Para Oliveira (2015), os projetos podem construir contextos para experiências de conhecer e explorar práticas
sociais diversas, a fim de que crianças de 3 a 5 anos possam pesquisar e comunicar o que aprenderam. De acordo
com a autora, é correto afirmar que os projetos didáticos
Bassedas (1999) afirma que na educação infantil convém
propor que as famílias conheçam e valorizem o que se faz
na escola. As iniciativas tendentes a que os pais possam
entrar na escola e que conheçam o seu funcionamento
devem ser valorizadas e incentivadas. A reflexão sobre o
que fazer e para que fazer também precisa ser conhecida.
Nesse sentido, convém preparar, com muito cuidado,
as reuniões coletivas com as famílias. De acordo com a
autora, as reuniões coletivas com as famílias devem
Zabalza (1998), em Qualidade em educação infantil, afirma que do ponto de vista escolar, podemos entender o
ambiente como uma estrutura com quatro dimensões
claramente definidas, mas inter-relacionadas entre si. De
acordo com o autor, essas quatro dimensões do ambiente
escolar são denominadas:
Durante uma reunião em uma escola de educação
infantil, a equipe docente conversava sobre as crianças
de 5 anos, e as professoras afirmavam que os meninos
e meninas estão muito “dependentes” e “sem limites”.
A coordenadora propôs, então, a leitura de trechos da
obra Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas
em discussão, para que a equipe pudesse refletir sobre
a prática educativa. Nessa obra, Taille (in: Taille et alii,
1992) baseado nos estudos de Piaget, afirma que
Na obra de Silva (2007), Brincadeiras: para crianças
de todo o mundo, são mencionados alguns valores que
apontam na direção de atividades e projetos com crianças, que estejam comprometidos em promover os direitos humanos e a cidadania, presentes pela própria ação
de brincar. É correto afirmar, de acordo com a referida
obra, que, entre esses valores, estão:
A professora de uma turma de educação infantil levou as
crianças para uma visita em uma praça que fica em frente
à escola. Na praça, as crianças sentiram curiosidade por
conhecer as características das árvores que se encontram nela e as dos instrumentos que o homem colocou
ali para seu serviço: caixas de correio, bancos, recipientes, lixeiras, sinalizações, nome e número das ruas, pelas
lojas, monumentos e casas que nela confluem. De acordo com Piferrer (in: Arribas, 2004), exemplos como esse
evidenciam, de maneira clara, o papel
Joana, professora de educação infantil, atenta à necessidade de atualizar-se e aprimorar o trabalho pedagógico
que desenvolve, consultou a Base Nacional Comum Curricular – Etapa da Educação Infantil. Nesse documento,
Joana leu os “Direitos de aprendizagem e desenvolvimento na educação infantil”. De acordo com o referido
documento, um dos direitos de aprendizagem e desenvolvimento na educação infantil refere-se a:
De acordo com a Lei Federal n° 9.394/1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, artigo 4° , o dever do Estado com educação escolar pública
será efetivado, entre outras ações, mediante garantia de
A fim de efetivar um projeto voltado ao desenvolvimento
do esquema corporal das crianças, a professora de educação infantil Maria Auxiliadora propôs atividades com
movimentos precisos. Para tanto, ela selecionou alguns
exercícios de motricidade refinada, com base no que
Meur (1991) propõe na obra Psicomotricidade: educação
e reeducação: níveis maternal e infantil, para crianças a
partir de 3 anos de idade, tendo em vista a etapa de desenvolvimento denominada “o corpo vivido”. Em consonância com a perspectiva da referida obra, as atividades
propostas pela professora às crianças foram:
Oliveira (2002), em Educação Infantil: fundamentos e
métodos, discorre a respeito do trabalho com múltiplas
linguagens na educação infantil. De acordo com a autora,
a respeito desse tema é correto afirmar que