua opinião, eu fico com minha. Ia partir para a guerrilha armado de tinta e pincel, atacar os painéis de madrugada:
Uísque é que desce redondo. Cerveja desce redonda!
(Ivan Ângelo. In: O comprador de aventuras. São Paulo: Ática, 2000. Coleção Para gostar de ler, volume 28, p.1820)
O título “ Guerrilha urbana” refere-se:
 

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1339337 Ano: 2011
Disciplina: Geologia
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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Sobre a classificação de maciços rochosos, assinale a alternativa CORRETA:
 

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1339335 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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Leia a crônica abaixo, Palavras são palavras... , de Celso Ferreira Costa, e responda à questão.
“Algumas palavras, mesmo que as ouçamos pela primeira vez, não carecem da explicação de seu significado. São autoexplicativas. Concupiscência, por exemplo, não pode ser boa coisa. Se alguém numa reunião familiar, de repente disser concupiscência, sem dúvida causará um mal-estar danado. A maioria não saberá o significado exato, mas não importa, concupiscência não é coisa que se diga perto de crianças e pronto! E depois, quando os mais curiosos forem sorrateiramente ao dicionário verificar o que a palavra quer dizer, aí é que ficarão realmente contrariados com o detrator da honra da família, aquele concupiscente!
E elucubração? Aí já é caso de sair no tapa direto. Não precisa nem ficar matutando, caprichando no raciocínio, se esmerando em saber o significado. Elucubração, não! Imaginem só. O pai chega em casa e vai bater na porta do filho adolescente, que demora em abrir:
– Oi, pai.
– Oi, filho. Estava aí em elucubrações, hein?
– Que é isso pai, estava estudando.
– Fique tranquilo, filho. Na sua idade eu também elucubrava muito.
– Mas, pai, eu só estava estudando!
– Eu sei, filho. Estudando, elucubrando... Época de vestibular é tensa mesmo. Por que você não sai um pouco com sua namorada? É melhor que ficar elucubrando sozinho.
– Eu não tenho namorada, pai.
– Então elucubra. Mas matemática, não. É melhor decorar as fórmulas, filho. É por isso que muito vestibulando despiroca com os conselhos dos pais. E vou evitar confusão, não falando sobre despirocar, que é para manter um certo nível na conversa.
Outras palavras não são ofensivas, mas também podem causar problemas. Exemplo: abjeta. Abjeta não é feminino de objeto, como queria aquela senhora que foi comprar um presente de casamento:
– Eu estou à procura de uma abjeta pra minha sobrinha.
– Abjeta, senhora? Não seria objeto?
– Não. Objeto ela já tem. Eu quero fazer um parzinho. Vai ficar lindo no gazebo dela!
E sobre gazebo também eu me omito. Ainda mais com o cacófato. Tenham paciência! Vamos em frente.
E para terminar vou ser benevolente. Já viram palavra mais doce que essa: benevolente. É falar e transmitir aquela sensação gostosa de que as coisas vão dar certo, que todo mundo vai se unir, dar as mãos e sair fazendo caridade por aí, numa bondade opalescente danada.
Opalescente? Olha, eu escrevi esta palavra assim de repente e depois fui ao Houaiss ver se ela cabia aqui. Não cabe, não. Quer dizer outra coisa. Mas agora embirrei. Ninguém me tira ela daqui. Achei que dá um certo brilho ao texto e, como a língua é dinâmica como a política, quem sabe um dia ela mude de opinião sobre si própria, reveja seus conceitos, se adeque aos novos tempos e venha finalmente se encaixar ao que eu quis dizer sem nenhum melindre.
Melindre? Ah, não, chega, melindre é frescura! Paro por aqui.”
COSTA, Celso Ferreira. Palavras são palavras... O Popular. Goiânia, 11 jul. 2003 (In: Programa Gestão de Aprendizagem Escolar –
Gestar II. Língua Portuguesa: Caderno de Teoria e Prática 5 – TP5: estilo, coerência e coesão. Brasília: Ministério da Educação,
Secretaria de Educação Básica, 2008. p. 3637.)
Quanto à pontuação, quando ocorre o discurso direto, ou seja, a transcrição da fala das personagens, no texto, foi empregado o travessão, mas, como opção, poderíamos empregar outro sinal de pontuação. Assinale a alternativa que indica qual seria essa opção:
 

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1339314 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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O gráfico que representa a variação da resistência à compressão do concreto em função do fator água/cimento (A/C) é:
 

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