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São características da Pedagogia Tradicional, EXCETO:
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É a proposta de trabalho do professor, corresponde ao nível de maior detalhamento e objetividade do processo de planejamento didático e é a orientação para “o fazer” cotidiano. Esse trecho descreve o Plano:
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A expressão “registro de práticas” vem da ideia de apresentação de instrumento metodológico do trabalho docente ao lado de outras práticas diretamente ligadas ao educador, quais sejam:
I. Planejamento.
II. Observação.
III. Reflexão.
Quais estão corretas?
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Instrução: a questão a seguir se refere ao texto abaixo.
O medo de enxergar a verdade provoca a força da ignorância
Permanecer ou sair da caverna? Uma questão que atravessa a história desde que os homens se compreendem como homens. É melhor desfrutar de uma realidade fantasiosa, mas confortável, ou vivenciar a verdade com toda a sua dureza? Viver como sujeito consciente tem um alto preço psicológico. No próprio mito da caverna, percebemos que os homens tendem a preferir se contentar com as sombras do que conhecer o lado de fora, afinal, por mais falsas que as sombras sejam, elas estão sob a proteção constante das rochas da caverna, o que significa que, ao decidir sair, não há mais volta, pois as rochas, que o olhar de servo entende como de proteção, para os que despertam, representam aprisionamento.
O desconhecido magnetiza pelo medo. Dessa forma, na maior parte das vezes, preferimos permanecer onde estamos, por mais adversa que a situação seja, uma vez que o velho goza do benefício do conhecimento e da permanência, o que o torna menos temido do que o novo, o qual ainda não se conhece e não se sabe o que cobrará de nós. Dito de outro modo, ainda que a situação que vivenciamos seja adversa, tendemos ao comodismo pelo medo do que ainda não se conhece e, portanto, pode ser pior do que o que já se vivencia. Esse comodismo ou complacência, entretanto, não se restringe ao medo do desconhecido, mas também à própria falta de vontade em esforçar-se para que a condição seja modificada. Não é à toa que vivemos na era da servidão voluntária.
No entanto, se vivemos em um mundo “fantasioso”, não é possível que a alcunha de “era da servidão voluntária” possa ser exposta de maneira clarividente. É necessário que ela seja transformada, ou melhor, ressignificada, e, assim, a servidão voluntária se transforma em admirável mundo novo, lugar em que a técnica, com todo o seu esplendor, consegue suprir todas as necessidades humanas. Evidentemente, as revoluções técnicas que aconteceram trouxeram importantes conquistas, descobertas e aperfeiçoamentos que tornaram a nossa vida melhor em vários aspectos. Contudo, o passado nos mostra que entre a real capacidade dessas revoluções e o que dela se extrai (e como se extrai) há um grande abismo. Sendo assim, a nossa realidade se aproxima muito mais das grandes distopias do século XX do que de um éden 3D.
Apesar de não haver condições próprias para que haja um despertar do indivíduo da sua situação de ignorância, é imperioso que se entenda que o modo hierárquico da sociedade não se modificará de cima para baixo, de tal forma que é necessário a cada indivíduo, dentro das suas oportunidades, tentar buscar pontos de luz que o ajudem a encontrar a saída da sua ignorância e, por conseguinte, da sua condição escrava. Se o desconhecido magnetiza pelo medo, é apenas o conhecimento e a liberdade que nos permitem enfrentá-lo, sabendo que todo aquele que desperta sempre apontará para as correntes daqueles que permanecem presos. Todavia, também devemos ter em mente que muitos, por mais oportunidades que recebam, irão preferir permanecer na sua ignorância, na caverna, na Matrix ou qualquer palavra que representa o antônimo da liberdade, pois o estado de espectador é sempre mais cômodo, já que sempre há pipoca e refrigerante suficientes para manter os explorados de boca fechada.
Assim sendo, levantar do cinema, ser um selvagem ou tomar a pílula vermelha continuam sendo atos de coragem, espalhados e diminutos, pois como disse Nietzsche: “Por vezes as pessoas não querem ouvir a verdade, porque não desejam que as suas ilusões sejam destruídas”. Entretanto, é necessário destruir as nossas belas e confortáveis ilusões para que possamos ser sujeitos autônomos e livres, porque é o medo que possuímos da verdade que provoca a força da ignorância e permite o nosso controle.
Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em https://www.contioutra.com/o-medo-deenxergar-
verdade-provoca-forca-da-ignorancia/. Acesso em 8 Jan 2019.
Quantos fonemas possui a palavra “desconhecido”?
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975896
Ano: 2019
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Pinheiro Preto-SC
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Pinheiro Preto-SC
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A respeito do Ensino Fundamental, a Lei nº 9.394/1996 dispõe que:
I. O currículo incluirá, obrigatoriamente, conteúdo que trate dos direitos das crianças e dos adolescentes.
II. Será presencial, sendo o ensino a distância utilizado como complementação da aprendizagem ou em situações emergenciais.
III. A escola de tempo integral será obrigatória para crianças a partir dos quatro anos de idade.
Quais estão corretas?
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Segundo Vasconcellos, planejamento é um processo:
I. Contínuo.
II. Dinâmico.
III. Reflexivo.
IV. Permanente.
Quais estão corretas?
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Instrução: a questão a seguir se refere ao texto abaixo.
O medo de enxergar a verdade provoca a força da ignorância
Permanecer ou sair da caverna? Uma questão que atravessa a história desde que os homens se compreendem como homens. É melhor desfrutar de uma realidade fantasiosa, mas confortável, ou vivenciar a verdade com toda a sua dureza? Viver como sujeito consciente tem um alto preço psicológico. No próprio mito da caverna, percebemos que os homens tendem a preferir se contentar com as sombras do que conhecer o lado de fora, afinal, por mais falsas que as sombras sejam, elas estão sob a proteção constante das rochas da caverna, o que significa que, ao decidir sair, não há mais volta, pois as rochas, que o olhar de servo entende como de proteção, para os que despertam, representam aprisionamento.
O desconhecido magnetiza pelo medo. Dessa forma, na maior parte das vezes, preferimos permanecer onde estamos, por mais adversa que a situação seja, uma vez que o velho goza do benefício do conhecimento e da permanência, o que o torna menos temido do que o novo, o qual ainda não se conhece e não se sabe o que cobrará de nós. Dito de outro modo, ainda que a situação que vivenciamos seja adversa, tendemos ao comodismo pelo medo do que ainda não se conhece e, portanto, pode ser pior do que o que já se vivencia. Esse comodismo ou complacência, entretanto, não se restringe ao medo do desconhecido, mas também à própria falta de vontade em esforçar-se para que a condição seja modificada. Não é à toa que vivemos na era da servidão voluntária.
No entanto, se vivemos em um mundo “ fantasioso”, não é possível que a alcunha de “ era da servidão voluntária” possa ser exposta de maneira clarividente. É necessário que ela seja transformada, ou melhor, ressignificada, e, assim, a servidão voluntária se transforma em admirável mundo novo, lugar em que a técnica, com todo o seu esplendor, consegue suprir todas as necessidades humanas. Evidentemente, as revoluções técnicas que aconteceram trouxeram importantes conquistas, descobertas e aperfeiçoamentos que tornaram a nossa vida melhor em vários aspectos. Contudo, o passado nos mostra que entre a real capacidade dessas revoluções e o que dela se extrai (e como se extrai) há um grande abismo. Sendo assim, a nossa realidade se aproxima muito mais das grandes distopias do século XX do que de um éden 3D.
Apesar de não haver condições próprias para que haja um despertar do indivíduo da sua situação de ignorância, é imperioso que se entenda que o modo hierárquico da sociedade não se modificará de cima para baixo, de tal forma que é necessário a cada indivíduo, dentro das suas oportunidades, tentar buscar pontos de luz que o ajudem a encontrar a saída da sua ignorância e, por conseguinte, da sua condição escrava. Se o desconhecido magnetiza pelo medo, é apenas o conhecimento e a liberdade que nos permitem enfrentá-lo, sabendo que todo aquele que desperta sempre apontará para as correntes daqueles que permanecem presos. Todavia, também devemos ter em mente que muitos, por mais oportunidades que recebam, irão preferir permanecer na sua ignorância, na caverna, na Matrix ou qualquer palavra que representa o antônimo da liberdade, pois o estado de espectador é sempre mais cômodo, já que sempre há pipoca e refrigerante suficientes para manter os explorados de boca fechada.
Assim sendo, levantar do cinema, ser um selvagem ou tomar a pílula vermelha continuam sendo atos de coragem, espalhados e diminutos, pois como disse Nietzsche: “ Por vezes as pessoas não querem ouvir a verdade, porque não desejam que as suas ilusões sejam destruídas”. Entretanto, é necessário destruir as nossas belas e confortáveis ilusões para que possamos ser sujeitos autônomos e livres, porque é o medo que possuímos da verdade que provoca a força da ignorância e permite o nosso controle.
Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em https://www.contioutra.com/o-medo-deenxergar-
verdade-provoca-forca-da-ignorancia/. Acesso em 8 Jan 2019.
Sobre o uso das aspas, que ocorre em situações pontuais do texto, considere as seguintes afirmações:
I. O termo “fantasioso” está entre aspas para indicar a elipse de um termo.
II. A expressão “era da servidão voluntária” está entre aspas por aparecer no fim de um período gramaticalmente completo.
III. Em “Por vezes as pessoas não querem ouvir a verdade, porque não desejam que as suas ilusões sejam destruídas”, as aspas são usadas para indicar a citação de um pensamento de outro autor.
Quais estão corretos?
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Instrução: a questão a seguir se refere ao texto abaixo.
O medo de enxergar a verdade provoca a força da ignorância
Permanecer ou sair da caverna? Uma questão que atravessa a história desde que os homens se compreendem como homens. É melhor desfrutar de uma realidade fantasiosa, mas confortável, ou vivenciar a verdade com toda a sua dureza? Viver como sujeito consciente tem um alto preço psicológico. No próprio mito da caverna, percebemos que os homens tendem a preferir se contentar com as sombras do que conhecer o lado de fora, afinal, por mais falsas que as sombras sejam, elas estão sob a proteção constante das rochas da caverna, o que significa que, ao decidir sair, não há mais volta, pois as rochas, que o olhar de servo entende como de proteção, para os que despertam, representam aprisionamento.
O desconhecido magnetiza pelo medo. Dessa forma, na maior parte das vezes, preferimos permanecer onde estamos, por mais adversa que a situação seja, uma vez que o velho goza do benefício do conhecimento e da permanência, o que o torna menos temido do que o novo, o qual ainda não se conhece e não se sabe o que cobrará de nós. Dito de outro modo, ainda que a situação que vivenciamos seja adversa, tendemos ao comodismo pelo medo do que ainda não se conhece e, portanto, pode ser pior do que o que já se vivencia. Esse comodismo ou complacência, entretanto, não se restringe ao medo do desconhecido, mas também à própria falta de vontade em esforçar-se para que a condição seja modificada. Não é à toa que vivemos na era da servidão voluntária.
No entanto, se vivemos em um mundo “fantasioso”, não é possível que a alcunha de “era da servidão voluntária” possa ser exposta de maneira clarividente. É necessário que ela seja transformada, ou melhor, ressignificada, e, assim, a servidão voluntária se transforma em admirável mundo novo, lugar em que a técnica, com todo o seu esplendor, consegue suprir todas as necessidades humanas. Evidentemente, as revoluções técnicas que aconteceram trouxeram importantes conquistas, descobertas e aperfeiçoamentos que tornaram a nossa vida melhor em vários aspectos. Contudo, o passado nos mostra que entre a real capacidade dessas revoluções e o que dela se extrai (e como se extrai) há um grande abismo. Sendo assim, a nossa realidade se aproxima muito mais das grandes distopias do século XX do que de um éden 3D.
Apesar de não haver condições próprias para que haja um despertar do indivíduo da sua situação de ignorância, é imperioso que se entenda que o modo hierárquico da sociedade não se modificará de cima para baixo, de tal forma que é necessário a cada indivíduo, dentro das suas oportunidades, tentar buscar pontos de luz que o ajudem a encontrar a saída da sua ignorância e, por conseguinte, da sua condição escrava. Se o desconhecido magnetiza pelo medo, é apenas o conhecimento e a liberdade que nos permitem enfrentá-lo, sabendo que todo aquele que desperta sempre apontará para as correntes daqueles que permanecem presos. Todavia, também devemos ter em mente que muitos, por mais oportunidades que recebam, irão preferir permanecer na sua ignorância, na caverna, na Matrix ou qualquer palavra que representa o antônimo da liberdade, pois o estado de espectador é sempre mais cômodo, já que sempre há pipoca e refrigerante suficientes para manter os explorados de boca fechada.
Assim sendo, levantar do cinema, ser um selvagem ou tomar a pílula vermelha continuam sendo atos de coragem, espalhados e diminutos, pois como disse Nietzsche: “Por vezes as pessoas não querem ouvir a verdade, porque não desejam que as suas ilusões sejam destruídas”. Entretanto, é necessário destruir as nossas belas e confortáveis ilusões para que possamos ser sujeitos autônomos e livres, porque é o medo que possuímos da verdade que provoca a força da ignorância e permite o nosso controle.
Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em https://www.contioutra.com/o-medo-deenxergar-
verdade-provoca-forca-da-ignorancia/. Acesso em 8 Jan 2019.
O termo “cinema” é decorrente do processo de formação de palavras conhecido como:
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894867
Ano: 2019
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Pinheiro Preto-SC
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Pinheiro Preto-SC
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A meta 2 do Plano Nacional de Educação, lançado em 2014, propõe a universalização do Ensino Fundamental de 9 (nove) anos para toda população de:
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O surgimento das creches no Brasil teve crescimento a partir da urbanização e estruturação do capitalismo, que trouxe a necessidade da mulher em ocupar seu espaço no mercado de trabalho, desencadeando uma movimentação entre os operários pela reivindicação de um lugar para deixarem seus filhos. Dessa forma, é correto afirmar que os primórdios da Educação Infantil se deram a partir:
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