Foram encontradas 40 questões.
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
Há anos a Espanha luta contra o despovoamento de
pequenas áreas rurais. Algumas de suas regiões,
principalmente as aldeias, têm poucos habitantes, quase
nenhuma criança e a maioria da população é de pessoas
idosas.
No meio da bela serra da Andaluzia, no sul do país, vários
povoados mais remotos sofrem desse mal. É o caso de
Júzcar, que tem apenas 240 habitantes, e de Parauta, que fica
a poucos quilômetros, que também não chega aos 300
moradores.
Vizinhos e políticos vêm tentando encontrar saídas para evitar
que os moradores dessas regiões tenham que abandonar sua
terra natal em busca, principalmente, de novas oportunidades
de trabalho em cidades maiores.
Disponível em:
<https://www.uol.com.br/nossa/noticias/redacao/2024/02/26/smurfs-e-bosqueencantado-ajudam-pequenas-aldeias-da-espanha-a-sobreviver.htm>. Acesso
em: 26 fev. 2024. [Adaptado]
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Texto 2
Há anos a Espanha luta contra o despovoamento de
pequenas áreas rurais. Algumas de suas regiões,
principalmente as aldeias, têm poucos habitantes, quase
nenhuma criança e a maioria da população é de pessoas
idosas.
No meio da bela serra da Andaluzia, no sul do país, vários
povoados mais remotos sofrem desse mal. É o caso de
Júzcar, que tem apenas 240 habitantes, e de Parauta, que fica
a poucos quilômetros, que também não chega aos 300
moradores.
Vizinhos e políticos vêm tentando encontrar saídas para evitar
que os moradores dessas regiões tenham que abandonar sua
terra natal em busca, principalmente, de novas oportunidades
de trabalho em cidades maiores.
Disponível em:
<https://www.uol.com.br/nossa/noticias/redacao/2024/02/26/smurfs-e-bosqueencantado-ajudam-pequenas-aldeias-da-espanha-a-sobreviver.htm>. Acesso
em: 26 fev. 2024. [Adaptado]
No segmento “os moradores dessas regiões”, há contração da preposição ‘de’ com um pronome
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Texto 2
Há anos a Espanha luta contra o despovoamento de
pequenas áreas rurais. Algumas de suas regiões,
principalmente as aldeias, têm poucos habitantes, quase
nenhuma criança e a maioria da população é de pessoas
idosas.
No meio da bela serra da Andaluzia, no sul do país, vários
povoados mais remotos sofrem desse mal. É o caso de
Júzcar, que tem apenas 240 habitantes, e de Parauta, que fica
a poucos quilômetros, que também não chega aos 300
moradores.
Vizinhos e políticos vêm tentando encontrar saídas para evitar
que os moradores dessas regiões tenham que abandonar sua
terra natal em busca, principalmente, de novas oportunidades
de trabalho em cidades maiores.
Disponível em:
<https://www.uol.com.br/nossa/noticias/redacao/2024/02/26/smurfs-e-bosqueencantado-ajudam-pequenas-aldeias-da-espanha-a-sobreviver.htm>. Acesso
em: 26 fev. 2024. [Adaptado]
O uso de vírgulas, no primeiro período do segundo parágrafo, marca a
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeConectivos
- Morfologia
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Texto 2
Há anos a Espanha luta contra o despovoamento de
pequenas áreas rurais. Algumas de suas regiões,
principalmente as aldeias, têm poucos habitantes, quase
nenhuma criança e a maioria da população é de pessoas
idosas.
No meio da bela serra da Andaluzia, no sul do país, vários
povoados mais remotos sofrem desse mal. É o caso de
Júzcar, que tem apenas 240 habitantes, e de Parauta, que fica
a poucos quilômetros, que também não chega aos 300
moradores.
Vizinhos e políticos vêm tentando encontrar saídas para evitar
que os moradores dessas regiões tenham que abandonar sua
terra natal em busca, principalmente, de novas oportunidades
de trabalho em cidades maiores.
Disponível em:
<https://www.uol.com.br/nossa/noticias/redacao/2024/02/26/smurfs-e-bosqueencantado-ajudam-pequenas-aldeias-da-espanha-a-sobreviver.htm>. Acesso
em: 26 fev. 2024. [Adaptado]
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Texto 2
Há anos a Espanha luta contra o despovoamento de
pequenas áreas rurais. Algumas de suas regiões,
principalmente as aldeias, têm poucos habitantes, quase
nenhuma criança e a maioria da população é de pessoas
idosas.
No meio da bela serra da Andaluzia, no sul do país, vários
povoados mais remotos sofrem desse mal. É o caso de
Júzcar, que tem apenas 240 habitantes, e de Parauta, que fica
a poucos quilômetros, que também não chega aos 300
moradores.
Vizinhos e políticos vêm tentando encontrar saídas para evitar
que os moradores dessas regiões tenham que abandonar sua
terra natal em busca, principalmente, de novas oportunidades
de trabalho em cidades maiores.
Disponível em:
<https://www.uol.com.br/nossa/noticias/redacao/2024/02/26/smurfs-e-bosqueencantado-ajudam-pequenas-aldeias-da-espanha-a-sobreviver.htm>. Acesso
em: 26 fev. 2024. [Adaptado]
O tema central do excerto apresentado é a
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Texto 1
Apenas três dos 5.570 municípios brasileiros têm mais
pessoas morando em apartamentos do que em casas, de
acordo com dados do Censo Demográfico 2022 divulgado
hoje pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Santos (SP), Balneário Camboriú (SC) e São Caetano do Sul
(SP). São essas as três cidades que abrigam mais habitantes
em apartamentos do que em casas. Apesar de 84,8% da
população brasileira morar em casas, há uma crescente
tendência de viver em prédios. Hoje, são 25,2 milhões de
pessoas vivendo em apartamentos.
Em 2022, moradores de apartamentos eram 12,5% do total da
população, um aumento em relação a 2010 (8,5%). Na
comparação com o Censo 2000 (7,6%), a proporção quase
dobrou.
O índice maior é o do Distrito Federal (28,7%). Já no Piauí, a
situação é inversa: 95,6% residem em casas. A proporção de
paulistanos que moram em apartamentos cresceu 26,6% em
12 anos. O número de habitantes em moradias verticais, na
cidade de São Paulo, passou de 2,6 milhões para 3,3 milhões,
na comparação com a pesquisa realizada em 2010. São 700
mil pessoas a mais.
Disponível em: <https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimasnoticias/2024/02/23/ibge-tipo-de-domicilio.htm>. Acesso em: 23 fev. 2024.
[Adaptado].
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- OrtografiaAcentuação GráficaAcento Diferencial
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Pessoa
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
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Texto 1
Apenas três dos 5.570 municípios brasileiros têm mais
pessoas morando em apartamentos do que em casas, de
acordo com dados do Censo Demográfico 2022 divulgado
hoje pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Santos (SP), Balneário Camboriú (SC) e São Caetano do Sul
(SP). São essas as três cidades que abrigam mais habitantes
em apartamentos do que em casas. Apesar de 84,8% da
população brasileira morar em casas, há uma crescente
tendência de viver em prédios. Hoje, são 25,2 milhões de
pessoas vivendo em apartamentos.
Em 2022, moradores de apartamentos eram 12,5% do total da
população, um aumento em relação a 2010 (8,5%). Na
comparação com o Censo 2000 (7,6%), a proporção quase
dobrou.
O índice maior é o do Distrito Federal (28,7%). Já no Piauí, a
situação é inversa: 95,6% residem em casas. A proporção de
paulistanos que moram em apartamentos cresceu 26,6% em
12 anos. O número de habitantes em moradias verticais, na
cidade de São Paulo, passou de 2,6 milhões para 3,3 milhões,
na comparação com a pesquisa realizada em 2010. São 700
mil pessoas a mais.
Disponível em: <https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimasnoticias/2024/02/23/ibge-tipo-de-domicilio.htm>. Acesso em: 23 fev. 2024.
[Adaptado].
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Texto 1
Apenas três dos 5.570 municípios brasileiros têm mais
pessoas morando em apartamentos do que em casas, de
acordo com dados do Censo Demográfico 2022 divulgado
hoje pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Santos (SP), Balneário Camboriú (SC) e São Caetano do Sul
(SP). São essas as três cidades que abrigam mais habitantes
em apartamentos do que em casas. Apesar de 84,8% da
população brasileira morar em casas, há uma crescente
tendência de viver em prédios. Hoje, são 25,2 milhões de
pessoas vivendo em apartamentos.
Em 2022, moradores de apartamentos eram 12,5% do total da
população, um aumento em relação a 2010 (8,5%). Na
comparação com o Censo 2000 (7,6%), a proporção quase
dobrou.
O índice maior é o do Distrito Federal (28,7%). Já no Piauí, a
situação é inversa: 95,6% residem em casas. A proporção de
paulistanos que moram em apartamentos cresceu 26,6% em
12 anos. O número de habitantes em moradias verticais, na
cidade de São Paulo, passou de 2,6 milhões para 3,3 milhões,
na comparação com a pesquisa realizada em 2010. São 700
mil pessoas a mais.
Disponível em: <https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimasnoticias/2024/02/23/ibge-tipo-de-domicilio.htm>. Acesso em: 23 fev. 2024.
[Adaptado].
Na progressão temática do texto, tem primazia o uso de
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Texto 1
Apenas três dos 5.570 municípios brasileiros têm mais
pessoas morando em apartamentos do que em casas, de
acordo com dados do Censo Demográfico 2022 divulgado
hoje pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Santos (SP), Balneário Camboriú (SC) e São Caetano do Sul
(SP). São essas as três cidades que abrigam mais habitantes
em apartamentos do que em casas. Apesar de 84,8% da
população brasileira morar em casas, há uma crescente
tendência de viver em prédios. Hoje, são 25,2 milhões de
pessoas vivendo em apartamentos.
Em 2022, moradores de apartamentos eram 12,5% do total da
população, um aumento em relação a 2010 (8,5%). Na
comparação com o Censo 2000 (7,6%), a proporção quase
dobrou.
O índice maior é o do Distrito Federal (28,7%). Já no Piauí, a
situação é inversa: 95,6% residem em casas. A proporção de
paulistanos que moram em apartamentos cresceu 26,6% em
12 anos. O número de habitantes em moradias verticais, na
cidade de São Paulo, passou de 2,6 milhões para 3,3 milhões,
na comparação com a pesquisa realizada em 2010. São 700
mil pessoas a mais.
Disponível em: <https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimasnoticias/2024/02/23/ibge-tipo-de-domicilio.htm>. Acesso em: 23 fev. 2024.
[Adaptado].
Na exposição do quadro de moradias, a tipologia textual acessória é
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Apenas três dos 5.570 municípios brasileiros têm mais
pessoas morando em apartamentos do que em casas, de
acordo com dados do Censo Demográfico 2022 divulgado
hoje pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Santos (SP), Balneário Camboriú (SC) e São Caetano do Sul
(SP). São essas as três cidades que abrigam mais habitantes
em apartamentos do que em casas. Apesar de 84,8% da
população brasileira morar em casas, há uma crescente
tendência de viver em prédios. Hoje, são 25,2 milhões de
pessoas vivendo em apartamentos.
Em 2022, moradores de apartamentos eram 12,5% do total da
população, um aumento em relação a 2010 (8,5%). Na
comparação com o Censo 2000 (7,6%), a proporção quase
dobrou.
O índice maior é o do Distrito Federal (28,7%). Já no Piauí, a
situação é inversa: 95,6% residem em casas. A proporção de
paulistanos que moram em apartamentos cresceu 26,6% em
12 anos. O número de habitantes em moradias verticais, na
cidade de São Paulo, passou de 2,6 milhões para 3,3 milhões,
na comparação com a pesquisa realizada em 2010. São 700
mil pessoas a mais.
Disponível em: <https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimasnoticias/2024/02/23/ibge-tipo-de-domicilio.htm>. Acesso em: 23 fev. 2024.
[Adaptado].
De acordo com o texto,
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