Foram encontradas 265 questões.
Texto 3
Quando se estuda a língua, o que se estuda?
A primeira tomada de posição aqui necessária é a explicitação do que se pode ou deve entender com a expressão “ensino da língua”, pois como já foi lembrado, ao chegarem à escola, a criança, o adolescente ou o adulto já sabem a língua.
[…]
Em primeiro lugar, há aqui um deslocamento da função da escola como voltada exclusivamente para o ensino da escrita. Seu papel exorbita essa fronteira e se estende para o domínio da comunicação em geral. Envolve também o trabalho com a oralidade. Evidente que não se trata de ensinar a falar, mas de usar as formas orais em situações que o dia-a-dia nem sempre oferece, mas que devem ser dominadas. Além da escrita e da oralidade, estão ainda envolvidas, no trato de língua materna, questões relativas a processos argumentativos e raciocínio escrito.
Em segundo lugar, deve-se ter muito cuidado com a noção de competência comunicativa que não se restringe a uma dada teoria da informação ou da comunicação, mas que deve levar em conta os parâmetros mais amplos de uma etnografia da fala. Uma análise das interações verbais, produções discursivas e atividades verbais e comunicativas em geral sem ignorar a cognição. É nesse contexto que se situa a questão gramatical e todo trabalho com a língua. Trata-se de valorizar a reflexão sobre a língua, saindo do ensino normativo para o ensino mais reflexivo.
De acordo com as considerações do texto 3, deve considerar-se a respeito do ensino da língua:
1. Valorizar as especificidades comunicativas dos mais diversos grupos sociais sem, no entanto, negligenciar a norma culta da língua, proporcionando uma abertura e ampliação das competências e habilidades linguísticas.
2. O exercício da oralidade inerente às práticas pedagógicas aponta para o fato de que a escola não ensina apenas a língua escrita, mas deve também ser espaço de fala e desenvolvimento das competências e habilidades expressivas e argumentativas.
3. A língua é produto de quem a fala. Todos chegamos à escola sabendo a língua. Sendo assim, o ensino deveria focar apenas a leitura para ampliação e desenvolvimento de vocabulário.
4. No que concerne ao desenvolvimento da competência linguística, a atenção deve voltar-se, sobretudo, para a etnografia da fala: análise de interações verbais, produções discursivas, atividades verbais e comunicativas, bem como a cognição.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Texto 2
Utilize o texto abaixo para responder às questões de 26 a 30.
Hierarquia
Diz que um leão enorme ia andando, chateado, não muito rei dos animais, porque tinha acabado de brigar com a mulher e esta lhe dissera poucas e boas1. Ainda com as palavras da mulher o aborrecendo, o leão subitamente se defrontou com um pequeno rato, o ratinho mais menos que ele já tinha visto. Pisou-lhe a cauda e, enquanto o rato forçava inutilmente para fugir, o leão gritou: “Miserável criatura, estúpida, ínfima, vil, torpe: não conheço na criação nada mais insignificante e nojento. Vou te deixar com vida apenas para que você possa sofrer toda a humilhação do que lhe disse, você, desgraçado, inferior, mesquinho, rato!” E soltou-o. O rato correu o mais que pôde, mas, quando já estava a salvo, gritou pro leão: “Será que Vossa Excelência poderia escrever isso pra mim? Vou me encontrar agora mesmo com uma lesma que eu conheço e quero repetir isso pra ela com as mesmas palavras!”2
Moral: afinal ninguém é tão inferior assim.
Submoral: nem tão superior, por falar nisso.
1 Quer dizer: muitas e más.
2 Na grande hora psicanalítica, que soa para todos nós, a precisão da linguagem é fundamental.
(FERNANDES, Millôr. Fábulas Fabulosas. 11ed. Rio de Janeiro: Nórdica, 1985, p. 112.)
Analise as frases abaixo:
O assunto ........ que nos falou era sério, como as coisas ......... que gosta.
Chegaram ......... casa ainda cedo, após escapar ......... trânsito intenso.
A pesquisa era prejudicial .......... candidato.
O orgulhoso senhor, ........... quem nunca faltou amigo, jamais quis prejudicar o fiel escravo, ........... quem dependeria na velhice.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, atendendo a regência.
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Texto 2
Utilize o texto abaixo para responder às questões de 26 a 30.
Hierarquia
Diz que um leão enorme ia andando, chateado, não muito rei dos animais, porque tinha acabado de brigar com a mulher e esta lhe dissera poucas e boas1. Ainda com as palavras da mulher o aborrecendo, o leão subitamente se defrontou com um pequeno rato, o ratinho mais menos que ele já tinha visto. Pisou-lhe a cauda e, enquanto o rato forçava inutilmente para fugir, o leão gritou: “Miserável criatura, estúpida, ínfima, vil, torpe: não conheço na criação nada mais insignificante e nojento. Vou te deixar com vida apenas para que você possa sofrer toda a humilhação do que lhe disse, você, desgraçado, inferior, mesquinho, rato!” E soltou-o. O rato correu o mais que pôde, mas, quando já estava a salvo, gritou pro leão: “Será que Vossa Excelência poderia escrever isso pra mim? Vou me encontrar agora mesmo com uma lesma que eu conheço e quero repetir isso pra ela com as mesmas palavras!”2
Moral: afinal ninguém é tão inferior assim.
Submoral: nem tão superior, por falar nisso.
1 Quer dizer: muitas e más.
2 Na grande hora psicanalítica, que soa para todos nós, a precisão da linguagem é fundamental.
(FERNANDES, Millôr. Fábulas Fabulosas. 11ed. Rio de Janeiro: Nórdica, 1985, p. 112.)
Identifique abaixo os casos de concordância corretos como ( V ) verdadeiros e os incorretos como ( F ) falsos.
( ) A beleza de Maria e Teresa provocaram ciúmes e disputas.
( ) Perguntei sobre a família Pereira e disseram-me que estavam bem.
( ) Sugiro a Vossa Excelência que fique em casa esta noite, pois está adoentado.
( ) Decidimos participar desta reunião porque nos julgamos apto a discutir o problema.
( ) Os EUA são um país muito rico e poderoso.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
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- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros Textuais
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualTipologias TextuaisTexto Narrativo
Texto 2
Utilize o texto abaixo para responder às questões de 26 a 30.
Hierarquia
Diz que um leão enorme ia andando, chateado, não muito rei dos animais, porque tinha acabado de brigar com a mulher e esta lhe dissera poucas e boas1. Ainda com as palavras da mulher o aborrecendo, o leão subitamente se defrontou com um pequeno rato, o ratinho mais menos que ele já tinha visto. Pisou-lhe a cauda e, enquanto o rato forçava inutilmente para fugir, o leão gritou: “Miserável criatura, estúpida, ínfima, vil, torpe: não conheço na criação nada mais insignificante e nojento. Vou te deixar com vida apenas para que você possa sofrer toda a humilhação do que lhe disse, você, desgraçado, inferior, mesquinho, rato!” E soltou-o. O rato correu o mais que pôde, mas, quando já estava a salvo, gritou pro leão: “Será que Vossa Excelência poderia escrever isso pra mim? Vou me encontrar agora mesmo com uma lesma que eu conheço e quero repetir isso pra ela com as mesmas palavras!”2
Moral: afinal ninguém é tão inferior assim.
Submoral: nem tão superior, por falar nisso.
1 Quer dizer: muitas e más.
2 Na grande hora psicanalítica, que soa para todos nós, a precisão da linguagem é fundamental.
(FERNANDES, Millôr. Fábulas Fabulosas. 11ed. Rio de Janeiro: Nórdica, 1985, p. 112.)
Assinale a alternativa correta acerca da classificação do texto 2.
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- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualTipologias TextuaisTexto Narrativo
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualTipologias TextuaisTexto Descritivo
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualTipologias TextuaisTexto Dissertativo-expositivo
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualTipologias TextuaisTexto Dissertativo-argumentativo
Texto 2
Utilize o texto abaixo para responder às questões de 26 a 30.
Hierarquia
Diz que um leão enorme ia andando, chateado, não muito rei dos animais, porque tinha acabado de brigar com a mulher e esta lhe dissera poucas e boas1. Ainda com as palavras da mulher o aborrecendo, o leão subitamente se defrontou com um pequeno rato, o ratinho mais menos que ele já tinha visto. Pisou-lhe a cauda e, enquanto o rato forçava inutilmente para fugir, o leão gritou: “Miserável criatura, estúpida, ínfima, vil, torpe: não conheço na criação nada mais insignificante e nojento. Vou te deixar com vida apenas para que você possa sofrer toda a humilhação do que lhe disse, você, desgraçado, inferior, mesquinho, rato!” E soltou-o. O rato correu o mais que pôde, mas, quando já estava a salvo, gritou pro leão: “Será que Vossa Excelência poderia escrever isso pra mim? Vou me encontrar agora mesmo com uma lesma que eu conheço e quero repetir isso pra ela com as mesmas palavras!”2
Moral: afinal ninguém é tão inferior assim.
Submoral: nem tão superior, por falar nisso.
1 Quer dizer: muitas e más.
2 Na grande hora psicanalítica, que soa para todos nós, a precisão da linguagem é fundamental.
(FERNANDES, Millôr. Fábulas Fabulosas. 11ed. Rio de Janeiro: Nórdica, 1985, p. 112.)
Segundo L. A. Marcuschi, é inerente à organização interna dos gêneros textuais a inserção de sequências tipológicas. Assim, tipos e gêneros não se opõem, mas integram-se.
Assinale a alternativa que aponta as sequências tipológicas identificáveis nesta fábula (texto 2) na ordem em que aparecem.
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Analise o texto abaixo:
Investigado por um caso de corrupção, na década de 1980, o secretário da Indústria e Comércio, Otávio Ceccato, respondeu a um grupo de repórteres para rebater as denúncias quanto ao seu envolvimento: “Como São Pedro, nego, nego, nego”. Ceccato respondeu, usando como argumento a conhecida passagem bíblica em que São Pedro negou conhecer Jesus Cristo três vezes na mesma noite.
(Fonte da reportagem: Veja, 1 jun 1988)
Assinale a alternativa que apresenta o princípio da coerência ferido pela resposta de Otávio Ceccato:
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Texto 1
Utilize o texto abaixo para responder às questões de 21 a 24.
Como ensinar
Se eu fosse ensinar a uma criança a arte da jardinagem, não começaria com as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Eu a levaria a passear por parques e jardins, mostraria flores e árvores, falaria sobre suas maravilhosas simetrias e perfumes; a levaria a uma livraria para que ela visse, nos livros de arte, jardins de outras partes do mundo. Aí, seduzida pela beleza dos jardins, ela me pediria para ensinar-lhe as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música, não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe falaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes. Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura, não começaria com as letras e as sílabas. Simplesmente leria as estórias mais fascinantes que a fariam entrar no mundo encantado da fantasia. Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela desejaria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em estórias. É muito simples. O mundo de cada pessoa é muito pequeno. Os livros são a porta para um mundo grande. Pela leitura vivemos experiências que não foram nossas e então elas passam a ser nossas. Lemos a estória de um grande amor e experimentamos as alegrias e dores de um grande amor. Lemos estórias de batalhas e nos tornamos guerreiros de espada na mão, sem os perigos das batalhas de verdade. Viajamos para o passado e nos tornamos contemporâneos dos dinossauros. Viajamos para o futuro e nos transportamos para mundos que não existem ainda. Lemos as biografias de pessoas extraordinárias que lutaram por causas bonitas e nos tornamos seus companheiros de lutas. Lendo, fazemos turismo sem sair do lugar. E isso é muito bom.
(ALVES, Rubem. Ostra feliz não faz pérola. SP, Editora Planeta do Brasil, 2009, p. 130-131).
Há diversos fatores que garantem a coesão textual, um dele é o fenômeno remissivo da “substituição”
Assim, assinale a alternativa em que isso acontece.
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Texto 1
Utilize o texto abaixo para responder às questões de 21 a 24.
Como ensinar
Se eu fosse ensinar a uma criança a arte da jardinagem, não começaria com as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Eu a levaria a passear por parques e jardins, mostraria flores e árvores, falaria sobre suas maravilhosas simetrias e perfumes; a levaria a uma livraria para que ela visse, nos livros de arte, jardins de outras partes do mundo. Aí, seduzida pela beleza dos jardins, ela me pediria para ensinar-lhe as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música, não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe falaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes. Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura, não começaria com as letras e as sílabas. Simplesmente leria as estórias mais fascinantes que a fariam entrar no mundo encantado da fantasia. Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela desejaria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em estórias. É muito simples. O mundo de cada pessoa é muito pequeno. Os livros são a porta para um mundo grande. Pela leitura vivemos experiências que não foram nossas e então elas passam a ser nossas. Lemos a estória de um grande amor e experimentamos as alegrias e dores de um grande amor. Lemos estórias de batalhas e nos tornamos guerreiros de espada na mão, sem os perigos das batalhas de verdade. Viajamos para o passado e nos tornamos contemporâneos dos dinossauros. Viajamos para o futuro e nos transportamos para mundos que não existem ainda. Lemos as biografias de pessoas extraordinárias que lutaram por causas bonitas e nos tornamos seus companheiros de lutas. Lendo, fazemos turismo sem sair do lugar. E isso é muito bom.
(ALVES, Rubem. Ostra feliz não faz pérola. SP, Editora Planeta do Brasil, 2009, p. 130-131).
O texto é uma malha de sentidos.
Assinale a alternativa que apresenta a relação de sentido correta entre os diversos trechos do texto 1.
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Texto 1
Utilize o texto abaixo para responder às questões de 21 a 24.
Como ensinar
Se eu fosse ensinar a uma criança a arte da jardinagem, não começaria com as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Eu a levaria a passear por parques e jardins, mostraria flores e árvores, falaria sobre suas maravilhosas simetrias e perfumes; a levaria a uma livraria para que ela visse, nos livros de arte, jardins de outras partes do mundo. Aí, seduzida pela beleza dos jardins, ela me pediria para ensinar-lhe as lições das pás, enxadas e tesouras de podar. Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música, não começaria com partituras, notas e pautas. Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe falaria sobre os instrumentos que fazem a música. Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas. Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes. Se fosse ensinar a uma criança a arte da leitura, não começaria com as letras e as sílabas. Simplesmente leria as estórias mais fascinantes que a fariam entrar no mundo encantado da fantasia. Aí então, com inveja dos meus poderes mágicos, ela desejaria que eu lhe ensinasse o segredo que transforma letras e sílabas em estórias. É muito simples. O mundo de cada pessoa é muito pequeno. Os livros são a porta para um mundo grande. Pela leitura vivemos experiências que não foram nossas e então elas passam a ser nossas. Lemos a estória de um grande amor e experimentamos as alegrias e dores de um grande amor. Lemos estórias de batalhas e nos tornamos guerreiros de espada na mão, sem os perigos das batalhas de verdade. Viajamos para o passado e nos tornamos contemporâneos dos dinossauros. Viajamos para o futuro e nos transportamos para mundos que não existem ainda. Lemos as biografias de pessoas extraordinárias que lutaram por causas bonitas e nos tornamos seus companheiros de lutas. Lendo, fazemos turismo sem sair do lugar. E isso é muito bom.
(ALVES, Rubem. Ostra feliz não faz pérola. SP, Editora Planeta do Brasil, 2009, p. 130-131).
De acordo com o texto 1, é correto afirmar sobre as ideias apresentadas pelo autor:
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Assindéticas
- MorfologiaConjunçõesClassificação das ConjunçõesConjunções CoordenativasConjunções coordenativas adversativas
Texto 1
Crônica do Amor
Arnaldo Jabor
Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo à porta.
O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.
Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.
Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.
Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.
Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.
Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam. Então?
Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.
[…]
Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.
Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!
Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.
Adaptado – fonte: https://www.mensagenscomamor.com/cronicas-arnaldo-jabor Acesso 11 dez 2022
Analise o texto abaixo:
A obra vai custar 48 milhões de reais, todavia não estão incluídos no orçamento os custos das desapropriações.
O trecho em destaque é uma oração coordenada:
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