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Assinale a alternativa que preenche as lacunas do texto, de acordo com a norma-padrão de concordância nominal e de emprego do sinal indicativo de crase.
Já foi __________ aos brasileiros a possiblidade de conhecer a Inteligência Artificial, presente em muitos cenários: da produção de textos __________ medicina, essa tecnologia importa __________ todas as pessoas antenadas na atualidade.
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Leia o texto, para responder à questão a seguir:
Carreira horizontal: a era das habilidades e da flexibilidade
Historicamente, a progressão de carreira esteve intrinsecamente associada à carreira vertical, marcada pela busca incessante por salários e cargos, principalmente para a geração Baby Boomer*. Contudo, a dinâmica do mercado de trabalho passou por transformações significativas nos últimos anos, assim como os profissionais, impulsionados pela crescente competitividade, pelo advento de novas tecnologias e pelas mudanças trazidas pela pandemia.
Nesse contexto, emergiram novas prioridades, com destaque para o interesse em manter-se em uma carreira horizontal, que, ao contrário do modelo tradicional, direciona o foco para o desenvolvimento contínuo de habilidades. Segundo o relatório Futuro dos Empregos do Fórum Econômico Mundial, até 2027, espera-se que 6 a cada 10 profissionais necessitem de treinamento para se manterem relevantes no mercado de trabalho. Essa estimativa revela que a mudança de paradigma não apenas reconfigura as expectativas dos profissionais, mas também coloca desafios e oportunidades para as organizações.
Nesse novo cenário, predomina o interesse dos mais jovens. De acordo com o estudo Workmonitor 2024, mais da metade da geração Z (53%) não aceitaria um emprego que não oferecesse oportunidades de aprendizado e desenvolvimento para garantir o futuro de suas habilidades, incluindo Inteligência Artificial – que foi eleita como principal tema de interesse em aprendizado e desenvolvimento profissional para 45% dos brasileiros.
Associada à automação e à digitalização, também está a flexibilidade. Os profissionais contemporâneos não querem se tornar obsoletos, por isso, buscam por oportunidades que lhes permitam transitar entre diversas áreas funcionais, com o objetivo de explorar diferentes setores, ganhando uma compreensão mais ampla do negócio e construindo uma base de conhecimento versátil. Isso, sem perder a qualidade de vida, com equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal. Essa nova dinâmica evidencia que, para uma parcela significativa, a ambição vai além dos típicos avanços hierárquicos, variando também conforme as aspirações individuais.
A carreira horizontal representa uma mudança profunda nas prioridades profissionais das novas gerações. A busca por experiências enriquecedoras e o compromisso de desenvolvimento direcionam para uma abordagem mais holística. Empresas que abraçarem essa tendência e ajustarem suas práticas de gestão de talentos estarão alinhadas aos valores emergentes, assim como estarão bem posicionadas na atração e na retenção dos melhores profissionais.
(Lucas Crepaldi. Disponível em: <https://www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: 28.03.2024. Adaptado)
* Baby Boomer: geração nascida entre 1945 e 1964
Assinale a alternativa em que os verbos estão empregados de acordo com a norma-padrão.
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Leia o texto, para responder à questão a seguir:
Carreira horizontal: a era das habilidades e da flexibilidade
Historicamente, a progressão de carreira esteve intrinsecamente associada à carreira vertical, marcada pela busca incessante por salários e cargos, principalmente para a geração Baby Boomer*. Contudo, a dinâmica do mercado de trabalho passou por transformações significativas nos últimos anos, assim como os profissionais, impulsionados pela crescente competitividade, pelo advento de novas tecnologias e pelas mudanças trazidas pela pandemia.
Nesse contexto, emergiram novas prioridades, com destaque para o interesse em manter-se em uma carreira horizontal, que, ao contrário do modelo tradicional, direciona o foco para o desenvolvimento contínuo de habilidades. Segundo o relatório Futuro dos Empregos do Fórum Econômico Mundial, até 2027, espera-se que 6 a cada 10 profissionais necessitem de treinamento para se manterem relevantes no mercado de trabalho. Essa estimativa revela que a mudança de paradigma não apenas reconfigura as expectativas dos profissionais, mas também coloca desafios e oportunidades para as organizações.
Nesse novo cenário, predomina o interesse dos mais jovens. De acordo com o estudo Workmonitor 2024, mais da metade da geração Z (53%) não aceitaria um emprego que não oferecesse oportunidades de aprendizado e desenvolvimento para garantir o futuro de suas habilidades, incluindo Inteligência Artificial – que foi eleita como principal tema de interesse em aprendizado e desenvolvimento profissional para 45% dos brasileiros.
Associada à automação e à digitalização, também está a flexibilidade. Os profissionais contemporâneos não querem se tornar obsoletos, por isso, buscam por oportunidades que lhes permitam transitar entre diversas áreas funcionais, com o objetivo de explorar diferentes setores, ganhando uma compreensão mais ampla do negócio e construindo uma base de conhecimento versátil. Isso, sem perder a qualidade de vida, com equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal. Essa nova dinâmica evidencia que, para uma parcela significativa, a ambição vai além dos típicos avanços hierárquicos, variando também conforme as aspirações individuais.
A carreira horizontal representa uma mudança profunda nas prioridades profissionais das novas gerações. A busca por experiências enriquecedoras e o compromisso de desenvolvimento direcionam para uma abordagem mais holística. Empresas que abraçarem essa tendência e ajustarem suas práticas de gestão de talentos estarão alinhadas aos valores emergentes, assim como estarão bem posicionadas na atração e na retenção dos melhores profissionais.
(Lucas Crepaldi. Disponível em: <https://www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: 28.03.2024. Adaptado)
* Baby Boomer: geração nascida entre 1945 e 1964
A alternativa em que o enunciado, adaptado do texto, está redigido de acordo com a norma-padrão de concordância verbal é:
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Leia o texto, para responder à questão a seguir:
Carreira horizontal: a era das habilidades e da flexibilidade
Historicamente, a progressão de carreira esteve intrinsecamente associada à carreira vertical, marcada pela busca incessante por salários e cargos, principalmente para a geração Baby Boomer*. Contudo, a dinâmica do mercado de trabalho passou por transformações significativas nos últimos anos, assim como os profissionais, impulsionados pela crescente competitividade, pelo advento de novas tecnologias e pelas mudanças trazidas pela pandemia.
Nesse contexto, emergiram novas prioridades, com destaque para o interesse em manter-se em uma carreira horizontal, que, ao contrário do modelo tradicional, direciona o foco para o desenvolvimento contínuo de habilidades. Segundo o relatório Futuro dos Empregos do Fórum Econômico Mundial, até 2027, espera-se que 6 a cada 10 profissionais necessitem de treinamento para se manterem relevantes no mercado de trabalho. Essa estimativa revela que a mudança de paradigma não apenas reconfigura as expectativas dos profissionais, mas também coloca desafios e oportunidades para as organizações.
Nesse novo cenário, predomina o interesse dos mais jovens. De acordo com o estudo Workmonitor 2024, mais da metade da geração Z (53%) não aceitaria um emprego que não oferecesse oportunidades de aprendizado e desenvolvimento para garantir o futuro de suas habilidades, incluindo Inteligência Artificial – que foi eleita como principal tema de interesse em aprendizado e desenvolvimento profissional para 45% dos brasileiros.
Associada à automação e à digitalização, também está a flexibilidade. Os profissionais contemporâneos não querem se tornar obsoletos, por isso, buscam por oportunidades que lhes permitam transitar entre diversas áreas funcionais, com o objetivo de explorar diferentes setores, ganhando uma compreensão mais ampla do negócio e construindo uma base de conhecimento versátil. Isso, sem perder a qualidade de vida, com equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal. Essa nova dinâmica evidencia que, para uma parcela significativa, a ambição vai além dos típicos avanços hierárquicos, variando também conforme as aspirações individuais.
A carreira horizontal representa uma mudança profunda nas prioridades profissionais das novas gerações. A busca por experiências enriquecedoras e o compromisso de desenvolvimento direcionam para uma abordagem mais holística. Empresas que abraçarem essa tendência e ajustarem suas práticas de gestão de talentos estarão alinhadas aos valores emergentes, assim como estarão bem posicionadas na atração e na retenção dos melhores profissionais.
(Lucas Crepaldi. Disponível em: <https://www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: 28.03.2024. Adaptado)
* Baby Boomer: geração nascida entre 1945 e 1964
A alternativa que reescreve passagem do texto de acordo com a norma-padrão de colocação pronominal é:
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Carreira horizontal: a era das habilidades e da flexibilidade
Historicamente, a progressão de carreira esteve intrinsecamente associada à carreira vertical, marcada pela busca incessante por salários e cargos, principalmente para a geração Baby Boomer*. Contudo, a dinâmica do mercado de trabalho passou por transformações significativas nos últimos anos, assim como os profissionais, impulsionados pela crescente competitividade, pelo advento de novas tecnologias e pelas mudanças trazidas pela pandemia.
Nesse contexto, emergiram novas prioridades, com destaque para o interesse em manter-se em uma carreira horizontal, que, ao contrário do modelo tradicional, direciona o foco para o desenvolvimento contínuo de habilidades. Segundo o relatório Futuro dos Empregos do Fórum Econômico Mundial, até 2027, espera-se que 6 a cada 10 profissionais necessitem de treinamento para se manterem relevantes no mercado de trabalho. Essa estimativa revela que a mudança de paradigma não apenas reconfigura as expectativas dos profissionais, mas também coloca desafios e oportunidades para as organizações.
Nesse novo cenário, predomina o interesse dos mais jovens. De acordo com o estudo Workmonitor 2024, mais da metade da geração Z (53%) não aceitaria um emprego que não oferecesse oportunidades de aprendizado e desenvolvimento para garantir o futuro de suas habilidades, incluindo Inteligência Artificial – que foi eleita como principal tema de interesse em aprendizado e desenvolvimento profissional para 45% dos brasileiros.
Associada à automação e à digitalização, também está a flexibilidade. Os profissionais contemporâneos não querem se tornar obsoletos, por isso, buscam por oportunidades que lhes permitam transitar entre diversas áreas funcionais, com o objetivo de explorar diferentes setores, ganhando uma compreensão mais ampla do negócio e construindo uma base de conhecimento versátil. Isso, sem perder a qualidade de vida, com equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal. Essa nova dinâmica evidencia que, para uma parcela significativa, a ambição vai além dos típicos avanços hierárquicos, variando também conforme as aspirações individuais.
A carreira horizontal representa uma mudança profunda nas prioridades profissionais das novas gerações. A busca por experiências enriquecedoras e o compromisso de desenvolvimento direcionam para uma abordagem mais holística. Empresas que abraçarem essa tendência e ajustarem suas práticas de gestão de talentos estarão alinhadas aos valores emergentes, assim como estarão bem posicionadas na atração e na retenção dos melhores profissionais.
(Lucas Crepaldi. Disponível em: <https://www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: 28.03.2024. Adaptado)
* Baby Boomer: geração nascida entre 1945 e 1964
Assinale a alternativa que dá sequência ao enunciado do texto, de acordo com a norma-padrão de regência e emprego do pronome relativo.
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Carreira horizontal: a era das habilidades e da flexibilidade
Historicamente, a progressão de carreira esteve intrinsecamente associada à carreira vertical, marcada pela busca incessante por salários e cargos, principalmente para a geração Baby Boomer*. Contudo, a dinâmica do mercado de trabalho passou por transformações significativas nos últimos anos, assim como os profissionais, impulsionados pela crescente competitividade, pelo advento de novas tecnologias e pelas mudanças trazidas pela pandemia.
Nesse contexto, emergiram novas prioridades, com destaque para o interesse em manter-se em uma carreira horizontal, que, ao contrário do modelo tradicional, direciona o foco para o desenvolvimento contínuo de habilidades. Segundo o relatório Futuro dos Empregos do Fórum Econômico Mundial, até 2027, espera-se que 6 a cada 10 profissionais necessitem de treinamento para se manterem relevantes no mercado de trabalho. Essa estimativa revela que a mudança de paradigma não apenas reconfigura as expectativas dos profissionais, mas também coloca desafios e oportunidades para as organizações.
Nesse novo cenário, predomina o interesse dos mais jovens. De acordo com o estudo Workmonitor 2024, mais da metade da geração Z (53%) não aceitaria um emprego que não oferecesse oportunidades de aprendizado e desenvolvimento para garantir o futuro de suas habilidades, incluindo Inteligência Artificial – que foi eleita como principal tema de interesse em aprendizado e desenvolvimento profissional para 45% dos brasileiros.
Associada à automação e à digitalização, também está a flexibilidade. Os profissionais contemporâneos não querem se tornar obsoletos, por isso, buscam por oportunidades que lhes permitam transitar entre diversas áreas funcionais, com o objetivo de explorar diferentes setores, ganhando uma compreensão mais ampla do negócio e construindo uma base de conhecimento versátil. Isso, sem perder a qualidade de vida, com equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal. Essa nova dinâmica evidencia que, para uma parcela significativa, a ambição vai além dos típicos avanços hierárquicos, variando também conforme as aspirações individuais.
A carreira horizontal representa uma mudança profunda nas prioridades profissionais das novas gerações. A busca por experiências enriquecedoras e o compromisso de desenvolvimento direcionam para uma abordagem mais holística. Empresas que abraçarem essa tendência e ajustarem suas práticas de gestão de talentos estarão alinhadas aos valores emergentes, assim como estarão bem posicionadas na atração e na retenção dos melhores profissionais.
(Lucas Crepaldi. Disponível em: <https://www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: 28.03.2024. Adaptado)
* Baby Boomer: geração nascida entre 1945 e 1964
Observe a pontuação adotada nos trechos em destaque na passagem.
Nesse novo cenário, predomina o interesse dos mais jovens. De acordo com o estudo Workmonitor 2024, mais da metade da geração Z (53%) não aceitaria um emprego que não oferecesse oportunidades de aprendizado e desenvolvimento para garantir o futuro de suas habilidades, incluindo Inteligência Artificial – que foi eleita como principal tema de interesse em aprendizado e desenvolvimento profissional para 45% dos brasileiros.
É correto afirmar que os parênteses e o travessão simples sinalizam, em relação às informações que os precedem, correta e respectivamente,
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Carreira horizontal: a era das habilidades e da flexibilidade
Historicamente, a progressão de carreira esteve intrinsecamente associada à carreira vertical, marcada pela busca incessante por salários e cargos, principalmente para a geração Baby Boomer*. Contudo, a dinâmica do mercado de trabalho passou por transformações significativas nos últimos anos, assim como os profissionais, impulsionados pela crescente competitividade, pelo advento de novas tecnologias e pelas mudanças trazidas pela pandemia.
Nesse contexto, emergiram novas prioridades, com destaque para o interesse em manter-se em uma carreira horizontal, que, ao contrário do modelo tradicional, direciona o foco para o desenvolvimento contínuo de habilidades. Segundo o relatório Futuro dos Empregos do Fórum Econômico Mundial, até 2027, espera-se que 6 a cada 10 profissionais necessitem de treinamento para se manterem relevantes no mercado de trabalho. Essa estimativa revela que a mudança de paradigma não apenas reconfigura as expectativas dos profissionais, mas também coloca desafios e oportunidades para as organizações.
Nesse novo cenário, predomina o interesse dos mais jovens. De acordo com o estudo Workmonitor 2024, mais da metade da geração Z (53%) não aceitaria um emprego que não oferecesse oportunidades de aprendizado e desenvolvimento para garantir o futuro de suas habilidades, incluindo Inteligência Artificial – que foi eleita como principal tema de interesse em aprendizado e desenvolvimento profissional para 45% dos brasileiros.
Associada à automação e à digitalização, também está a flexibilidade. Os profissionais contemporâneos não querem se tornar obsoletos, por isso, buscam por oportunidades que lhes permitam transitar entre diversas áreas funcionais, com o objetivo de explorar diferentes setores, ganhando uma compreensão mais ampla do negócio e construindo uma base de conhecimento versátil. Isso, sem perder a qualidade de vida, com equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal. Essa nova dinâmica evidencia que, para uma parcela significativa, a ambição vai além dos típicos avanços hierárquicos, variando também conforme as aspirações individuais.
A carreira horizontal representa uma mudança profunda nas prioridades profissionais das novas gerações. A busca por experiências enriquecedoras e o compromisso de desenvolvimento direcionam para uma abordagem mais holística. Empresas que abraçarem essa tendência e ajustarem suas práticas de gestão de talentos estarão alinhadas aos valores emergentes, assim como estarão bem posicionadas na atração e na retenção dos melhores profissionais.
(Lucas Crepaldi. Disponível em: <https://www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: 28.03.2024. Adaptado)
* Baby Boomer: geração nascida entre 1945 e 1964
Reporte-se ao primeiro parágrafo e observe as relações de sentido que os termos destacados na passagem a seguir imprimem no contexto.
Contudo, a dinâmica do mercado de trabalho passou por transformações significativas nos últimos anos, assim como os profissionais ...
É correto afirmar que as relações de sentido são, respectivamente, de
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Carreira horizontal: a era das habilidades e da flexibilidade
Historicamente, a progressão de carreira esteve intrinsecamente associada à carreira vertical, marcada pela busca incessante por salários e cargos, principalmente para a geração Baby Boomer*. Contudo, a dinâmica do mercado de trabalho passou por transformações significativas nos últimos anos, assim como os profissionais, impulsionados pela crescente competitividade, pelo advento de novas tecnologias e pelas mudanças trazidas pela pandemia.
Nesse contexto, emergiram novas prioridades, com destaque para o interesse em manter-se em uma carreira horizontal, que, ao contrário do modelo tradicional, direciona o foco para o desenvolvimento contínuo de habilidades. Segundo o relatório Futuro dos Empregos do Fórum Econômico Mundial, até 2027, espera-se que 6 a cada 10 profissionais necessitem de treinamento para se manterem relevantes no mercado de trabalho. Essa estimativa revela que a mudança de paradigma não apenas reconfigura as expectativas dos profissionais, mas também coloca desafios e oportunidades para as organizações.
Nesse novo cenário, predomina o interesse dos mais jovens. De acordo com o estudo Workmonitor 2024, mais da metade da geração Z (53%) não aceitaria um emprego que não oferecesse oportunidades de aprendizado e desenvolvimento para garantir o futuro de suas habilidades, incluindo Inteligência Artificial – que foi eleita como principal tema de interesse em aprendizado e desenvolvimento profissional para 45% dos brasileiros.
Associada à automação e à digitalização, também está a flexibilidade. Os profissionais contemporâneos não querem se tornar obsoletos, por isso, buscam por oportunidades que lhes permitam transitar entre diversas áreas funcionais, com o objetivo de explorar diferentes setores, ganhando uma compreensão mais ampla do negócio e construindo uma base de conhecimento versátil. Isso, sem perder a qualidade de vida, com equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal. Essa nova dinâmica evidencia que, para uma parcela significativa, a ambição vai além dos típicos avanços hierárquicos, variando também conforme as aspirações individuais.
A carreira horizontal representa uma mudança profunda nas prioridades profissionais das novas gerações. A busca por experiências enriquecedoras e o compromisso de desenvolvimento direcionam para uma abordagem mais holística. Empresas que abraçarem essa tendência e ajustarem suas práticas de gestão de talentos estarão alinhadas aos valores emergentes, assim como estarão bem posicionadas na atração e na retenção dos melhores profissionais.
(Lucas Crepaldi. Disponível em: <https://www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: 28.03.2024. Adaptado)
* Baby Boomer: geração nascida entre 1945 e 1964
Observe as palavras destacadas nas passagens:
• ... a progressão de carreira esteve intrinsecamente associada à carreira vertical...
• Os profissionais contemporâneos não querem se tornar obsoletos...
Nos contextos em que se encontram, essas palavras significam, respectivamente:
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Carreira horizontal: a era das habilidades e da flexibilidade
Historicamente, a progressão de carreira esteve intrinsecamente associada à carreira vertical, marcada pela busca incessante por salários e cargos, principalmente para a geração Baby Boomer*. Contudo, a dinâmica do mercado de trabalho passou por transformações significativas nos últimos anos, assim como os profissionais, impulsionados pela crescente competitividade, pelo advento de novas tecnologias e pelas mudanças trazidas pela pandemia.
Nesse contexto, emergiram novas prioridades, com destaque para o interesse em manter-se em uma carreira horizontal, que, ao contrário do modelo tradicional, direciona o foco para o desenvolvimento contínuo de habilidades. Segundo o relatório Futuro dos Empregos do Fórum Econômico Mundial, até 2027, espera-se que 6 a cada 10 profissionais necessitem de treinamento para se manterem relevantes no mercado de trabalho. Essa estimativa revela que a mudança de paradigma não apenas reconfigura as expectativas dos profissionais, mas também coloca desafios e oportunidades para as organizações.
Nesse novo cenário, predomina o interesse dos mais jovens. De acordo com o estudo Workmonitor 2024, mais da metade da geração Z (53%) não aceitaria um emprego que não oferecesse oportunidades de aprendizado e desenvolvimento para garantir o futuro de suas habilidades, incluindo Inteligência Artificial – que foi eleita como principal tema de interesse em aprendizado e desenvolvimento profissional para 45% dos brasileiros.
Associada à automação e à digitalização, também está a flexibilidade. Os profissionais contemporâneos não querem se tornar obsoletos, por isso, buscam por oportunidades que lhes permitam transitar entre diversas áreas funcionais, com o objetivo de explorar diferentes setores, ganhando uma compreensão mais ampla do negócio e construindo uma base de conhecimento versátil. Isso, sem perder a qualidade de vida, com equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal. Essa nova dinâmica evidencia que, para uma parcela significativa, a ambição vai além dos típicos avanços hierárquicos, variando também conforme as aspirações individuais.
A carreira horizontal representa uma mudança profunda nas prioridades profissionais das novas gerações. A busca por experiências enriquecedoras e o compromisso de desenvolvimento direcionam para uma abordagem mais holística. Empresas que abraçarem essa tendência e ajustarem suas práticas de gestão de talentos estarão alinhadas aos valores emergentes, assim como estarão bem posicionadas na atração e na retenção dos melhores profissionais.
(Lucas Crepaldi. Disponível em: <https://www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: 28.03.2024. Adaptado)
* Baby Boomer: geração nascida entre 1945 e 1964
De acordo com informações do texto, as mudanças de paradigma na abordagem das carreiras profissionais estão relacionadas, entre outros fatores, a
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Carreira horizontal: a era das habilidades e da flexibilidade
Historicamente, a progressão de carreira esteve intrinsecamente associada à carreira vertical, marcada pela busca incessante por salários e cargos, principalmente para a geração Baby Boomer*. Contudo, a dinâmica do mercado de trabalho passou por transformações significativas nos últimos anos, assim como os profissionais, impulsionados pela crescente competitividade, pelo advento de novas tecnologias e pelas mudanças trazidas pela pandemia.
Nesse contexto, emergiram novas prioridades, com destaque para o interesse em manter-se em uma carreira horizontal, que, ao contrário do modelo tradicional, direciona o foco para o desenvolvimento contínuo de habilidades. Segundo o relatório Futuro dos Empregos do Fórum Econômico Mundial, até 2027, espera-se que 6 a cada 10 profissionais necessitem de treinamento para se manterem relevantes no mercado de trabalho. Essa estimativa revela que a mudança de paradigma não apenas reconfigura as expectativas dos profissionais, mas também coloca desafios e oportunidades para as organizações.
Nesse novo cenário, predomina o interesse dos mais jovens. De acordo com o estudo Workmonitor 2024, mais da metade da geração Z (53%) não aceitaria um emprego que não oferecesse oportunidades de aprendizado e desenvolvimento para garantir o futuro de suas habilidades, incluindo Inteligência Artificial – que foi eleita como principal tema de interesse em aprendizado e desenvolvimento profissional para 45% dos brasileiros.
Associada à automação e à digitalização, também está a flexibilidade. Os profissionais contemporâneos não querem se tornar obsoletos, por isso, buscam por oportunidades que lhes permitam transitar entre diversas áreas funcionais, com o objetivo de explorar diferentes setores, ganhando uma compreensão mais ampla do negócio e construindo uma base de conhecimento versátil. Isso, sem perder a qualidade de vida, com equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal. Essa nova dinâmica evidencia que, para uma parcela significativa, a ambição vai além dos típicos avanços hierárquicos, variando também conforme as aspirações individuais.
A carreira horizontal representa uma mudança profunda nas prioridades profissionais das novas gerações. A busca por experiências enriquecedoras e o compromisso de desenvolvimento direcionam para uma abordagem mais holística. Empresas que abraçarem essa tendência e ajustarem suas práticas de gestão de talentos estarão alinhadas aos valores emergentes, assim como estarão bem posicionadas na atração e na retenção dos melhores profissionais.
(Lucas Crepaldi. Disponível em: <https://www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: 28.03.2024. Adaptado)
* Baby Boomer: geração nascida entre 1945 e 1964
O que se caracteriza no texto como “carreira horizontal” é
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