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Foram encontradas 40 questões.

779186 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Pinheiro Preto-SC
Segundo Libâneo, ao selecionar conteúdos, é importante que o professor leve em consideração alguns critérios, EXCETO:
 

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779004 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Pinheiro Preto-SC
De acordo com Celso Antunes, um sistema de avaliação completo deve possuir a finalidade claramente:
 

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778937 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Pinheiro Preto-SC
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Considerando que crianças e profissionais da Educação Infantil passam um terço de seu dia no interior da escola, a qualidade desses ambientes afeta significativamente a vida de seus usuários, influenciando diretamente o(s):
 

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Instrução: a questão a seguir se refere ao texto abaixo.
O medo de enxergar a verdade provoca a força da ignorância
Permanecer ou sair da caverna? Uma questão que atravessa a história desde que os homens se compreendem como homens. É melhor desfrutar de uma realidade fantasiosa, mas confortável, ou vivenciar a verdade com toda a sua dureza? Viver como sujeito consciente tem um alto preço psicológico. No próprio mito da caverna, percebemos que os homens tendem a preferir se contentar com as sombras do que conhecer o lado de fora, afinal, por mais falsas que as sombras sejam, elas estão sob a proteção constante das rochas da caverna, o que significa que, ao decidir sair, não há mais volta, pois as rochas, que o olhar de servo entende como de proteção, para os que despertam, representam aprisionamento.
O desconhecido magnetiza pelo medo. Dessa forma, na maior parte das vezes, preferimos permanecer onde estamos, por mais adversa que a situação seja, uma vez que o velho goza do benefício do conhecimento e da permanência, o que o torna menos temido do que o novo, o qual ainda não se conhece e não se sabe o que cobrará de nós. Dito de outro modo, ainda que a situação que vivenciamos seja adversa, tendemos ao comodismo pelo medo do que ainda não se conhece e, portanto, pode ser pior do que o que já se vivencia. Esse comodismo ou complacência, entretanto, não se restringe ao medo do desconhecido, mas também à própria falta de vontade em esforçar-se para que a condição seja modificada. Não é à toa que vivemos na era da servidão voluntária.
No entanto, se vivemos em um mundo “fantasioso”, não é possível que a alcunha de “era da servidão voluntária” possa ser exposta de maneira clarividente. É necessário que ela seja transformada, ou melhor, ressignificada, e, assim, a servidão voluntária se transforma em admirável mundo novo, lugar em que a técnica, com todo o seu esplendor, consegue suprir todas as necessidades humanas. Evidentemente, as revoluções técnicas que aconteceram trouxeram importantes conquistas, descobertas e aperfeiçoamentos que tornaram a nossa vida melhor em vários aspectos. Contudo, o passado nos mostra que entre a real capacidade dessas revoluções e o que dela se extrai (e como se extrai) há um grande abismo. Sendo assim, a nossa realidade se aproxima muito mais das grandes distopias do século XX do que de um éden 3D.
Apesar de não haver condições próprias para que haja um despertar do indivíduo da sua situação de ignorância, é imperioso que se entenda que o modo hierárquico da sociedade não se modificará de cima para baixo, de tal forma que é necessário a cada indivíduo, dentro das suas oportunidades, tentar buscar pontos de luz que o ajudem a encontrar a saída da sua ignorância e, por conseguinte, da sua condição escrava. Se o desconhecido magnetiza pelo medo, é apenas o conhecimento e a liberdade que nos permitem enfrentá-lo, sabendo que todo aquele que desperta sempre apontará para as correntes daqueles que permanecem presos. Todavia, também devemos ter em mente que muitos, por mais oportunidades que recebam, irão preferir permanecer na sua ignorância, na caverna, na Matrix ou qualquer palavra que representa o antônimo da liberdade, pois o estado de espectador é sempre mais cômodo, já que sempre há pipoca e refrigerante suficientes para manter os explorados de boca fechada.
Assim sendo, levantar do cinema, ser um selvagem ou tomar a pílula vermelha continuam sendo atos de coragem, espalhados e diminutos, pois como disse Nietzsche: “Por vezes as pessoas não querem ouvir a verdade, porque não desejam que as suas ilusões sejam destruídas”. Entretanto, é necessário destruir as nossas belas e confortáveis ilusões para que possamos ser sujeitos autônomos e livres, porque é o medo que possuímos da verdade que provoca a força da ignorância e permite o nosso controle.
Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em https://www.contioutra.com/o-medo-deenxergar-
verdade-provoca-forca-da-ignorancia/. Acesso em 8 Jan 2019.
Na frase “Não é à toa que vivemos na era da servidão voluntária”, tem-se a locução adverbial “à toa”, que recebe acento indicativo de crase. Assinale a locução adverbial que está grafada INCORRETAMENTE, por não receber acento indicativo de crase.
 

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O Plano Nacional de Educação (PNE), aprovado pela Lei nº 13.005/2014, estabelece dez diretrizes, entre elas estão:
I. Erradicação do analfabetismo.
II. Melhoria da qualidade da educação.
III. Promoção do princípio da gestão democrática da educação pública.
IV. Promoção humanística, científica, cultural e tecnológica do País.
Quais estão corretas?
 

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778573 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Pinheiro Preto-SC
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Norteando as unidades de Educação Infantil a planejar seu cotidiano, as Diretrizes apontam um conjunto de princípios defendidos pelos diversos segmentos ouvidos no processo de sua elaboração e que devem orientar o trabalho nas instituições de Educação Infantil. São eles:
 

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Instrução: a questão a seguir se refere ao texto abaixo.
O medo de enxergar a verdade provoca a força da ignorância
Permanecer ou sair da caverna? Uma questão que atravessa a história desde que os homens se compreendem como homens. É melhor desfrutar de uma realidade fantasiosa, mas confortável, ou vivenciar a verdade com toda a sua dureza? Viver como sujeito consciente tem um alto preço psicológico. No próprio mito da caverna, percebemos que os homens tendem a preferir se contentar com as sombras do que conhecer o lado de fora, afinal, por mais falsas que as sombras sejam, elas estão sob a proteção constante das rochas da caverna, o que significa que, ao decidir sair, não há mais volta, pois as rochas, que o olhar de servo entende como de proteção, para os que despertam, representam aprisionamento.
O desconhecido magnetiza pelo medo. Dessa forma, na maior parte das vezes, preferimos permanecer onde estamos, por mais adversa que a situação seja, uma vez que o velho goza do benefício do conhecimento e da permanência, o que o torna menos temido do que o novo, o qual ainda não se conhece e não se sabe o que cobrará de nós. Dito de outro modo, ainda que a situação que vivenciamos seja adversa, tendemos ao comodismo pelo medo do que ainda não se conhece e, portanto, pode ser pior do que o que já se vivencia. Esse comodismo ou complacência, entretanto, não se restringe ao medo do desconhecido, mas também à própria falta de vontade em esforçar-se para que a condição seja modificada. Não é à toa que vivemos na era da servidão voluntária.
No entanto, se vivemos em um mundo “fantasioso”, não é possível que a alcunha de “era da servidão voluntária” possa ser exposta de maneira clarividente. É necessário que ela seja transformada, ou melhor, ressignificada, e, assim, a servidão voluntária se transforma em admirável mundo novo, lugar em que a técnica, com todo o seu esplendor, consegue suprir todas as necessidades humanas. Evidentemente, as revoluções técnicas que aconteceram trouxeram importantes conquistas, descobertas e aperfeiçoamentos que tornaram a nossa vida melhor em vários aspectos. Contudo, o passado nos mostra que entre a real capacidade dessas revoluções e o que dela se extrai (e como se extrai) há um grande abismo. Sendo assim, a nossa realidade se aproxima muito mais das grandes distopias do século XX do que de um éden 3D.
Apesar de não haver condições próprias para que haja um despertar do indivíduo da sua situação de ignorância, é imperioso que se entenda que o modo hierárquico da sociedade não se modificará de cima para baixo, de tal forma que é necessário a cada indivíduo, dentro das suas oportunidades, tentar buscar pontos de luz que o ajudem a encontrar a saída da sua ignorância e, por conseguinte, da sua condição escrava. Se o desconhecido magnetiza pelo medo, é apenas o conhecimento e a liberdade que nos permitem enfrentá-lo, sabendo que todo aquele que desperta sempre apontará para as correntes daqueles que permanecem presos. Todavia, também devemos ter em mente que muitos, por mais oportunidades que recebam, irão preferir permanecer na sua ignorância, na caverna, na Matrix ou qualquer palavra que representa o antônimo da liberdade, pois o estado de espectador é sempre mais cômodo, já que sempre há pipoca e refrigerante suficientes para manter os explorados de boca fechada.
Assim sendo, levantar do cinema, ser um selvagem ou tomar a pílula vermelha continuam sendo atos de coragem, espalhados e diminutos, pois como disse Nietzsche: “Por vezes as pessoas não querem ouvir a verdade, porque não desejam que as suas ilusões sejam destruídas”. Entretanto, é necessário destruir as nossas belas e confortáveis ilusões para que possamos ser sujeitos autônomos e livres, porque é o medo que possuímos da verdade que provoca a força da ignorância e permite o nosso controle.
Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em https://www.contioutra.com/o-medo-deenxergar-
verdade-provoca-forca-da-ignorancia/. Acesso em 8 Jan 2019.
Sabe-se que os pronomes servem como recurso coesivo, ajudando a retomar termos anteriormente mencionados no texto, a fim de garantir a coerência do que nele é veiculado. Tomando-se por base tal pressuposto, considere as seguintes afirmações:
I. O pronome “dela” está retomando diretamente “a real capacidade dessas revoluções”.
II. O pronome “sua” está retomando diretamente “condições próprias”.
III. O pronome “suas” está retomando diretamente “vezes”.
Quais estão corretas?
 

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De acordo com a Lei nº 9.394/1996, a educação de jovens e adultos será destinada àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos nos ensinos fundamental e médio na idade própria e deverá articular-se, preferencialmente, com a educação:
 

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De acordo com o Art. 19 do Plano de Carreira e Remuneração do Magistério Público do Município de Pinheiro Preto, a progressão funcional ocorrerá de forma articulada e concomitante, após o cumprimento do estágio probatório, nas áreas de atuação contidas no seu cargo, de acordo com sua habilitação, da seguinte forma:
I. Pela progressão por desempenho.
II. Pela progressão por cursos de aperfeiçoamento.
III. Por nova titulação ou habilitação.
Quais estão corretas?
 

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777927 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Pinheiro Preto-SC
De acordo com Vasconcellos (2006), “Recursos são os meios materiais e, em certos casos logísticos ou humanos, o que utilizamos para orientar a aprendizagem dos alunos, que vão construir o conhecimento a partir do contato e da interação com a realidade”. São exemplos de recursos didáticos:
I. Um filme.
II. Um texto.
III. O livro didático.
IV. A exposição do professor.
Quais estão corretas?
 

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