Foram encontradas 408 questões.
Adriano fez uma aplicação de R$ 6000,00 a uma taxa de juro simples de 1% a.m. por 5 meses. Qual foi o
montante dessa aplicação ao final do tempo previsto?
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A equação x²-x-2=0 tem duas raízes. Qual é o valor da soma dessas duas raízes?
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No pedágio de uma cidade há três funcionários, Ana, Beto e Cláudia, que recebem o dinheiro dos motoristas. Ana atende 1 motorista a cada dois minutos; Beto atende 2 motoristas a cada três minutos; e Cláudia
atende 4,5 motoristas a cada cinco minutos. Em determinado dia, havia uma fila com 80 motoristas aguardando
serem atendidos. Depois de 30 minutos, quantos motoristas foram atendidos por Ana, Beto e Cláudia?
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A sequência (-7, -4, -1, ...) é uma Progressão Aritmética (PA).
Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE a razão dessa PA.
Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE a razão dessa PA.
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Lais vendeu 200 rifas para sua formatura. José comprou 15 números para participar dessa rifa. Qual a probabilidade de José ser sorteado?
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Um costureiro repartiu um tecido em 8 partes iguais de 50 cm, sem sobras. Caso ele tivesse dividido em 10
partes iguais, sem sobras, quanto mediria cada parte?
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O princípio doutrinário do Sistema Único de Saúde que foca na diminuição de desigualdades e está ligado
ao conceito de justiça social, oferecendo tratamento diferente a pessoas que têm necessidades diferentes é:
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Sobre o SINAN, considere as afirmativas e assinale a alternativa CORRETA.
I. SINAN é o Sistema de Informação de Agravos de Notificação.
II. É obrigatório aos municípios incluir outros problemas de saúde importantes em sua região no SINAN.
III. Apenas unidades públicas de saúde podem notificar agravos que alimentam o SINAN.
IV. A utilização efetiva do SINAN contribui para a identificação da realidade epidemiológica de determinado local.
I. SINAN é o Sistema de Informação de Agravos de Notificação.
II. É obrigatório aos municípios incluir outros problemas de saúde importantes em sua região no SINAN.
III. Apenas unidades públicas de saúde podem notificar agravos que alimentam o SINAN.
IV. A utilização efetiva do SINAN contribui para a identificação da realidade epidemiológica de determinado local.
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Considere atentamente o trecho a seguir, extraído de uma das crônicas de Paulo Mendes Campos, para responder a questão.
“O homem entra no bar para transcender-se: eis a miserável verdade. Entrei em muitos, bebo alguma coisa desde
a minha adolescência, conheço bares em Porto Alegre, Buenos Aires, São Paulo, Rio, Salvador, Recife, Manaus,
Brasília, João Pessoa, Petrópolis, Belém, Nova Iorque, Lisboa, Vigo, Londres, Roma, Nápoles, Siracusa, Agrigento, Marsala, Palermo, Veneza, Hamburgo, Berlim, Heidelberg, Dusseldorf, Colônia, Munique, Goettingen, Varsóvia, Estocolmo, Leningrado, Moscou, Pequim, Múquiden, Xangai, Santa Luzia e Sabará... Em 1954, viajando pela
Alemanha de carro, cheguei, pouco depois da meia-noite, à cidade universitária do Goettingen. No Brasil, uma
cidade cheia de estudantes costuma tumultuar-se pela madrugada. Mas Goettingen àquela hora entregava-se a
um repouso unânime. Sem sono, reservei um quarto no hotel, perguntando ao empregado onde poderia beber
qualquer coisa. – ‘Ah, senhor’ – respondeu orgulhoso o alemão – ‘Goettingen é uma cidade universitária, não
existe nada aberto a esta hora’. – ‘O senhor está completamente enganado’ – retruquei-lhe. Ele se riu bondosamente de mim: tinha mais de sessenta anos, nascera em Goettingen, conhecia todas as ruas da cidade, todos
os bares, seria humanamente impossível encontrar qualquer venda aberta depois de meia-noite. – ‘O senhor
está completamente enganado’ – insistia eu. Outro alemão que viajava comigo reforçou a opinião do empregado
do hotel, e começou a dissertar impertinentemente sobre as diferenças entre o Brasil e a Alemanha. Eu estava
parecendo bobo – disse ele – não querendo aceitar esta germânica verdade: em Goettingen não havia um único
bar aberto depois de meia-noite. A esta altura manifestei-lhes um princípio universal pelo qual sempre me guiei:
– ‘Pois fiquem vocês sabendo que em todas as cidades, todas as vilas e povoados do mundo, há pelo menos
duas pessoas que continuam a beber depois da meia-noite; aqui em Goettingen há pelo menos duas pessoas que
estão bebendo neste momento; vou encontrá-las’. Meio cético a respeito do meu princípio, mas solidário com o
amigo, resolveu acompanhar-me. Saímos para a noite morta de Goettingen, e fomos andando pelas ruas paralisadas. No fim duma rua comprida e oblíqua, vi um cubo iluminado, mais parecido com um anúncio de barbearia, e
afirmei: ‘É ali’. Ao fim da passagem lateral, por onde entramos, demos com a porta fechada. Batemos em vão, e já
íamos embora, desapontados, quando notei no corredor uma escada circular para o porão, cavada na pedra. No
primeiro patamar, ouvimos música. Tomei um ar superior de vidente e desci o segundo lance. Empurrada a grossa
porta, recebi uma salutar lufada de música, de tabaco, de gente, de aromas etílicos. Foi como se eu reconquistasse o paraíso. O boteco dançava e bebia animadamente, repleto de jovens universitários e lindas universitárias
de bochechas coradas e riso amorável. Não havia uma única mesa vaga, mas três segundos depois eu estava a
beber um magnífico branco do Reno e a explicar para os estudantes, que nos acolheram com simpatia, o princípio
universal que rege a vida noturna. E eles acataram o meu pacífico princípio como um axioma luminoso”. (“Por que
bebemos tanto assim”, de Paulo Mendes Campos, com adaptações).
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Considere atentamente o trecho a seguir, extraído de uma das crônicas de Paulo Mendes Campos, para responder a questão.
“O homem entra no bar para transcender-se: eis a miserável verdade. Entrei em muitos, bebo alguma coisa desde
a minha adolescência, conheço bares em Porto Alegre, Buenos Aires, São Paulo, Rio, Salvador, Recife, Manaus,
Brasília, João Pessoa, Petrópolis, Belém, Nova Iorque, Lisboa, Vigo, Londres, Roma, Nápoles, Siracusa, Agrigento, Marsala, Palermo, Veneza, Hamburgo, Berlim, Heidelberg, Dusseldorf, Colônia, Munique, Goettingen, Varsóvia, Estocolmo, Leningrado, Moscou, Pequim, Múquiden, Xangai, Santa Luzia e Sabará... Em 1954, viajando pela
Alemanha de carro, cheguei, pouco depois da meia-noite, à cidade universitária do Goettingen. No Brasil, uma
cidade cheia de estudantes costuma tumultuar-se pela madrugada. Mas Goettingen àquela hora entregava-se a
um repouso unânime. Sem sono, reservei um quarto no hotel, perguntando ao empregado onde poderia beber
qualquer coisa. – ‘Ah, senhor’ – respondeu orgulhoso o alemão – ‘Goettingen é uma cidade universitária, não
existe nada aberto a esta hora’. – ‘O senhor está completamente enganado’ – retruquei-lhe. Ele se riu bondosamente de mim: tinha mais de sessenta anos, nascera em Goettingen, conhecia todas as ruas da cidade, todos
os bares, seria humanamente impossível encontrar qualquer venda aberta depois de meia-noite. – ‘O senhor
está completamente enganado’ – insistia eu. Outro alemão que viajava comigo reforçou a opinião do empregado
do hotel, e começou a dissertar impertinentemente sobre as diferenças entre o Brasil e a Alemanha. Eu estava
parecendo bobo – disse ele – não querendo aceitar esta germânica verdade: em Goettingen não havia um único
bar aberto depois de meia-noite. A esta altura manifestei-lhes um princípio universal pelo qual sempre me guiei:
– ‘Pois fiquem vocês sabendo que em todas as cidades, todas as vilas e povoados do mundo, há pelo menos
duas pessoas que continuam a beber depois da meia-noite; aqui em Goettingen há pelo menos duas pessoas que
estão bebendo neste momento; vou encontrá-las’. Meio cético a respeito do meu princípio, mas solidário com o
amigo, resolveu acompanhar-me. Saímos para a noite morta de Goettingen, e fomos andando pelas ruas paralisadas. No fim duma rua comprida e oblíqua, vi um cubo iluminado, mais parecido com um anúncio de barbearia, e
afirmei: ‘É ali’. Ao fim da passagem lateral, por onde entramos, demos com a porta fechada. Batemos em vão, e já
íamos embora, desapontados, quando notei no corredor uma escada circular para o porão, cavada na pedra. No
primeiro patamar, ouvimos música. Tomei um ar superior de vidente e desci o segundo lance. Empurrada a grossa
porta, recebi uma salutar lufada de música, de tabaco, de gente, de aromas etílicos. Foi como se eu reconquistasse o paraíso. O boteco dançava e bebia animadamente, repleto de jovens universitários e lindas universitárias
de bochechas coradas e riso amorável. Não havia uma única mesa vaga, mas três segundos depois eu estava a
beber um magnífico branco do Reno e a explicar para os estudantes, que nos acolheram com simpatia, o princípio
universal que rege a vida noturna. E eles acataram o meu pacífico princípio como um axioma luminoso”. (“Por que
bebemos tanto assim”, de Paulo Mendes Campos, com adaptações).
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