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O Brasil tem a maior população de origem africana fora da África e, por isso, a cultura desse continente exerce
grande influência, principalmente, na região Nordeste do Brasil. Hoje, a cultura afro-brasileira é resultado também
das influências dos portugueses e indígenas, que se manifestam na música, religião e culinária. Devido à quantidade
de escravos recebidos e, também, à migração interna destes, os estados de Maranhão, Pernambuco, Alagoas, Bahia,
Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul foram os mais influenciados. Sobre a
influência da cultura afrodescendente, assinale a alternativa CORRETA.
(http://www.brasil.gov.br/noticias/cultura/2009/10/cultura-afro-brasileira-se-manifesta-na-musica-religiao-e-culinaria)
(http://www.brasil.gov.br/noticias/cultura/2009/10/cultura-afro-brasileira-se-manifesta-na-musica-religiao-e-culinaria)
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Sobre a resistência escrava no Brasil Colônia, assinale a alternativa CORRETA.
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O estudo da administração colonial voltou a adquirir importância nos últimos anos, tendo gerado um profícuo
debate historiográfico, que tem renovado esse campo dos estudos históricos. O conceito de " pacto colonial " vem
sendo revisto, enfatizando-se a dinâmica da negociação entre os colonos e a Coroa portuguesa. O próprio "antigo
sistema colonial" vem sendo confrontado com a noção de um "Antigo Regime nos trópicos" , o que levou a serem
repensados vários aspectos da fase inicial da história do Brasil. Um dos pontos centrais a ser investigado no artigo
refere-se à natureza das relações que eram estabelecidas entre as principais autoridades régias da colônia (vice-reis,
governadores, provedores e ouvidores) e os poderes locais (câmaras e ordenanças), procurando verificar como se
viabilizava a governabilidade da América lusa. Sobre as perspectivas historiográficas para o Período Colonial no
Brasil, analise as afirmativas a seguir:
(https://www.researchgate.net/publication/316637389_Administracao_na_America_portuguesa_a_expansao_das_fronteiras_meridio nais_do_Imperio_1680-1808)
I. Os modelos construídos, principalmente, por Caio Prado Júnior e Celso Furtado defendiam que a sociedade da América portuguesa, entre os séculos XVII e XVIII, fora construída com o propósito de viabilizar a transição do feudalismo para o capitalismo na Europa, ou ainda, com o intuito de viabilizar a revolução industrial inglesa.
II. Por serem elaboradas com o objetivo de possibilitar a produção e transferência de riquezas para a Europa, as estruturas econômicas da América deveriam, como destacava Caio Prado, produzir mercadorias a baixos custos; possuir um mercado que adquirisse manufaturados; ter por base a mão de obra africana.
III. Segundo Jacob Gorender, João Fragoso e Ciro Flamarion Cardoso, a estratificação social da América Portuguesa derivava do sentido da colonização. Desse modo, comportava fundamentalmente dois grupos: senhores e escravos africanos. Todos os demais grupos sociais da população seriam personagens marginais daquele canavial. Nisso se resumia o que se entendia como sociedade escravista nos tempos modernos.
IV. Foram nas duas últimas décadas do século XX que as explicações sobre a economia colonial, assentadas na proeminência do capital europeu, receberam golpes decisivos. Novos trabalhos demonstraram, a partir de sólidas pesquisas empíricas, a fragilidade de várias certezas da tradicional historiografia colonial.
Estão CORRETAS
(https://www.researchgate.net/publication/316637389_Administracao_na_America_portuguesa_a_expansao_das_fronteiras_meridio nais_do_Imperio_1680-1808)
I. Os modelos construídos, principalmente, por Caio Prado Júnior e Celso Furtado defendiam que a sociedade da América portuguesa, entre os séculos XVII e XVIII, fora construída com o propósito de viabilizar a transição do feudalismo para o capitalismo na Europa, ou ainda, com o intuito de viabilizar a revolução industrial inglesa.
II. Por serem elaboradas com o objetivo de possibilitar a produção e transferência de riquezas para a Europa, as estruturas econômicas da América deveriam, como destacava Caio Prado, produzir mercadorias a baixos custos; possuir um mercado que adquirisse manufaturados; ter por base a mão de obra africana.
III. Segundo Jacob Gorender, João Fragoso e Ciro Flamarion Cardoso, a estratificação social da América Portuguesa derivava do sentido da colonização. Desse modo, comportava fundamentalmente dois grupos: senhores e escravos africanos. Todos os demais grupos sociais da população seriam personagens marginais daquele canavial. Nisso se resumia o que se entendia como sociedade escravista nos tempos modernos.
IV. Foram nas duas últimas décadas do século XX que as explicações sobre a economia colonial, assentadas na proeminência do capital europeu, receberam golpes decisivos. Novos trabalhos demonstraram, a partir de sólidas pesquisas empíricas, a fragilidade de várias certezas da tradicional historiografia colonial.
Estão CORRETAS
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Sobre o período colonial, analise as afirmativas abaixo:
I. A ideia de Monarquia Pluricontinental, cuja intenção é de ultrapassar a tese da sociedade da América lusa como um simples canavial escravista submetido aos humores de um suposto capitalismo comercial e de um Estado Absolutista, possibilita uma compreensão na qual as relações periferia e centro na Monarquia lusa (“metrópole e colônia”) são pautadas em uma visão corporativa e polissinodal.
II. A concepção corporativa e polissinodal da Monarquia Lusa sustenta que o príncipe era a cabeça da sociedade, porém não se confundia com ela. Daí a possibilidade de existirem negociações entre os Poderes Locais, inclusive os das Conquistas ultramarinas, e o Poder Central.
III. Ainda hoje, por falta de registros que permitam formular uma contestação, a concepção de exclusivismo comercial é a que melhor descreve as relações econômicas entre a coroa lusitana e a América Portuguesa. Segundo tal teoria, a colônia só poderia comercializar com sua metrópole ou com os mercadores que convinham a Portugal.
Está CORRETO o que se afirma em
I. A ideia de Monarquia Pluricontinental, cuja intenção é de ultrapassar a tese da sociedade da América lusa como um simples canavial escravista submetido aos humores de um suposto capitalismo comercial e de um Estado Absolutista, possibilita uma compreensão na qual as relações periferia e centro na Monarquia lusa (“metrópole e colônia”) são pautadas em uma visão corporativa e polissinodal.
II. A concepção corporativa e polissinodal da Monarquia Lusa sustenta que o príncipe era a cabeça da sociedade, porém não se confundia com ela. Daí a possibilidade de existirem negociações entre os Poderes Locais, inclusive os das Conquistas ultramarinas, e o Poder Central.
III. Ainda hoje, por falta de registros que permitam formular uma contestação, a concepção de exclusivismo comercial é a que melhor descreve as relações econômicas entre a coroa lusitana e a América Portuguesa. Segundo tal teoria, a colônia só poderia comercializar com sua metrópole ou com os mercadores que convinham a Portugal.
Está CORRETO o que se afirma em
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A expressão quilombo vem sendo sistematicamente usada desde o período colonial. Ney Lopes afirma que
“quilombo é um conceito próprio dos africanos bantos, que vem sendo modificado através dos séculos” (...) Quer
dizer acampamento guerreiro na floresta, sendo entendido ainda em Angola como divisão administrativa”. Sobre o
Quilombo dos Palmares, assinale a alternativa CORRETA.
(http://ceas.iscte.pt/etnografica/docs/vol_04/N2/Vol_iv_N2_333-354.pdf)
(http://ceas.iscte.pt/etnografica/docs/vol_04/N2/Vol_iv_N2_333-354.pdf)
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Sobre a colonização da América Portuguesa, analise as afirmativas abaixo:
I. A forma escolhida pelo Império Português para integrar as terras de “Além Mar” foi a dos sistemas de arrendamento e, posteriormente, de “capitanias de mar e terra”, inserindo-se no contexto de suas estratégias globais.
II. A formação da América Portuguesa pode ser vista como o resultado de um processo de construção empreendido pelos lusos, seja em cooperação ou conflito com outros grupos étnicos.
III. As dificuldades enfrentadas pelos portugueses fizeram com que, ao final do século XVI, surgissem dúvidas sobre a colonização. A completa falta de domínio da porção litoral, a diminuição demográfica de portugueses e africanos e a estagnação dos núcleos urbanos estavam entre os principais motivos da descrença.
Está CORRETO o que se afirma em
I. A forma escolhida pelo Império Português para integrar as terras de “Além Mar” foi a dos sistemas de arrendamento e, posteriormente, de “capitanias de mar e terra”, inserindo-se no contexto de suas estratégias globais.
II. A formação da América Portuguesa pode ser vista como o resultado de um processo de construção empreendido pelos lusos, seja em cooperação ou conflito com outros grupos étnicos.
III. As dificuldades enfrentadas pelos portugueses fizeram com que, ao final do século XVI, surgissem dúvidas sobre a colonização. A completa falta de domínio da porção litoral, a diminuição demográfica de portugueses e africanos e a estagnação dos núcleos urbanos estavam entre os principais motivos da descrença.
Está CORRETO o que se afirma em
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“No final da Idade Média, o mundo que os europeus conheciam resumia-se ao Oriente Médio, ao norte da África e
às Índias, nome genérico pelo qual designavam o Extremo Oriente, isto é, leste da Ásia. Durante os séculos XV e
XVI, exploradores europeus, mas principalmente portugueses e espanhóis, começaram a aventurar-se pelo “mar
desconhecido”, isto é, pelo oceano Atlântico e também pelo Pacífico e Índico, dando início à chamada Era das
Navegações e Descobrimentos Marítimos.” Quanto a esse tema, assinale a alternativa CORRETA.
(https://www.sohistoria.com.br/ef2/navegacoes/).
(https://www.sohistoria.com.br/ef2/navegacoes/).
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“O prestígio ímpar que a História Econômica desfrutou por longo tempo deixou profundas marcas na produção
medievalística. Sobretudo porque a impossibilidade de realizar estudos quantitativos como os que eram feitos para
períodos históricos mais recentes, levou ao desenvolvimento de metodologias próprias. Dessa forma, o que na
origem era uma deficiência — documentação fragmentária, sem dados numéricos suficientes e confiáveis — acabou
por se tornar um fator positivo.” Sobre esse tema, assinale a alternativa CORRETA.
(FRANCO JÚNIOR, Hilário. A Idade Média: nascimento do ocidente).
(FRANCO JÚNIOR, Hilário. A Idade Média: nascimento do ocidente).
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Segundo Hilário Franco, a Idade Média, para os românticos da primeira metade do século XIX, era “Vista como
época de fé, autoridade e tradição, a Idade Média oferecia um remédio à insegurança e aos problemas decorrentes
de um culto exagerado ao cientificismo. Vista como fase histórica das liberdades, das imunidades e dos privilégios,
reforçava o liberalismo burguês vitorioso no século XIX. Dessa maneira, o equilíbrio e a harmonia na literatura e
nas artes, que o Renascimento e o Classicismo do século XVII tinham buscado, cedia lugar à paixão, à exuberância
e à vitalidade encontráveis na Idade Média.” (FRANCO JÚNIOR, Hilário. A Idade Média: nascimento do
ocidente). Em relação às novas considerações da historiografia contemporânea, analise as afirmativas a seguir:
I. A Igreja, de um lado, negava aspectos importantes da civilização romana, como a divindade do imperador, a hierarquia social, o militarismo. De outro, acabava sendo um prolongamento da romanidade, com seu caráter universalista, com o cristianismo transformado em religião do Estado, com o latim que, por intermédio da evangelização, foi levado a regiões antes inatingidas.
II. Para alcançar uma unidade política durante a Alta Idade Média (VIII-X), a dinastia Carolíngia precisou ser legitimada pela Igreja, que, pelo seu poder sagrado, se considerava a única e verdadeira herdeira do Império Romano. Em contrapartida, os soberanos Carolíngios entregaram um vasto bloco territorial italiano à Igreja, que, dessa forma, se corporificou e ganhou condições de se tornar uma potência política atuante.
III. A Baixa Idade Média (XIV- XVI), com suas crises e seus rearranjos, representou a ruptura daqueles novos tempos. A crise do século XIV foi uma decorrência da vitalidade e da contínua expansão territorial, demográfica, econômica, dos séculos XI-XIII, o que levara o sistema aos limites possíveis de seu funcionamento.
Está CORRETO o que se afirma em
I. A Igreja, de um lado, negava aspectos importantes da civilização romana, como a divindade do imperador, a hierarquia social, o militarismo. De outro, acabava sendo um prolongamento da romanidade, com seu caráter universalista, com o cristianismo transformado em religião do Estado, com o latim que, por intermédio da evangelização, foi levado a regiões antes inatingidas.
II. Para alcançar uma unidade política durante a Alta Idade Média (VIII-X), a dinastia Carolíngia precisou ser legitimada pela Igreja, que, pelo seu poder sagrado, se considerava a única e verdadeira herdeira do Império Romano. Em contrapartida, os soberanos Carolíngios entregaram um vasto bloco territorial italiano à Igreja, que, dessa forma, se corporificou e ganhou condições de se tornar uma potência política atuante.
III. A Baixa Idade Média (XIV- XVI), com suas crises e seus rearranjos, representou a ruptura daqueles novos tempos. A crise do século XIV foi uma decorrência da vitalidade e da contínua expansão territorial, demográfica, econômica, dos séculos XI-XIII, o que levara o sistema aos limites possíveis de seu funcionamento.
Está CORRETO o que se afirma em
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“Referência imprescindível da historiografia contemporânea, o medievalista francês Georges Duby foi responsável
por um rico e diversificado conjunto de obras, entre livros, ensaios e artigos, cuja temática central sempre foi a
sociedade medieval. Segundo ele, a História deve renunciar tanto à “busca ilusória da objetividade real” como às
simples associações de casualidade dos acontecimentos”. Sobre a Idade Média na Europa, assinale a alternativa
CORRETA.
(http://www2.uefs.br/sitientibus/pdf/21/representacoes_femininas.pdf) .
(http://www2.uefs.br/sitientibus/pdf/21/representacoes_femininas.pdf) .
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